Saúde & Bem-estar

Aula gratuita celebra o Dia Internacional do Yoga no Parque do Ilha Pura

Evento ao ar livre acontece no dia 21 de junho e convida participantes de todas as idades e níveis de experiência para uma manhã de conexão, movimento e bem-estar

 

No próximo dia 21 de junho, o Parque do Ilha Pura, na Barra da Tijuca, será palco de uma experiência especial em celebração ao Dia Internacional do Yoga. A partir das 10h, moradores da região e interessados em qualidade de vida poderão participar gratuitamente de uma aula aberta conduzida pela instrutora Clarisse Corrêa, idealizadora do projeto Yoga com Clarisse.

 

A atividade acontece no deck do parque, próximo ao Ballet das Águas, e integra a proposta da Aura Vivências, iniciativa voltada à promoção de experiências de bem-estar, conexão e desenvolvimento pessoal. A data escolhida possui um significado especial. Além da celebração mundial, em 21 de junho, também coincide com a chegada do Solstício de Inverno, período que simboliza renovação, equilíbrio e novos ciclos.

 

A proposta do encontro é proporcionar um momento de pausa na rotina para que os participantes possam se reconectar consigo mesmos por meio da respiração consciente, dos movimentos do corpo e do contato com a natureza.

 

A aula será conduzida por Clarisse Corrêa, praticante de Yoga desde 2004, formada pela Yoganaya International School e certificada internacionalmente pela Yoga Alliance. Instrutora de Vinyasa, Hatha Yoga e Yoga Kids, ela desenvolve aulas que combinam reflexão, força, flexibilidade, concentração, leveza e fluidez.

 

Apaixonada por esportes, natureza e aprendizado contínuo, Clarisse acredita que o Yoga é uma prática acessível a todas as pessoas, independentemente da idade, experiência ou condição física.

Segundo ela, o objetivo do encontro é oferecer uma vivência acolhedora para quem já pratica Yoga e também para quem deseja ter o primeiro contato com a modalidade.

 

“Não importa se você pratica há anos ou nunca participou de uma aula. O convite é para respirar, desacelerar, movimentar o corpo e celebrar a vida em comunidade”, destaca a instrutora.

 

Para participar, basta levar um tapetinho, canga ou toalha, uma garrafa de água e disposição para viver uma manhã de conexão e bem-estar.

 

Evento ao ar livre acontece no dia 21 de junho e convida participantes de todas as idades e níveis de experiência para uma manhã de conexão, movimento e bem-estar No próximo dia 21 de junho, o Parque do Ilha Pura, na Barra da Tijuca, será palco de uma experiência especial em celebração ao Dia Internacional do Yoga. A partir das 10h, moradores da região e interessados em qualidade de vida poderão participar gratuitamente de uma aula aberta conduzida pela instrutora Clarisse Corrêa, idealizadora do projeto Yoga com Clarisse. A atividade acontece no deck do parque, próximo ao Ballet das Águas, e integra a proposta da Aura Vivências, iniciativa voltada à promoção de experiências de bem-estar, conexão e desenvolvimento pessoal.

 

Serviço:

Aura Vivências | Yoga com Clarisse

 

Data: 21 de junho de 2026

 

Horário: 10h

 

Local: Deck do Parque do Ilha Pura (próximo ao Ballet das Águas) – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

 

Participação gratuita

 

Contato: (21) 99944-7225

 

O que levar:

• Tapetinho de Yoga canga ou toalha
• Garrafa de água
• Sorriso no rosto e coração aberto

 

Instagram: @yogacomclarisse

Saúde & Bem-estar

Studio Elos: um novo espaço dedicado ao bem-estar e autocuidado

O cuidado com o corpo e o bem-estar sempre fizeram parte da trajetória profissional de Yanne Hancio e Gisele Oliveira

 

Após anos realizando atendimentos individuais em espaços diferentes, as duas perceberam que era o momento de expandir e criar algo ainda mais completo, acolhedor e conectado com o propósito que compartilham. Assim nasceu o Studio Elos.

 

Inaugurado em maio, o espaço marca um novo capítulo na história das idealizadoras, que decidiram unir experiência, técnica e acolhimento em um ambiente pensado para proporcionar mais do que massagens e tratamentos corporais.

 

O Studio Elos nasce com a proposta de reconectar as pessoas consigo mesmas, desacelerar a rotina e transformar o cuidado em uma verdadeira experiência de bem-estar.

 

“Não se trata de cuidar apenas do corpo, nós queremos proporcionar bem-estar e reconexão.”

 

Mais do que um nome, “Elos” representa conexão. Conexão com o corpo, com o tempo e com a própria essência. Cada atendimento foi pensado para oferecer presença, calma, acolhimento e transformação através do toque terapêutico.

 

O espaço reúne diversos serviços voltados para qualidade de vida e equilíbrio físico e emocional, como drenagem linfática, massagem modeladora, massagem relaxante, termoterapia, reflexologia podal, liberação miofascial, recovery pré e pós-treino, bota de compressão pneumática, escalda pés, massagens com pedras quentes e o exclusivo Combo Nirvana, que une drenagem linfática com massagem modeladora e relaxante com pedras quentes, numa experiência completa.

 

A profissional Cléa Silva, especialista em Barras de Access, também atende no estúdio. A parceria nasceu após um encontro em um evento da Utilità, onde a afinidade de propósitos deu início a essa conexão profissional.

 

Com atendimento personalizado e hora marcada, o Studio Elos se tornou um espaço dedicado ao autocuidado e à reconexão, oferecendo momentos únicos para quem busca desacelerar e cuidar de si de forma integral. A sua jornada de bem-estar começa aqui.

 

Para acompanhar o trabalho do Studio Elos, siga o perfil no Instagram: @studioelosrj, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98291-3532.

Saúde & Bem-estar

UNICEF destaca desafios do uso de inteligência artificial por crianças e adolescentes

A pediatra Dra. Anna Dominguez Bohn orienta pais sobre como acompanhar o uso da IA para preservar sono, alimentação e bem-estar emocional

 

A inteligência artificial (IA) já faz parte do cotidiano de crianças e adolescentes, presente em aplicativos, jogos, assistentes virtuais e plataformas digitais. Diante desse cenário, a UNICEF tem chamado atenção para a necessidade de orientação e acompanhamento no uso dessas tecnologias.

 

Materiais recentes da organização indicam que, embora a IA ofereça oportunidades de aprendizado e acesso à informação, também envolve riscos relevantes, como exposição a conteúdos inadequados, desinformação, compartilhamento indevido de dados pessoais e interações que podem não ser adequadas ao desenvolvimento infantil.

 

Por isso, a recomendação é que pais e educadores participem ativamente do uso dessas ferramentas, promovendo segurança, privacidade e pensamento crítico.

 

A pediatra Dra. Anna Dominguez Bohn reforça que esse cenário exige um novo olhar da parentalidade: “Inteligência artificial é uma realidade que traz muitos desafios para a parentalidade moderna, porque evolui numa rapidez que a maioria das pessoas não consegue acompanhar. Precisamos estar atentos aos nossos filhos, dando ferramentas para que usem essas tecnologias com segurança e responsabilidade”, afirma Dra. Bohn.

 

Segundo a especialista, esse acompanhamento passa por três pilares:

 

1. Letramento digital e em IA

 

“É importante iniciar conversas sobre IA desde cedo, explicando que essas ferramentas seguem instruções e não pensam ou sentem como humanos. Isso ajuda a criança a desenvolver senso crítico.”

 

2. Privacidade e limites claros

 

“Alertar que eles não devem compartilhar dados pessoais com chatbots ou aplicativos. Também é essencial respeitar limites de idade e os responsáveis devem acompanhar o uso de perto.”

 

3. Aprendizado conjunto e uso crítico

 

“Manter uma comunicação aberta permite que pais e filhos aprendam juntos e usem a IA como apoio, e não como substituto do raciocínio.”

 

A especialista também orienta para a importância de os pais observarem sinais comportamentais no dia a dia. Segundo a Dra. Anna Dominguez Bohn, o uso excessivo de telas e a exposição precoce a tecnologias podem impactar diretamente o bem-estar emocional das crianças e adolescentes. “É importante que os pais não ignorem mudanças de humor, alterações na alimentação e no sono. Muitas vezes, esses sinais indicam que algo não está indo bem. Principalmente entre adolescentes, essas mudanças podem estar relacionadas ao uso excessivo de telas ou à forma como estão interagindo com essas ferramentas”, explica.

 

Lista de dicas práticas 
   •   Incentivar a checagem de fatos, já que respostas de IA podem conter erros ou informações imprecisas;
   •   Ajudar crianças e adolescentes a reconhecer quando interromper interações online;
   •   Evitar o compartilhamento de dados pessoais com ferramentas digitais;
   •   Utilizar a IA como apoio ao aprendizado, sem substituir o desenvolvimento de habilidades.

Sobre a especialista: 

Dra. Anna Dominguez Bohn é pediatra formada pela Universidade de São Paulo (USP), com especialização em Terapia Intensiva Pediátrica, Síndrome de Down, Neurociência e Desenvolvimento Infantil. Atualmente integra o corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, onde também ministra cursos de atualização para médicos de diversas especialidades, além de atuar nos hospitais Sírio-Libanês e Vila Nova Star.

Saúde & Bem-estar

Violência nas escolas e saúde mental: O que estamos ignorando?

Quando pensamos em violência escolar, a mente vai direto para as manchetes mais chocantes: ataques, tiroteios, tragédias que param o país

 

Mas enquanto focamos nesses eventos extremos (e raros), uma epidemia silenciosa acontece todos os dias, em todas as escolas, afetando a saúde mental de milhões de crianças.

 

Como mãe, tia, madrinha ou simplesmente como cidadã, você provavelmente já se perguntou: “A escola do meu filho é segura?” Mas talvez a pergunta mais importante seja outra: “O que está acontecendo com a saúde mental das crianças dentro das escolas?”

 

A violência escolar vai muito além dos ataques que viram notícia. Ela inclui agressão física, bullying tradicional, cyberbullying, ameaças, vandalismo, porte de armas, e o clima generalizado de insegurança. Não é preciso vivenciar um ataque para ser afetado. O medo, a preocupação e o estresse crônicos já são, por si só, fatores de risco para problemas de saúde mental. A ciência já mapeou os fatores de risco, os sinais de alerta e as intervenções que funcionam. A questão é: estamos prestando atenção?

 

Um estudo publicado no JAMA Network Open mostrou que aproximadamente um terço dos adolescentes relatou sentir-se muito ou extremamente preocupado com tiroteios e violência em sua escola ou em outras escolas. Em 2018, mais da metade dos estudantes americanos relatou preocupação com a possibilidade de um tiroteio em sua escola. Em 2019, 8,7% dos estudantes do ensino médio nos EUA deixaram de ir à escola pelo menos uma vez no mês anterior por preocupações com segurança — mais que o dobro do registrado em 1993.

 

O envolvimento em bullying — seja como vítima, agressor ou ambos — está associado a ansiedade, depressão, dificuldades psicossociais e comportamento autolesivo. Meninas são mais afetadas que meninos nos desfechos de saúde mental. A preocupação com violência escolar está associada a maior risco de sintomas de ansiedade generalizada e transtorno de pânico, e pesquisadores sugerem que essas preocupações podem ser uma das explicações para o aumento dos problemas de saúde mental entre adolescentes nas últimas décadas.

 

Muitos dos jovens envolvidos em violência escolar são, eles mesmos, vítimas de violência em outros contextos. Estudos mostram que transtornos relacionados a trauma (TEPT, transtorno de ajustamento, estresse agudo) na adolescência são fatores de risco para comportamento violento posterior. Violência gera violência — não por “maldade”, mas por mecanismos neurobiológicos e psicológicos que podem ser interrompidos com intervenção adequada.

 

A escola em que seu filho estuda faz diferença mensurável na saúde mental dele, e o clima escolar é o fator mais importante. Ele se refere à qualidade das relações dentro da comunidade escolar, ao senso de pertencimento, à segurança percebida e ao engajamento com a aprendizagem.

 

Um estudo longitudinal britânico demonstrou que melhor clima escolar (avaliado pelos próprios estudantes) foi associado a menor risco de depressão, menos dificuldades socioemocionais e maior bem-estar ao longo do tempo. Outro estudo realizado na Índia mostrou que a intervenção que melhorou o clima escolar reduziu sintomas depressivos, experiências de bullying e perpetração de violência.

 

Já um estudo dinamarquês com mais de 29.000 estudantes evidenciou que 27,5% deles experimentam pelo menos um tipo de desconexão social na escola: falta de apoio de colegas, falta de apoio de professores, baixa coesão de turma, não se sentir parte da comunidade escolar. Cada tipo de desconexão foi associado a mais problemas de saúde mental (depressão, ansiedade, estresse, ideação suicida, autolesão, transtornos alimentares).

 

Os impactos da violência nas escolas não são restritos aos alunos. A maioria das pesquisas foca em estudantes, mas pouco se sabe sobre o impacto em professores, funcionários, famílias e comunidades. Professores também são vítimas de violência escolar e sofrem consequências de saúde mental, mas raramente são incluídos em estudos ou intervenções.

 

O que nós, enquanto adultos responsáveis, podemos fazer?

– Converse regularmente com seus filhos sobre a escola, não apenas sobre notas, mas sobre relacionamentos, clima, segurança percebida

– Esteja atento a sinais de que algo não vai bem: mudanças de comportamento, resistência a ir à escola, sintomas de ansiedade ou depressão

– Conheça a escola: qual é a política anti-bullying? Existem programas de aprendizagem socioemocional? Como é o clima escolar?

– Seja uma presença: o envolvimento dos pais na vida escolar é fator de proteção

 

A violência escolar não é inevitável. Não é “coisa de criança”. Não é problema só da escola. É um problema de saúde pública com soluções conhecidas, que exige atenção, investimento e ação coordenada.

 

Cada criança que vai à escola com medo, que sofre bullying em silêncio, que carrega traumas não tratados, é uma criança cujo potencial está sendo comprometido, e cada escola que investe em clima positivo, em relações de qualidade, em prevenção baseada em evidências, está construindo não apenas estudantes mais saudáveis, mas uma sociedade mais saudável.

 

A pergunta não é apenas ‘a escola do meu filho é segura?’ É também: ‘o que estou fazendo para que todas as escolas sejam lugares onde crianças possam aprender, crescer e florescer sem medo?’

 

* Por Dra. Júlia Xavier, médica em saúde mental da infância, adolescência e adulto.

 

Fonte: Contauma

Saúde & Bem-estar

Pós-parto imediato exige atenção ao corpo para prevenção de disfunções futuras

Especialista alerta que dor, inchaço, alterações musculares e insegurança corporal fazem parte do período logo após o nascimento do bebê e exigem acompanhamento adequado para evitar impactos na qualidade de vida da mulher

 

O pós-parto imediato é um dos períodos de maior transformação no corpo da mulher, e não apenas do ponto de vista emocional. Flacidez, sensação de fraqueza e a preocupação com a diástase (separação dos músculos abdominais) estão entre as principais queixas das mulheres logo após o nascimento do bebê. Mas especialistas alertam que as mudanças vão além da estética: envolvem uma reorganização profunda de todo o corpo, especialmente da dinâmica entre abdômen e pelve.

 

Dor, inchaço, sensação de peso, escapes urinários e insegurança corporal podem surgir nas primeiras semanas e fazem parte desse processo de adaptação. Ainda assim, esses sinais não devem ser ignorados. Estudos indicam que cerca de 50% das mulheres apresentam algum tipo de disfunção no pós-parto, incluindo alterações no assoalho pélvico, no abdômen e na função muscular global.

 

Segundo a fisioterapeuta e doutora em Ginecologia e Obstetrícia Daniella Leiros, da Clínica Videlis, em Ribeirão Preto (SP), é comum que a atenção inicial fique concentrada apenas no abdômen, mas neste momento o corpo precisa ser compreendido de forma integrada. “No pós-parto, a mulher olha primeiro para seu abdômen, mas o que está acontecendo é uma reorganização do corpo todo. Abdômen e pelve funcionam em conjunto, e quando essa integração não é bem acompanhada, podem surgir dores, disfunções e insegurança corporal”, explica.

 

Alterações começam na gestação e seguem após o parto

 

As mudanças no corpo feminino começam ainda durante a gravidez. O crescimento do útero, as alterações hormonais e as adaptações posturais impactam diretamente a musculatura abdominal e pélvica, modificando a forma como essas estruturas funcionam em conjunto.

 

“A gestação já promove estiramento, perda de força e alteração de coordenação muscular. Isso afeta tanto o abdômen quanto a pelve, interferindo na sustentação dos órgãos, no controle das continências e na estabilidade do corpo”, afirma Daniella.

A diástase abdominal, por exemplo, é uma das queixas mais frequentes nesse período e está diretamente relacionada à dinâmica pélvica. Quando não acompanhada, pode contribuir para dor lombar, sensação de fraqueza, alterações posturais e sobrecarga da pelve.

 

Comum não é sinônimo de normal

 

Embora sintomas como desconforto, dor leve ou escapes urinários possam aparecer no início do pós-parto, a persistência desses sinais merece atenção. “Alguns sintomas podem surgir nas primeiras semanas, mas é importante lembrar que comum não é normal. Se há dor, perda urinária, sensação de peso ou limitação na rotina, o corpo está pedindo cuidado”, destaca a especialista.

Entre os principais sinais de alerta estão: perda urinária frequente, dor ao se movimentar ou durante a relação sexual, sensação de peso na pelve, dificuldade para retomar atividades físicas e insegurança com o próprio corpo.

 

Recuperar vai além de fortalecer

 

Daniella ressalta que a recuperação no pós-parto não se resume a fortalecer músculos isoladamente, mas a restabelecer a comunicação entre diferentes partes do corpo. “A gente olha para o todo: abdômen, respiração, postura, movimento. Quando essa integração acontece, a mulher recupera não só a função, mas também a confiança no próprio corpo”, explica.

 

No longo prazo, esse acompanhamento contribui para a retomada segura das atividades, melhora da relação corporal e prevenção de disfunções como incontinência urinária, dor pélvica e desconfortos persistentes.

“No fundo, não é só sobre recuperar o corpo. É sobre devolver autonomia, segurança e bem-estar para essa mulher que acabou de renascer junto com o bebê”, conclui Daniella Leiros.

 

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Amamentação sem romantização: os desafios reais do início da jornada materna

Especialista explica as principais dificuldades enfrentadas por mães no início da amamentação e como pequenas soluções podem ajudar nesse processo

 

Apesar de frequentemente associada a um momento natural e instintivo, a amamentação pode ser desafiadora para muitas mulheres, especialmente nos primeiros dias após o parto. Dor, fissuras nos seios, dificuldade na pega do bebê e até o vazamento de leite estão entre as principais queixas relatadas por mães no início dessa jornada.

 

De acordo com especialistas em amamentação, o processo exige adaptação, tanto do corpo da mulher quanto do bebê, e nem sempre acontece de forma imediata ou sem desconfortos. “Existe uma idealização muito forte em torno da amamentação, mas é importante falar sobre a realidade. Muitas mulheres enfrentam dificuldades físicas e emocionais nesse período, e isso precisa ser acolhido”, explica Mariana Kirst, gerente de marketing do Grupo Moas, empresa responsável pela Buba, marca brasileira reconhecida por desenvolver produtos que acompanham as diferentes fases da infância.

 

Entre os desafios mais comuns estão o ingurgitamento mamário (quando as mamas ficam excessivamente cheias e doloridas), a sensibilidade nos mamilos e o desperdício de leite causado por vazamentos involuntários ao longo do dia. Para lidar com essas situações, além de orientação profissional, alguns itens podem contribuir para tornar o processo mais confortável e funcional.

 

Com foco em acompanhar as diferentes fases da maternidade, a Buba desenvolve produtos que unem funcionalidade e conforto, contribuindo para tornar a rotina das mães mais prática e acolhedora, especialmente em momentos desafiadores como o início da amamentação.

 

As conchas coletoras de leite, por exemplo, ajudam a evitar o desperdício ao armazenar o leite que vaza naturalmente entre as mamadas. Já as rosquinhas protetoras auxiliam na proteção dos seios, especialmente em casos de fissuras ou sensibilidade, reduzindo o atrito com roupas e proporcionando mais conforto no dia a dia.

 

Outro aliado importante são as bolsas térmicas para os seios, que podem ser utilizadas tanto para aliviar dores quanto para estimular a descida do leite, dependendo da temperatura aplicada. “São recursos simples, mas que fazem diferença na rotina da mãe, principalmente nesse período de adaptação”, complementa Mariana.

 

Mais do que um ato instintivo, a amamentação é um processo que envolve aprendizado, paciência e, sobretudo, suporte. Trazer esse olhar mais realista contribui para reduzir frustrações e reforça a importância de uma rede de apoio para a mulher no pós-parto.

 

Sobre a Buba

 

Desde 2003 no mercado brasileiro, a Buba é referência em puericultura e produtos para a primeira infância até os 4 anos. Com foco em funcionalidade, segurança e inovação, a marca é uma parceira essencial das famílias, acompanhando momentos especiais do dia a dia: hora do soninho, do banho, da papinha, de cuidar, de passear e de brincar.

 

www.bubababy.com.br

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May Oliver: por uma vida com mais leveza e equilíbrio

A história de May Oliver no empreendedorismo nasceu de um momento de virada. Após seis anos atuando na saúde pública, em 2020 percebeu que ausência de doença não significa saúde

 

Ao adoecer e ver outras pessoas sem respostas para suas dores, decidiu buscar equilíbrio entre corpo e mente e encontrou na massoterapia seu propósito. Seu maior desafio foi transformar a mentalidade de quem busca apenas soluções paliativas.

 

Com o tempo, entendeu que seu trabalho é mostrar novos caminhos aos clientes, promovendo alívio, bem-estar e qualidade de vida. “O que me inspira são os resultados: cada dor cessada, cada movimento recuperado e cada cliente renovado”, afirma.

 

Os encontros com sua mentora Viviane Muri e seu mestre Toshiro Hishinuma foram marcos importantes que elevaram ainda mais a qualidade dos a qualidade dos seus atendimentos. Hoje, May atua como massoterapeuta clínica, ajudando pessoas a viverem com mais leveza e equilíbrio.

 

Para acompanhar o trabalho de May, siga o perfil no Instagram: @espacomayaalmeida, acesse o site: www.espacomayaalmeida.com.br, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 97007-8713.

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Andrea Miranda de Siqueira: quando o cuidado com o outro se transforma em caminho profissional

A trajetória de Andrea Miranda de Siqueira sempre esteve ligada à educação

 

Professora, com atuação em cargos de gestão, construiu sua carreira cuidando de pessoas e processos dentro do ambiente escolar. Em 2020, ano marcado pela pandemia, sua história tomou um novo rumo.

 

Após vivenciar situações de assédio moral em uma escola particular, passou a refletir sobre outros caminhos possíveis — onde pudesse exercer, de forma mais profunda, características que sempre fizeram parte de quem é: acolhimento, escuta, disponibilidade e foco no bem-estar.

 

Foi nesse momento que Andrea decidiu estudar psicologia analítica. Mesmo mantendo sua atuação na escola, iniciou uma transição cuidadosa e consistente, ampliando gradativamente os atendimentos clínicos. Hoje, concilia as duas frentes, com um olhar cada vez mais direcionado ao cuidado com a saúde mental.

 

O maior desafio ao longo dessa jornada tem sido a captação de novos pacientes — um processo que exige constância, visibilidade e confiança.

 

Ainda assim, sua motivação diária vem do desejo genuíno de promover saúde mental, bem-estar e ajudar pessoas a encontrarem equilíbrio entre o mundo interno e as exigências do mundo externo.

 

Seu trabalho acontece a partir da escuta clínica, de intervenções cuidadosas e do respeito ao tempo, aos limites e aos processos de cada paciente. Andrea acredita que, ao criar um espaço seguro, facilita para que o outro se escute, se olhe e se fortaleça para promover mudanças possíveis e necessárias.

 

Os momentos mais marcantes de sua trajetória são aqueles em que percebe que o paciente “virou a chave” — alcançando a autoaceitação, sem julgamento ou medo, e encontrando novas formas de enxergar as situações da vida.

 

Andrea define sua trajetória como desafiadora, porém rica em aprendizados. Hoje, além de educadora e psicopedagoga, atua como terapeuta junguiana, com o objetivo de auxiliar o sujeito a compreender quem realmente é, considerando também as mensagens do inconsciente, como os sonhos. Para ela, empreender no cuidado é, acima de tudo, persistir com propósito, estratégia e paciência.

 

Contatos

Whatsapp: (021) 99172-7111

Instagram: @andreasiqueira.terapia

Saúde & Bem-estar

Maio Vermelho reforça importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer bucal

A cirurgiã-dentista Flávia Rabello de Mattos alerta para os sinais da doença e destaca papel da informação e do acompanhamento odontológico preventivo

 

O mês de maio chama atenção para um tema fundamental de saúde pública: a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer bucal. A campanha Maio Vermelho busca conscientizar a população sobre os sinais da doença, fatores de risco e a importância do acompanhamento odontológico regular como forma de ampliar as chances de cura e preservar a qualidade de vida.

 

O câncer bucal pode atingir diferentes regiões da cavidade oral, como língua, gengiva, lábios, céu da boca, bochechas e assoalho bucal. Entre os principais fatores de risco, estão o tabagismo, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, a exposição solar sem proteção nos lábios, a infecção por HPV, além da má higiene bucal e da ausência de consultas preventivas.

 

Segundo a cirurgiã-dentista Flávia Rabello de Mattos, diretora do Centro de Reabilitação Rabello (CORR), no Rio de Janeiro, a informação é uma das principais ferramentas no combate à doença.

 

“Infelizmente, o câncer bucal ainda é diagnosticado, muitas vezes, em estágios avançados, justamente porque os sinais iniciais podem passar despercebidos. Por isso, campanhas como o Maio Vermelho são fundamentais para conscientizar a população sobre a importância do autoexame e das consultas periódicas ao dentista”, afirma.

 

Os sintomas iniciais costumam ser silenciosos e incluem feridas que não cicatrizam por mais de quinze dias, manchas avermelhadas ou esbranquiçadas, sangramentos, rouquidão persistente, dificuldade para mastigar, engolir ou falar, além de nódulos na região do pescoço. A orientação é procurar avaliação profissional diante de qualquer alteração.

 

A especialista destaca que a prevenção continua sendo o principal caminho para reduzir os riscos da doença. “Cuidar da saúde bucal vai muito além da estética. A boca frequentemente apresenta sinais importantes sobre o estado geral do organismo. Consultas preventivas, abandono do cigarro, redução do consumo alcoólico e hábitos saudáveis são atitudes que podem salvar vidas”, ressalta Flávia.

 

Quando identificado precocemente, o câncer bucal apresenta índices significativamente maiores de sucesso terapêutico. O tratamento pode envolver cirurgia, laserterapia, radioterapia, quimioterapia e acompanhamento multidisciplinar, dependendo do estágio da lesão.

 

Para a cirurgiã-dentista, o Maio Vermelho reforça um alerta importante sobre autocuidado e prevenção. “A odontologia moderna conta hoje com recursos avançados para diagnóstico e acompanhamento preventivo. O mais importante é que as pessoas entendam que pequenas mudanças de hábito e revisões periódicas podem fazer toda a diferença no diagnóstico precoce e no sucesso do tratamento”, conclui.

 

Sobre Flávia Rabello de Mattos

 

Localizada há mais de 30 anos na Tijuca, no Rio de Janeiro, a clínica Centro de Reabilitação Rabello (CORR) é dirigida pela cirurgiã-dentista Flávia Rabello de Mattos e se destaca por oferecer uma abordagem integrada e personalizada em reabilitação oral.

 

Flávia é a primeira doutora em Implantodontia do estado do Rio de Janeiro, pós-doutorada em engenharia dos materiais pelo IME-RJ, além de mestre e doutora em odontologia.

 

Site: draflaviarabellodemattos.com.br

@flaviarabellodemattosoficial

Saúde & Bem-estar

Por que você recupera o peso sempre? Descubra o motivo

O peso baixou, a roupa entrou melhor, a autoestima deu sinal de vida. Você pensou: “agora vai”.

 

Mas, alguns meses depois, tudo começou a voltar. Primeiro os beliscos. Depois a culpa. Depois o peso. E, junto com ele, aquela sensação amarga de estar falhando de novo. Só que talvez você não esteja falhando. Talvez você esteja tentando resolver, com dieta, uma fome que nunca foi de comida.

 

A ciência já mostra que recuperar peso depois de dietas restritivas é muito mais comum do que se imagina. Isso acontece porque a maioria dos métodos olha apenas para o prato, para as calorias, para o treino, para o número na balança. Mas não olha para a mulher que come.
Não olha para a ansiedade que aparece no fim do dia.

 

Para o cansaço de carregar tudo sozinha.

 

Para a raiva engolida.

 

Para a solidão dentro de uma casa cheia.

 

Para a culpa de querer cuidar de si.

 

Existe uma geração inteira de mulheres que aprendeu a suportar mais do que deveria.

 

Mulheres criadas para cuidar, agradar, dar conta, não incomodar, não desabar.

 

E quando a emoção não encontra espaço para sair, muitas vezes ela encontra caminho pela comida.

 

A comida acalma. Distrai. Premia. Silencia. Dá colo por alguns minutos.
O problema é que, depois, vem a culpa. E a culpa faz a mulher prometer que amanhã será diferente. Amanhã começa a dieta. Amanhã corta tudo. Amanhã fecha a boca. Amanhã vira outra pessoa.

 

Mas amanhã chega e a dor continua lá.

 

Porque o que está vazio não é o estômago.

 

A neurociência chama isso de comer emocional. A psicologia entende como uma forma de regulação ou evitação emocional. Mas muitas mulheres chamam simplesmente de fraqueza.

 

E esse é um dos maiores erros.

 

Não é fraqueza.

 

É uma estratégia que um dia funcionou. Em algum momento, comer foi o jeito possível de aliviar o que você não sabia nomear. O corpo aprendeu esse caminho. E, agora, repete.

 

Mesmo quando você não quer mais.
Por isso, emagrecer de forma duradoura exige mais do que força de vontade. Exige consciência. Exige escuta. Exige mudar a pergunta.

 

Em vez de apenas:

 

“O que eu posso comer?”

 

Talvez seja hora de perguntar: “O que eu estou sentindo quando como?”

 

“Que vazio estou tentando preencher?”

 

“Que parte de mim eu venho deixando para depois?”

 

A dieta pode até mudar o seu peso por um tempo, mas só a mudança interna muda a sua relação com a comida, com o corpo e com você mesma.

 

Porque o verdadeiro emagrecimento não começa quando você declara guerra ao prato. Começa quando você para de tratar seu corpo como inimigo e começa a escutar a mulher que ele vem tentando proteger.

 

* Emi Moraes, terapeuta especialista em emagrecimento Comportamental.
criadora do método “Emagreça de dentro pra fora
“Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”

 

WhatsApp: (21) 99512-2170

 

Instagram: @euemi_moraes

 

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