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Pedagoga, psicopedagoga, neurocientista e terapeuta de Reprocessamento Generativo (TRG), Ana Ribeiro criou o método EFC — Extensão da Fonte Criadora —, desenvolvido a partir de seus estudos, experiências e fé cristã
A metodologia tem como objetivo ajudar pessoas a identificar padrões comportamentais, ampliar o autoconhecimento e desenvolver recursos emocionais para fazer escolhas mais conscientes.
Ana também atua na formação de terapeutas integrativos cristãos, capacitando profissionais que atendem mulheres assistidas pelo Batalhão Maria da Penha da Zona Sul, além de oferecer mentorias voltadas ao crescimento pessoal e profissional.
À frente da Ativamente Internacional, promove eventos, networking e oportunidades de visibilidade para empreendedores, palestrantes e profissionais de diferentes segmentos.
“Para mim, apoiar o crescimento significa aproximar pessoas, abrir portas e ajudar talentos a encontrar espaço.”
A fé em Deus é uma de suas principais fontes de inspiração. Ao longo de sua trajetória, os desafios se transformaram em aprendizados e fortaleceram seu propósito de contribuir para o desenvolvimento de outras pessoas. Entre suas principais realizações estão a criação do método EFC, a formação de terapeutas e a liderança da Ativamente Internacional.
Para Ana, o sucesso também está relacionado às oportunidades que se criam para outras pessoas. A quem deseja empreender, recomenda investir em conhecimento, saber comunicar o valor do próprio trabalho e dar o primeiro passo, sem esperar pelas condições perfeitas. Planejamento, disciplina e disposição para aprender são essenciais nessa caminhada.
Para acompanhar o trabalho de Ana Ribeiro, siga o perfil no Instagram: @anaribeiroterapeuta, acesse o site: www.draanaribeiroterapeuta.com.br, ou entre em contato pelo número: (21) 97718-6738.
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A mulher que cuida de todos também precisa aprender a reconhecer seus limites
Psicanalista Regina Braghittoni explica como a obrigação de ser forte pode esconder sobrecarga emocional e dificultar o reconhecimento dos próprios limites
Organizar a casa, acompanhar os filhos, apoiar familiares, resolver problemas no trabalho e permanecer disponível para ouvir quem precisa. Quando todas essas responsabilidades se concentram na mesma pessoa, a imagem da mulher forte e capaz pode esconder um cansaço difícil de reconhecer.
Segundo a psicanalista e pedagoga Regina Braghittoni, diretora do Instituto Brasileiro de Psicanálise MATEMA, o problema surge quando cuidar de todos se transforma em uma obrigação que não deixa espaço para as próprias necessidades.
“Muitas mulheres são reconhecidas por sua capacidade de resolver problemas, acolher e cuidar. O perigo começa quando essa força deixa de ser uma escolha e passa a funcionar como uma obrigação. Ela sente que não pCode falhar, descansar ou demonstrar fragilidade porque acredita que todos dependem dela”, explica Regina.
Nesse contexto, o reconhecimento por ser alguém que sempre encontra uma solução pode reforçar a dificuldade de admitir que também precisa de apoio.
A sobrecarga envolve mais do que executar tarefas. Há um trabalho contínuo de lembrar compromissos, antecipar necessidades, organizar decisões e administrar conflitos. Mesmo quando nenhuma atividade está sendo realizada, a preocupação com o que falta resolver pode continuar presente.
“Não é apenas executar uma tarefa. É precisar lembrar que ela existe, planejar como será realizada e garantir que tudo aconteça. Essa responsabilidade permanente mantém a mente em estado de alerta, mesmo nos momentos em que a mulher deveria estar descansando”, observa a psicanalista.
Dificuldade para relaxar, irritação frequente, alterações no sono, culpa ao descansar e perda de interesse por atividades antes prazerosas merecem atenção, especialmente quando persistem e prejudicam a rotina. Esses sinais, isoladamente, não estabelecem um diagnóstico, mas podem indicar a necessidade de olhar para o sofrimento e buscar avaliação profissional. A sensação de nunca fazer o suficiente também pode tornar o descanso mais uma fonte de cobrança.
Pedir ajuda, porém, nem sempre é simples. Para algumas mulheres, compartilhar responsabilidades desperta receio de decepcionar ou de parecer incapaz. Para outras, estabelecer limites provoca medo de ser vista como egoísta.
“Quando uma mulher passa muito tempo ocupando o lugar daquela que resolve tudo, ela pode deixar de reconhecer as próprias necessidades. Em muitos casos, consegue perceber rapidamente o sofrimento dos outros, mas demora para admitir o próprio cansaço”, afirma Regina.
Reconhecer essa dinâmica permite rever como as responsabilidades são distribuídas. Tornar visíveis as tarefas, conversar sobre expectativas e compartilhar também o planejamento são caminhos para que a organização da vida cotidiana deixe de depender de uma única pessoa. Para a psicanalista, preservar momentos de descanso exige que os limites sejam respeitados nas relações, sem transformar o autocuidado em mais uma obrigação individual.
“Ser forte não deveria significar suportar tudo em silêncio. Uma mulher não precisa chegar ao esgotamento para merecer ajuda. Descansar, dividir responsabilidades e cuidar de si não são atitudes egoístas; são necessidades humanas”, reforça.
Com atuação voltada à psicanálise, ao desenvolvimento humano e aos conflitos emocionais, Regina destaca a importância de reconhecer o sofrimento antes que a exigência de dar conta de tudo comprometa a qualidade de vida.
Serviço:
Regina Braghittoni
Psicanalista, pedagoga e diretora do Instituto Brasileiro de Psicanálise MATEMA
Atendimento a adolescentes e adultos
Telefone: (11) 96303-2838
Instagram: @regina.braghittoni
Site: iebmatema.com.br
Sobre Regina Braghittoni
Regina Braghittoni é psicanalista, pedagoga, professora, autora, palestrante e diretora do Instituto Brasileiro de Psicanálise MATEMA. Sua atuação é dedicada ao estudo da psicanálise, do desenvolvimento humano e dos conflitos emocionais presentes na vida contemporânea.
A especialista está disponível para entrevistas sobre sobrecarga emocional feminina, culpa, dificuldade para estabelecer limites, saúde mental, relações familiares e os impactos psíquicos da exigência de ser forte o tempo inteiro.
Sobre o Instituto Brasileiro de Psicanálise MATEMA
Localizado em São Paulo, o Instituto Brasileiro de Psicanálise MATEMA atua na formação e capacitação em psicanálise, desenvolvimento pessoal e mente humana. Sua metodologia reúne conteúdos teóricos, estudos de caso, prática supervisionada e atividades voltadas à compreensão do comportamento e dos processos emocionais.
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Muito além do café da manhã: os benefícios da aveia para o metabolismo, intestino e saúde cardiovascular
Considerada um grão integral de elevado valor nutricional, reúne compostos bioativos que podem auxiliar na saciedade, no controle da glicemia e na manutenção da saúde em diferentes fases da vida
Presente em cafés da manhã, receitas funcionais e dietas de controle de peso, a aveia é lembrada principalmente pelo seu papel na saúde intestinal. No entanto, o alimento vai muito além disso: trata-se de um cereal rico em compostos bioativos, vitaminas e minerais que atuam de forma ampla no metabolismo, na saúde cardiovascular e até no controle glicêmico.
Segundo a coordenadora de nutrição e dietética do São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, a aveia é um alimento de alto valor nutricional dentro da categoria dos grãos integrais, com impacto direto em diferentes sistemas do organismo. Por isso, não deve ser visto apenas como uma fonte de fibra, mas como um componente funcional importante dentro de uma dieta equilibrada, sendo uma aliada às estratégias de emagrecimento.
Também pode contribuir para a saúde metabólica, auxiliando no controle glicêmico e para a melhora da sensibilidade a insulina em algumas pessoas, além de colaborar para o aporte de nutrientes que atuam para o funcionamento adequado do sistema imunológico.
Nutrientes que fazem da aveia um alimento funcional
Sua composição rica em fibras, especialmente betaglucanas, contribui para uma absorção mais lenta dos carboidratos e ajudam a evitar picos de glicose no sangue; proteínas vegetais, que contribuem para o aporte proteico da dieta; e gorduras insaturadas, associadas à saúde cardiovascular. A aveia também é fonte de vitaminas do complexo B, especialmente B1 (tiamina), B5 (ácido pantotênico) e B6, importantes para o metabolismo energético e o funcionamento do sistema nervoso.
Entre os minerais presentes, destacam-se ferro, magnésio, fósforo, zinco e manganês, que desempenham papéis essenciais na imunidade, na saúde óssea e na produção de energia. Outro diferencial importante é a presença da betaglucana, fibra solúvel reconhecida por auxiliar na redução do colesterol LDL e na modulação da resposta glicêmica. Além disso, a aveia contém compostos antioxidantes, como as avenantramidas, que têm ação anti-inflamatória e podem contribuir para a proteção dos vasos sanguíneos.
“A aveia é um alimento que pode ser estratégico em diferentes fases da vida, de crianças a idosos, justamente por sua densidade nutricional e versatilidade”, explica Cintya Bassi.
Nutrientes que fazem da aveia um alimento funcional
Sua composição rica em fibras, especialmente betaglucanas, contribui para uma absorção mais lenta dos carboidratos e ajudam a evitar picos de glicose no sangue; proteínas vegetais, que contribuem para o aporte proteico da dieta; e gorduras insaturadas, associadas à saúde cardiovascular.
A aveia também é fonte de vitaminas do complexo B, especialmente B1 (tiamina), B5 (ácido pantotênico) e B6, importantes para o metabolismo energético e o funcionamento do sistema nervoso.
Entre os minerais presentes, destacam-se ferro, magnésio, fósforo, zinco e manganês, que desempenham papéis essenciais na imunidade, na saúde óssea e na produção de energia. Outro diferencial importante é a presença da betaglucana, fibra solúvel reconhecida por auxiliar na redução do colesterol LDL e na modulação da resposta glicêmica.
Além disso, a aveia contém compostos antioxidantes, como as avenantramidas, que têm ação anti-inflamatória e podem contribuir para a proteção dos vasos sanguíneos.
“A aveia é um alimento que pode ser estratégico em diferentes fases da vida, de crianças a idosos, justamente por sua densidade nutricional e versatilidade”, explica Cintya Bassi.
Formas de consumo no dia a dia
A versatilidade é um dos pontos fortes do alimento. A aveia pode ser incluída em diferentes preparações, sem necessidade de grandes adaptações alimentares:
- Misturada com frutas e iogurtes;
- Na versão de overnight oats (aveia hidratada de um dia para o outro com iogurte e frutas);
- • Em vitaminas e smoothies;
- • Em receitas de panquecas, bolos e pães;
- • Como substituto parcial de farinha em preparações caseiras;
- • Em mingaus, especialmente em versões mais nutritivas;
- • Em preparações salgadas, como sopas e legumes refogados para dar consistência.
- Também é possível utilizar diferentes formatos, como flocos finos, grossos ou farinha de aveia, dependendo da finalidade culinária.
Como incluir em dietas restritivas
A aveia pode ser utilizada em diversos tipos de planos alimentares, incluindo dietas com restrição calórica, para diabetes e até estratégias vegetarianas ou veganas. Em dietas de emagrecimento, seu principal papel é o aumento da saciedade, ajudando a reduzir o consumo excessivo de calorias ao longo do dia. Já para controle glicêmico, a presença da betaglucana contribui para a redução da velocidade de absorção dos carboidratos.
No entanto, a nutricionista reforça que a quantidade deve ser ajustada de forma individualizada. Em alguns casos, por ser fonte de carboidrato, seu consumo excessivo pode impactar o balanço energético total da dieta.
Riscos do consumo exagerado e a importância da hidratação
Apesar de saudável, a aveia não deve ser consumida de forma indiscriminada. Um dos principais pontos de atenção está na ingestão de fibras sem a devida hidratação.
Quando há consumo elevado, sem ingestão adequada de água, podem ocorrer efeitos como:
- • Constipação intestinal
- • Desconforto abdominal
- • Formação de fezes ressecadas
- • Sensação de inchaço
“Qualquer alimento rico em fibras precisa vir acompanhado de uma boa ingestão de líquidos. A água é essencial para que essas fibras cumpram seu papel corretamente no intestino. A ingestão de água deve ser calculada individualmente, mas gira em torno de 35ml por quilo, diariamente.”, reforça a especialista.
A aveia, quando inserida de forma equilibrada na alimentação, é considerada um alimento funcional de alto valor nutricional. “Seu consumo regular pode trazer benefícios importantes para o metabolismo, o coração e o intestino, desde que respeitadas as necessidades individuais e a ingestão adequada de líquidos”, finaliza Cintya.
Sobre o Grupo São Cristóvão Saúde
Administrado pela Associação de Beneficência e Filantropia São Cristóvão, o Grupo São Cristóvão Saúde possui 10 Unidades de Negócio, que englobam: Hospital e Maternidade, Plano de Saúde, Centros Ambulatoriais, Centro Cardiológico, Centro Laboratorial (CLAV), Centro Endogástrico (CEGAV), Centro de Atenção Integral à Saúde (CAIS I e II), Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP Dona Cica) e Filantropia. Referência em saúde, na cidade de São Paulo, a Instituição completou 114 anos em dezembro de 2025.
O Grupo promove uma grande modernização e expansão em sua estrutura física e tecnológica, investindo em equipamentos, certificações e profissionais qualificados. Atualmente, o complexo hospitalar conta com 330 leitos, além de oito Centros Ambulatoriais, que realizam milhares de consultas, proporcionando qualidade assistencial às mais de 150 mil vidas do Plano de Saúde e 28 mil vidas do Plano Odontológico.
O Grupo São Cristóvão Saúde tem como Presidente/ CEO o Engº Valdir Pereira Ventura, responsável pelas Unidades de Negócio e, desde 2007, atuando à frente das decisões Institucionais.
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Laudmed: uma história que continua evoluindo para cuidar cada vez melhor de você
A história da Laudmed é construída, há 20 anos, a partir de um único propósito: cuidar de pessoas com qualidade, acolhimento e compromisso.
“Ao longo de nossa trajetória, fomos crescendo, ampliando nossos serviços e acompanhando as necessidades dos nossos pacientes.”
O que começou com o compromisso de oferecer exames e diagnóstico de qualidade, hoje ganha novos caminhos com a chegada da Dermatologia, Nutrição, Estética e novas tecnologias.
“Mais do que ampliar nossos serviços, estamos ampliando a forma de cuidar.”
Para acompanhar o trabalho da Laudmed, siga o perfil no Instagram: @laudmedclinica, entre em contato pelo número: (21) 99908-3125 ou acesse o site www.laudmed.com.br.
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Janaina Rodriguez: gestão, cuidado e excelência na área da saúde
A trajetória de Janaina Rodriguez na área da saúde começou há mais de 20 anos, como secretária de consultório médico
Desde então, construiu uma carreira marcada por aprendizado, experiência e crescimento profissional. Hoje, atua na administração e coordenação, unindo gestão, organização e relacionamento para apoiar profissionais das áreas da saúde, bem-estar, medicina integrativa e alta performance, incluindo atletas.
“O que mais me inspira é saber que, por trás de um atendimento de excelência, existe também um trabalho de gestão, cuidado e dedicação. ”
Sua maior conquista é reconhecer o crescimento alcançado ao longo dessa jornada, construída com comprometimento, dedicação e paixão pelo que faz.
Para acompanhar o trabalho de Janaina Rodriguez, siga o perfil no Instagram: @janainarodriguez , ou entre em contato pelo número: (21) 99985-6008.
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Dia mundial de combate ao câncer de mama: informação, detecção precoce e cuidado integral
No Outubro Rosa, nutricionista Carmen Mathias reforça a importância da conscientização, do diagnóstico oportuno e do acesso ao tratamento adequado do câncer de mama
O dia 19 de outubro marca o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama, uma data que integra as ações de conscientização do Outubro Rosa e reforça a importância da informação científica, da atenção à saúde das mamas e do acesso aos serviços de prevenção, diagnóstico e tratamento.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de mama é o tipo de câncer mais frequentemente diagnosticado entre as mulheres no mundo. Em 2022, aproximadamente 2,3 milhões de mulheres receberam esse diagnóstico, evidenciando a relevância da doença como problema de saúde pública.
A detecção precoce, associada ao diagnóstico oportuno e ao tratamento adequado, é uma das principais estratégias para reduzir a mortalidade e melhorar os resultados clínicos. Por isso, a conscientização deve ir além de uma campanha anual: precisa promover conhecimento, acesso aos exames indicados e acompanhamento profissional.
Detecção precoce: compreender a diferença faz a diferença
A OMS distingue duas estratégias fundamentais para a detecção precoce do câncer de mama:
Diagnóstico precoce: consiste em reconhecer sinais e sintomas suspeitos, procurar avaliação profissional e garantir que a investigação diagnóstica e o tratamento ocorram sem atrasos desnecessários.
Rastreamento: corresponde à realização periódica de exames em pessoas sem sinais ou sintomas da doença, com o objetivo de identificar alterações suspeitas antes de sua manifestação clínica.
Essas estratégias são complementares. A ausência de sintomas não elimina a necessidade de rastreamento quando indicado; da mesma forma, a presença de um sinal suspeito exige investigação, independentemente da idade ou da data do último exame.
Mamografia e ultrassonografia: qual é o papel de cada exame?
A mamografia é o principal exame de imagem utilizado no rastreamento populacional do câncer de mama. Ela permite identificar alterações que podem não ser percebidas pela palpação, incluindo microcalcificações e lesões em fases iniciais.
No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde para o rastreamento populacional no Sistema Único de Saúde (SUS) é a realização da mamografia a cada dois anos em mulheres de 50 a 74 anos. Mulheres fora dessa faixa etária podem necessitar de avaliação individualizada, considerando seus fatores de risco, suas preferências e a orientação profissional.
A ultrassonografia das mamas também desempenha um papel importante na avaliação clínica e radiológica. É frequentemente utilizada para investigar nódulos e outras alterações, diferenciar estruturas císticas de sólidas e complementar a mamografia em situações específicas, inclusive em mulheres com mamas densas.
É importante esclarecer, entretanto, que a ultrassonografia não substitui a mamografia como método de rastreamento populacional. Embora possa identificar lesões não evidenciadas inicialmente em outros exames, seu uso isolado para rastreamento não apresenta evidências suficientes de redução da mortalidade por câncer de mama.
A escolha dos exames deve considerar a idade, os sintomas, a densidade mamária, o histórico pessoal e familiar e o risco individual. Quando existe uma alteração suspeita, a investigação pode exigir exames adicionais e, conforme a avaliação clínica e radiológica, biópsia para confirmação diagnóstica.
Sinais de alerta: quando procurar avaliação profissional?
É fundamental conhecer as características habituais das próprias mamas e procurar atendimento diante de alterações novas ou persistentes, como:
* Nódulo na mama ou na região da axila.
* Alterações na pele, incluindo retração, espessamento ou aspecto semelhante à casca de laranja.
* Mudanças recentes no formato ou na posição do mamilo.
* Saída espontânea de secreção pelo mamilo, especialmente quando unilateral ou com sangue.
* Alteração recente no tamanho ou no formato de uma das mamas.
Essas manifestações não significam necessariamente câncer, pois podem ter causas benignas. Entretanto, devem ser avaliadas por um profissional de saúde. Não se deve aguardar o próximo exame de rotina quando surgirem sinais suspeitos.
Autoconhecimento e prevenção: o cuidado começa no cotidianoO conhecimento das próprias mamas favorece o reconhecimento de mudanças e a procura oportuna por atendimento. A observação e a palpação durante as atividades cotidianas podem ajudar nesse processo, sem a necessidade de seguir uma técnica rígida de autoexame.
O autoexame isolado, contudo, não demonstrou reduzir a mortalidade por câncer de mama e não deve ser apresentado como substituto do rastreamento recomendado.
Embora não seja possível prevenir todos os casos, algumas medidas contribuem para reduzir o risco de câncer de mama, como praticar atividade física regularmente, manter um peso corporal saudável, evitar ou limitar o consumo de bebidas alcoólicas e amamentar, quando possível.
A idade, a história familiar, determinadas alterações genéticas e outros fatores individuais também influenciam o risco. Pessoas com histórico familiar significativo ou predisposição hereditária podem precisar de avaliação especializada e estratégias individualizadas de acompanhamento.
Informação, acesso e tratamento oportuno
A conscientização sobre o câncer de mama precisa estar associada à oferta de serviços de saúde, à qualidade dos exames, à investigação adequada de resultados suspeitos e ao acesso ao tratamento.
A OMS destaca que o diagnóstico precoce e o tratamento eficaz são pilares essenciais para reduzir a mortalidade. Identificar uma alteração é apenas uma etapa: é necessário assegurar que a pessoa tenha acesso à confirmação diagnóstica, ao cuidado multidisciplinar e ao tratamento indicado.
Neste 19 de outubro, o Outubro Rosa reforça uma mensagem fundamental: informação de qualidade, atenção aos sinais do corpo e acesso oportuno aos serviços de saúde são partes essenciais do cuidado com as mamas.Cuidar da saúde das mamas é um compromisso contínuo com a vida. A detecção precoce importa, e o acesso ao diagnóstico e ao tratamento adequados faz a diferença.
* Nutricionista Carmen Mathias (@carmen.mathias_nutricao).
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Má alimentação antecipa a menopausa? Estudo com quase 2 mil mulheres responde
O tipo de alimentação pode fazer a menopausa chegar mais cedo? Uma pesquisa científica publicada neste mês de outubro investigou se a qualidade da dieta e o consumo de alimentos ultraprocessados estavam relacionados à idade da menopausa natural ao acompanhar 1.972 mulheres com 45 anos ou mais. O resultado foi diferente do que muitos poderiam imaginar: os pesquisadores não encontraram associação independente significativa entre os padrões alimentares avaliados e o momento da menopausa.
Mônica Calderari, nutricionista especializada em nutrição de mulheres 40+ afirma que “o mais importante é cuidar da saúde agora, respeitando suas necessidades e sua realidade”.
O estudo faz parte da Canadian Longitudinal Study on Aging, uma pesquisa longitudinal sobre o envelhecimento no Canadá. As participantes ainda não haviam entrado na menopausa natural no início da investigação. Durante um acompanhamento médio de aproximadamente quatro anos, 1.148 mulheres passaram pela menopausa. Para avaliar a alimentação, os pesquisadores consideraram um indicador de qualidade da dieta e estimaram a frequência de consumo de ultraprocessados. Os achados do estudo sugerem que o momento da menopausa pode refletir influências cumulativas ao longo da vida mais fortemente do que as exposições alimentares medidas na meia-idade.
Alimentação importa, mas não é responsável por tudo
Para Calderari, a pesquisa ajuda a esclarecer uma dúvida comum e mostra que a menopausa não depende apenas do que colocamos no prato.
“A menopausa é um processo natural e complexo do organismo feminino. Não podemos atribuir sua chegada a um alimento ou a um hábito alimentar específico. Isso não significa que a alimentação não seja importante, mas que ela é uma das peças de um conjunto muito maior”, explica Mônica.
A nutricionista lembra que existe uma diferença entre a idade em que a menopausa começa e a maneira como a mulher vive essa fase.
“Uma coisa é saber se a alimentação pode antecipar a menopausa. Outra é entender como ela pode ajudar a mulher a se sentir melhor e cuidar da saúde durante essa transição. Precisamos olhar para o corpo como um todo, incluindo músculos, ossos, metabolismo, sono, disposição e qualidade de vida. Não existe alimento milagroso, nem uma dieta que funcione da mesma maneira para todas as mulheres”, afirma.
O que as mulheres devem levar dessa descoberta?
Segundo Mônica, o estudo traz uma mensagem importante: as mulheres não precisam viver preocupadas com a ideia de que determinado alimento possa fazer a menopausa chegar antes da hora.
Isso não significa deixar a alimentação de lado. Pelo contrário, manter uma rotina alimentar equilibrada continua sendo fundamental para cuidar da saúde, especialmente em uma fase marcada por tantas transformações. Frutas, verduras, legumes, feijão, ovos, peixes e outros alimentos nutritivos podem fazer parte de uma alimentação variada, sem necessidade de recorrer a produtos caros ou dietas da moda.
“A mulher não deve se culpar ou achar que provocou a própria menopausa por causa de algo que comeu. O mais importante é cuidar da saúde agora, respeitando suas necessidades e sua realidade. A alimentação não determina sozinha quando a menopausa vai chegar, mas pode ser uma grande aliada para viver essa fase com mais saúde e qualidade de vida”, conclui Mônica.
Cathi Julian Uggeri: da saúde ao empreendedorismo, transformando potencial em resultados
A história de Cathi Julian Uggeri teve início na enfermagem, mas sua atuação sempre esteve voltada para além do cuidado direto com os pacientes
Em mais de 20 anos de experiência na área da saúde, ela ampliou sua percepção sobre os desafios enfrentados por pessoas, profissionais e instituições, identificando questões que muitas vezes estavam relacionadas a fragilidades e necessidades que não se manifestavam de forma evidente.
Essa visão foi o ponto de partida para sua aproximação com o empreendedorismo, a inovação em saúde e o desenvolvimento humano. Em 2007, deu um passo importante ao atuar de forma pioneira na oxigenoterapia hiperbárica, especialidade em que integrou o seleto grupo de duas enfermeiras brasileiras reconhecidas pela Sociedade Americana de Medicina Hiperbárica com o título de Hyperbaric Nurse.
“Essa experiência abriu caminho para a criação de cursos e a capacitação de profissionais de organizações como Petrobras, Fulgro, Marinha e clínicas de medicina hiperbárica”, relata.
Atualmente, Cathi reúne diferentes competências como enfermeira, empresária, Trainer Internacional em Programação Neurolinguística (PNL) e CEO de três empresas. Seu trabalho integra conhecimentos de saúde, comportamento, inovação e estratégia, com o objetivo de identificar questões ainda pouco percebidas, estimular novas perspectivas e converter descobertas em soluções de valor para pessoas e organizações.
A expansão internacional de sua atuação também representa um capítulo relevante dessa história. A apresentação de sua metodologia em Dubai marcou o reconhecimento de um trabalho desenvolvido ao longo de anos de experiência prática, estudo e aprimoramento profissional.
Sua missão é contribuir para que pessoas, profissionais e empresas reconheçam capacidades que ainda não exploraram, transformem padrões de comportamento e alcancem melhores resultados, com mais consciência e desempenho.
Na visão de Cathi, prosperar não significa apenas crescer, mas construir resultados sem comprometer a saúde, a identidade e os princípios que orientam cada escolha. Essa perspectiva traduz o propósito que acompanha sua trajetória desde o início: identificar potenciais muitas vezes despercebidos e criar condições para que se tornem realizações concretas.
Em diferentes áreas de atuação, sua essência profissional permanece a mesma: enxergar além do óbvio, despertar consciência e transformar potencial em valor para a vida.
Para conhecer mais sobre o trabalho de Cathi Julian Uggeri, acompanhe os perfis no Instagram @legacylife.saude, @compliancemental e
@enf.cathiuggeri. Para contato, o telefone é (21) 99209-6166.
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Outubro Rosa: além do tratamento, o câncer de mama também exige cuidado com as emoções
Psicanalista explica como pacientes e familiares podem lidar com medo, ansiedade e mudanças provocadas pelo diagnóstico e pelo tratamento
O câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente entre as mulheres no Brasil. Para o triênio 2026–2028, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima cerca de 78,6 mil novos casos por ano no país. Entre as mulheres, a doença representa aproximadamente 30% dos casos novos de câncer.
Durante o Outubro Rosa, a atenção costuma se concentrar na prevenção, na importância do diagnóstico precoce e no acesso ao tratamento. Mas existe uma outra dimensão que também merece espaço: como lidar emocionalmente com o impacto que o câncer provoca na vida da paciente e de toda a família?
Receber um diagnóstico de câncer pode despertar medo, insegurança, ansiedade e uma série de dúvidas sobre o futuro. Para quem está ao redor, o desafio também pode ser grande. Filhos, companheiros, pais, irmãos e amigos muitas vezes passam a viver uma rotina de preocupação e nem sempre sabem como oferecer apoio sem transformar o cuidado em excesso de cobrança ou proteção.
“A doença não atinge somente o corpo. Ela também pode provocar uma ruptura na maneira como a pessoa se percebe, se relaciona e imagina o próprio futuro. Por isso, é importante que exista espaço para falar sobre o medo, a tristeza, a raiva e todas as emoções que podem aparecer durante esse processo”, explica Araceli Albino, presidente do Sindicato dos Psicanalistas do Estado de São Paulo.
Segundo a psicanalista, buscar apoio emocional não significa abandonar o tratamento médico ou acreditar que a força psicológica, sozinha, seja responsável pela recuperação. O acompanhamento emocional pode funcionar como um espaço de acolhimento para que a pessoa consiga elaborar aquilo que está vivendo e encontre maneiras de atravessar cada etapa do tratamento.
O cuidado também pode se estender aos familiares. Muitas vezes, quem acompanha uma pessoa com câncer tenta demonstrar força o tempo todo e acaba deixando as próprias emoções de lado. “O familiar também pode sentir medo, angústia e impotência. Reconhecer esses sentimentos não significa ser fraco ou deixar de apoiar quem está doente. Pelo contrário, cuidar da própria saúde emocional pode ajudar essa pessoa a estar mais presente e disponível”, afirma Araceli.
Nem sempre é preciso encontrar as palavras certa
Diante de alguém que recebeu um diagnóstico de câncer, familiares e amigos podem ter dificuldade para saber o que dizer. Na tentativa de incentivar, frases como “você precisa ser forte” ou “vai dar tudo certo” podem acabar criando uma cobrança involuntária para que a pessoa esconda sentimentos difíceis.
Para Araceli, mais importante do que encontrar uma frase perfeita é oferecer escuta e presença. Permitir que a pessoa fale sobre seus medos, respeitar seus momentos de silêncio e perguntar de que maneira ela gostaria de ser ajudada podem ser atitudes mais acolhedoras.
O Ministério da Saúde também destaca a importância do apoio de amigos e familiares para pessoas que enfrentam o câncer, reforçando que umo cuidado emocional faz parte do suporte ao paciente.
Cuidar da mente também pode fazer parte da jornada
A psicanálise pode ser um espaço para que pacientes e familiares encontrem acolhimento durante esse período. Na Clínica Ana Joaquina, ligada à atuação de Araceli Albino, são oferecidos atendimentos terapêuticos. O valor das sessões é definido após uma triagem inicial, de acordo com as condições e necessidades apresentadas.
A proposta é oferecer um espaço de escuta para quem está enfrentando as mudanças provocadas pelo diagnóstico, pelo tratamento ou pela convivência próxima com alguém que está passando por essa experiência.
“O mais importante é compreender que não existe uma maneira única ou correta de reagir ao diagnóstico. Cada pessoa vai elaborar essa experiência de uma forma. Ter um espaço onde possa falar sem julgamentos pode fazer diferença para atravessar esse momento”, completa Araceli.
O Outubro Rosa, portanto, também pode ser um convite para ampliar a conversa. Além de lembrar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, a campanha pode ajudar a reforçar que cuidar de quem enfrenta o câncer também significa olhar para suas emoções, seus medos e suas relações.
Afinal, o tratamento acontece no corpo, mas a experiência da doença envolve a pessoa inteira e também aqueles que caminham ao seu lado.
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Plano de saúde: quando cuidar da saúde deixa de ser uma escolha
Mariana tinha 35 anos. Era uma mulher saudável, bem-sucedida, trabalhava muito, tinha sonhos e aquela sensação tão comum de que ainda havia muito tempo pela frente.
Plano de saúde? Nunca tinha sido uma prioridade.
Na lista de coisas importantes, sempre aparecia depois.
“Depois eu vejo.”
“Depois, quando estiver ganhando um pouco mais.”
“Depois, quando realmente precisar.”
Até que um dia a vida decidiu não esperar. Mariana sofreu um acidente de carro.
E aquilo que parecia distante aconteceu de uma hora para outra.
Ela precisou ser levada para uma emergência de hospital público e permaneceu internada durante 30 dias.
Trinta dias.
É muito tempo quando você está dentro de um hospital. É tempo suficiente para entender que saúde não é uma questão que pode ser deixada para depois.
Quando saiu de lá, Mariana me procurou.
Dessa vez, não apenas como amiga. Como cliente.
Ela queria um plano de saúde.
A gente costuma proteger tudo. Menos a própria saúde.
É curioso como somos capazes de proteger aquilo que consideramos importante.
Fazemos seguro para o carro. Seguro para a casa. Até seguro para o celular.
Cuidamos dos nossos bens, planejamos viagens, trocamos de carro, investimos em roupas, restaurantes, experiências.
Trabalhamos muito para conquistar uma vida confortável.
Mas, muitas vezes, esquecemos de proteger justamente aquilo que torna tudo isso possível: a nossa saúde.
E talvez o problema esteja justamente na palavra “despesa”.
Plano de saúde não deveria ser visto apenas como mais uma conta no fim do mês.
Ele pode representar acesso, prevenção, tranquilidade e, principalmente, uma forma de planejamento financeiro para situações que ninguém deseja viver, mas que podem acontecer.
Porque uma emergência não manda convite. Uma doença não pergunta se é um bom momento. Um acidente não espera a nossa agenda ficar livre.
E quando alguma coisa acontece, é tarde demais para começar a pensar em como ter acesso a um atendimento de qualidade.
Saúde também é segurança financeira
Existe outro ponto que pouca gente considera quando decide não contratar um plano: o custo de precisar utilizar um serviço particular de saúde justamente quando mais precisa.
Uma internação, uma cirurgia, exames, consultas com especialistas, procedimentos e tratamentos podem representar valores muito altos quando pagos no particular.
E não estou dizendo isso para criar medo. Estou falando de planejamento.
Ter um plano de saúde é, também, pensar: “Se alguma coisa acontecer comigo amanhã, como eu vou cuidar de mim?”
Essa pergunta muda tudo.
E existe ainda algo que considero fundamental: prevenção.
Plano de saúde não deveria ser lembrado somente quando aparece uma doença.
Ele também pode fazer parte de uma rotina de cuidado: consultas, exames, acompanhamento médico e identificação precoce de problemas que, muitas vezes, nem apresentam sintomas no início.
Cuidar antes pode ser muito diferente de correr atrás depois.
Mas eu não tenho dinheiro para um plano de saúde.
Essa é uma frase que escuto com frequência.
E muitas vezes ela vem acompanhada de outra: “Plano de saúde é muito caro.”
Mas será que você sabe quanto custa um plano adequado para a sua realidade?
Hoje existem muitas opções de planos no mercado. Para diferentes perfis de beneficiários e diferentes orçamentos.
Não existe um único plano de saúde. Existe o plano que faz sentido para determinada pessoa, determinada família e determinado momento de vida.
Por isso, antes de simplesmente concluir que “não dá para pagar”, talvez valha a pena fazer outra pergunta:
“Existe uma opção que caiba no meu orçamento e atenda às minhas necessidades?”
É justamente aí que entra a importância de uma análise cuidadosa.
Não se trata de contratar o plano mais caro.
Nem o plano mais barato.
Trata-se de entender o que você realmente precisa e encontrar uma solução coerente com a sua realidade.
Porque a vida muda. E o plano precisa acompanhar.
Aos 25 anos, talvez você pense de uma maneira.
Aos 35, de outra.
Quando chegam os filhos, as prioridades mudam.
Quando os pais envelhecem, começamos a olhar para a saúde deles com outros olhos.
Quando abrimos uma empresa, surge também a preocupação com a saúde da equipe.
A vida muda.
As necessidades mudam.
E o planejamento precisa mudar junto.
Foi isso que a história da Mariana me ensinou de uma forma que nenhum curso, nenhuma tabela e nenhum treinamento poderiam ensinar.
Ela não contratou um plano porque alguém conseguiu convencê-la de que precisava.
Ela contratou porque viveu, na pele, a importância de ter uma estrutura de cuidado quando a vida saiu do roteiro.
E talvez essa seja a grande questão: a gente não consegue prever o que vai acontecer, mas pode escolher como quer estar preparado.
No fim das contas, o que estamos protegendo?
Quando você contrata um plano de saúde, não está protegendo apenas uma consulta ou uma internação.
Está protegendo tempo.
Está protegendo tranquilidade.
Está protegendo sua família.
Está protegendo seus planos.
Porque não adianta conquistar tudo e não ter saúde para aproveitar.
Não adianta ter o melhor carro, viajar, trabalhar sem parar, construir patrimônio, realizar sonhos e deixar para depois o cuidado com aquilo que sustenta todas essas conquistas.
Sem saúde, todo o resto perde o sentido.
Foi isso que a Mariana descobriu aos 35 anos.
E talvez você não precise esperar viver uma história parecida para descobrir também.
Plano de saúde não é sobre esperar ficar doente. É sobre estar preparado enquanto está tudo bem.
E, para mim, é exatamente aí que começa o verdadeiro significado de cuidar.
Saúde não deveria ser um luxo. Deveria ser parte do planejamento da vida.
* Por Patrícia Ledesma (@pati.ledesma).
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