Maíra Ferreira: da literatura à arte, criatividade sem limites

Por Maximino Brügger Perez

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27.03.2026 às 09h53m

Maíra Ferreira se define como um polvo criativo, com seus muitos tentáculos interessados em experimentar possibilidades

 

Escritora, revisora, editora, artista visual — são muitos os rótulos capazes de traduzir sua trajetória, todos eles atravessados pelo amor à linguagem.

 

Graduada em Letras pela UFRJ, mestra em Teoria literária e doutoranda em Literatura comparada, há mais de dez anos atua como revisora. Em 2020, fundou a revista Noturna, publicação digital focada em divulgar escritoras contemporâneas de horror. Como autora, publicou os livros “A primeira morte” (2014) e “Esses dias que estamos vivendo há anos” (2019).

 

Seu livro de contos “Uma fome antiga” foi finalista do Prêmio Sesc de Literatura 2025. Além do trabalho com o texto, também se dedica à colagem, à pintura e a experimentos visuais que misturam diferentes mídias.

 

“Sempre fui fascinada pela forma como a linguagem e a arte movem o mundo.”

 

Para acompanhar o trabalho de Maíra Ferreira, siga seu perfil no Instagram: @mairacomacento

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