Beijo com tremidinha: conheça o gloss erótico de jambu
Por Maximino Brügger Perez
02.03.2026 às 10h34m
Ingrediente típico da culinária amazônica, o jambu ganhou espaço em lubrificantes íntimos e agora chega aos glosses labiais prometendo mais salivação e sensação de “quero mais” no beijo na boca
O jambu não faz maravilhas só em drinks e num delicioso tacacá. A dormência e o formigamento da planta passou a ser usada no sexo e na masturbação há algum tempo. Por ser considerado um “vibrador natural”, é comum encontrar lubrificantes íntimos e géis excitantes com a planta amazônica na composição. A novidade agora é poder sentir essa explosão toda já no beijo. Nós te apresentamos o gloss de jambu.
Batom e gloss com extrato de jambu não são bem novidade, mas a proposta é buscada pelo pump que aumenta os lábios. A mudança está no apelo erótico adotado pelas marcas de produtos íntimos, que passaram a lançar glosses de jambu para aumentar a sensibilidade do beijo na boca, movimento ainda pouco explorado.
Já são dois produtos disponíveis no Brasil. O Jambuze, da Good Vibres, foi lançado no fim de 2025 como gloss multifuncional para levar na nécessaire e quebrar com a ideia de que produtos eróticos precisam ficar “escondidos”. O efeito começa quase imediatamente e é liberado aos poucos durante o beijo.
“Queríamos sair do óbvio e trazer essa provocação sensorial. Além disso, o estímulo do jambu muda, o que cria uma experiência diferente a cada uso”, explica Clara Bochner, assistente de produtos da marca.
Lançado no Carnaval passado, o Siricutico, da Dona Coelha, transfere a vibração para a boca da outra pessoa assim que o beijo começa. A marca escolheu o Carnaval para mostrar ao que veio: somar no clima de flerte e pegação da folia.
“Nossa ideia é incentivar que as pessoas se beijem mais, e o Siricutico serve para dar um gás no beijo na boca e em outras áreas erógenas”, explica a CEO do sex shop, Natali Gutierrez.
Qual é a proposta do gloss de jambu?
Os glosses de jambu têm a proposta de dar um quê a mais no beijo e deixá-lo mais divertido. A vibração dos lábios é transferida para a outra boca ou parte do corpo que estiver beijando — sim, até na área íntima. Na prática, isso também significa um beijo mais molhado — já que o jambu estimula a salivação — e lábios mais sensíveis.
A dormência acontece por conta do alto teor da substância química espilantol que, ao entrar em contato com a saliva e a mucosa, estimula as terminações nervosas e aumenta a microcirculação de onde for aplicado.
O jambu é típico do Pará e, por isso, muito presente na culinária local — em pratos como tacacá, tucupi e arroz paraense, além da cachacinha de jambu. Ou seja: dá para dizer que a erva além de um tesouro nacional, virou uma arma secreta perfeita para apimentar o momento a dois (ou mais).
Há estudos recentes que apontam para uma tendência de declínio no beijo na boca, por motivos que vão de falta de tempo, desinteresse por causa da rotina ou mesmo pela diminuição de convivência em ambientes sociais e de relações íntimas.
Outro chamariz são a praticidade e o preço: produtos líquidos tendem a ter melhor custo-benefício por serem duráveis e terem preços mais acessíveis. É possível encontrar opções interessantes e seguras que custam entre R$ 50 e R$ 100. Ou seja, é perfeito para quem não consegue gastar muito dinheiro com vibradores e outros sex toys, mas tem curiosidade em experimentar novas sensações.
Fonte; Marie Claire
amor
beijos
Carnaval
casal
diversão
Jambu
produtos eróticos
Relação
Relacionamento
sexo
tremedeira
Colunistas
Feminicídio: quando uma mulher pede socorro o mundo deve ouvir
O feminicídio que chocou o país no final de abril envolvendo o caso da miss, não é apenas mais uma notícia triste. É mais um grito que chegou tarde demais Mais uma mulher que talvez tenha sofrido em silêncio, com medo, cercada por ameaças, controle e dor emocional até que sua vida fosse interrompida […]
Comportamento
Estudo revela que 65% das mulheres não se sentem seguras para caminhar a noite sozinha
Análise inédita mostra que insegurança urbana restringe mobilidade, convivência e lazer e coexiste com o maior índice de otimismo já registrado entre brasileiros Para a maioria das mulheres brasileiras, circular sozinha à noite não é um risco calculado. Dados do estudo O Mapa da Felicidade Real no Brasil 2026, conduzido pela pesquisadora da Ciência da […]