Carreira & negócios

Sâmela Cavalcanti: educação, inovação e o florescer de novos caminhos

A trajetória profissional de Sâmela Cavalcanti sempre foi marcada pela construção de caminhos, mesmo quando eles ainda não estavam claros. Em 2006, aos 18 anos, iniciou sua vida profissional nas Casas Bahia, onde aprendeu que vender vai muito além de produtos: é sobre escuta, confiança e entrega de soluções reais. Essa vivência moldou sua visão sobre pessoas e negócios.

 

Apesar da experiência no varejo, foi na educação que encontrou seu verdadeiro lugar. Em 2010, pediu demissão para realizar o sonho de ensinar e ingressou na sala de aula, acreditando no poder transformador da educação — uma escolha que também transformaria sua própria vida. Formou-se em pedagogia e aprofundou seus estudos com especializações em psicopedagogia,

 

Neurociência pedagógica e Gestão empresarial.

 

A virada de chave aconteceu na prática, no cotidiano escolar, na gestão e nos bastidores da educação. Foi ali que ela percebeu sua vocação para a articulação, estratégia, inovação e criação de projetos. Hoje, atua como Diretora de Inovações do Grupo Força Máxima Educação, desenvolvendo soluções pedagógicas, comerciais e estratégicas para escolas privadas do Rio de Janeiro, além de materiais didáticos, programas educacionais, formações para professores e projetos de vida para estudantes.

 

Entre a pedagogia e a visão de negócios, Sâmela floresce. “Desse encontro,nasceu também o Floresça, um movimento voltado ao desenvolvimento feminino, criado para acolher, provocar reflexões e incentivar mulheres a se reconectarem com sua própria essência.”

 

A mesma intenção guiou a criação do Planner 365 Dias com Propósito, um material pensado para inspirar organização, reflexão e escolhas conscientes no dia a dia. Seja na pedagogia ou nos negócios, a trajetória de Sâmela une educação, inovação e sensibilidade na criação de projetos que impactam pessoas e transformam realidades.

 

Para acompanhar o trabalho de Sâmela Cavalcanti, siga o Instagram:
@samelacavalcanti ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98507-1228.

Carreira & negócios

Empreendedora Íris Sena: quando a reinvenção vira profissão

A história empreendedora de Íris Sena começou em um dos períodos mais desafiadores dos últimos anos: a pandemia. Diante das incertezas, ela decidiu se reinventar e transformar uma paixão antiga — os cuidados com os cabelos e a maquiagem — em trabalho. O primeiro passo foi acreditar no próprio talento e começar com o que tinha, investindo aos poucos em produtos, estudo e divulgação.

 

As redes sociais se tornaram aliadas na construção da sua identidade profissional e na conquista da confiança das pessoas.

 

No dia a dia, os atendimentos a domicílio trouxeram desafios importantes, exigindo organização, flexibilidade e adaptação a diferentes realidades. Mais do que técnica, Íris aprendeu que o profissional da beleza precisa saber se comunicar e entregar excelência em qualquer cenário.

 

“O que me move diariamente é a busca pela liberdade financeira e pelas possibilidades que o empreendedorismo oferece.”

 

Seu trabalho vai além da estética: todo atendimento é uma oportunidade de elevar a autoestima, resgatar a confiança e valorizar a beleza única das clientes.

 

O aprendizado constante marca sua trajetória, celebrada a cada curso concluído e certificado conquistado, tornando-a uma profissional completa, que cuida dos cabelos, make, unhas, sobrancelha e também une técnica, sensibilidade e cuidado em cada detalhe.

 

Para acompanhar o trabalho de Íris, siga o perfil no Instagram: @iris_senaoficial ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 97281-9302.

Carreira & negócios

“A mulher madura se sente poderosa e quer se cuidar’, diz dermatologista referência em atendimento humanizado

À frente do grupo com mais de 130 profissionais, a médica fala sobre empreendedorismo, valorização da beleza madura e abordagem integrada nos cuidados com a pele

 

No ano passado, Adriana Vilarinho (foto) viveu um ano de consolidação; não apenas profissional, mas também pessoal. Após mais de duas décadas dedicadas à dermatologia, à frente do grupo que leva seu nome e se tornou referência em inovação e atendimento humanizado, a médica viu seu trabalho alcançar uma nova camada de maturidade.

 

Em 2025, liderou o fortalecimento de sua clínica como uma empresa estruturada, reconhecida por sua excelência técnica e pela atuação colaborativa. Atualmente, o Grupo Adriana Vilarinho conta com cinco unidades em São Paulo e reúne médicos com formação robusta e título de especialista, que tomam decisões de forma conjunta.

 

“Essa coesão e qualidade de profissionais é o que nos torna fortes”, afirma. A solidez da equipe permitiu que Adriana ampliasse sua atuação sem perder o vínculo próximo com as pacientes.

 

Além do atendimento, ela mantém viva sua veia empreendedora – com linhas próprias de suplementos e produtos capilares – e seu papel como educadora, palestrando em congressos e inspirando novas gerações de médicas.

 

Para Adriana, a medicina da beleza é, acima de tudo, um instrumento de longevidade, autoestima e vida plena.

 

“Tenho essa vontade de estar sempre aprendendo, me renovando, me reciclando. E este foi um ano em que consegui focar nisso. Dois mil e vinte e cinco foi de muito aprendizado e desenvolvimento”, resume.

 

Fonte: Marie Claire

Carreira & negócios

Baralhos se tornam ferramenta de apoio em dinâmicas de integração no ambiente corporativo

  1. Jogos de cartas ganham espaço em programas de inclusão e desenvolvimento de equipes, estimulando raciocínio estratégico, empatia e colaboração

 

Comumente associados a momentos de lazer, os jogos de cartas têm se mostrado versáteis até mesmo em ambientes corporativos. Segundo a COPAG, referência em baralhos, jogos de tabuleiro e colecionáveis, cada vez mais empresas estão incorporando dinâmicas gamificadas em treinamentos, workshops e eventos.

 

A estratégia se mostra eficaz não apenas para engajar equipes e aprimorar a comunicação interna, mas também desenvolver competências essenciais, como tomada de decisão e pensamento estratégico. Assim, atividades rotineiras ganham mais participação, colaboração e criatividade.

 

“O baralho, em especial, estimula o raciocínio lógico e o trabalho em equipe, já que exige atenção às regras, planejamento e leitura do outro. Além de unir e divertir, jogos como este também podem revelar perfis de liderança”, explica Mariana Dall’Acqua, VP de Marketing LATAM da COPAG.

Com as festas de final de ano se aproximando, o momento torna-se oportuno para utilizar baralhos como ferramentas de conexão durante confraternizações corporativas. Nesta época, as empresas buscam alternativas mais leves para fortalecer vínculos entre os times.

 

“Mais do que uma tendência pontual, o uso de jogos e baralhos em eventos empresariais reflete uma mudança de mentalidade: a valorização de experiências humanas como motor de engajamento e produtividade”, reforça a executiva.

 

Assim, as confraternizações deixam de ser apenas momentos de celebração e passam a se tornar oportunidades valiosas para reforçar propósito, incentivar inclusão e aproximar ainda mais as equipes.

 

Sobre a COPAG

 

Com 117 anos de experiência em baralhos e jogos, a COPAG é uma empresa brasileira reconhecida por sua expertise, inovação e criatividade. Em 2005, a empresa foi incorporada ao grupo internacional Cartamundi, produzindo e distribuindo baralhos, jogos e TCGs (Trading Card Games) nos cinco continentes. A COPAG também se destaca pelo compromisso com a diversidade e inclusão, promovendo ambientes que valorizam a pluralidade cultural e social, além da responsabilidade ambiental.

Mais informações: http://www.copag.com.br

Carreira & negócios

Viver no piloto automático gera estagnação na vida pessoal e profissional

 

Para alterar esse tipo de comportamento que alimenta um ciclo de frustração e sofrimento, o especialista em PNL Kleiton Franciscatto sugere a reprogramação mental, a fim de que o indivíduo adquira uma m mais consciente das próprias intenções e ações

 

Muitos profissionais vivem suas carreiras no piloto automático. Ou seja, exercem as atividades laborais de maneira mecânica, sem refletir de maneira consciente sobre quais caminhos desejam seguir e quais objetivos almejam alcançar. Depois de muito tempo agindo dessa forma não é raro que um dia percebam que por mais que tenham buscado uma melhor posição dentro da empresa não fizeram lá muita coisa de diferente para que pudessem progredir. Ficam estagnados e frustrados.

 

De acordo com o advogado, escritor, especialista em Programação Neurolinguística (PNL) e neurociência e autor do livro “Do caos à consciência – Reprogramando a mente para o sucesso pessoal“, Kleiton Franciscatto, tais indivíduos se caracterizam por ter uma mentalidade estática, cuja falta de reflexão crítica faz com que suas decisões sejam frequentemente influenciadas por circunstâncias externas, em vez de pautadas por objetivos internos claros.

 

“Algumas características desses profissionais são: reatividade, falta de autoconhecimento, conformidade social, medo de mudança, estagnação de habilidades, falta de propósito claro, inércia emocional e ausência de fé na vida ou em si mesmo”, afirma.

 

Prejuízos de se viver no piloto automático

 

As consequências de se viver no automático, diz o especialista em neurociência, são nefastas à carreira e à vida pessoal. Conforme Franciscatto, a rotina insatisfatória acaba por alimentar mais dores emocionais como a de não suportar a própria rotina de trabalho e irritar-se demais com os próprios colegas. Além disso, quem tem mentalidade estática, geralmente possui medo de arriscar e não conseguir sustentar a família e falta de clareza e de direção nos projetos pessoais, o que gera crises, inclusive financeira. “Relações superficiais; companhias que não agregam; ligações afetivas que se sustentam apenas por hábito; desconexão com o eu interior são outros fatores presentes em uma vida estagnada”, diz.

 

Indivíduos com esse tipo de comportamento, destaca Franciscatto, estão presos a padrões mentais que os impede de atingir seu verdadeiro potencial. “Ao viverem no piloto automático, utilizam sempre os mesmos circuitos do cérebro, geram as mesmas emoções, não pensam em nada diferente para suas vidas e dessa forma não conseguem mudar”, explica.

 

A mudança de padrão comportamental passa, então, segundo o especialista em PNL, por uma transformação de mentalidade: do protagonismo estático para o protagonismo consciente, que é “a prática de assumir uma posição de destaque no trabalho, na família e nas conquistas pessoais, com plena consciência das suas escolhas e ações, assim como do impacto que elas têm sobre si mesmo e sobre o mundo ao seu redor”.

 

Quem tem mentalidade de protagonismo consciente, explica o advogado e escritor, vive de modo intencional, responsável e com propósito, reconhecendo seu poder de influenciar e de mudar a própria realidade. “Dessa forma, sabe e acredita que pode desenvolver as habilidades que quiser por meio do tripé, esforço, aprendizado e perseverança”, diz.

 

Além disso, é resiliente diante das dificuldades, compreendendo-as como aprendizados para o crescimento. “Assim, encara os erros não como falhas, mas como oportunidade de melhoria. Portanto, não teme se desafiar regularmente, envolvendo-se em atividades fora de sua zona de conforto”, complementa.

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Empreendedora goiana lista fatores que contribuíram para sucesso nos negócios

Estar atenta às oportunidades ao seu redor foi determinante para case em Goiânia

 

De acordo com a mais recente edição do Monitor Global de Empreendedorismo (Global Entrepreneurship Monitor – GEM 2024), no Brasil feita pelo Sebrae em parceria com a Associação Nacional de Estudos e Pesquisas em Empreendedorismo (Anegepe), a taxa de empreendedorismo no país atingiu o maior patamar dos últimos quatro anos, saltando de 31,6% para 33,4% em 2024. Entre os fatores que favoreceram esse incremento está o aumento na Taxa de Empreendedores Estabelecidos, aqueles com mais de 3,5 anos de operação. Esse indicador saltou de 8,7%, em 2020, para 13,2% no ano passado.

 

Em Goiânia, a empresária Daianni Rezende é um exemplo de empreendedorismo que deu certo. Há 16 anos ela fundou a ViaNut, uma loja especializada em dieta hospitalar. “Eu sou nutricionista, e por ser completamente da minha área, foi possível fundar e administrar a empresa todos esses anos. Nós atuamos em todo o estado de Goiás e agora também, mais recentemente, no Mato Grosso do Sul”, pontua. Na capital goiana há uma unidade no Setor Bueno e outra no Shopping Órion, no Setor Marista.

 

A empreendedora conta que essa área de nutrição hospitalar é muito antiga, mas pouco conhecida, porque é muito específica, e que a escolha foi uma oportunidade que viu surgir. “Logo que me formei tive a oportunidade de trabalhar numa empresa semelhante ao que a ViaNut faz, mas essa empresa acabou saindo do mercado e eu percebi que tinha oportunidade, foi quando eu fundei a ViaNut, em 2009”.

 

Faro de empreendedorismo

 

Daianni Rezende relembra que a primeira opção para quem forma em nutrição é abrir um consultório, mas ela quis tentar um caminho diferente. “Há 16 anos eu sabia que provavelmente o mercado ia ficar cada vez mais concorrido, então, eu já buscava, desde recém-formada, algo que eu pudesse fazer diferente. E como essa é uma área muito específica, que não era muito sobrecarregada, resolvi focar nisso”, conta.

 

Ela ainda cita os desafios de se trabalhar com algo tão específico. “Muitos profissionais de saúde não conhecem bem sobre a nutrição hospitalar. É muito importante ter um trabalho técnico muito forte, pois nas faculdades quase não é ensinado sobre os produtos que trabalhamos. Então, a equipe técnica da empresa tem que levar aos profissionais (médicos, nutricionista, etc) as informações dos produtos, forma de utilização e benefícios aos pacientes. O segundo ponto é que não conseguimos aumentar nossa demanda com campanhas, por exemplo, Natal ou alguma data comemorativa, porque a minha demanda é muito característica à necessidade do paciente”.

 

De olho em oportunidades

 

Mais uma vez Daianni Rezende antecipou uma oportunidade para seu negócio ao escolher colocar uma unidade no Órion Complex. “A ideia de ir para o Órion surgiu quando percebi que lá seria um empreendimento com área médica hospitalar, primeiro em Goiânia nesse sentido. Desde o início da construção do Órion, eu já comecei a ficar atenta e pensar na possibilidade de abrir uma filial ali”, diz.

 

A ideia, explicou, foi ter uma loja de mais fácil acesso para esses pacientes, por que os médicos ou demais especialistas que já atendem no hospital podem indicar nossos produtos – facilitando a vida dos pacientes. Para os próximos anos, a empresária destaca que os desafios são consolidar cada vez mais a marca, tanto da ViaNut quanto das linhas de produtos com os quais atuam.

 

“Divulgar a marca e deixar a população cada vez mais consciente, quando se trata de nutrição. Quero que as pessoas em geral, mesmo que não precisem de nenhum produto de nutrição agora, mas quando houver necessidade ou mesmo para algum amigo ou familiar, que saibam onde encontrar. E que quando a nutrição é utilizada da forma correta, traz muitos benefícios. A cultura da nossa empresa é de levar saúde e cuidado a todos”, salienta Daianni Rezende.

Carreira & negócios

Fechamento de ciclo: 26% dos profissionais ainda ficam sem feedback

Sondagem da Robert Half mostra que trabalhadores valorizam avaliações formais, porém sentem falta de métodos mais estruturados 

 

fim do ano, período tradicionalmente dedicado a balanços profissionais e avaliações de desempenho, reacende a importância de processos esquematizados de feedback nas empresas. Duas sondagens conduzidas em novembro pela Robert Half mostram que trabalhadores apresentam disposição para evoluir, mas revelam lacunas significativas que afetam tanto o engajamento quanto a retenção de talentos. No total, a consultoria recebeu 300 interações aos questionamentos realizados.

 

No primeiro levantamento, 45% dos participantes afirmaram enxergar o feedback anual como uma oportunidade de crescimento, enquanto 11% relataram sentir ansiedade, mesmo que reconheçam o valor dessas conversas. O dado mais sensível, no entanto, está no fato de que 19% consideram que as ações atuais poderiam ser melhor estruturadas, e 26% afirmam não receber nenhuma avaliação formal, o que evidencia um gap relevante de gestão e comunicação.

 

A segunda enquete, por sua vez, reforça a relevância desse momento. À pergunta sobre o que move os talentos no fechamento do ciclo anual, 40% destacaram o reconhecimento pelo desempenho, seguido por metas para o próximo ano (27%). Outros 17% valorizam feedbacks claros para evoluir e 16% indicam oportunidades de promoção como principal motivador.

Esses achados corroboram tendências identificadas no Guia Salarial 2026 da Robert Half, que sinaliza gestão de desempenho e gestão de clima organizacional entre as habilidades técnicas mais demandadas para profissionais de Recursos Humanos.

 

“A sondagem reforça que ainda há um gap a ser trabalhado em relação à avaliação dos profissionais, pelas empresas. Vemos que muitas companhias já avançam em maturidade de gestão de pessoas, sobretudo no fim do ano, quando essas conversas se tornam ainda mais estratégicas. Mesmo assim, a ausência de avaliações formais é um alerta importante para líderes e times de RH”, afirma Laís Vasconcelos, gerente da Robert Half.

 

Além de contribuir para o crescimento individual, feedbacks bem conduzidos influenciam diretamente a competitividade corporativa. Organizações que oferecem reconhecimento transparente, alinhamento de expectativas e metas claras tendem a reter profissionais-chave por mais tempo e a criar ciclos de desenvolvimento mais sustentáveis.

 

Porém, para que esse processo gere impacto real, as companhias devem analisar o amadurecimento de seus departamentos de Recursos Humanos. Contar com equipes de RH capazes de conectar desempenho, cultura e objetivos de negócio, ou buscar no mercado profissionais com esse perfil, é um fator importante.

 

“Estamos em um momento estratégico para que as empresas revisitem seus métodos de avaliação. Esta é uma demanda crescente do mercado, principalmente entre trabalhadores com qualificação, que valorizam o diálogo aberto e as oportunidades reais de evolução”, completa Laís.

Sobre a Robert Half

 

É a primeira e maior empresa de soluções em talentos no mundo. Fundada em 1948, a empresa opera no Brasil selecionando profissionais permanentes e para projetos especializados nas áreas de finanças, contabilidade, mercado financeiro, seguros, engenharia, tecnologia, jurídico, recursos humanos, marketing e vendas e cargos de alta gestão.

 

Com presença global e atuação na América do Norte, Europa, Ásia, América do Sul e Oceania, a Robert Half aparece em listas das empresas mais admiradas do mundo. Robert Half é reconhecida, também, por seu compromisso de promover a igualdade e proporcionar uma cultura inclusiva.

Carreira & negócios

Quatro cuidados necessários para abrir uma empresa entre parentes

Advogado cita precauções importantes para um negócio dar certo entre familiares

 

Nove a cada dez empresas no Brasil têm perfil familiar, conforme levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Elas empregam 75% da mão de obra no País e respondem por mais da metade do PIB (65%). Dentro deste contexto é que aquelas que pretendem abrir um negócio juntas precisam tomar algumas precauções

 

O advogado João Victor Duarte Salgado ressalta que o mais importante é diferenciar a relação familiar da societária. “Isso pode ser evitado pelo acordo de sócios, que delimitará a atuação de cada um nas áreas da empresa ou prever soluções de problemas que, por vezes, não estão previstos no contrato social”, pontua. “Uma outra sugestão é contar com um profissional que não seja vinculado à família e que atue, sempre que necessário, para intermediar problemas da empresa e facilitar um consenso entre os sócios”, completa.

 

Segundo o especialista, que integra o escritório Celso Candido de Souza Advogados, quando cuidados assim não são tomados a empresa será contaminada pelos problemas da família e vice-versa. “Não só as relações familiares terão a quebra da confiança, mas, também, a relação profissional será abalada e criará atritos e desgastes, onde pequenos problemas se tornarão grandes discussões. O desgaste é grande e afeta a vida e a saúde da empresa, podendo, em casos extremos, gerar a quebra da mesma”, destaca.

 

O advogado ressalta que é importante diferenciar a relação familiar da societária e elenca a seguir cuidados para se resguardar na hora de abrir uma empresa familiar.

 

  • 1 – Escolha do sócio

 

Não é por que alguém é seu parente que você é obrigado a ter uma relação societária com ela. Ao contrário, o ideal é que essa escolha seja muito bem pensada e feita com muita cautela, uma vez que a relação dos sócios deve, sobretudo, ser profissional e primar pelo sucesso da empresa.

 

2 – Papel de cada sócio na empresa

 

É ideal que cada sócio entenda sua atuação e onde poderá contribuir para que o negócio seja um sucesso: se todos fizerem apenas uma coisa, evidentemente, algumas áreas da empresa ficarão descobertas e sem supervisão, gerando gargalos desnecessários. O ideal é que os sócios entendam que sua atuação deverá ser limitada e restrita a uma específica área na empresa (por exemplo, operacional, comercial, financeiro ou administrativo) e garantir que todos estejam cooperando para o sucesso do negócio.

 

3 – Profissionais fora do núcleo familiar


É importante contratar profissionais que não estejam vinculados à família, mas que possam contribuir para a empresa, especialmente quando existirem conflitos entre os sócios: com esses profissionais, certamente os sócios poderão contar com um outro olhar e com um outro panorama sobre uma determinada situação e evitar desgastes e conflitos”

 

4 – Lucros

 

Uma questão que também chamo a atenção, é pensar que a empresa é criada e constituída para que todos possam obter lucro com ela. Assim, tudo deve ser sempre pensado para que a empresa seja sempre protegida e resguardada, evitando sempre prejudicá-la e, também, aos outros sócios, independente da relação familiar existente entre eles.

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Beth Dias: uma trajetória que une técnica,sensibilidade e propósito

Com uma carreira iniciada em 1986 como arquiteta na área ambiental, Beth Dias construiu um caminho plural que hoje se reflete na profissional completa que é. Após experiências no Brasil e em Moçambique, migrou para o universo do atendimento ao cliente e, já com centenas de projetos realizados, abriu seu próprio escritório no ano 2000.

 

Seu maior desafio sempre foi conquistar a confiança de quem a procura para transformar sonhos em espaços reais — algo que superou com empatia, domínio técnico e apresentações claras. Beth se inspira no brilho nos olhos de cada cliente ao ver seu ambiente ganhar vida, impacto que considera sua maior recompensa.

 

Multidisciplinar, vê a arquitetura como união de técnica, psicologia, gestão e sensibilidade. Hoje, atua criando projetos que refletem personalidade, história e bem-estar, sempre com olhar humano e soluções completas.

 

“Arquitetura é dar forma às histórias com técnica e sensibilidade”, diz a arquiteta.

 

Para acompanhar o trabalho de Beth, siga o perfil no Instagram @_bethdiass ou entre em contato pelo número (21) 99628-4790 e pelo e-mail [email protected].

 

Você também pode se conectar com ela pelo LinkedIn através do endereço: http://linkedin.com/in/beth-dias-6315222b

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Letramento racial e mercado de trabalho: um debate cada vez mais estratégico para as organizações

O debate sobre letramento racial tem avançado para além do campo acadêmico e dos movimentos sociais e se consolidado como uma pauta relevante no mercado de trabalho. Empresas, lideranças e instituições são cada vez mais desafiadas a compreender como o racismo estrutural impacta decisões, relações profissionais e oportunidades dentro das organizações.

 

Essa reflexão é o ponto de partida do artigo “Letramento Racial e Advocacia: caminhos para uma prática jurídica antirracista”, publicado nesta sexta-feira, 12 de dezembro, na Revista da OAB/RJ. O texto é assinado por Anna Luisa Silva, consultora de RH e CEO da Lati Bere Consultoria; Dra. Anna Léa Silva, professora, cientista e especialista em Diversidade & Inclusão; e Dra. Suely Beatriz Ferreira, presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB Barra da Tijuca.

 

O artigo está disponível na Revista Eletrônica da OAB/RJ e pode ser acessado online.

 

 

O que é letramento racial e por que ele importa

 

No artigo, a Dra. Anna Léa Silva se dedica a explicar o conceito de letramento racial, destacando-o como um processo contínuo de aprendizado que permite compreender como as relações raciais são construídas socialmente e como influenciam comportamentos, decisões e estruturas institucionais.

 

Mais do que um conceito teórico, o letramento racial é apresentado como uma ferramenta fundamental para ampliar a consciência crítica e qualificar a atuação profissional em diferentes contextos.

 

Letramento racial e mercado de trabalho

 

A contribuição de Anna Luisa Silva aprofunda o debate a partir da perspectiva do mercado de trabalho e da gestão de pessoas. No artigo, ela analisa como o racismo estrutural se manifesta de forma muitas vezes silenciosa nas organizações. Seja nos processos seletivos, nos critérios de avaliação, nas oportunidades de crescimento ou na formação de lideranças.

 

As autoras destacam que a ausência de letramento racial contribui para a reprodução de desigualdades, mesmo em ambientes que se consideram técnicos ou meritocráticos. Por outro lado, organizações que desenvolvem esse tipo de sensibilização e treinamento, tendem a tomar decisões mais conscientes, ampliar o acesso a talentos diversos e fortalecer sua cultura organizacional.

 

A visão jurídica e a responsabilidade institucional

 

O artigo também conta com a contribuição da Dra. Suely Beatriz Ferreira, presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB Barra, que traz a visão jurídica sobre o tema. Sua participação reforça a importância de compreender o letramento racial também sob a ótica institucional e normativa, destacando responsabilidades, orientações e caminhos possíveis para a atuação jurídica diante de situações de discriminação racial.

 

Essa abordagem amplia o alcance do debate, conectando o campo jurídico às práticas profissionais e organizacionais.

 

Um debate necessário para o presente e o futuro do trabalho

 

Ao reunir diferentes olhares, conceitual, organizacional e jurídico, o artigo propõe uma reflexão ampla sobre o papel do letramento racial na construção de ambientes profissionais mais preparados para lidar com a diversidade e com as transformações sociais em curso.

 

A publicação na Revista da OAB/RJ reforça a importância de levar esse debate para espaços institucionais, contribuindo para uma atuação profissional mais consciente, estratégica e alinhada às demandas do mercado de trabalho atual.

 

Para acompanhar conteúdos sobre educação corporativa, desenvolvimento profissional e diversidade no mercado de trabalho, siga @latibereconsultoria no Instagram ou entre em contato pelo e-mail [email protected].