O vazio que a comida nunca preenche

Por Maximino Brügger Perez

|

17.07.2026 às 20h20m

Quando foi que você se perdeu de si mesma? Quando se tornou mãe e passou a viver em função de outra pessoa?

 

Quando escolheu a faculdade que agradava seus pais, e não a que fazia seu coração vibrar? Quando se casou e, aos poucos, foi dissolvendo os próprios sonhos nos sonhos da família?

 

A verdade é que, para dar conta da vida, muitas mulheres aprendem a vestir máscaras. Uma para o trabalho. Outra para a família. Outra para os filhos. E, a cada máscara, se afastam um pouco mais de quem realmente são. Até que um dia se olham no espelho e já não reconhecem a mulher que está ali.

 

Eu sei disso porque também me perdi. Houve um momento em que me vi jogada na cama, depois de perder meu segundo bebê. Eu já era mãe, desejava muito viver a maternidade outra vez e não conseguia. E, naquele vazio, uma pergunta me atravessou como uma lâmina: “Se eu não consigo nem ser mãe de novo, então para que eu sirvo? Quem sou eu?”

 

Doeu. Mas foi essa dor que virou a chave. Foi ali que comecei a buscar quem é a Emi de verdade para além dos papéis de mãe, esposa e terapeuta. Foi ali que comecei a me perguntar em que ponto eu havia me deixado para trás.

 

E deixa eu te contar uma coisa que poucas pessoas dizem com clareza: essa desconexão com quem você é tem tudo a ver com o seu peso.

 

Quando você se perde de si mesma, nasce um vazio. E comida nenhuma preenche esse vazio. Você pode comer tentando aliviar, anestesiar, compensar. Ainda assim, ele continua ali. Porque o que falta não é comida. É presença. É reconexão. É você.

 

Muitas vezes, o ganho de peso é parte dessa desconexão. É uma fome emocional que você não sabe nomear. Você abre a geladeira procurando alívio, mas não é comida que está buscando. É a si mesma. É a mulher que ficou para trás no meio de tantas exigências, dores e renúncias.

 

Por isso, dieta nenhuma funciona sozinha. Enquanto você não se reencontra, continua tentando preencher com comida um espaço que só a sua essência pode ocupar.

 

Mas existe uma boa notícia. Quando uma mulher desperta para quem é, além de todos os papéis, ela começa a se preencher de si mesma. Aprende a nutrir a alma, não apenas o corpo. E, pouco a pouco, seus hábitos mudam, porque ela já não precisa mais usar a comida para tapar buracos emocionais.

 

Essa reconexão é uma jornada. Não existe fórmula pronta, porque cada mulher carrega uma história única. Mas existe um caminho: voltar para dentro. Revisitar a menina que você foi. Lembrar do que ela sonhava. Perguntar onde ficou aquele brilho.

 

E, quando você se reencontra, acontece uma libertação profunda: a aprovação dos outros perde força. Porque, quando você sabe quem é, o olhar de fora já não define o seu valor.

 

Esse é o verdadeiro emagrecimento. Não o que aparece primeiro na balança, mas o que começa dentro.

 

Se você sente que se perdeu em algum ponto da sua jornada e está pronta para voltar para si, eu te convido a conhecer o Finalmente Magra. No acompanhamento individual é a minha mão estendida para caminhar ao seu lado nesse resgate, com profundidade, verdade e no seu ritmo.

 

Porque você não precisa de mais uma dieta.

 

Você precisa se reencontrar.

 

E, quando isso acontece, o corpo e a vida inteira finalmente seguem.

 

* Por Emi Moraes, terapeuta especializada em Emagrecimento Comportamental, criadora da metodologia “Emagreça de Dentro pra Fora”. “Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”.

 

WhatsApp: (21) 99512-2170

 

Instagram: @euemi_moraes

 

Áudios motivacionais gratuitos: clique aqui!

agentes

agentes de transformação

decisões. Dia do Palestrante

econômico

educacional

Empresas

eventos internacionais

holofotes

influencia

leitura

mercado de palestrantes

mundo corporativo

plateias

segmento

Speakers

universidades