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Formada em Letras (Português e Literatura), Lenora Cavalieri imaginava que o futuro seria dentro da sala de aula
Mas, aos 28 anos, um convite para colaborar na produção de um desfile beneficente de noivas, realizado no Clube Municipal, na Tijuca, mudou completamente sua trajetória.
O evento, que contou com nomes como Marisa Gata Mansa e Altamiro Carrilho, foi um sucesso e revelou uma vocação que definiria sua carreira. Logo vieram outros eventos beneficentes, até que Lenora percebeu que poderia transformar aquela paixão em profissão.
Buscou formação em teatro, maquiagem e caracterização, ampliando sua visão criativa, e passou a produzir desfiles para grandes marcas, como a primeira C&A do Brasil, no Méier, além de concursos de beleza realizados em hotéis como Sheraton e Othon. Quando decidiu morar no Recreio dos Bandeirantes, encontrou um novo desafio.
Convidada pela Acibarra, criou o Grupo Feliz Idade, reunindo inicialmente mais de 80 mulheres e, pouco tempo depois, centenas de participantes em encontros, palestras e atividades voltadas ao público 50+, em uma época em que praticamente não existiam iniciativas desse tipo na região.
Seu olhar empreendedor também deu origem ao Clube do Chá, criado a convite do Rock in Rio Café para movimentar as tardes da casa. Em 2002, Lenora ainda recebeu a honraria de ser convidada para a primeira Secretaria Especial da Terceira Idade da Prefeitura do Rio de Janeiro.
Outro destaque de sua jornada foi a criação do projeto Universidade da Maturidade, que começou no campus Tom Jobim da Estácio de Sá e logo foi instaurado também em outros campi da faculdade.
“Acompanhei de perto o crescimento do Recreio e lembro que a Utilità já era referência para moradores e empresários. Muitos dos parceiros conquistados ao longo da minha carreira surgiram por meio da revista, que considero uma das grandes responsáveis por fortalecer o networking da região.”

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Luana Oliveira: da engenharia ao mercado financeiro, um percurso movido pela coragem
Mudar de carreira depois de anos de atuação em uma profissão consolidada exige coragem
Foi exatamente esse desafio que Luana Oliveira decidiu abraçar ao aceitar o convite de um ex-chefe executivo da TV Globo para ingressar na Ademicon e iniciar uma nova etapa profissional. Engenheira com pós-graduação em Finanças, ela nunca havia atuado na área comercial nem na prospecção de clientes.
O início trouxe inseguranças, mas também a certeza de que grandes conquistas começam quando aceitamos sair da zona de conforto. Determinada a aprender, passou a investir em conhecimento, desenvolvimento pessoal e dedicação diária para construir sua nova carreira.
A família sempre foi sua maior inspiração. É nela que Luana encontra os valores que orientam suas escolhas e o incentivo para seguir em frente diante dos desafios. Essa base fortalece sua convicção de que persistência e comprometimento fazem parte de qualquer jornada de sucesso.
“Atualmente, meu trabalho vai além das soluções financeiras. Como consultora da Ademicon, auxilio pessoas e empresas a transformarem planejamento em patrimônio,utilizando estratégias de consórcio e investimento para tornar possíveis objetivos como a compra da casa própria,do primeiro carro, a realização de viagens, cirurgias e outros projetos de vida.”
Entre os momentos mais marcantes de sua trajetória, está a primeira venda. O toque do sino, símbolo de conquista, representou muito mais do que um contrato fechado: confirmou que a decisão de recomeçar havia valido a pena e que um novo caminho estava sendo construído.

Para acompanhar o trabalho de Luana, siga o perfil no Instagram: @consultora __ luana2026, no LinkedIn: www.linkedin.com/in/luanarocha, ou entre em contato pelo número: (21) 98836-5388.
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O que a maratona ensina sobre liderança? CEO da Solucz liga disciplina à busca por resultados
Suellen Fugie, que completou sua primeira maratona em Porto Alegre em 2026, compara a preparação para os 42 quilômetros aos desafios da gestão e destaca coragem, resiliência e comprometimento
A preparação para uma maratona e a liderança de uma empresa podem parecer desafios de universos completamente diferentes. Para Suellen Fugie, CEO da Solucz, no entanto, as duas jornadas têm muito em comum: exigem disciplina, coragem, resiliência e, principalmente, comprometimento com um objetivo que não pode ser alcançado de uma hora para outra.
Em 2026, Suellen decidiu elevar a própria régua também no esporte. Depois de já ter participado de algumas meias-maratonas, a executiva encarou pela primeira vez os 42,195 quilômetros na Maratona de Porto Alegre.
A estreia na distância representou um desafio físico e mental construído ao longo de meses de preparação, muito antes de ela cruzar a linha de largada.
“A maratona fez eu me conhecer demais. Eu consegui conquistar esse objetivo porque sempre fui do time das pessoas que gostam de fazer coisas difíceis”, afirmou Suellen, em entrevista ao Comando Talks, da Comando News.
Moradora de Curitiba, ela também precisou incorporar à preparação os desafios de disputar uma prova fora de casa. Além dos meses de treinamento físico, uma maratona em outra cidade envolve deslocamento, organização da viagem, alimentação, descanso, adaptação ao ambiente e planejamento para chegar à largada nas melhores condições possíveis.
É justamente nesse conjunto de fatores que Suellen identifica paralelos com o ambiente empresarial. Para a executiva, existe uma relação direta entre algumas das competências necessárias para completar uma maratona e aquelas exigidas de quem ocupa uma posição de liderança.
Assista ao episódio completo do Comando Talks com Suellen Fugie
“A maratona é muito próxima para mim da liderança, porque na liderança você precisa ter algumas skills, e uma delas é a coragem. É disciplina também, resiliência e comprometimento com um objetivo”, destacou.
A comparação passa principalmente pela construção do resultado. Uma maratona não começa na linha de largada. Antes da prova, são necessárias semanas ou meses de treinamento, aumento progressivo das distâncias, adaptação aos momentos de dificuldade e capacidade de manter a rotina mesmo quando o resultado final ainda parece distante.
No ambiente empresarial, a lógica é semelhante. Metas mais ambiciosas exigem planejamento, execução diária, acompanhamento dos resultados e capacidade de atravessar períodos em que aquilo que foi projetado ainda não apareceu. Mais do que intensidade em momentos isolados, é a consistência ao longo do percurso que permite avançar.
“Eu sempre tive essa ambição, sempre gostei de aumentar a minha régua. E fui aumentando essa régua, porque correr uma maratona também não é tão simples assim. Não é: não corro nada e amanhã estou correndo uma maratona”, explicou.
A passagem das meias-maratonas para os 42 quilômetros representa justamente essa construção gradual. Antes de enfrentar a distância completa em Porto Alegre, Suellen acumulou experiência em provas menores e passou por um processo de preparação até chegar ao novo desafio. Na gestão, segundo a executiva, alcançar resultados maiores também depende de reconhecer o ponto de partida e estabelecer etapas para avançar.
A experiência ainda reforçou a importância do autoconhecimento.
Durante uma preparação longa, o atleta precisa entender seus limites, reconhecer momentos de dificuldade, fazer ajustes e continuar comprometido mesmo quando o objetivo parece distante — características que Suellen também relaciona ao exercício da liderança.
Para ela, o valor da maratona está justamente no caminho percorrido até a conquista. Mais do que os 42 quilômetros no dia da prova, existe uma sequência de escolhas, treinos e decisões que tornam possível chegar ao resultado.
“A corrida, uma maratona também não é tão simples assim, não é ‘não corro nada e amanhã estou correndo uma maratona’. E acho que isso que é o mais legal”, concluiu Suellen.
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Vanessa Vieira: inspirando mulheres a reencontrarem sua essência
Desde a adolescência, Vanessa Vieira já exercia uma liderança natural entre as mulheres ao seu redor
Aos 17 anos, participou do primeiro congresso sobre liderança e gestão de pessoas, sem imaginar que aquela vocação se transformaria em um projeto capaz de impactar tantas vidas.
A inspiração para criar o Você Pode surgiu de um encontro inesperado no banheiro de um aeroporto, em Foz do Iguaçu. Bastaram alguns minutos de conversa para que uma desconhecida recuperasse a esperança e enxergasse novas possibilidades. De volta ao Rio de Janeiro, Vanessa compartilhou a experiência com amigas. A resposta foi imediata: “Vamos!”
Assim nasceu o projeto. Transformar uma iniciativa espontânea em profissão foi um dos seus maiores desafios. Reconhecer o próprio valor e profissionalizar o trabalho exigiram coragem e uma nova mentalidade. Também enfrentou momentos delicados, como conduzir o projeto enquanto cuidava da mãe e encontrar forças para seguir após sua partida.
A disciplina e a fidelidade aos seus valores foram essenciais para permanecer firme.
“Hoje, minha maior conquista é ouvir relatos de mulheres que voltaram a acreditar em si mesmas, fortaleceram a autoestima e conquistaram novos espaços na vida pessoal e profissional.Ver essa comunidade crescer de forma orgânica confirma que estou no caminho certo.”
Para Vanessa, empreender é uma decisão diária. Ela acredita que cada mulher pode reencontrar sua essência e assumir o protagonismo da própria história. Essa convicção inspira uma rede de mulheres unidas pelo acolhimento. Quer conhecer o projeto
Você Pode? Acesse as redes sociais de Vanessa e descubra como fortalecer sua identidade e desenvolver seu potencial.

Para acompanhar o trabalho de Vanessa, siga o perfil no Instagram: @vocepodevanessavieira, ou entre em contato pelo número: (21) 98249-5589.
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Carreira não é uma linha reta: uma solução para diferentes fases profissionais
A ideia de que carreira é uma linha reta, com começo, meio e aposentadoria, já ficou para trás há muito tempo
Há quem mude de profissão depois de anos no mercado, quem deixe o mundo corporativo para empreender, quem assuma a liderança e precise desenvolver novas habilidades e quem tenha criado o próprio negócio, mas ainda esteja presa à operação.
Foi a partir dessa percepção que a psicóloga, orientadora profissional e de carreira Bia Tartuce criou o Instituto de Carreiras e Liderança Bia Tartuce, uma estrutura pensada para acompanhar diferentes momentos da vida profissional. O instituto reúne seis frentes de atuação: Instituto da Mulher Empreendedora, Instituto da Liderança, Corporate, Planejamento de Carreira, Instituto de Desenvolvimento e Instituto de Escolha.
“A proposta é oferecer caminhos diferentes para necessidades diferentes: da mulher que precisa deixar o operacional para assumir uma posição estratégica; da empresa que busca soluções de RH; do profissional que deseja planejar os próximos passos ao jovem que ainda precisa descobrir qual caminho seguir”, comenta ela.
Para a mulher que quer crescer sem fazer tudo sozinha
No Instituto da Mulher Empreendedora, o foco está em uma transformação comum a muitas donas de negócio: sair do excesso de tarefas operacionais para assumir, de fato, o papel estratégico da sua empresa.
“A mulher tem que sair daquele modo operacional para literalmente entrar no modo estratégico. O trabalho envolve autoconhecimento, mentalidade empreendedora, autoconfiança, inteligência emocional, estruturação de processos, contratação, delegação e desenvolvimento de equipes. Essa mulher tem que entender que precisa contratar alguém e aprender a delegar para poder fazer o negócio dela decolar”, completa.
Liderar também é uma nova etapa da carreira
O Instituto da Liderança atende tanto profissionais que estão assumindo a primeira posição de gestão quanto líderes mais experientes que desejam aprimorar sua atuação. A proposta trabalha competências de liderança, comunicação, tomada de decisão, comportamento e gestão de pessoas, ajudando o profissional a se preparar para os desafios que surgem quando sua responsabilidade deixa de ser apenas individual e passa a envolver uma equipe.
RH sob demanda para empresas
Na frente Corporate, a experiência de Bia no mundo corporativo chega às pequenas e médias empresas que precisam estruturar ou fortalecer a gestão de pessoas. “Entre as soluções estão recrutamento e seleção, estruturação de RH, assessment de liderança, palestras, workshops e consultoria de RH sob demanda. A proposta é oferecer conhecimento especializado de acordo com a necessidade de cada organização”, afirma.
Planejar para saber onde chegar
O Planejamento de Carreira é voltado a quem já tem uma direção profissional definida, mas precisa transformar esse objetivo em estratégia. A jornada pode envolver formação, desenvolvimento de competências, experiências, marca pessoal, posicionamento e networking. Para Bia, carreira e vida não podem ser tratadas como coisas separadas: “Eu acho que carreira está muito ligada à vida pessoal. Eu não consigo dissociar vida pessoal de profissional”, diz
Bia Tartyce.
Desenvolvimento para quem quer crescer
O Instituto de Desenvolvimento atende profissionais que desejam conquistar reconhecimento, acelerar a carreira ou entender por que, apesar dos resultados entregues, não conseguem avançar. “O trabalho passa por competências, posicionamento, marca pessoal, visibilidade e planejamento dos próximos movimentos profissionais”, explica.
Escolhas que podem mudar uma trajetória
Já o Instituto de Escolha acompanha adolescentes, universitários e jovens profissionais em uma fase de decisões que pode influenciar toda a trajetória. A proposta é oferecer orientação para compreender interesses, possibilidades e caminhos antes da entrada ou no início da vida profissional.
A criação do instituto reúne 35 anos de experiência de Bia no mundo corporativo e uma constatação que atravessou sua trajetória:
“O que eu sei mais fazer é cuidar de gente. Dentro do RH das empresas, transformei e desenvolvi vidas ao longo da minha carreira. Talvez eu tenha transformado mais de cinco mil vidas”, conta.
Ao deixar o ambiente corporativo para empreender, ela decidiu transformar esse conhecimento em um novo propósito.
Serviço
Instagram: @biatartuce
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LOOM Jewelry Bar: joias para serem vividas, usadas e lembradas
Marca autoral criada em Niterói por Silvia Eller e Alice Neves inaugura novo espaço de atendimento e apresenta sua nova coleção
Niterói ganha uma nova marca de joias autorais que propõe uma nova forma de se relacionar com as peças. Criada por Silvia Eller e Alice Neves, a LOOM nasce para transformar joias em parte da vida cotidiana, carregando histórias e memórias. O nome LOOM vem de heirloom, palavra em inglês usada para definir uma herança que atravessa gerações.
Para a marca, uma joia só se torna verdadeiramente uma herança quando é lembrada no corpo de alguém. Por isso, são joias feitas para serem vividas, usadas e lembradas.
“Acreditamos que uma joia se torna especial quando participa da nossa vida, acompanhando momentos, encontros e fases. É isso que queremos construir com a LOOM, joias que sejam lembradas porque foram vividas”, explica Alice Neves, designer de ourives e co-criadora da marca.
Design modular e autoral
A LOOM trabalha com joias artesanais, produzidas à mão e desenhadas por Alice Neves, em prata 950, pedras naturais, ouro e moissanita.
Seu principal diferencial é o sistema modular: conectores substituem os fechos tradicionais e permitem que as peças sejam transformadas e combinadas como brincos, colares, pulseiras, body chains, bag chains e muito mais. As peças também podem ser personalizadas, reforçando a proposta de criar joias que se adaptem à pessoa e à sua história.
Novo espaço em Niterói
A LOOM inaugura nesta sexta-feira seu novo espaço de atendimento em Niterói, criado para que clientes possam conhecer as peças, experimentar combinações, descobrir o sistema modular e conversar sobre personalizações. A inauguração também marca o lançamento da nova coleção da marca.
Com criação e produção em Niterói, a LOOM une o trabalho artesanal da ourivesaria a um design contemporâneo, criando joias para acompanhar a vida e, com o tempo, tornar-se parte das histórias de quem as usa.
Para mais informações: @loomjewelrybar
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Não basta aparecer: empreendedoras precisam ser reconhecidas pelo que fazem
Ter um bom produto, oferecer um serviço de qualidade e acumular experiência não significa, necessariamente, ser reconhecida pelo mercado
Para muitas empreendedoras, o desafio está justamente em comunicar esse valor em meio à rotina de cuidar do negócio, dos clientes, da equipe e também da vida pessoal. É sobre essa dificuldade que trabalham Juliana Rodrigues, estrategista digital e de posicionamento, e Heloíse Gonçalves, estrategista de métricas e performance, ambas sócias e fundadoras da JR Digital, empresa de marketing voltada para mulheres empreendedoras.
Para Juliana, “saber fazer algo muito bem não significa, necessariamente, saber comunicar esse valor. Muitas vezes, não falta competência. Falta clareza sobre como transformar essa competência em posicionamento”.
Na avaliação de Heloíse, essa dificuldade também ajuda a explicar por que simplesmente estar nas redes sociais não é suficiente. “Estar presente é publicar. Estar posicionada é ser reconhecida. É quando o público começa a pensar: ‘quando eu preciso disso, é nela que eu penso’”, comenta.
Esse reconhecimento precisa estar apoiado em uma comunicação capaz de traduzir a experiência e os diferenciais de cada empreendedora, segundo Juliana Rodrigues.
“A empreendedora pode ter anos de experiência, conhecimento, resultados e uma história incrível, mas se tudo isso não estiver na sua comunicação, o público não necessariamente vai enxergar esse valor”, comenta.
É essa combinação entre posicionamento e percepção que pode transformar presença em autoridade e, posteriormente, em oportunidade de negócio.
Ainda de acordo com as sócias da JR Digital, reconhecimento também depende de entender o que acontece depois que o conteúdo é publicado. Para Heloíse, as métricas precisam ser encaradas como instrumentos de decisão e não apenas como números nas redes sociais.
“Métrica não é apenas número. É informação para tomar decisões melhores. Quando entendemos os dados, conseguimos transformar presença em performance e estratégia em resultado”, comenta.
A análise permite identificar o que funciona, o que precisa ser ajustado e quais decisões podem levar uma marca mais longe. Assim, posicionamento e performance caminham juntos: enquanto a estratégia define a percepção que a marca deseja construir, os dados ajudam a entender se essa comunicação está produzindo os resultados esperados.
Para as empreendedoras que não têm tempo para produzir conteúdo diariamente, a recomendação é abandonar a lógica de quantidade. Juliana defende três prioridades: posicionamento claro, conteúdo estratégico e consistência. Segundo ela, é mais inteligente ter uma comunicação planejada, que reforce a autoridade e converse com o público certo, do que publicar todos os dias apenas para alimentar o algoritmo.
“O digital precisa ser uma ferramenta para o negócio e não mais uma obrigação que pesa sobre a empreendedora, é transformar presença digital em posicionamento, autoridade e crescimento, sem fazer das redes sociais mais uma tarefa impossível na rotina feminina”, alerta.
No fim, a questão não é apenas aparecer, mas permitir que o mercado enxergue aquilo que já existe. Heloíse resume esse desafio: “pare de esperar que o mercado descubra sozinho o valor que existe no seu negócio. Comece a comunicá-lo de forma intencional.O seu conhecimento já existe. A sua experiência já existe. O seu valor já existe. Agora, sua comunicação precisa estar à altura de tudo isso”, finaliza.
Serviço
JR Digital – Marketing para Mulheres Empreendedoras – @jr_digitalagencia
Whatsapp – (21) 99778-1879
Frase para Insta: Redes sociais não podem ser mais um peso na rotina feminina”
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Assessoria de imprensa aproxima a indústria dos debates que impactam a sociedade
Com temas técnicos presentes nos debates diários, empresas ampliam o uso da comunicação para traduzir inovação em relevância pública
Por muito tempo, a comunicação da indústria ficou restrita ao ambiente B2B, aos catálogos técnicos, às feiras de negócios e conversas entre especialistas. Esse cenário começa a mudar. Em meio à disputa por atenção e ao avanço da desinformação, indústrias passaram a investir em narrativas capazes de mostrar à sociedade o que, de fato, acontece nos bastidores da produção.
A pergunta que move esse movimento é simples. O que a indústria comunica quando fala apenas para si mesma? A resposta tem impacto direto no cotidiano. São nos equipamentos, processos e tecnologias, que raramente chegam ao consumidor final, que acontecem as decisões que impactam a segurança da água, do esgoto, da energia elétrica, da fabricação de medicamentos, conservação de alimentos, enfim, da sustentabilidade das cadeias produtivas, mas também das pessoas.
Esse redirecionamento acontece em um momento de expansão global do mercado de assessoria de imprensa, que deve atingir US$ 132 bilhões até 2029, segundo o PR Lab. O avanço é impulsionado pela adoção de ferramentas de análise, métricas de reputação e inteligência de dados, que ajudam empresas a compreender como a comunicação interfere na percepção pública, na credibilidade e nos resultados de negócio.
“A assessoria de imprensa deixou de ser uma ferramenta intangível. Agora é possível medirmos o impacto de uma matéria, por exemplo, no engajamento em redes sociais, visitações em site e, até mesmo, convites para palestras”, explica Silvana Piñeiro, diretora-fundadora da agência de comunicação internacional Smartcom – Inteligência em Comunicação.
A opinião da executiva complementa a de especialistas do setor, que afirmam que o desafio não está apenas na mensuração ou complexidade dos temas industriais, mas na forma como eles são traduzidos para diferentes públicos. Produtos considerados invisíveis, como válvulas industriais, exemplificam essa realidade.
“Muitos dos produtos que movimentam a economia não chegam diretamente às mãos do consumidor e, por isso, acabam sendo pouco conhecidos. Mas eles estão presentes em setores essenciais, como saneamento, energia, indústria farmacêutica e alimentos. Nosso papel é mostrar que, por trás de um equipamento técnico, existe inovação, segurança e impacto real na vida das pessoas”, afirma Julia Abdul-Hak, assessora de imprensa da Smartcom, que também atua na Alemanha, Argentina e Estados Unidos, focada em B2B.
Impacto real no cotidiano
Na prática, a comunicação industrial exige mais do que simplificar termos técnicos, exige contexto. Um processo mais eficiente pode representar menor desperdício de água. Uma tecnologia aplicada à produção farmacêutica pode ampliar a segurança de medicamentos. Uma solução industrial voltada à energia pode contribuir para uma matriz mais sustentável.
“A opinião pública influencia a força de marca em todos os canais de contato, até mesmo no ambiente B2B”, completa Silvana.
Para Julia, um processo industrial eficiente pode incentivar uma redução de desperdício de água por parte da população, por exemplo, ou até o incentivo à reciclagem correta.
“O impacto é muito mais próximo do que parece. A comunicação precisa preservar a precisão técnica, mas também mostrar por que aquilo importa para a sociedade”, explica.
A mudança de abordagem também altera como as pautas industriais chegam à imprensa. Para que um tema técnico ultrapasse veículos especializados e conquiste espaço em editorias mais amplas, é preciso conectá-lo aos debates públicos, como transição energética, inovação, produtividade, saúde, sustentabilidade e competitividade.
“A principal mudança acontece quando deixamos de falar apenas sobre o produto e passamos a falar sobre o contexto. Quando conectamos uma tecnologia aos impactos do dia a dia, ela ganha relevância e entra na agenda pública”, destaca Julia.
Assim, a comunicação passa a ser vista como um ativo estratégico. Empresas que compartilham conhecimento, explicam seus processos e contribuem para discussões relevantes fortalecem sua reputação, ampliam sua presença no mercado e ajudam a aproximar a sociedade de setores que, embora pouco visíveis, sustentam parte importante da economia.
“Hoje, as empresas não são reconhecidas somente pelo que produzem, mas pela sua influência na população”, conclui Julia.
Sobre a Smartcom:
Agência de comunicação sediada em Curitiba, oferece serviços de gerenciamento e conteúdo para redes sociais e sites, assessoria de imprensa nacional e internacional, design, endomarketing, audiovisual e auditoria de posicionamento interno e externo. Com braços na Alemanha, Argentina e Estados Unidos, além de profissionais de comunicação qualificados, garante a conexão entre os pontos envolvidos no segmento do Business to Business e Business to Consumer com clientes nos segmentos de Indústria, Negócios, Advocacia, Cultura, Tecnologia, entre outros.
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Ex-funcionária do mercado de crédito apostou no empreendedorismo e mudou a própria trajetória
Após deixar um emprego estável, empreendedora transformou experiência em um negócio próprio e conquistou independência financeira
Durante anos, Janete Gomes da Silva construiu sua carreira no mercado de crédito. O emprego em uma instituição financeira garantia estabilidade, mas também despertava uma inquietação: a vontade de empreender e conquistar uma renda maior.
Em 2017, ela tomou uma das decisões mais importantes da vida. Pediu demissão, deixou para trás a segurança da carteira assinada e apostou no próprio negócio ao abrir uma unidade da Azul Empréstimo em Uberlândia (MG).
“Lembro perfeitamente daquele momento. Foi uma das decisões mais difíceis da minha vida. Meu maior medo era não conseguir dar certo e decepcionar minha família. Mesmo assim, decidi acreditar no meu sonho e seguir em frente”.
A escolha pela franquia veio depois de uma pesquisa entre diferentes opções do mercado. Além da afinidade com um segmento que já conhecia, encontrou um modelo de negócio que lhe permitia transformar a experiência profissional em uma empresa própria.
O começo, porém, esteve longe de ser simples. O principal desafio era conquistar clientes e construir uma carteira sólida em uma operação recém-inaugurada. “No início, o mais difícil foi conquistar novos clientes. Mas eu sempre acreditei que daria certo. Persistência fez toda a diferença”.
A trajetória da empreendedora acompanha o crescimento do franchising brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor faturou R$ 301,7 bilhões em 2025, avanço de 10,5% em relação ao ano anterior. O segmento de Serviços e Outros Negócios, segue entre os que mais atraem novos empreendedores, impulsionado pela busca por modelos estruturados e com suporte operacional.
Para ela, os resultados foram aparecendo gradualmente. Ao longo dos anos, a dedicação permitiu conquistar objetivos que antes pareciam distantes. A realização mais marcante foi a compra da casa própria.
“Ela representa muito mais do que um patrimônio. Simboliza que todo o esforço, os desafios e os momentos difíceis valeram a pena. É a conquista que mais me emociona porque significa segurança para a minha família”.
Além da casa, vieram o carro e a independência financeira, metas que ela associa diretamente à decisão tomada quase nove anos atrás.
Para Ademilson Mendes, CEO da Azul Empréstimo, histórias como a da Janete mostram que o empreendedorismo costuma ser construído no longo prazo.
“Quem decide empreender dificilmente encontra resultados imediatos, o que faz diferença é a consistência. Quando existe dedicação, disciplina e um modelo de negócio bem estruturado, o crescimento passa a ser consequência do trabalho desenvolvido ao longo do tempo”.
Hoje, aos 41 anos, administra sua unidade com a mesma convicção que a fez trocar a estabilidade pelo empreendedorismo.
“Se alguém tivesse me contado, em 2017, tudo o que eu conquistaria, provavelmente eu teria dificuldade para acreditar. Naquela época eu só pensava em trabalhar muito e fazer as coisas acontecerem, um passo de cada vez. Hoje vejo que dedicação, disciplina e persistência tornam possíveis resultados que antes pareciam impossíveis”.
É justamente essa a mensagem que ela faz questão de compartilhar com quem sonha em abrir o próprio negócio: os desafios fazem parte do começo da jornada, mas a persistência continua sendo o investimento mais importante para quem deseja construir uma história duradoura.
Sobre a Azul Empréstimo
Fundada em 2010, a Azul Empréstimo é uma rede de franquias especializada em crédito consignado, pessoal, financiamento, consórcios, seguros e produtos exclusivos como AzulPay e AzulPrev. Com mais de 1.000 unidades comercializadas em todo o Brasil, oferece modelos de negócio flexíveis, suporte humanizado e treinamento diferenciado para seus franqueados, atuando com ética, transparência e foco em resultados.
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Empreendedorismo feminino cresce na economia criativa e impulsiona novos negócios em São Paulo
A Galeria ArteMetal reúne mulheres empreendedoras em um modelo colaborativo voltado ao fortalecimento de marcas autorais
O empreendedorismo feminino continua avançando no Brasil e encontra na economia criativa um espaço cada vez mais relevante para geração de renda e construção de negócios próprios. De acordo com o levantamento do Sebrae, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD Contínua), mostra que o número de mulheres empreendedoras cresceu 27% nos últimos dez anos, índice superior ao registrado entre os homens no mesmo período. Em dezembro de 2025, o país atingiu o recorde de 10,4 milhões de mulheres à frente do próprio negócio.
Em São Paulo, a Galeria ArteMetal é um exemplo desse movimento. O espaço reúne designers autorais em um modelo colaborativo que oferece estrutura comercial, comunicação, presença digital e canais de venda, criando condições para que pequenas marcas ampliem sua atuação no mercado sem perder a identidade criativa.
Da criação ao negócio
A designer, ourives e professora Sarah Argana (foto) é um exemplo de empreendedora que construiu a própria trajetória de forma independente. Criadora da marca Aurox, iniciou seu contato com a joalheria ainda na adolescência. Ao longo dos anos, participou de exposições em cidades como Paris, Milão e Nova York e, em 2023, assumiu a direção da ArteMetal Escola de Joalheria. A partir dessa experiência, idealizou a Galeria ArteMetal como uma extensão do trabalho de formação e incentivo ao empreendedorismo desenvolvido pela escola.
“Muitas mulheres começam a empreender a partir de uma habilidade criativa, mas encontram dificuldades para estruturar o negócio. Quando existe uma rede de apoio, com troca de experiências e suporte comercial, o caminho se torna mais seguro e sustentável”, afirma Sarah.
Entre as designers que integram a galeria está Silvana Pires, fundadora da Sádhana Joias. O negócio começou em 2013, com a produção artesanal de japamalas, e cresceu até se transformar em uma marca própria. Depois de buscar formação em joalheria, Silvana ampliou a atuação e passou a desenvolver coleções autorais, consolidando a empresa como sua principal atividade profissional.
Colaboração como estratégia de crescimento
A criação da galeria oferta uma estrutura compartilhada para designers independentes, reduzindo custos de operação e ampliando oportunidades de comercialização.
Para Sarah, a colaboração tem papel decisivo no fortalecimento dos pequenos negócios criativos. “O designer muitas vezes domina o processo de criação, mas precisa de apoio em áreas como vendas, comunicação e posicionamento de marca. A colaboração permite que cada profissional se concentre no desenvolvimento do produto sem enfrentar sozinho todas as etapas do negócio”, complementa.
Além do crescimento no número de empreendedoras, o levantamento do Sebrae aponta um aumento no nível de escolaridade das mulheres donas de negócio, indicando uma profissionalização crescente do setor. Na avaliação de Sarah, esse avanço tem impacto direto na autonomia financeira e na capacidade de expansão das marcas autorais.
Além do crescimento no número de empreendedoras, o levantamento do Sebrae aponta um aumento no nível de escolaridade das mulheres donas de negócio, indicando uma profissionalização crescente do setor. Na avaliação de Sarah, esse avanço tem impacto direto na autonomia financeira e na capacidade de expansão das marcas autorais.
Ao reunir histórias de mulheres que transformaram conhecimento, habilidade manual e experiência em empresas próprias, a Galeria ArteMetal mostra como a economia criativa pode abrir caminhos para o empreendedorismo feminino. Mais do que um espaço de exposição, o projeto funciona como uma plataforma de desenvolvimento de pequenos negócios liderados por mulheres em um mercado que valoriza autenticidade, produção autoral e proximidade com o consumidor.
Sobre a Galeria Artemetal
A Galeria ArteMetal nasce em São Paulo como uma joalheria autoral que valoriza histórias e criadores, unindo colaboração, saindo do anonimato, fortalecendo o coletivo e posicionamento no mercado com estratégia comercial.
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