Carreira & negócios

Edilma Ribeiro transforma experiência na educação e gestão em inspiração e desenvolvimento de pessoas

A experiência de Edilma Ribeiro nas áreas de educação e gestão abriu espaço para novos desafios profissionais e despertou o interesse pelo universo das palestras

 

Ao conhecer a equipe do MBA do Palestrante, decidiu investir em sua capacitação e encontrou uma nova maneira de transmitir conhecimentos e compartilhar sua vivência. Um dos principais desafios foi reconhecer suas próprias habilidades e perceber que sua bagagem profissional também poderia contribuir com o meio corporativo. Para isso, precisou superar inseguranças, romper limites e fortalecer sua identidade como palestrante e empreendedora.

 

Atualmente, desenvolve palestras, mentorias e consultorias nas áreas de comunicação, liderança e competências emocionais. Suas iniciativas são direcionadas ao fortalecimento das relações interpessoais e ao desenvolvimento de líderes e equipes diante dos desafios profissionais.

 

Acredita que o aprendizado adquirido ao longo da vida pode transformar trajetórias e contribuir para o crescimento de outras pessoas. Seu propósito é estimular talentos, promover a autoconfiança e mostrar que cada indivíduo possui capacidades que podem ser desenvolvidas.

 

“O que me inspira é saber que uma palavra pode despertar novas perspectivas e que uma experiência compartilhada pode influenciar decisões.”

 

Com uma história marcada pela dedicação aos estudos, trabalho, fé e perseverança, Edilma expandiu sua atuação na educação e passou a incorporar também o propósito de motivar pessoas e exercer a liderança por meio do conhecimento.

 

Para quem deseja iniciar um negócio, sua orientação é não esperar pelas condições perfeitas. O importante é começar, transformar os obstáculos em aprendizado e seguir em frente sem deixar que o medo impeça a realização dos sonhos.

 

Para conhecer mais sobre o trabalho de Edilma Ribeiro, acompanhe seu perfil no Instagram: @dra.edilmaribeiro, no Facebook: Edilma Ribeiro, ou entre em contato pelo telefone: (95) 98108-3520.

 

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Carreira & negócios

Rede de salões de luxo consolida presença em SP e inicia expansão nacional

Após inaugurar primeira unidade em shopping, Stylebar amplia seus horizontes e acelera nova fase ao chegar a Goiânia

 

O Stylebar, rede de salões de luxo, deu início à nova fase da marca. A marca foi criada em São Paulo pela empresária Gisela Prochaska com a proposta de oferecer serviços ágeis e personalizados para mulheres que buscam praticidade na rotina. Com atendimentos realizados sem a necessidade de hora marcada, a rede se tornou pioneira no conceito “easy beauty” no país, o que impulsionou a presença em território paulista.

 

Criada em 2018, a franquia conta com 12 salões inaugurados – 11 em São Paulo, principalmente na capital, e uma em Goiás. De acordo com Prochaska, a ideia de crescer primeiro no local de origem se deu por conta do ritmo acelerado da região paulista, o que exige um serviço moderno e dinâmico – justamente o ponto forte da marca, que mantém o funcionamento de domingo a domingo.

 

“São Paulo é um mercado muito dinâmico, e logo entendemos que fazia sentido desenvolver e consolidar o Stylebar onde a demanda por praticidade é tão presente. Com a experiência, aprimoramos e fortalecemos a operação ao compreendermos o comportamento do nosso público”, analisa a CEO.

 

A marca ainda possui uma linha própria de cosméticos com produtos que utilizam embalagens 100% recicláveis, todos naturais e veganos. De acordo com Prochaska, essa produção permite mais acessibilidade nos preços, o que é refletido nos resultados da empresa.

 

Em 2025, a rede faturou R$ 23 milhões, resultado que superou os R$ 20 milhões registrados no ano anterior. Para 2026, a expectativa é alcançar a marca de R$ 30 milhões faturados.

 

Um novo negócio?

 

Após se estabelecer com unidades em ruas, a rede agora explora um novo modelo. O salão mais recente foi aberto no Shopping Pátio Higienópolis, localizado na região central paulistana, marcando sua chegada ao polo comercial. Prochaska avalia que apesar da resistência para entrar em shoppings, o ingresso se dá em um momento “ideal e estratégico” da empresa. Prochaska avalia que, apesar da resistência para entrar em shoppings, o ingresso se dá em um momento “ideal e estratégico” da empresa.

 

“A incerteza que tínhamos era por conta da localização da loja, que pode variar – podemos ficar nas entradas do shopping ou nos fundos. Em Higienópolis, identificamos uma oportunidade estratégica em um corredor com alta circulação, alinhado ao nosso perfil”, explica.

 

Ainda na visão da CEO, a entrada nesse mercado é observada como uma ampliação de possibilidades de ascensão sem perder o cerne da operação. “Nossa proposta segue a mesma: oferecer uma experiência de beleza rápida, descomplicada e alinhada à rotina da mulher contemporânea. Em shoppings, poderemos nos aproximar de um público que valoriza bastante conveniência e praticidade”, diz.

 

Novos horizontes

 

Com a consolidação em São Paulo, o Stylebar deu início à expansão a nível nacional. A primeira unidade fora do território paulista foi inaugurada recentemente em Goiânia (GO), no Setor Marista – considerado um dos melhores bairros avaliados na capital goiana. Segundo a CEO, a entrada em outro estado não é tratada apenas como uma nova etapa, mas também como uma “chance de colocar à prova um modelo que foi amadurecido ao longo dos anos”.

 

“Goiânia é o primeiro passo dessa jornada nacional e chega em um momento muito especial para nós, porque marca o início de uma presença que queremos construir de forma consistente em diferentes mercados do país”, afirma.

 

A fala da CEO vai ao encontro do projeto idealizado pela marca, que visa chegar às capitais brasileiras com a ideia de compreender os hábitos de consumo e comportamento das mulheres nas regiões. Com a ascensão gradual, o objetivo é fazer com que o público tenha “diferentes opções à disposição e a qualquer momento”, como proposto por Prochaska.

 

Mais informações em: https://stylebar.net.br/

 

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A

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Daiene Félix: a comunicação como ponte para conectar pessoas, histórias e oportunidades

Apresentadora, entrevistadora e palestrante, Daiene Félix desenvolveu uma trajetória profissional marcada pela elegância, autenticidade e habilidade de conectar pessoas

 

Radicada em Londres, atua entre o Brasil e a Europa, promovendo a cultura brasileira para diferentes públicos e criando oportunidades por meio da comunicação.

 

Recentemente, esteve no Rio de Janeiro para participar como palestrante da Mesa Secreta, encontro realizado no restaurante Nunu, no VillageMall, na Barra da Tijuca. Idealizado por Ana Ribeiro e Márcia Gomes, o projeto reúne mulheres em experiências que estimulam o networking, fortalecem relacionamentos e impulsionam negócios.

 

Com o tema “A voz que te leva ao lugar onde você pertence”, Daiene conduziu uma reflexão sobre comunicação, posicionamento e coragem para ocupar espaços. Na ocasião, recebeu uma homenagem das idealizadoras e promoveu uma atividade de ativação com as participantes, criando um momento de interação e conexão com a identidade e o propósito de cada uma.

 

Daiene também é autora do livro “O preço de não desistir — Quem eu seria se tivesse parado”, obra que ressalta a importância de reconhecer a própria trajetória, valorizar as experiências vividas e encontrar forças para seguir em frente.

 

Com desenvoltura diante das câmeras e nos palcos, atua como apresentadora de TV em Londres, palestrante e mentora de mulheres, utilizando o método DAI (desbloqueio, ativação e identidade).

 

“Meu trabalho dá voz a convidados, valoriza histórias e aproxima pessoas, empresas e públicos.”

 

Para Daiene, a comunicação é uma ferramenta capaz de criar conexões e abrir caminhos. Sua missão é aproximar pessoas, histórias e marcas, transformando encontros em oportunidades.

Para acompanhar o trabalho de Daiene Félix, siga seu perfil no Instagram: @daienefelix ou entre em contato pelo WhatsApp: +44 7440 784045.

 

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13º salário: novas regras do Imposto de Renda trazem mudanças para empresas e trabalhadores

O pagamento da segunda parcela vence antes do habitual e, pela primeira vez, a nova redução do IR alcança a gratificação natalina. Entenda prazos, descontos e obrigações

 

O 13º salário de 2026 chega com duas novidades relevantes. A primeira é de calendário: o horárioprazo legal da segunda parcela, 20 de dezembro, cai em um domingo. A segunda é tributária: a Lei nº 15.270/2025, em vigor desde 1º de janeiro, criou uma redução que zera o Imposto de Renda sobre rendimentos mensais de até R$ 5 mil e diminui gradualmente o imposto até R$ 7.350, regra que também se aplica ao 13º.

 

Para o trabalhador, isso pode significar um valor líquido diferente do recebido em anos anteriores. Para o empresário, exige atenção redobrada a prazos de pagamento, recolhimentos e obrigações acessórias em um mês já carregado.

O que diz a lei

 

O 13º salário, ou gratificação natalina, foi instituído pela Lei nº 4.090/1962 e tem suas regras de pagamento definidas pela Lei nº 4.749/1965. Têm direito os empregados urbanos e rurais com carteira assinada, inclusive domésticos, e os trabalhadores avulsos. Aposentados e pensionistas do INSS recebem o abono anual, equivalente ao 13º, em calendário próprio.

 

O valor corresponde a 1/12 da remuneração de dezembro por mês trabalhado no ano. A fração igual ou superior a 15 dias de trabalho conta como mês inteiro. Quem trabalhou o ano todo recebe o equivalente a um salário; quem foi admitido ao longo do ano recebe o proporcional.

 

O calendário de 2026

 

A lei divide o pagamento em duas parcelas:

  • 1ª parcela: paga entre fevereiro e novembro, com prazo final em 30 de novembro de 2026 (segunda-feira). Corresponde à metade da remuneração do mês anterior, sem descontos. O empregado que pediu, em janeiro, para receber o adiantamento junto com as férias já recebeu essa parte.
  • 2ª parcela: o prazo legal é 20 de dezembro. Como a data cai em um domingo, recomenda-se antecipar o pagamento para o último dia útil anterior, sexta-feira, 18 de dezembro de 2026.

A empresa também pode quitar o 13º em parcela única, desde que o faça até 30 de novembro. Pagar tudo em dezembro, em uma só vez, descumpre o prazo da primeira parcela.

Por que a segunda parcela costuma ser menor

 

A primeira parcela é paga sem descontos. Na segunda, incidem a contribuição ao INSS e, quando for o caso, o Imposto de Renda — ambos calculados sobre o valor total do 13º e abatidos de uma só vez. Por isso, o trabalhador deve conferir o demonstrativo: valor bruto, adiantamento já recebido e cada desconto.

A novidade do Imposto de Renda

 

O 13º tem tributação exclusiva na fonte. Isso quer dizer que o imposto é calculado separadamente, sem somar o salário de dezembro, e o valor não entra no cálculo de ajuste da declaração anual — apenas é informado nela.

 

Com a Lei nº 15.270/2025, a Receita Federal passou a aplicar um redutor que zera o imposto para rendimentos de até R$ 5 mil e reduz gradualmente a cobrança na faixa entre R$ 5 mil e R$ 7.350. Como a regra vale para o 13º, este é o primeiro ano em que a gratificação natalina é paga sob a nova sistemática.

 

Atenção: essa regra vale para o 13º de forma isolada. No salário mensal, quem tem mais de uma fonte de renda pode ter imposto a pagar na declaração anual, mesmo que cada fonte, sozinha, fique abaixo do limite.

O que a empresa precisa cumprir

 

Para o empregador, dezembro concentra uma sequência de obrigações ligadas ao 13º:

  • eSocial: a folha do 13º (folha anual) deve ser informada separadamente da folha mensal de dezembro, com o valor total e o desconto do adiantamento.
  • DCTFWeb Anual e INSS: transmissão da declaração e recolhimento das contribuições previdenciárias sobre o 13º até 20 de dezembro — em 2026, até o dia útil anterior, 18 de dezembro.
  • IRRF: o imposto retido sobre o 13º pago em dezembro é informado na DCTFWeb mensal de dezembro e vence em 20 de janeiro do ano seguinte.
  • FGTS Digital: o FGTS da 1ª parcela é recolhido na competência do pagamento. Se paga em novembro, vence em 18 de dezembro de 2026, antecipado porque o dia 20 cai em um domingo. O da 2ª parcela vence em 20 de janeiro de 2027. Em rescisões ocorridas em dezembro, o FGTS sobre o 13º acompanha o prazo das verbas rescisórias (até 10 dias após o término do contrato), conforme a Nota Orientativa FGTS Digital nº 11/2025.

 

O descumprimento de prazos pode gerar multa trabalhista por empregado, em dobro na reincidência (Lei nº 7.855/1989, art. 3º), além de juros e encargos sobre os recolhimentos em atraso.

Planejamento: o 13º não deve ser surpresa no caixa

 

O 13º e seus encargos são despesas previsíveis. Uma prática de gestão financeira é provisionar, todo mês, a parcela correspondente e guardar esse valor fora do caixa operacional. Assim, novembro e dezembro deixam de ser meses de aperto e a empresa evita recorrer a crédito para cumprir uma obrigação conhecida desde janeiro.

 

Dica prática: como montar a provisão mensal em quatro passos.

  1. Calcule o valor do mês: 1/12 da folha de salários, mais o FGTS (8%) e, quando aplicável, a contribuição previdenciária patronal. Nas empresas do Simples Nacional, a contribuição patronal já está incluída no DAS, exceto no Anexo IV; no Lucro Presumido e no Lucro Real, ela é recolhida à parte. Para aprendizes, o FGTS é de 2%. No emprego doméstico, são 8% mais 3,2% de indenização compensatória.
  2. Separe o dinheiro: transfira o valor para uma aplicação exclusiva para esse fim, no mesmo dia em que paga a folha mensal.
  3. Escolha uma aplicação com liquidez diária: o recurso precisa estar disponível a qualquer momento — inclusive em caso de rescisão ao longo do ano, quando o 13º proporcional deve ser pago. São exemplos as aplicações de renda fixa com resgate diário, como CDBs com liquidez diária, fundos de renda fixa referenciados DI e títulos públicos pós-fixados.

  4. Antes de aplicar, verifique o prazo de resgate, os custos e a tributação. Dos exemplos citados, apenas o CDB conta com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), de até R$ 250 mil por CPF/CNPJ por instituição.

  5. Acompanhe e ajuste: revise a provisão sempre que houver admissão, desligamento ou reajuste salarial, e confira o saldo em outubro, antes do pagamento da 1ª parcela.

 

Exemplo: uma empresa com folha mensal de R$ 30.000 separa, a cada mês, R$ 2.500 (1/12 da folha) mais R$ 200 de FGTS, além da contribuição patronal, quando devida. Ao final de novembro, o valor acumulado — somado aos rendimentos da aplicação — cobre o 13º e seus encargos sem pressionar o fluxo de caixa. O mesmo método pode ser usado para provisionar as férias e o terço constitucional.

 

A escolha da aplicação depende do perfil e da realidade de cada empresa; o rendimento varia conforme o produto e as condições de mercado.

 

Empregadores domésticos também precisam se programar: o 13º é declarado no eSocial Doméstico e gera guias específicas no fim do ano.

E para o trabalhador?

Antes de decidir como usar o 13º, vale conferir o valor líquido e mapear os compromissos do início do ano. Entre as destinações mais comuns estão a quitação de dívidas com juros altos, a formação de reserva de emergência, o pagamento antecipado de despesas como IPVA, IPTU e material escolar, e aplicações financeiras. A escolha depende da situação de cada pessoa.

Em resumo

  • 30/11/2026: prazo final da 1ª parcela.
  • 18/12/2026: referência para a 2ª parcela, INSS e DCTFWeb Anual. É também o vencimento do FGTS da 1ª parcela paga em novembro, antecipado porque o dia 20 cai num domingo.
  • 20/01/2027: vencimento do IRRF e do FGTS sobre a 2ª parcela.
  • Imposto de Renda: redução que zera o imposto sobre rendimentos de até R$ 5 mil e diminui o valor devido até R$ 7.350, aplicável ao 13º.

 

Gestão estruturada desde o início do ano permite atravessar o fim do exercício com segurança e previsibilidade.

 

* Por Dargelina Seabra, empresária contábil, fundadora e CEO da Dargelina Seabra Gestão Contábil, especializada em Planejamento Tributário e Patrimonial. É perita contábil judicial, apaixonada por blindar seu patrimônio.

 

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De medo de falar em público a mentora de oratória: conheça a trajetória de Luciane Schultz

De medo de falar em público a mentora de oratória: conheça uma trajetória de superação

 

Há cerca de 20 anos, Luciane Schultz recebeu um laudo psiquiátrico que poderia ter mudado definitivamente os rumos de sua carreira. Na época, trabalhava no atendimento fazendário da Prefeitura de Joinville, em Santa Catarina, quando foi considerada sem condições de exercer atividades de atendimento ao público devido ao medo intenso de se expressar. O documento descrevia seu quadro como um caso patológico de medo de falar em público.

 

Aos quase 30 anos, Luciane precisou mudar de setor e passou a exercer funções que não exigiam contato direto com o público. Inicialmente, aceitou a situação, mas, com o passar do tempo, começou a perceber que o medo de se comunicar limitava suas oportunidades profissionais e até sua vida social.

 

“A sensação foi de fracasso”, relembra. Apesar de ter um currículo que considerava excelente, evitava se manifestar em reuniões, tinha dificuldade para defender seus posicionamentos e deixava de participar até mesmo de confraternizações.

 

A percepção de que estava perdendo oportunidades foi decisiva para buscar uma transformação. “Resolvi buscar, por mim mesma, uma mudança. Porque, se eu não fizesse por mim, ninguém faria”, afirma.

 

Determinada a não permitir que o medo continuasse limitando suas escolhas, Luciane iniciou uma jornada de estudos, prática e desenvolvimento pessoal para reconstruir sua relação com a própria voz.

 

Da própria superação à transformação de outras pessoas

 

Hoje, aos 49 anos, atua como mentora, comunicadora profissional e palestrante em Comunicação e Oratória, ajudando pessoas a desenvolver autenticidade, presença e confiança ao se expressarem. Seu trabalho reúne técnicas de comunicação, experiências práticas e desenvolvimento pessoal, com atividades realizadas em empresas, instituições e eventos.

 

A trajetória de Luciane também se reflete nas histórias de quem participa de suas mentorias. Entre os casos que mais a marcaram está o de uma mulher cubana que enfrentava dificuldades para falar em público, agravadas pela barreira do idioma.

 

Com o acompanhamento, a mentorada conseguiu superar o medo de se expor e passou a produzir vídeos para divulgar seu trabalho no Instagram. O caso exemplifica uma das principais mensagens que Luciane compartilha com seus alunos: a comunicação é uma habilidade que pode ser desenvolvida, independentemente das dificuldades enfrentadas ao longo da vida.

 

Para a mentora, comunicar-se bem não significa apenas dominar a fala, mas também conquistar espaço, expressar ideias e construir conexões. Uma compreensão que nasceu de sua própria experiência, quando percebeu que o silêncio imposto pelo medo a impedia de aproveitar oportunidades, mesmo tendo qualificação profissional.

 

Entrevista no podcast Mundo Coach

 

Nesta terça-feira (3), às 19h30, Luciane Schultz será entrevistada por Lenice no podcast Mundo Coach. A participação será uma oportunidade para conhecer mais sobre sua trajetória, os desafios enfrentados e o trabalho que desenvolve atualmente na área de comunicação e oratória.

 

Serviço:

Instagram: @lucianeschultz_

 

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Jornalistas sob ameaça: combater a impunidade também é defender a liberdade de expressão das mulheres

O dia 2 de novembro marca o Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas, uma data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2013, para chamar a atenção para a violência, as ameaças e os assassinatos de profissionais da imprensa, além da necessidade de responsabilizar os autores desses crimes

 

Mais do que uma homenagem àqueles que exercem a profissão, a data representa um alerta sobre os riscos enfrentados por jornalistas em diferentes partes do mundo e a importância de garantir condições para que possam trabalhar com liberdade, independência e segurança. Quando um profissional é ameaçado, agredido ou assassinado por exercer sua atividade, não é apenas a imprensa que sofre: a sociedade também perde o direito de ser informada.

 

Entre os profissionais mais expostos a determinadas formas de violência estão as mulheres jornalistas, que enfrentam desafios adicionais relacionados à desigualdade de gênero. Além de intimidações, perseguições, ameaças de morte e agressões físicas, muitas são alvo de ataques misóginos, assédio sexual, comentários ofensivos sobre sua aparência e tentativas de desqualificação de seu trabalho.

 

O ambiente digital tornou esse cenário ainda mais preocupante. Redes sociais e plataformas on-line são frequentemente utilizadas para disseminar ameaças, discursos de ódio, campanhas de difamação, exposição de dados pessoais e imagens manipuladas, inclusive com o uso de inteligência artificial. Muitas dessas agressões ultrapassam o ambiente virtual e passam a representar riscos concretos à integridade física e à segurança das profissionais.

 

Dados divulgados pela UNESCO apontam que aproximadamente 75% das mulheres jornalistas entrevistadas em um estudo internacional haviam sofrido violência on-line relacionada ao exercício da profissão. Outro levantamento identificou que mais de 40% das mulheres que enfrentaram violência digital também sofreram algum tipo de violência fora da internet.

 

Outro problema é o impacto dessas ameaças na liberdade de atuação. O medo de represálias pode levar jornalistas a evitar determinados assuntos, reduzir a exposição pública, abandonar investigações ou até mesmo deixar de expressar opiniões. Esse silenciamento compromete não apenas a trajetória profissional dessas mulheres, mas também a diversidade de vozes e perspectivas necessárias ao debate público.

 

A impunidade agrava ainda mais esse cenário. Segundo dados da UNESCO, aproximadamente 86% dos assassinatos de jornalistas registrados desde 2006 permaneciam sem solução judicial no levantamento divulgado pela organização. A ausência de investigações eficazes e de punição aos responsáveis transmite uma mensagem perigosa: a de que atacar quem trabalha para informar a sociedade pode não trazer consequências.

 

“Defender a liberdade de imprensa é proteger a democracia e o direito da sociedade à informação, garantindo que ninguém seja ameaçado ou silenciado por exercer o compromisso de levar a verdade ao público”, destaca Rafa Tayão, jornalista fundadora da Elas & Fatos.

 

Combater a impunidade exige investigação rigorosa, responsabilização dos agressores, mecanismos de proteção e políticas efetivas de segurança, inclusive no ambiente digital. Também é fundamental que empresas de comunicação, instituições públicas, plataformas tecnológicas e a sociedade reconheçam a gravidade dessas agressões e não tratem ameaças contra jornalistas como situações normais do exercício da profissão.

 

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Luciana Almeida: da advocacia à engenharia, uma trajetória de coragem, reinvenção e empreendedorismo

A trajetória de Luciana Almeida é marcada pela coragem de mudar e pela determinação de construir novos caminhos

 

No período pós-pandemia, ela observou transformações no setor jurídico, com a redução do ritmo de trabalho e a crescente dependência de sistemas. Diante dessa nova realidade, optou por um caminho desafiador: deixar a advocacia e ingressar em um segmento totalmente diferente, a engenharia.

 

A mudança exigiu dedicação aos estudos, capacidade de adaptação e perseverança. Luciana precisou desenvolver novas competências e confiar em seu potencial para iniciar uma carreira do zero. Um dos episódios mais significativos dessa fase foi a realização de sua primeira obra, quando esteve à frente de uma equipe de 20 homens no alto de um prédio, enfrentando as altas temperaturas do verão.

 

A vivência foi decisiva para fortalecer sua autoconfiança e confirmar sua capacidade de liderar e assumir grandes desafios.

 

“Hoje, encontro inspiração diária na certeza de que posso transformar minha própria vida e também impactar positivamente a vida de outras pessoas.”

 

Ao iniciar sua empresa, Luciana também contou com o incentivo de pessoas e iniciativas que acreditam no empreendedorismo feminino. Nesse contexto, destaca o apoio da Utilità e de Daniela Andrade, que contribuíram para fortalecer sua jornada empreendedora.

 

Para conhecer mais sobre o trabalho de Luciana Almeida, acompanhe o Instagram @cg7constplan ou entre em contato pelo telefone (21) 98896-3602.

 

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Alessandra Aragão transforma a busca por equilíbrio em propósito e inspiração no universo das semijoias

A entrada de Alessandra Aragão no empreendedorismo foi motivada pela busca por mais equilíbrio, serenidade e concentração em sua vida

 

A partir dessa vivência, surgiu a oportunidade de ingressar no segmento de semijoias, com a proposta de realçar a beleza e a individualidade de cada mulher.

 

Durante sua trajetória, Alessandra percebeu que lidar com as incertezas é um dos principais desafios de quem decide empreender. Ela acredita que ter objetivos bem definidos e agir com paciência são atitudes essenciais para superar obstáculos e desenvolver um negócio consistente.

 

“O que me inspira diariamente é perceber como uma peça pode influenciar a autoestima, a confiança e a forma como uma mulher se vê.”

 

Atualmente, suas semijoias representam muito mais do que acessórios. Elas também simbolizam cuidado pessoal e expressão da própria identidade, permitindo que cada mulher revele sua personalidade com sofisticação e autenticidade.

 

Alessandra enxerga sua jornada como um processo constante de descobertas, dedicação e evolução, no qual cada experiência contribuiu para consolidar sua marca.

 

Para conhecer mais sobre o trabalho de Alessandra Aragão, acompanhe o Instagram @pandoraacessoriosrj ou entre em contato pelo telefone (21) 96454-0965.

 

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Por que mulheres competentes ainda sentem que precisam provar seu valor?

Medo de parecer arrogante e crença de que apenas grandes conquistas merecem ser compartilhadas podem afastar mulheres da comunicação e limitar seu reconhecimento profissional

 

É preciso conquistar um cargo de liderança, receber uma promoção ou alcançar um resultado extraordinário para ter algo relevante a dizer sobre a própria carreira? Embora a resposta pareça óbvia, muitas mulheres ainda esperam acumular conquistas antes de se sentirem preparadas para compartilhar conhecimentos, participar de discussões profissionais ou falar sobre a própria trajetória.

 

Por trás desse comportamento está uma crença bastante difundida: a de que trabalhar bem deveria ser suficiente para conquistar reconhecimento e de que falar sobre as próprias capacidades pode soar arrogante. O problema é que competência e reconhecimento nem sempre caminham juntos.

 

Um estudo divulgado em julho de 2026 pelo IZA Institute of Labor Economics identificou que mulheres se autopromovem menos do que homens e ficaram 12 pontos percentuais menos propensas a receber uma recomendação para assumir uma tarefa mais ambiciosa. A diferença permaneceu mesmo quando os avaliadores tinham acesso ao desempenho real dos participantes.

 

Outro estudo, publicado na American Economic Review, analisou dados de 29.809 profissionais em posições de gestão e encontrou um paradoxo: mulheres receberam avaliações de desempenho superiores às dos homens, mas notas inferiores quando o critério era o potencial para assumir novas responsabilidades. Segundo os pesquisadores, essa diferença nas avaliações de potencial respondeu por aproximadamente metade da desigualdade observada nas promoções.

 

Para Jéssica Simões, especialista em posicionamento profissional e gestão de carreira e CEO da ASTER, os dados ajudam a questionar a ideia de que basta ser uma boa profissional para que as oportunidades apareçam naturalmente.

 

“Você pode ser uma excelente profissional, ter anos de experiência, entregar resultados e, ainda assim, não ser reconhecida pela sua capacidade. Muitas mulheres cresceram acreditando que trabalhar bem seria suficiente para conquistar oportunidades e que falar das próprias realizações seria uma demonstração de arrogância. Quem não participa da construção da própria reputação acaba deixando nas mãos dos outros a responsabilidade de reconhecer suas habilidades. E construir uma carreira esperando que alguém perceba o seu potencial é uma aposta arriscada demais”, afirma.

 

Uma das consequências dessa maneira de pensar é transformar a comunicação profissional em uma espécie de prestação de contas. Compartilhar algo sobre a própria carreira parece fazer sentido apenas quando existe uma promoção, um prêmio, um projeto bem-sucedido ou algum resultado expressivo para apresentar.

 

Para Jéssica, porém, construir reputação não significa transformar a trajetória profissional em uma vitrine permanente de conquistas. Compartilhar um aprendizado de carreira, contar como enfrentou um desafio, recomendar um livro, comentar uma tendência do mercado ou falar sobre a cultura de uma empresa também são formas de demonstrar conhecimento e participar de conversas relevantes.

 

Uma líder pode refletir sobre os desafios de desenvolver sua equipe; outra profissional pode contar como determinada experiência mudou sua maneira de tomar decisões; alguém que acompanha de perto determinado setor pode contribuir com uma leitura sobre suas transformações.

 

Nenhuma dessas situações exige uma conquista extraordinária. Exige reconhecer que experiência, conhecimento e repertório também têm valor.

 

“Existe uma ideia de que, para se posicionar, você precisa ter uma grande conquista para contar ou apresentar resultados extraordinários. Isso acaba afastando muitas mulheres da comunicação. O que você aprendeu resolvendo um problema, a maneira como conduz sua equipe, os livros que influenciam suas decisões e até os desafios que enfrentou ao longo da carreira são assuntos que podem contribuir com outras pessoas. Quem tem experiência tem repertório. E saber compartilhar esse conhecimento também é uma demonstração de competência”, explica Jéssica.

 

Para a especialista, uma das principais barreiras que impede profissionais competentes de se posicionarem aparece antes mesmo das ferramentas de comunicação e está relacionada à forma como as pessoas percebem a si próprias. É possível aprender a utilizar o LinkedIn, definir temas de interesse, planejar conteúdos e desenvolver uma rede de relacionamentos. Mas, se a profissional continua acreditando que não é boa o suficiente, que não possui nada relevante a acrescentar ou que falar sobre o próprio conhecimento é arrogância, dificilmente colocará essas estratégias em prática com naturalidade.

 

Entre mulheres, essa discussão ganha outra camada. Expectativas sociais relacionadas à discrição, ao medo de incomodar e à necessidade de evitar uma imagem de arrogância podem fazer com que profissionais experientes continuem esperando atingir algum patamar que considerem suficientemente importante antes de participar mais ativamente das conversas sobre sua área.

 

“Uma das maiores dificuldades que encontro é a crença de que é preciso ter algo extraordinário para começar a se posicionar. Mas a comunicação pode começar pelo conhecimento que você já possui. Um executivo pode compartilhar sua visão sobre o mercado, trazer aprendizados da gestão de pessoas, indicar conteúdos que contribuíram para sua formação ou falar sobre desafios do próprio setor. O importante é ter intencionalidade sobre o que comunicar, com quem se relacionar e qual reputação deseja construir”, afirma Jéssica Simões.

 

Nesse contexto, o LinkedIn deixa de ser apenas uma plataforma utilizada para procurar emprego, anunciar promoções ou divulgar realizações. Também pode funcionar como espaço para desenvolver relacionamentos profissionais, compartilhar conhecimento e participar de discussões que ultrapassam os limites da própria empresa.

 

Jéssica ressalta, porém, que o posicionamento não começa nem termina nas redes sociais. A maneira como alguém se comporta, trata colegas, conduz conversas, compartilha conhecimento, toma decisões e reage diante de situações difíceis também influencia a reputação construída ao longo da carreira. Ao falar sobre inteligência de carreira, Jéssica costuma recorrer ao modelo desenvolvido por Harvey Coleman, que considera três dimensões relacionadas ao crescimento profissional: desempenho, imagem e exposição.

 

O desempenho está relacionado à qualidade do trabalho realizado. A imagem envolve a maneira como a pessoa é percebida. Já a exposição diz respeito às oportunidades de tornar suas competências conhecidas por pessoas relevantes para sua trajetória. Essa lógica ajuda a explicar por que profissionais tecnicamente competentes nem sempre recebem o reconhecimento esperado. 

 

Uma pessoa pode executar seu trabalho com excelência e, ainda assim, ser pouco conhecida fora da própria equipe ou não ser lembrada quando novas oportunidades aparecem. Isso não significa falar sobre si o tempo inteiro. Relacionamentos, conversas, comportamento e a maneira como o conhecimento é compartilhado também fazem parte da construção de uma carreira.

 

“Existe uma pressão para estar visível o tempo inteiro, e não é disso que estamos falando. A autoridade também é construída pela forma como você participa de uma reunião, apresenta uma ideia, estabelece relações, toma decisões e sustenta o que sabe. A rede social é uma parte do posicionamento, não o posicionamento inteiro”, afirma.

 

Para Jéssica, assumir uma postura mais ativa na gestão da carreira também não significa construir uma personagem ou buscar reconhecimento a qualquer custo. O primeiro movimento é reconhecer as próprias competências, compreender o repertório acumulado e participar de maneira mais consciente da construção da própria reputação.

 

“Você precisa ser competente, cuidar da maneira como é percebida e fazer com que as pessoas certas conheçam o seu trabalho. Eu costumo dizer que não adianta ser excelente em alguma coisa se ninguém sabe do que você é capaz. A sua carreira também precisa da sua capacidade de comunicação. Muitas mulheres se consideram despreparadas quando, na verdade, possuem muito mais competência do que conseguem demonstrar. Você não é uma profissional ruim. Você só está mal comunicada”, conclui Jéssica.

Sobre Jéssica Simões

Jéssica Simões é especialista em posicionamento profissional e gestão de carreira e CEO da Aster Content. Já reconhecida como LinkedIn Top Voice Carreira, atua com construção de autoridade para C-levels e porta-vozes de marca, além de discutir inteligência de carreira, futuro do trabalho, exposição corporativa no LinkedIn e Founder-Led Growth.

 

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Carreira & negócios

Cris Sindy Fashion: uma amizade que transformou-se em parceria, empreendedorismo e realização de sonhos

A trajetória da Cris Sindy Fashion começou com uma amizade que evoluiu para uma parceria de vida e de sonhos

 

Cris encontrou em Sindy uma filha do coração e, juntas, perceberam que poderiam trilhar um caminho de autonomia, desenvolvimento e conquistas.

 

Desde os primeiros passos dessa iniciativa, tiveram também o apoio especial de João Valentim, filho de Cris. Aos 11 anos, ele já revelava seu espírito empreendedor, participando das vendas e contribuindo em cada fase do negócio.

 

A jornada teve início de maneira modesta, com a fabricação e venda de empadinhas. Em seguida, vieram hidratantes, cremes, lenços e biscoitos.

 

“Cada experiência trouxe aprendizados e reforçou a importância da coragem,da união e da persistência para superar desafios e seguir em frente.”

 

O contato com o segmento de bolsas e acessórios aconteceu por intermédio de Norma, uma amiga muito querida. Foi a partir dessa aproximação que encontraram um mercado no qual decidiram apostar e investir.

 

Atualmente, comercializam bolsas, correntinhas para celular, body splash e diversos outros itens, sempre procurando novidades para oferecer às clientes.

 

Para conhecer melhor o trabalho da Cris Sindy Fashion, acompanhe o perfil no Instagram: @crisindy_fashion ou entre em contato pelos telefones: (21) 99842-0223 e (21) 95928-7090.

 

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