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O crescimento do empreendedorismo no Brasil tem encontrado na moda feminina um dos caminhos mais acessíveis para quem deseja iniciar um negócio próprio
Com médio investimento inicial, variedade de produtos e facilidade de revenda, o modelo de compra no atacado vem se consolidando como porta de entrada para milhares de brasileiros em busca de geração de renda e independência financeira.
Dados recentes do Sebrae, com base em informações da Receita Federal, reforçam esse movimento. Só no primeiro trimestre de 2025, mais de 1,4 milhão de pequenos negócios foram abertos no país, sendo 78% deles registrados como microempreendedores individuais (MEIs).
O setor também segue em expansão
Em 2024, a moda brasileira movimentou cerca de R$ 215 bilhões, com crescimento de 7% em relação ao ano anterior, segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), consolidando sua relevância na economia nacional e abrindo espaço para novos modelos de negócio, como a revenda de peças adquiridas diretamente de fabricantes.
Nesse contexto, a TLF Jeans, marca cearense com forte atuação no segmento de jeans, tem ganhado destaque ao estruturar operações voltadas não apenas para o consumidor final, mas também para lojistas e revendedores em todo o país.
Com presença consolidada no Nordeste, região estratégica para a empresa, a marca vem ampliando sua atuação nacional, conectando a produção local a diferentes mercados brasileiros e contribuindo para o fortalecimento da cadeia da moda fora apenas do eixo tradicional.
“O atacado permite que pequenos empreendedores tenham acesso a produtos com preço competitivo e bom giro de vendas, características essenciais para quem está começando. A diversidade de peças e a constante atualização das coleções também contribuem para manter o interesse do consumidor e estimular a recompra”, destaca a diretora financeira da marca, Lidyane Lemos.
Outro fator que impulsiona esse crescimento é o ambiente digital. Com o avanço das redes sociais e das plataformas de e-commerce, muitos empreendedores passaram a utilizar canais online como principal vitrine de vendas, ampliando seu alcance e reduzindo custos operacionais.
Levantamentos do setor indicam que 66% das lojas virtuais de moda no Brasil são lideradas por mulheres, reforçando o protagonismo feminino no empreendedorismo digital.
A estrutura logística das marcas acompanha esse ritmo. Investimentos em centros de distribuição, organização de estoque e agilidade na entrega têm permitido atender diferentes regiões com mais eficiência, garantindo que pequenos negócios consigam operar com regularidade e competitividade.
E assim, o setor de moda tem se consolidado como um motor de oportunidades. Ao facilitar o acesso ao atacado e fortalecer a cadeia produtiva, especialmente fora dos grandes centros, marcas brasileiras ajudam a transformar consumo em negócio e estilo em fonte de renda para milhares de empreendedores.
Fernanda List: moda que eleva a autoestima e traduz a força da mulher
À frente da List.knit e da 111bylist, Fernanda Sampaio Rodrigues transforma o tricô em uma linguagem de estilo e autoestima
Com mais de 20 anos na moda e sete no empreendedorismo, criou uma marca atemporal voltada para mulheres cosmopolitas que buscam conforto, elegância e identidade.
Seu trabalho é marcado por resiliência: superou a pandemia, enfrenta oscilações do mercado e segue se reinventando com novas estratégias e parcerias.
O que a inspira são as histórias das clientes. Fernanda acredita no poder emocional da moda e relembra quando uma cliente, ainda em luto, agradeceu emocionada por se sentir viva ao vestir um conjunto da List.
Para ela, vestir mulheres é valorizá-las e ajudá-las a reconhecer sua força. Moda, afirma, é conexão, propósito e transformação. “A moda sempre foi minha forma de contar histórias.”
Para acompanhar o trabalho de Fernanda, entre em contato pelo telefone (21) 96991-2736 ou por e-mail [email protected] e siga o perfil no Instagram: @list.knit.
Os ruídos da imagem: o poder dos detalhes na construção da sua presença
Na construção de uma imagem pessoal marcante, os detalhes têm um papel decisivo
Muitas vezes, não é a roupa principal que define a percepção que as pessoas terão de nós, mas sim pequenos elementos que, silenciosamente, reforçam ou comprometem a mensagem que desejamos transmitir. Na consultoria de imagem, chamamos esses desencontros de ruídos de imagem. Eles acontecem quando existe uma incoerência entre aquilo que a pessoa deseja comunicar e os sinais visuais que ela apresenta.
Imagine um profissional muito competente que chega a uma reunião com roupas amassadas, sapatos desgastados ou acessórios desalinhados com o contexto. Ainda que sua capacidade técnica seja impecável, esses detalhes podem gerar uma percepção inicial de desorganização ou falta de cuidado.
A comunicação da imagem é rápida e, muitas vezes, inconsciente.
Nosso cérebro interpreta sinais visuais em segundos, criando impressões sobre profissionalismo, credibilidade, autoridade e atenção aos detalhes. Por isso, elementos aparentemente simples — como um sapato bem cuidado, uma bolsa adequada ao ambiente, um cabelo bem finalizado ou acessórios escolhidos com equilíbrio — têm grande impacto na construção da presença.
Mas é importante compreender que cuidar da imagem não significa buscar perfeição ou excesso de produção. O verdadeiro objetivo é coerência. A imagem estratégica nasce quando existe harmonia entre quem a pessoa é, o ambiente em que está inserida e aquilo que deseja comunicar. Quando essa coerência acontece, os detalhes deixam de ser ruídos e passam a se tornar aliados poderosos da comunicação.
Outro ponto fundamental é entender que a imagem não fala apenas sobre estética, mas também sobre atenção, respeito e consciência do contexto. Demonstrar cuidado com a própria apresentação comunica que a pessoa valoriza o ambiente, as pessoas ao seu redor e as oportunidades que surgem.
Em um mundo cada vez mais visual, aprender a gerenciar esses pequenos sinais pode fazer grande diferença na forma como somos percebidos. Afinal, a imagem está sempre comunicando. A pergunta que fica é: os detalhes da sua presença estão reforçando ou prejudicando a mensagem que você deseja transmitir?

* Sou mais embra da AICI (Associação Internacional de Consultoria de Imagem) e idealizadora do Projeto Vozes e Conexões Femininas, que conecta e inspira mulheres por meio do autoconhecimento, da autoestima e do fortalecimento de vínculos.
Atendo com horário agendado na Clínica Ellis, Av. das Américas,
1155, sala 608 – Barra Space Center, Barra da Tijuca.
Acompanhe minha trajetória e inspire-se com esse movimento transformador:
@andreacaminha.modas
@vozeseconexoesfemininas
Melissa Susan Fang: designer chinesa assina collab inspirada na natureza
A coleção Melissa Susan Fang lança três modelos com flores esculturais, transparências e tons pastel
A Melissa lançou na terça-feira (17.03) uma nova colaboração com a estilista chinesa Susan Fang. Batizada Melissa Susan Fang, a coleção reinterpreta três silhuetas da marca brasileira com flores esculturais, transparências e uma paleta de cores pastel – elementos que dialogam com o universo delicado e inspirado na natureza que marca o trabalho da designer radicada em Londres.
‘Estamos muito animados em trabalhar com a Melissa porque sempre admiramos as colaborações da marca”, diz Susan. “Tenho a sensação de que talvez nenhuma outra empresa de calçados consiga criar um sapato tão etéreo quanto a Melissa.”
Parte do conceito nasce da pesquisa que a designer desenvolve há anos sobre padrões naturais e crescimento orgânico. “Tentamos criar elementos que parecessem ter florescido, em vez de algo feito por humanos”, explica o designer industrial Orelio De Jonghe, chefe de design de calçados e acessórios do estúdio de Susan Fang e ex-designer industrial sênior da Dyson. “Usamos padrões que também existem na natureza”, completa ele.
A tecnologia teve papel importante nesse processo. Segundo Susan, softwares normalmente utilizados em animação digital ajudaram a simular a forma como as flores se desenvolvem. “Utilizamos programas como o Houdini, em que você pode literalmente inserir fórmulas da natureza”, conta. “Assim as flores crescem da maneira orgânica e não de forma artificial.”
A transparência característica da Melissa também serviu de base para o desenvolvimento dos modelos. “Nós amamos como a marca consegue criar sapatos transparentes que parecem um sonho”, diz a designer. “Então quisemos levar isso ainda mais longe, criando uma transição entre opacidade e efeitos translúcidos.”
A coleção apresenta três modelos: Melissa Luna Bloom, uma sapatilha esportiva com aplicações florais; Melissa Daphnis Ballerina, releitura delicada da clássica bailarina; e Melissa Possession Platform Sakura, nova versão do modelo Possession com plataforma e detalhes tridimensionais.
Além da dimensão estética, as flores presentes nos modelos também carregam um significado simbólico. “Escolhemos uma flor que simboliza sorte e amor”, afirma Susan. “Gostamos da ideia de que o design também possa trazer mensagens positivas.”
Fundada em 2017, logo após sua formação na Central Saint Martins, a marca Susan Fang ficou conhecida por explorar tecidos experimentais, transparências e estruturas 3D inspiradas em padrões da natureza. “Quando desenhamos seguindo esse equilíbrio orgânico, encontramos uma sensação de harmonia”, fala a designer.
“Esperamos que, quando usem nossas criações, sintam um pouco mais de esperança e um pouco mais de alegria.”Os modelos da collab Melissa Susan Fang estão disponíveis desde terça-feira (17.03) na Galeria Melissa São Paulo, no e-commerce da marca e em Clubes Melissa e multimarcas selecionados.
Doze tendências do inverno 2026 para ficar de olho
Alfaiataria sensual, tricôs vintage, texturas dramáticas e novas silhuetas estão entre as tendências que desenham o inverno 2026
Depois de quase um mês de desfiles entre Nova York, Londres, Milão e Paris, a temporada de inverno 2026 chega ao fim com algumas direções claras para os próximos meses. Nas passarelas, a moda se move entre contrastes. De um lado, silhuetas alongadas, alfaiataria sensual e referências históricas. De outro, texturas exuberantes, camadas inesperadas e um romantismo folk que mistura renda, babados e transparências. No meio do caminho, o corpo volta pra jogo, enquanto efeitos desgastados e superfícies felpudas mostram que a roupa perfeita já não é mais prioridade. A seguir, reunimos as 12 principais tendências da temporada:
Cintura peplum
Nesta temporada, várias coleções apostam na cintura império, aquela posicionada logo abaixo do busto, junto de volumes na região do quadril, como basque ou peplum. O efeito traz uma leve referência a trajes históricos, mas sempre misturada com peças bem atuais. Pense nesse tipo de construção aparecendo com jeans, alfaiataria relaxada ou outras bases do guarda-roupa contemporâneo.
Alfaiataria sexy, moderna e feminina
Blazers estruturados, ternos impecáveis e conjuntos de corte preciso ganham uma leitura mais sensual e atual, seja pelo decote profundo, pelo uso direto sobre a pele ou pela mistura com saias fluidas e vestidos leves. Há um perfume clássico, mas também uma feminilidade afiada que aparece nas proporções alongadas e na valorização do corpo de forma mais livre e contemporânea.
Superfícies felpudas
Textura virou espetáculo no inverno 2026. Casacos inteiros cobertos por lã, pelúcias volumosas ou materiais que lembram teddy coats trazem uma dimensão tátil forte às coleções. Elas também arrematam detalhes como punhos e golas, mas vão além: a pelagem domina a roupa inteira e constrói volumes generosos, como mostram propostas de marcas como Chloé, Marni e Simone Rocha.
Camadas mil
Se antes o styling buscava simplificar, agora a ideia parece ser oposta. As novas coleções exploram o jogo de camadas como um exercício de composição: vestidos sobre saias, casacos empilhados, tricôs que deixam outras golas e barras escaparem por baixo. Em muitos looks, cada peça revela um fragmento da anterior, criando combinações ricas em textura, cor e proporção.
Romantismo folk
Vestidos longos de renda, transparências delicadas e camadas de babados trazem uma estética boêmia e etérea. Tecidos leves deixam o corpo aparecer por baixo, enquanto mangas amplas, golas altas e saias fluidas criam movimento. Em vez de parecer fantasioso demais, esse repertório ganha um ar atual quando combinado a botas pesadas, óculos escuros ou acessórios mais urbanos.
Referências históricas
Labels como Fendi e Saint Laurent recorrem ao passado em busca de repertório. Uniformes militares, macacões utilitários e jaquetas de aviador servem de referência para casacos com ombros estruturados, bolsos amplos e cinturas marcadas. Em contraste, vestidos de renda, slip dresses e transparências acenam às lingeries usadas em outras décadas.
Silueta alongada
Outra direção forte da temporada aposta em silhuetas alongadas, especialmente em vestidos e conjuntos de comprimento mídi que criam uma linha contínua do ombro até a barra. Quando o look vem em versão monocromática, esse efeito fica ainda mais evidente. Entram também casacos longos que quase cobrem o corpo inteiro, mas com corte enxuto e proporções mais contidas, reforçando a ideia de verticalidade.
Corpo em evidência
O corpo virou protagonista de novo. Entre a obsessão por wellness e as mudanças visuais trazidas pela popularização das canetas emagrecedoras, a silhueta passou a aparecer com muito mais destaque. Nas passarelas, isso se traduz em roupas que acompanham o corpo de perto: vestidos colados, tecidos tipo segunda pele e uma enxurrada de referências à lingerie. Não é exatamente sobre sensualidade clássica, é mais sobre mostrar o corpo como ele é, sem tanta mediação da roupa.
Tricôs com cara vintage
O tricô também passa por um revival com clima retrô. Cardigãs bordados, pontos grossos, flores aplicadas e suéteres com textura artesanal remetem a peças que poderiam ter saído direto de um brechó ou do armário da avó. Nas coleções da Chloé e Marni, por exemplo, há versões delicadas, com bordados florais e acabamentos manuais. Já na Diesel, ele é arrematado por cores vibrantes e estampas exageradas, num conceito mais irreverente.
Efeitos amassados e desgastados
No inverno 2026, a ideia de roupa impecável perde força. Nos desfiles de casas como Prada, Diesel, Jil Sander e Miu Miu, aparecem peças com cara de já vividas: tecidos levemente amassados, superfícies gastas, barras desalinhadas e couros que parecem ter sido usados por anos.
Glamour Film Noir
As silhuetas mais enxutas da temporada podem até parecer minimalistas à primeira vista, mas a ideia é outra. Em vez do quiet luxury, o clima que domina muitas coleções puxa para um glamour cinematográfico inspirado no universo do film noir dos anos 1940. Entram em cena maquiagem dramática, trench coats e casacos longos, muitas vezes de couro ou com brilho vinílico, quase sempre em tons escuros.
Golas-moldura
Elas deixam de ser detalhe e viram escultura na roupa. São infladas, dobradas ou superaltas, subindo até o queixo e criando volumes que emolduram o rosto e mudam a silhueta. Em muitos looks, especialmente em casacos e jaquetas estruturadas, elas funcionam como o ponto focal do styling.
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Por que a moda está interessada em sapatos ‘esquisitos’?
Do revival da Tabi aos saltos de cogumelos da Chanel, o sapato excêntrico deixou de ser exceção, consolidando-se como ferramenta de experimentação e exercício de identidade
Se existe um campo onde a moda historicamente testa seus limites formais, esse espaço é o dos sapatos. Diferentemente da roupa, que negocia com códigos sociais, função prática e legibilidade imediata, o calçado aceita o exagero com menos concessões. É uma peça que permite distorcer proporções e deslocar o eixo do corpo, tensionando a ideia de beleza sem necessariamente comprometer a harmonia da silhueta.
Não é coincidência que alguns dos momentos mais disruptivos da história recente tenham acontecido nos pés — pense nos “cascos de cabra” de Thierry Mugler na década de 1980, na Armadillo de Alexander McQueen (que virou ícone dos looks de Lady Gaga nos anos 2010) ou na Tabi, apresentada por Martin Margiela no fim dos anos 1980. Em todos esses casos, o sapato opera como uma intervenção quase arquitetônica na figura humana.
O interesse por sapatos que parecem estranhos não é algo novo, mas ganha fôlego como resposta a uma saturação do visual clean que dominou as últimas temporadas. Em vez de seguir a engrenagem acelerada das microtendências, algumas fashionistas têm preferido apostar em modelos que vão na contramação do mainstream, com desenho excêntrico e autoral.
Em sua era na Loewe, Jonathan Anderson deu força a esse movimento com os sapatos cobertos por bexigas e os saltos em forma de ovo, esmalte ou flores, apresentados entre 2022 e 2023. A ideia é aproximar o calçado de um objeto de design ou de uma peça exposta em uma galeria de arte.
Já em 2026, a coleção de estreia de Matthieu Blazy na alta-costura da Chanel deu destaque aos saltos em forma de cogumelo, que não surgiram como mero efeito cenográfico. Há uma intenção clara de recolocar o sapato no centro da narrativa da maison, retomando o legado do modelo bicolor criado por Gabrielle Chanel no fim dos anos 1950 e expandindo essa tradição para um território mais imaginativo.
O elemento “estranho” funciona como um artifício não óbvio, capaz de reintroduzir fricção em uma moda que vinha flertando com a homogeneização. É nesse contexto que os modelos a seguir ganham força, apontando para um desejo de adicionar mais humor, ironia e imaginação ao repertório visual.
Tabi
Inspirada nas meias japonesas do século XV, a Tabi foi popularizada no cenário fashion pela Maison Martin Margiela em 1989. Conhecida pela divisão entre os dedos, que altera a anatomia tradicional do calçado, o modelo desloca o eixo clássico da elegância ocidental e dialoga com um minimalismo de formas mais complexas.
Five fingers
Os modelos com cinco dedos separados e solado de borracha surgiram como equipamento para esportes de aventura nos anos 2000, popularizados pela marca italiana Vibram. Agora, retornam sob uma leitura que combina o imaginário tecnológico do início do milênio à obsessão contemporânea por alta performance.
Madeira ergonômica
Lançada nos anos 1950, a sandália Pescura, da marca Scholl, logo conquistou as consumidoras graças à sola de madeira com formato ergonômico. Depois de colaborações recentes com marcas como Melissa e Balenciaga, o modelo volta ao radar, trazendo novas versões de suas fivelas metálicas evidentes, madeira exposta e construção assumida como parte do desenho.
Salto vitoriano
As botas com amarração frontal, bico alongado e salto inspirado no período vitoriano reaparecem em 2026 como parte de um movimento mais amplo de revisitação histórica. Com cano médio ou alto, o modelo recupera referências que já haviam sido exploradas por grifes como Dior e Vivienne Westwood em diferentes momentos. Hoje, surgem alinhados a uma estética que combina rigor e romantismo, expressando uma teatralidade mais comedida.
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A Paris Fashion Week de inverno acontece até o próximo dia 10
- Evento está sendo considerado um sucesso absoluto e reunirá um total de 68 desfiles e 31 apresentações em showroom
A Chloé, marca famosa por oferecer elegância sem esforço, com peças leves, femininas e confortáveis, é uma das principais atrações do Paris Fashion Week. A diretora criativa Chemena Kamali escreveu que o inverno 2026 da Chloé é sobre como as roupas podem conter emoções e carregar memórias. Segundo ela, é uma reflexão sobre humanidade, empatia e devoção.Vamos por partes, porque elas são muitas.
Na das memórias, temos alguns desdobramentos. O mais evidente são as interpretações de peças ou looks completos que a estilista encontrou nos arquivos da marca. Em sua maioria, da época em que Karl Lagerfeld respondia como diretor de criação (entre meados de 1960 até o início dos anos 1980). Outro ponto de vista mais subjetivo tem a ver com a maneira como o que vestimos é marcado pelo tempo.
Uns amassadinhos aqui e ali, a forma do nosso corpo, uns desgastes em determinadas áreas e as lembranças que ficam registradas nas nossas mentes. Tem ainda um viés social e cultural nessa história: o papel que as roupas desempenham em tradições e rituais populares, como festas ou celebrações folclóricas. Chemena se inspirou em um tanto deles, sobretudo os de regiões europeias.
Tratando-se de Chloé, uma grife conhecida pelo estilo boêmio das décadas de 1960 e 1970, rolam muitas referências ao movimento hippie, com todas suas associações com liberdade, natureza e espírito comunitário. E isso traz algumas novidades para o repertório da estilista.
Há uma abordagem mais natural e menos glamourizada de modo geral – embora a tentativa pareça improvável ou forçada em alguns momentos.
momentos. Além dos vestidos de seda em camadas, dos jeans de cintura alta, das blusas com babados, das capas e dos blazers e jaquetas de proporções infladas, entram em cena uma série de tricôs, camisas xadrez e itens com pegada campestre. Claro, nada é exatamente simples. Pelo contrário.
Devido ao mote da coleção, há uma valorização de processos manuais e, por consequência, humanos. Praticamente todas as peças têm alguma decoração: babados, plissados, bordados, aplicações, acessórios de metal, estampas e por aí vai. Alguns deles, como aquela espécie de cobertura ou capa nos ombros de alguns casacos, são removíveis. Outros são tão pequenos que só podem ser vistos bem de perto (ou com um bom zoom). Todos são feitos artesanalmente.
É muito bem-vinda a intenção de introduzir novos elementos ou direcionar a marca para outros caminhos. Só não vale perder o senso de realidade, nem da pessoa que pode vestir aquele look. Em alguns casos, o espírito livre e a devoção às manualidades parecem sobrecarregados. E assim, a leveza e espontaneidade essencial à garota Chloé parece perdida em meio a folclores.
Fonte: Elle
Retorno das ombreiras: tendência dos anos 1980 em 2026
Detalhe dos anos oitenta que conquistoutodas as peças da temporada
Na década de 1980, as ombreiras se tornaram um statement. Eram a pedra angular do power dressing, uma estética que buscava transmitir autoridade por meio das roupas. Com a ajuda de designers como Thierry Mugler, Claude Montana e Giorgio Armani, os ombros se alargaram e as mulheres conquistaram o escritório vestidas com ternos que transmitiam estilo e confiança.
Em 2025, o revival dos anos 1980 continua a ditar o ritmo da moda, mas as ombreiras deixaram de ser um símbolo exclusivo do poder executivo e dos ternos de negócios. Elas agora são encontradas em todos os tipos de peças e contextos, transformando-se em um recurso de estilo tão versátil que funciona tanto no escritório quanto em um jantar ou evento noturno. Além do clássico blazer, elas se tornaram um detalhe capaz de atualizar tudo, desde peças básicas até as mais sofisticadas.
As passarelas confirmam seu retorno: marcas como Saint Laurent, Stella McCartney e Ángel Schlesser reviveram as ombreiras XXL, reinterpretando a silhueta dos anos 1980 com um toque fresco e contemporâneo. Podemos não encontrar essas proporções extremas no dia a dia, mas encontramos versões adaptadas em diversas peças e presentes em praticamente todas as marcas, prontas para conquistar nossos guarda-roupas.
Camisetas
As ombreiras se infiltraram até nas camisetas mais básicas, transformando-as em verdadeiras peças de destaque. O que antes era uma peça básica e discreta do guarda-roupa agora está sendo reinventado com estilo: ombreiras estruturadas que adicionam força à silhueta e um ar sofisticado que pode elevar qualquer visual em segundos. Em tons neutros, elas se tornam a peça versátil perfeita, podendo se adaptar tanto a um look urbano com jeans quanto a um estilo mais elegante com calças de alfaiataria ou saia midi.
Body ou blusas
As ombreiras também encontram seu lugar ideal em bodies, uma peça que estiliza e se adapta ao corpo naturalmente. Ao destacar a cintura e enfatizar os ombros, elas criam um contraste equilibrado que transforma até as peças mais simples em uma declaração de elegância total. No caso das blusas, ombros estruturados servem como um contraponto perfeito à delicadeza de tecidos fluidos como seda ou chiffon. O resultado é uma silhueta poderosa, feminina e sofisticada, capaz de brilhar tanto em um look de escritório quanto em um jantar especial.
Casacos
Casacos e gabardinas com ombreiras largas criam silhuetas esculturais mesmo nos dias mais frios. Aqui, as ombreiras encontram um lugar para brilhar por muito tempo, transformando essas peças em companheiras infalíveis de inverno. Quanto mais volume elas têm, mais envolventes se tornam: elas não apenas fornecem calor, mas também transformam a figura em uma verdadeira escultura em movimento. Em versões maxi, elas adicionam drama e sofisticação, tornando-se uma armadura elegante contra o frio.
Blazer
Blazeres são o território natural das ombreiras, a peça onde melhor se integram e são mais estilosas. Em sua versão clássica, sobreposta a um terno sob medida, transmitem autoridade e elegância sem esforço, perfeitas para um dia de trabalho. Transformadas em um vestido blazer, com cintura marcada, tornam-se a opção mais sedutora e poderosa para a noite. Essa combinação de blazer e ombreiras é, e continuará sendo, uma fórmula vencedora: um ícone atemporal que merece um lugar permanente em qualquer guarda-roupa.
Jaquetas de couro e jeans
As ombreiras também estão dominando as jaquetas mais icônicas, elevando clássicos que pareciam impossíveis de reinventar. Nesta temporada, o jeans retorna com força, consolidando-se como uma das maiores tendências do street style. A jaqueta jeans, peça atemporal do guarda-roupa, encontra nas ombreiras uma nova aliada para modernizar sua silhueta: ombros definidos que afinam e adicionam presença.
No caso das jaquetas de couro, as ombreiras reforçam ainda mais seu espírito rebelde e desafiador. Com aquela vibe rocker e sofisticada, elas redefinem a estética biker, dando-lhe um toque arquitetônico (e muito poderoso).
Fonte: Glamour
Duplamente Brasil: vestindo mulheres que escrevem sua própria história
A Casa DB abriga a marca Duplamente Brasil, liderada por Amanda Vilas Boas, que apresenta uma curadoria de roupas femininas de diferentes estilos e também reúne grandes nomes da moda brasileira.
Mais do que um espaço de moda, a Casa DB tem como propósito ser um ponto de encontro para mulheres que desejam compartilhar experiências, fortalecer parcerias e gerar novas oportunidades.
Ao lado de Amanda, Nayara Ancel, seu braço direito, também contribuiu para o sucesso do negócio, cuidando de cada detalhe com dedicação.
“Essa casa tem esse propósito: encorajar e fortalecer mulheres que escrevem suas próprias histórias” , ressaltou Amanda.
Para conhecer as coleções da Duplamente Brasil e a Casa DB, entre em contato e marque um atendimento personalizado.
WhatsApp: (21) 96407-6380
@casaduplamentebrasil e @duplamentebrasil
Unhas de poá são a tendência de manicure perfeita para o verão
Pegando emprestada a estampa mais marcante da estação, esse design fará toda a diferença no seu visual para a estação mais quente do ano
As tendências de verão costumam ser leves, divertidas e descomplicadas — e, felizmente, as unhas de poá cumprem todos esses requisitos. Inspiradas na tendência de moda mais quente do verão, as unhas de poá são divertidas e estilosas na mesma medida. Vimos celebridades como Kaia Gerber e Kylie Jenner usando vestidos e capris com poás, então era apenas questão de tempo até que a trend chegasse também às nossas unhas.
E agora que as unhas com poás apareceram, não há mais como parar. Dua Lipa, Sabrina Carpenter e Hailey Bieber (que já usou duas vezes!) são apenas algumas das muitas estrelas que foram flagradas com manicures de poá neste verão. Se você gosta de um visual retrô e vintage na nail art, os poás são perfeitos para você. A melhor parte? Existem inúmeras formas de usá-los: em unhas curtas ou longas no formato amêndoa, com poás preto e branco ou multicoloridos, em todas as unhas ou apenas em algumas como destaque.
A seguir, tudo o que você precisa saber sobre a tendência das unhas de poá, incluindo como criar o visual em casa e muitas imagens inspiradoras para salvar e mostrar à sua nail artist na próxima ida ao salão. Além disso, reunimos dicas e truques diretamente de Evelyn Lim, educadora-chefe do estúdio Paintbox da MiniLuxe, em Nova York.
O que são unhas de poá?
De glass nails e milk bath nails a soap nails e jelly gloss nails, existem muitas tendências de manicure para acompanhar. Embora a maioria delas esteja mais minimalista ultimamente, a popularidade surpreendente (e muito bem-vinda) das unhas de poá traz exatamente o toque de nail art que estávamos desejando. Elas surgem na esteira da enorme tendência de moda dos poás, com vestidos, capris, biquínis e muito mais dominando o verão. Amamos quando beleza e moda se encontram.
Unhas de poá são, como o próprio nome indica, exatamente isso. A manicure apresenta uma base de qualquer cor (ou até uma base de francesinha), com poás aplicados por cima. A beleza está na versatilidade: eles podem ser alinhados ou distribuídos de forma aleatória, multicoloridos ou de uma única cor, do mesmo tamanho ou em tamanhos variados — e as possibilidades são infinitas. Você pode estilizar como quiser, mas Lim destaca algumas combinações favoritas: “preto e branco, vermelho cereja e branco, coral e pink vibrante, ou azul-marinho com verde honeydew”, conta.
Por que as unhas de poá são tão populares?
Além de os poás serem a estampa do momento na moda, por que essa tendência de manicure ganhou tanta força tão rápido neste verão? “Acho que os poás se tornaram populares porque trazem um ar mod à manicure clássica”, explica Lim. Eles remetem aos anos 1960, entregando uma energia divertida e sofisticada ao mesmo tempo — algo que todas nós podemos aproveitar um pouco.
Como criar unhas de poá?
As unhas de poá só ficam melhores. Nosso detalhe favorito? Elas são incrivelmente fáceis de fazer, seja você uma profissional ou alguém que faz as unhas em casa. Até iniciantes conseguem entrar nessa. “Os poás são amigáveis para quem está começando, mas você pode elevar o nível aperfeiçoando o posicionamento de cada bolinha”, diz Lim. Se você não se sentir confortável criando sua própria nail art, também pode optar por unhas postiças (press-on).
Para criar o visual, tudo o que você precisa é de uma ferramenta própria para pontilhar unhas. Depois de aplicar a cor de base desejada, “mergulhe a ferramenta no esmalte e pressione levemente sobre a unha”, orienta Lim. “Repita o processo para garantir poás do mesmo tamanho.” Se quiser poás de tamanhos diferentes, use ferramentas de tamanhos variados.
Não tem a ferramenta? Sem problema. “Se você não tiver um pontilhador, experimente a ponta de um grampo de cabelo ou de uma caneta esferográfica”, recomenda Lim. Funciona perfeitamente em situações de emergência! Você também pode criar poás em 3D, aplicando strass redondos ou pérolas nas unhas para uma versão ainda mais criativa da tendência.