Carreira & negócios

Da moda à cerâmica: Katia Saraiva transformou um recomeço em propósito

Depois de 20 anos trabalhando no setor de moda, área de sua formação, Katia Saraiva viu a vida profissional mudar de direção após uma separação

 

Era o início de um período de reinvenção, embora ela ainda não soubesse exatamente para onde aquele caminho a levaria. A resposta surgiu quase por acaso, em 2017, quando uma amiga a convidou para uma aula experimental de cerâmica. “Nunca mais tirei as mãos da argila”, lembra. O encontro despretensioso com o barro acabaria se transformando não apenas em uma nova profissão, mas em um novo projeto de vida.

 

Aos poucos, aquilo que havia começado como uma descoberta pessoal passou a chamar a atenção de outras pessoas. Katia começou a receber encomendas, participou de feiras e bazares e passou a ajudar como monitora no próprio ateliê onde fazia aulas. Nesse período, encontrou também incentivo dentro da família. “Tive minha atual sogra como uma grande incentivadora”, conta.

 

Enquanto aprendia e ensinava, sua produção aumentava e a possibilidade de transformar a cerâmica em um negócio começava a ganhar forma. Em 2021, Katia deu um passo decisivo e abriu seu espaço dentro do Néctar, em Vargem Grande, no Rio de Janeiro. Ali, a KS Cerâmica ganhou endereço e identidade, com a produção de peças exclusivas e personalizadas. O caminho como empreendedora, porém, exigiu persistência.

 

“No início, enfrentei os desafios comuns a muitos empreendedores: recursos limitados, necessidade de conquistar clientes e a construção de credibilidade em um mercado competitivo”, relata.

 

A saída foi investir em estudo, trabalho e na relação direta com um público que passou a reconhecer a identidade artesanal de suas criações. Com o tempo, Katia percebeu que o barro poderia transformar muito mais do que a própria história.

 

“Percebi que a cerâmica poderia ir muito além da produção de peças. Ela poderia ser uma ferramenta de desenvolvimento humano, geração de renda e inclusão social”, afirma.

 

A experiência como monitora e o contato com quem buscava aprender o ofício mostraram que havia espaço para compartilhar conhecimento. Katia desenvolveu, então, uma forma própria de ensinar, baseada na prática, no acolhimento e na liberdade criativa.

 

Em 2025, diante da crescente procura por aulas, nasceu a KS Escola, ampliando o trabalho que já era desenvolvido no ateliê. O espaço passou a reunir produção e formação, recebendo pessoas de diferentes idades e histórias. Além das aulas, Katia desenvolve oficinas e projetos de capacitação para jovens, adultos e comunidades.

 

“A combinação entre ateliê e escola permitiu criar um espaço onde as pessoas podem aprender, se expressar e descobrir novas oportunidades profissionais”, explica. Assim, aquilo que um dia representou a própria reinvenção passou também a abrir caminhos para outras pessoas.

 

Hoje, ao olhar para a trajetória iniciada naquela aula experimental de 2017, Katia mede o sucesso da KS Cerâmica para além das peças produzidas ou do crescimento da empresa.

 

“Minha maior conquista não é apenas o crescimento do negócio, mas o impacto gerado na vida das pessoas que passaram pelo ateliê e pela escola. Cada aluno formado, cada peça criada e cada projeto realizado reforçam a certeza de que empreender também pode significar construir oportunidades e transformar sonhos em realidade”, finaliza ela.

 

Serviço:

Instagram: ks_ceramica

Carreira & negócios

Whatsapp: as empresas têm direito a monitorar mensagens pessoais?

Nos dias atuas as pessoas não vivem sem o celular. Trocam pensagens praticamente o tempo todo pelo Whatsapp e outras redes sociais

 

Vou abordar um tema de interesse geral: desde o momento da contratação devem ser estabelecidas políticas claras.

A empresa pode monitorar as mensagens do Whatsapp e e-mails corporativos, pois o equilíbrio entre segurança e privacidade são fundamentais.

 

Algumas empresas proíbem que se acesse e-mails pessoais no computador da companhia. Se a sua permite e você faz uso é importante saber que não é ilegal que o monitoramento pessoal. Pode parecer surpreendente, mas a empresa tem esse direito.

 

Se o funcionário utilizar o WhatsApp Web no equipamento corporativo, autoriza indiretamente o acesso e a fiscalização dos conteúdos compartilhados, sem que isso seja considerado invasão de privacidade ou quebra de sigilo de correspondência.

 

O mais importante é estabelecer regras claras, transparência e respeito à privacidade dos funcionários. Precisando de assistência jurídica me envie uma mensagem ou ligue para o telefone (21) 98372-7981.

 

Artigo da advogada Mara Mendes, especialista em Direito civil, cidadania, trabalhista,  previdenciário,  consumidor, família e divórcio. Integrante da Comissão da Diversidade Religiosa.

Carreira & negócios

Três verdades desconfortáveis sobre fazer uma obra que podem economizar muito dinheiro e dor de cabeça

Quando alguém decide construir ou reformar, é comum que a atenção esteja voltada para acabamentos, revestimentos, móveis e decoração

 

Afinal, essa é a parte mais encantadora do processo. Mas existe uma etapa muito mais importante, que acontece antes mesmo do primeiro tijolo ser colocado: o planejamento.

 

Como arquiteta, acompanho diariamente clientes que chegam até mim depois de enfrentarem problemas que poderiam ter sido evitados com um projeto bem elaborado. E a verdade é que uma obra bem-sucedida não depende apenas de bons profissionais ou de um bom orçamento.

 

Ela começa com organização, estratégia e decisões tomadas antes do início da execução. Por isso, quero compartilhar três verdades que muitas pessoas só descobrem quando a obra já começou.

 

1. Comprar materiais sem um projeto pode gerar desperdício de até 30%

 

Muitas pessoas acreditam que comprar materiais antes de contratar um arquiteto representa economia. Na prática, acontece justamente o contrário. Sem um projeto arquitetônico detalhado, é comum adquirir quantidades maiores do que o necessário ou escolher materiais incompatíveis com o espaço e com a execução da obra. O resultado são sobras, trocas, atrasos e um desperdício que pode chegar a 30%.

 

O projeto funciona como um verdadeiro guia. Ele define medidas, especifica materiais, orienta fornecedores e permite compras muito mais assertivas, evitando gastos desnecessários e reduzindo significativamente os imprevistos.

 

2. O barato sai caro quando você economiza na mão de obra básica, elétrica e hidráulica

 

Uma das decisões mais perigosas durante uma obra é contratar profissionais apenas pelo menor preço. Instalações elétricas e hidráulicas mal executadas podem gerar infiltrações, vazamentos, curtos-circuitos, retrabalho e prejuízos muito maiores do que o valor que aparentemente foi economizado.

 

Da mesma forma, uma mão de obra despreparada compromete acabamentos, aumenta o tempo da obra e gera custos extras que poderiam ser evitados. Investir em profissionais qualificados e trabalhar com um projeto arquitetônico completo significa reduzir riscos, garantir segurança e proteger o investimento realizado.

 

3. Um projeto economiza tempo e evita discussões familiares

 

Pouca gente fala sobre isso, mas obras também afetam relacionamentos. Quando não existe planejamento, as decisões passam a ser tomadas durante a execução. Cada compra vira uma dúvida. Cada mudança gera um custo inesperado. Cada atraso aumenta a ansiedade.

 

É nesse momento que surgem os conflitos entre o casal, entre familiares e até entre clientes e fornecedores. Um projeto arquitetônico bem desenvolvido antecipa essas decisões. Nele, o cliente consegue visualizar o resultado antes da obra começar, definir materiais, entender custos e alinhar expectativas. Isso torna todo o processo mais tranquilo, organizado e muito menos estressante.

 

Planejamento é investimento, não despesa

 

Existe uma ideia equivocada de que contratar um arquiteto aumenta o custo da obra. Na realidade, acontece exatamente o contrário.

O projeto arquitetônico organiza cada etapa, otimiza recursos, evita desperdícios, reduz retrabalhos e oferece mais segurança para que cada decisão seja tomada com consciência.

 

Mais do que desenhar ambientes bonitos, o arquiteto cria soluções que unem estética, funcionalidade, conforto e inteligência construtiva. É um trabalho que acompanha todas as fases do processo, desde o conceito inicial até a execução, garantindo que o sonho saia do papel da melhor forma possível.

 

Construir ou reformar é um investimento importante. E investir em planejamento é a maneira mais inteligente de proteger esse patrimônio. E você, já passou por algum perrengue em uma obra por falta de planejamento?

 

Beth Dias é arquiteta e atua no desenvolvimento de projetos residenciais, comerciais e corporativos, criando espaços que unem criatividade, técnica, funcionalidade e sensibilidade. Acompanha todas as etapas da obra, do conceito inicial à execução, oferecendo um processo seguro, planejado e eficiente para seus clientes.

 

WhatsApp: (21) 99628-4790

 

Instagram: @bethdiasarquiteta

 

Site: https://www.bethdiasarquiteta.com.br/

Carreira & negócios

Blinmy conecta TV, redes sociais e comportamento do consumidor

Há 11 anos no mercado, agência liderada por Paula Cardoso e Luciana Braga transforma dados em estratégias de conteúdo que unem narrativas televisivas e digitais em um único ecossistema de entretenimento e consumo multitelas; empresa projeta faturamento de R$ 5 milhões até dezembro de 2026

 

Em um cenário em que a atenção do público está dividida entre televisão, plataformas digitais e diferentes formatos de consumo de conteúdo, compreender o comportamento das audiências se tornou um diferencial estratégico para marcas e empresas. É nesse contexto que a Blinmy consolida sua atuação há 11 anos, desenvolvendo estratégias que conectam narrativas televisivas e digitais para construir experiências integradas e relevantes.

 

Especializada em estratégia, inteligência e criação de conteúdo, a agência acompanha a evolução do mercado e transforma dados em insights acionáveis, capazes de orientar decisões de comunicação alinhadas à cultura, às tendências e ao comportamento do consumidor. O objetivo é criar movimentos que façam sentido para as marcas e, ao mesmo tempo, dialoguem de forma genuína com as conversas que acontecem nas diferentes plataformas.

 

Reflexo desse posicionamento estratégico e da expansão de sua atuação, a Blinmy projeta encerrar 2026 com faturamento de R$ 5 milhões, impulsionada pela crescente demanda de empresas e grandes criadores por soluções que unem inteligência de dados, criatividade e análise de comportamento para orientar decisões de comunicação e negócios.

 

Nos últimos anos, a Blinmy ampliou sua atuação em Social Listening, utilizando ferramentas de monitoramento e análise para identificar tendências, compreender percepções do público e antecipar oportunidades de comunicação. A metodologia permite desenvolver campanhas mais assertivas, conectadas ao contexto e capazes de gerar impacto tanto no ambiente digital quanto em outras frentes de mídia.

 

“A comunicação deixou de ser uma via de mão única. As marcas precisam ouvir antes de falar. Quando entendemos o que mobiliza as pessoas, quais conversas estão acontecendo e como a cultura influencia o consumo, conseguimos desenvolver estratégias mais inteligentes, relevantes e com potencial real de gerar conexão. Nosso papel é transformar informação em ação e criar narrativas que façam sentido em todas as telas”, afirma Paula Cardoso, sócia da Blinmy.

 

Na avaliação de Luciana Braga, essa integração também exige uma leitura constante da evolução do consumo de conteúdo. “Hoje, as pessoas transitam entre diferentes telas e plataformas de forma natural. Por isso, nosso trabalho é construir estratégias que acompanhem essa jornada, conectando dados, criatividade e repertório cultural para que as marcas participem das conversas de maneira relevante, independentemente do canal”, destaca.

 

Com soluções eficazes, a agência reforça sua proposta de simplificar desafios complexos da comunicação contemporânea, desenvolvendo projetos que fortalecem a presença de marcas em um ambiente cada vez mais dinâmico, conectado e orientado pelo comportamento do público.

 

Podcastedinhotaon

Carreira & negócios

Ex-diarista, jovem de 22 anos comanda duas franquias no interior de São Paulo

Gabriela Torrezan transformou a experiência na limpeza em uma forma de liderar baseada na valorização das profissionais

 

Durante muito tempo, Gabriela Torrezan entrou na casa de outras pessoas para trabalhar. Carregava baldes, panos e produtos de limpeza e, como milhares de diaristas brasileiras, ajudava famílias a manterem a rotina em ordem. Enquanto exercia a profissão, uma pergunta passou a acompanhá-la: por que um trabalho tão essencial ainda era tão pouco valorizado?

 

Hoje, aos 22 anos, ela é proprietária de duas unidades da Mary Help, em Jacareí e Campinas, no interior paulista. A função mudou, mas não a forma de enxergar a profissão que marcou o início da sua trajetória.

 

“Eu sempre me perguntava por que não poderia ir além e construir algo maior. Foi daí que nasceu o sonho de ter uma empresa que valorizasse as diaristas, porque eu sei, na prática, a importância dessa profissão. Sem elas, uma empresa, um hospital ou uma casa não funcionam”.

 

A reflexão da jovem dialoga com uma realidade nacional. Segundo a PNAD Contínua do IBGE, o Brasil tem cerca de 5,9 milhões de trabalhadores domésticos, mais de 90% deles mulheres. Embora desempenhem um papel indispensável na rotina de milhões de famílias, essas profissionais ainda convivem com baixos rendimentos e elevada informalidade.

 

Foi essa vivência que Gabriela levou para o empreendedorismo. Antes de investir, pesquisou diferentes modelos de franquia até encontrar na Mary Help uma empresa que, segundo ela, compartilhava o mesmo princípio de valorização das diaristas. “Conheci outras franquias antes de decidir. Escolhi a Mary Help porque percebi que as diaristas eram vistas como parte mais importante da operação. Isso fez toda a diferença para mim”.

 

A decisão de empreender, no entanto, não veio sem inseguranças. “O maior medo sempre foi o ‘e se?’. E se der certo? E se der errado? Essas dúvidas fazem parte da vida de qualquer empreendedor. Mas entendi que o medo não pode decidir por nós. É preciso acreditar no projeto e entender que os erros também fazem parte do aprendizado”.

 

Pouco depois da inauguração da unidade de Jacareí, a procura pelos serviços confirmou o potencial da região. Para Gabriela, isso reflete uma mudança na rotina das famílias, que cada vez mais recorrem às diaristas para conciliar trabalho, filhos e os cuidados com a casa. “A unidade já começou com uma excelente procura por clientes. Sempre acreditei no potencial da cidade e quero continuar crescendo. Meu objetivo é chegar a dez unidades nos próximos anos”.

 

Embora fale sobre expansão, ela afirma que o maior compromisso continua sendo o mesmo que nasceu quando ainda trabalhava como diarista: fazer com que essas profissionais se sintam respeitadas. “Você atrai aquilo em que acredita. Eu acredito na coragem, no respeito e na valorização das pessoas”.

 

A trajetória de Gabriela vai além de uma história de empreendedorismo precoce. Ela mostra como a experiência pode moldar a forma de liderar. Antes de administrar duas unidades da Mary Help, ela conheceu a realidade de quem está na linha de frente. E foi justamente essa vivência que decidiu levar para dentro do negócio que construiu, lembrando todos os dias que, por trás de cada casa organizada, existe uma profissional cujo trabalho sustenta a rotina de milhares de famílias.

Carreira & negócios

Como a experiência digital passou a definir o sucesso de salões e clínicas

Durante muito tempo, a competitividade entre salões de beleza, clínicas estéticas e outros negócios de serviços esteve diretamente ligada à localização

 

Estar em uma rua movimentada, contar com boas indicações e oferecer preços acessíveis era suficiente para atrair clientes. A digitalização, porém, mudou essa lógica ao colocar todos os estabelecimentos na mesma vitrine. Hoje, a primeira disputa ocorre antes mesmo do consumidor sair de casa, ou seja, na tela do celular.

 

A jornada de compra começa nas redes sociais, nas avaliações do Google ou em uma mensagem enviada pelo WhatsApp. O cliente observa fotos dos trabalhos realizados, lê comentários de outros consumidores, verifica se o perfil é atualizado com frequência e, muitas vezes, testa a velocidade de resposta do atendimento.

 

Se encontra dificuldade para obter informações ou para agendar um horário, ele simplesmente segue para o próximo concorrente. A reputação digital se tornou o novo boca a boca, com a diferença de que ela é pública, permanente e acessível até para quem nunca teve contato com o estabelecimento.

 

A experiência começa antes do atendimento
O comportamento do consumidor mudou de forma significativa nos últimos anos. O tempo de espera deixou de ser encarado como algo natural. Quem envia uma mensagem perguntando sobre um procedimento ou tentando marcar um horário espera uma resposta quase imediata, independentemente do horário em que entrou em contato.
O problema é que a maioria dos pequenos negócios não possui uma equipe dedicada exclusivamente ao atendimento. Em muitos salões e clínicas, quem responde às mensagens é a própria profissional, entre um cliente e outro. Isso faz com que oportunidades sejam perdidas diariamente, principalmente fora do horário comercial.
É justamente por isso que a automação não pode ser opcional. Ferramentas de atendimento inteligente, conseguem responder a dúvidas frequentes, consultar horários disponíveis, realizar agendamentos e enviar confirmações automaticamente, mantendo uma conversa natural com o cliente. Na prática, elas ampliam a capacidade de atendimento sem comprometer a qualidade da experiência.
  • Outro avanço importante está na automação dos lembretes de consultas e procedimentos. Além de reduzir faltas e cancelamentos por esquecimento, tais comunicações tornam o relacionamento mais organizado e reduzem o tempo gasto com tarefas operacionais.

 

O diferencial está nos dados e no relacionamento
Apesar da evolução tecnológica, muitos estabelecimentos ainda cometem o      erro comum      de enxergar os canais digitais apenas como vitrines. Mantêm perfis nas redes sociais, mas demoram horas para responder às mensagens, oferecem um processo de agendamento confuso ou interrompem a comunicação com os clientes entre uma visita e outra.
Além disso, mais um equívoco é ignorar as informações que o próprio negócio produz. Histórico de agendamentos, frequência de retorno, horários mais procurados e períodos de menor movimento são dados que ajudam a compreender o comportamento dos clientes e permitem decisões estratégicas.
A disputa entre salões e clínicas tende a ocorrer cada vez menos pela localização física e cada vez mais pela qualidade da experiência digital. Atendimento rápido, comunicação personalizada e capacidade de antecipar as necessidades do cliente devem se tornar expectativas básicas do consumidor. Portanto, os negócios que conseguirem transformar tecnologia em conveniência terão mais chances de construir relacionamentos duradouros e crescer de forma consistente.
* Por Davi Iglesias, CEO da Gendo, plataforma de agendamento online e gestão voltada para micro, pequenas e médias empresas. – E-mail: [email protected].
Sobre a Gendo
Fundada em 2014, a Gendo é uma plataforma de agendamento online e gestão voltada para micro, pequenas e médias empresas em diversos segmentos. Com soluções acessíveis e completas — que incluem agenda digital, controle financeiro, emissão de notas fiscais, gestão de equipe e integração com o WhatsApp — a empresa já ajudou mais de 58 mil negócios a otimizar seu tempo, aumentar sua receita e melhorar a experiência dos clientes. Ao longo de sua trajetória, a Gendo processou mais de 200 milhões de agendamentos e transacionou R$ 2 bilhões em operações para seus usuários. Para saber mais, acesse: https://www.gendo.com.br.
 
Carreira & negócios

Nat Benevides: transformando histórias em marcas inesquecíveis

Em um mercado cada vez mais competitivo, em que muitas empresas oferecem produtos e serviços de qualidade, destacar-se vai muito além de uma boa entrega

 

Foi a partir dessa percepção que Nat Benevides construiu sua trajetória profissional e fundou a NB2 Consultoria.

Conhecida como “tradutora de histórias em marcas” , Nat desenvolveu uma metodologia que ajuda empreendedores e empresas a identificarem sua verdadeira essência e transformá-la em posicionamento estratégico, narrativa autêntica e comunicação clara.

 

Seu trabalho parte da convicção de que muitos negócios possuem valor, mas nem sempre conseguem transmitir esse valor ao mercado de forma eficiente. À frente da NB2 Consultoria, ela dedica sua atuação a revelar aquilo que torna cada marca única.

 

Em vez de seguir fórmulas prontas ou criar identidades artificiais, seu processo busca compreender profundamente a história, os diferenciais e a essência de cada negócio para construir marcas fortes, coerentes e memoráveis.

 

Foi dessa visão que nasceu o método HISTORI-SE, uma abordagem que permite que empresas deixem de competir exclusivamente por preço e passem a ser reconhecidas por sua autenticidade e propósito.

 

Ao longo de sua trajetória, Nat já participou da construção e do fortalecimento de mais de 500 marcas, ajudando empreendedores a transformarem experiências, valores e histórias em posicionamentos relevantes.

 

“Mais do que desenvolver estratégias de branding, meu trabalho contribui para que empresas encontrem clareza sobre quem são, como desejam ser percebidas e qual legado pretendem construir.”

 

Para Nat, toda marca possui uma história que merece ser contada de forma genuína e estratégica. Com uma atuação focada em identidade, posicionamento e construção de valor, seu objetivo é ajudar empreendedores a ocuparem seu espaço no mercado com mais confiança, consistência e conexão com seu público. Afinal, como ela mesma acredita, histórias invisíveis podem se transformar em marcas inesquecíveis.

 

Para acompanhar o trabalho de Nat Benevides, siga o perfil no Instagram: @natbenevidesbrands, ou entre em contato pelo número: (21) 99784-1234.

Carreira & negócios

Integrando imagem, voz e inteligência emocional para fortalecer mulheres

Em um mercado onde muitas mulheres possuem talento, competência e conhecimento, mas ainda encontram dificuldade para se posicionar com segurança, nasceu o Mulheres que Comunicam

 

O método foi criado pela consultora de imagem Chris Berbat e pela fonoaudióloga Patricia Conci, unindo suas experiências para desenvolver a comunicação pessoal de forma completa, integrando estratégia de imagem, oratória e inteligência emocional.

 

“Enquanto a imagem comunica antes mesmo da primeira palavra, a oratória fortalece a mensagem e a inteligência emocional sustenta a confiança necessária para ocupar espaços com autenticidade.”

 

Ao longo de sua trajetória, o MC já impactou centenas de mulheres por meio de mentorias, treinamentos, palestras e eventos.

 

Mais do que formar boas comunicadoras, o propósito do projeto é transformar mulheres em empreendedoras de si mesmas: mulheres capazes de expressar seu valor, fortalecer sua presença e construir uma vida alinhada ao seu potencial.

 

Para acompanhar o Mulheres que Comunicam, siga o perfil no Instagram: @mc.mulheresquecomunicam, ou entre em contato pelo número: (21) 99412-2662.

Carreira & negócios

Mulheres são 84% na gestão de viagens corporativas, mas homens seguem com salários mais altos, diz pesquisa

Estudo traça o perfil dos profissionais responsáveis por um mercado que faturou R$ 147,8 bilhões em 2025

 

Responsáveis por coordenar uma atividade que movimentou R$ 147,8 bilhões no Brasil em 2025, os gestores de viagens corporativas vêm assumindo um papel cada vez mais estratégico dentro das empresas. De acordo com o Levantamento de Viagens Corporativas (LVC), realizado pela FecomercioSP em parceria com a Associação Latino-Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), o setor registrou faturamento recorde no ano passado, com crescimento de 6,3% em relação a 2024.

 

É o que mostra o estudo “Panorama do Gestor de Viagens no Brasil 2026: desafios, oportunidades e expectativas”, patrocinado pela Paytrack em parceria com a ALAGEV, que ouviu 119 profissionais entre março e abril deste ano. A pesquisa liderada pela ALAGEV indica que a gestão de viagens corporativas atravessa um momento de transformação. Ao mesmo tempo em que assume maior relevância estratégica nas empresas, a área ainda busca avanços em eficiência operacional, integração tecnológica e valorização profissional.

 

Por trás desses números estão profissionais que administram políticas de viagens, controle de despesas, negociação com fornecedores, compliance e experiência dos viajantes, além de uma série de responsabilidades que extrapolam a gestão da mobilidade corporativa. A área, de acordo com a pesquisa, é composta majoritariamente por mulheres, que representam 84% dos respondentes, enquanto os homens correspondem a 16%.

 

Em relação à faixa etária, predominam profissionais entre 35 e 44 anos, grupo que representa 45% da amostra, seguidos pelos gestores entre 45 e 54 anos, que correspondem a 23% dos entrevistados. O levantamento também aponta um elevado nível de qualificação. Mais da metade dos profissionais possui pós-graduação lato sensu ou MBA (55%), 35% têm graduação e 70% investem em cursos e certificações voltados à área.

 

Diferença salarial

 

O estudo chama a atenção para questões relacionadas à valorização da carreira. Embora as mulheres representem 84% dos profissionais da gestão de viagens corporativas, elas continuam mais concentradas nas faixas salariais inferiores. A pesquisa mostra que 61% dos gestores recebem até R$ 8 mil por mês. Entre as mulheres, a concentração é maior nas faixas de até R$ 5 mil e entre R$ 5 mil e R$ 8 mil. Já os homens, de acordo com a pesquisa, aparecem proporcionalmente nas faixas salariais mais elevadas, com salários que podem ultrapassar os R$ 12 mil.

 

Multifuncionais

 

A pesquisa mostra que a gestão de viagens raramente atua de forma isolada dentro das empresas. Além das responsabilidades relacionadas à mobilidade corporativa, 74% dos profissionais também respondem por outras áreas, como recursos humanos, compras, facilities, financeiro e eventos. O perfil encontrado pela pesquisa é composto majoritariamente por profissionais experientes. Cerca de 43% atuam há mais de dez anos no setor, o que ajuda a explicar a ampliação de suas responsabilidades e participação em decisões corporativas.

 

“A gestão de viagens deixou de ser uma atividade predominantemente operacional. Hoje, o profissional participa de discussões relacionadas à eficiência financeira, governança e experiência dos colaboradores, o que exige atualização constante e uma atuação multidisciplinar”, diz a executiva.

 

Desafios da operação

 

Entre os principais desafios enfrentados pelos gestores de viagens corporativas, a redução de custos aparece em primeiro lugar, apontada por 73% dos entrevistados. Em seguida aparecem questões relacionadas a compliance (60%), a falta de integração entre sistemas e processos, citada por 54%, e o engajamento dos viajantes, apontado por 52% dos respondentes.

 

“Os desafios da área deixaram de estar concentrados apenas na gestão de orçamento. Hoje existe uma combinação de fatores que envolve tecnologia, dados, governança e comportamento dos viajantes. Isso exige uma atuação cada vez mais estratégica dos gestores”, afirma a diretora-executiva da ALAGEV.

 

Era digital

 

Embora a tecnologia tenha avançado na gestão de viagens corporativas, o estudo aponta que a transformação digital ainda está em curso. Apenas 30% das operações possuem alto nível de automação, enquanto 71% dos gestores ainda convivem com processos manuais em alguma etapa da operação.

 

Ao mesmo tempo, o uso de ferramentas digitais já é uma realidade para boa parte das empresas. Os Online Booking Tools (OBTs) estão presentes em 85% das operações, sistemas de Business Intelligence em 68% e ERPs (Enterprise Resource Planning, ou Planejamento de Recursos da Empresa) em 64% dos casos. A Inteligência Artificial também começa a ganhar espaço. Segundo a pesquisa, 91% dos gestores já utilizam algum tipo de IA em suas atividades, embora apenas 7% contem com a tecnologia integrada diretamente às plataformas de gestão.

 

O movimento acompanha uma tendência observada em diferentes setores, na qual o uso de dados, a automação e a capacidade de gerar resultados passam a ocupar papel central nas decisões corporativas. A própria digitalização aparece como prioridade de investimento para 48% das empresas ouvidas no estudo, sinalizando o caminho que deverá orientar a evolução da área nos próximos anos, seguida por negociação (23%), segurança (10%) e iniciativas relacionadas a ESG (6%).

 

A qualidade das informações disponíveis também aparece como um desafio relevante. O levantamento mostra que 44% dos gestores consideram ter apenas uma precisão moderada dos dados utilizados na operação. Outros 17% relatam baixa confiabilidade das informações e 11% afirmam trabalhar com dados fragmentados ou sem precisão consistente.

 

A situação torna-se ainda mais crítica em operações altamente dependentes de processos manuais. Nesses casos, 83% dos profissionais afirmam não confiar totalmente nos próprios dados, o que pode afetar processos como tomada de decisão, negociação com fornecedores, controle financeiro, compliance e previsibilidade operacional.

 

Carreira & negócios

Empreendedora Viviane Fortes: quando a resiliência transforma desafios em propósito

Empreendedora há mais de 20 anos, Viviane Fortes construiu uma trajetória marcada pela capacidade de transformar desafios em oportunidades e conexões em crescimento

 

Formada em Tecnologia da Informação, iniciou sua carreira nessa área, mas ao longo da vida descobriu uma nova forma de empreender, unindo estratégia, relacionamento e o universo das semijoias.

Sua história ganhou novos contornos com a maternidade.

 

O nascimento da filha, Gabrielle, coincidiu com um momento delicado de saúde, quando precisou implantar um marcapasso. A experiência, que poderia representar um obstáculo, tornou-se um marco de superação e mudança de perspectiva. Viviane passou a enxergar cada desafio como parte da lapidação do maior patrimônio que possui: a própria vida.

 

“Essa visão fortaleceu minha convicção de que é possível transformar vulnerabilidade em força e propósito”, explica.

 

Foi dessa experiência que surgiu uma forma diferente de atuar no mercado. Mais do que comercializar semijoias, Viviane desenvolveu um trabalho baseado em consultoria, ajudando mulheres a fortalecerem sua presença, sua autoestima e sua identidade por meio de peças que carregam significado. Para ela, cada joia representa uma extensão da história de quem a usa e uma oportunidade de criar conexões verdadeiras.

 

A crença no poder dos relacionamentos também motivou a criação do projeto Nós Empreendemos, em 2022. A iniciativa nasceu com o propósito de reunir mulheres empreendedoras, incentivar parcerias, ampliar a visibilidade de negócios e mostrar que o networking é um dos ativos mais valiosos para quem deseja crescer de forma sustentável.

 

Escritora e coautora do livro “Histórias que conectam, vidas que inspiram” e embaixadora da Editora I-Mulheres, Viviane incentiva outras mulheres a compartilharem suas próprias trajetórias, acreditando que cada história tem o potencial de inspirar novas conquistas. Sua caminhada demonstra que resiliência, colaboração e propósito podem transformar experiências pessoais em um legado capaz de impactar muitas vidas.

 

Para acompanhar o trabalho de Viviane Fortes, siga o perfil no Instagram: @vivifortes.semijoias, ou entre em contato pelo número: (21) 99207-5456.