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Beleza (41) Carreira & negócios (135) Comportamento (39) Cultura (6) Eventos (37) Gastronomia (3) Maternidade (47) Moda (30) Saúde & Bem-estar (104)Utilità 30 anos: campanha de pré-lançamento reuniu empresários em uma tarde de negócios e networking
No dia 30 de setembro, o Recreio recebeu o pré-lançamento da campanha de 30 anos da revista Utilità. O evento, realizado no Espaço Pimenteira, marcou o início das comemorações da publicação, que completa três décadas em junho de 2026. A principal novidade apresentada foi a versão digital da revista, que terá 15 edições entre outubro de 2025 e dezembro de 2026.
Daniela Andrade, jornalista, publicitária e mentora, abriu o encontro com um agradecimento especial à sua mãe, que por anos esteve ao seu lado na produção da revista impressa, ressaltando a importância do apoio familiar em sua trajetória. Rosângela Garcia, cunhada de Daniela, também colaborou ativamente na organização do evento. A celebração teve ainda os tradicionais bem-vividos da Dolce Caliari, oferecidos por Vera Caliari.
Espaço Pimenteira sediou o evento
O local escolhido para sediar o pré-lançamento reforçou o espírito de conexões que marca a trajetória da Utilità. “Receber a comemoração dos 30 anos da Revista Utilità no Espaço Pimenteira foi uma verdadeira honra e motivo de grande alegria para toda a nossa equipe. Ver nosso espaço preenchido por tantos profissionais, parceiros e amigos que reconhecem a importância da Utilità foi emocionante”, disse Joana Miranda, responsável pelo local.

A escolha do ambiente contou com a indicação de Wandrea Braga, que reforçou o papel das conexões nesse processo. “Eventos têm a energia de conectar. Foi assim que eu conheci a Dani, num encontro para empreendedoras. Quando surgiu a ideia das comemorações dos 30 anos da Utilità, apresentei o Espaço Pimenteira e tive o prazer de fazer essa ponte. Foi uma tarde inspiradora e só o começo para tudo que virá”, afirmou.
Feira de negócios e lançamentos
Um dos destaques do evento foi a feira de negócios, organizada por Silvia Bastiana. “Foi um prazer ser convidada pela Daniela para cuidar dessa parte tão especial do pré-lançamento. A feira é um espaço de networking, parceria e troca de conhecimento, e naquele dia me senti abraçada por todas as expositoras e apoiadoras”, disse.

A feira reuniu estandes de empreendedoras e uma mesa posta preparada por Andrea Menezes, além de degustações de diferentes marcas apoiadoras. O encontro também apresentou outros lançamentos, como a revista Elas e Fatos, da jornalista Rafa Tayão, e a VN Collettiva, marca de joias e adornos de Fábia Moreira. Parceiros como o Grupo RM, clientes da Utilità e representantes de grupos de empreendedorismo feminino da região marcaram presença, além dos padrinhos e madrinhas da campanha, anunciados no dia do evento. Os registros foram realizados pelas fotógrafas Josy da Mariposa Fotografia e Tahiana da Diga X para Negócios.

Parceiros especiais
O sucesso do pré-lançamento foi garantido pelo apoio de diversas empresas e profissionais. Confira abaixo as empresas expositoras e apoiadoras que marcaram presença no evento.
Expositores da Feira de negócios:
•Lucy Melo (@lucy.melo)
•Fernanda Sampaio (@list.knit)
•Denise Sette (@projeteriaestudio)
•Christiane Canuto Lima (@confyrj)
•Márcia Braga (@marcinha_braga_)
•Heloise Santos (@studio10saudecapilar)
•Priscila Guimarães (@priscilaguimaraesacessorios)
•Monique Girassol (@spaviprecreio)
•Leila Cristina (@leilacristinapsicanalista1)
•Nazaré Gonçalves Alencar Rodrigues (@FiosNaza)
•Eleine Alonso (@eleine.alonso)
•Bianca Pinto (@biancapintocyrela)
•Robson França (@robsonfranca._)
Expositores da Feira de Sabores:
•Ale e Xandy Bolos (@alexandy_bolos)
•Dolce di Caliari (@dolcedicaliari)
•Delícias da Raquel (@delicias_daraquel_)
•Velvety Cakess Confeitaria (@velvetycakess.confeitaria)
•Andrea Menezes Buffet (@andreamenezesbuffet)
•B de Browniee (@b_debrowniee)
•JF Tábuas (@jf.tabuas)
•Cozinha da Dani Oficial (@cozinhadadanioficial)
•Sweet da Adri (@sweetda.Adri)
•B Doce Sabor Gourmet (@b_docesabor_gourmet)
•Doces Maria Docinho (@docesmariadocinho)
•Minha Eterna Doceria (@minhaeternadoceria)
•Donna Cafeteira (@donnacafeteira)
Apoiadores:
• Espaço do evento: Joana Miranda (@espacopimenteira) e conexão da Wandrea Braga (@wandreabragamkt)
- Fotografia/vídeo: Mariposa Fotografia (@mariposafotografia) e Diga Xis para Negócio (@digaxisparanegocios)
- Slide: Design (@simoneantunesmkt) e Apresentação (@knssolucoesadm)
- Lançamento Revista Digital Utilità: projeto gráfico – Débora Dalia (@sevenprimecomunicacaointegrada) e revisão – Maíra Ferreira (@mairacomacento)
- Lançamentos: Revista Elas e Fatos (@rafatayao) e Jóias @vn.collettiva)
- Portal Utilità: Cristiano (@kamuscombr), Maximino Perez (@maxpress_assessoria) e Silvia Bastiana (@silviabastianaassessoria)
- Produção Daniela: Cabelo (@iris_senaoficial), Make (@lucy.melo), Roupa (@duplamentebrasil), Acessórios (@priscilaguimaraesacessorios)
Revista digital Utilità
Nesta fase de celebrações, a revista digital se distancia do antigo formato impresso baseado em anúncios e passa a priorizar histórias de empreendedores e seus negócios, com distribuição pelo portal utilitaonline.com.br, WhatsApp, e-mail, redes sociais e eventos.
Se você quer ver sua trajetória ou seu negócio em destaque para inspirar outras pessoas, este é o momento de participar. Entre em contato pelo WhatsApp (21) 99915-1380 ou envie uma mensagem direta no Instagram @danielaandradecomunicacao.
Serviço
Portal Utilità: www.utilitaonline.com.br
Seu negócio em destaque na revista Utilità digital: (21) 99915-1380
Daniela Andrade: www.instagram.com/danielaandradecomunicacao
Menopausa: a revolução silenciosa que transforma a carreira das mulheres
A menopausa ainda é um tabu em muitos ambientes profissionais. Sintomas como insônia, ondas de calor e alterações de humor podem parecer questões pessoais, mas têm reflexos diretos na vida profissional. Um estudo publicado em 2023 pela Mayo Clinic Proceedings, mostrou que 13,4% das mulheres relataram impacto negativo no desempenho no trabalho por causa da menopausa, e 10,8% chegaram a faltar dias inteiros, o que representou um custo estimado de US$ 1,8 bilhão por ano nos Estados Unidos.
“Esses números deixam claro que não se trata apenas de saúde feminina, mas de um tema de gestão e produtividade. Quando a empresa ignora esse debate, perde talentos experientes e engajados”, alerta a consultora de RH, psicóloga, mentora de líderes e de carreira, Bia Tartuce.
políticas de flexibilidade, ambientes acolhedores e treinamentos de gestores para lidar com o tema são fundamentais
Segundo ela, a falta de políticas específicas ou de um ambiente aberto ao diálogo faz com que muitas mulheres enfrentem esse período em silêncio. “É nesse silêncio que o engajamento diminui e que vemos carreiras brilhantes sendo interrompidas ou desaceleradas. Precisamos quebrar esse ciclo”, reforça.
O que as empresas podem (e devem) fazer
Para Bia Tartuce, é urgente que as organizações comecem a olhar para a menopausa como uma questão de necessidade. “Assim como já discutimos a presença das mulheres em cargos de liderança e o equilíbrio entre maternidade e carreira, precisamos falar de menopausa. Estamos falando de profissionais que, muitas vezes, estão no auge da experiência e da capacidade de liderança”, defende.
Medidas como políticas de flexibilidade, ambientes acolhedores e treinamentos de gestores para lidar com o tema são, segundo a consultora, passos fundamentais. “Quando a mulher sente que pode conversar com o RH ou com seu gestor sem medo de julgamento, ela se engaja mais e se mantém produtiva”, explica.
O que a profissional pode fazer por si mesma
Mas não cabe apenas à empresa agir. Bia Tartuce ressalta que o autoconhecimento e a comunicação clara são ferramentas importantes para atravessar essa fase. “Entender seus sintomas e reconhecer como eles afetam seu trabalho é o primeiro passo. Se sentir abertura, converse com seu gestor ou com o RH. Não precisa expor tudo, mas sinalizar que está em uma fase de adaptação já ajuda”, recomenda.
Se a empresa já oferece home office ou horários adaptados, a psicóloga ressalta que a mulher precisa aproveitar isso, caso contrário, ela pode propor alternativas que funcionem para ambos os lados. “Muitas vezes, pequenas mudanças já fazem diferença”, sugere.
Outra orientação de Tartuce diz respeito à reavaliação de carreira. “A menopausa pode ser também um convite para repensar prioridades. Algumas mulheres decidem investir em cursos, explorar novas áreas ou até fazer uma transição profissional. Essa fase pode abrir espaço para descobertas”, observa.
Para passar por essa fase de maneira mais tranquila, buscar rede de apoio também é fundamental. “Trocar experiências com outras mulheres é essencial. Dentro e fora da empresa, isso traz acolhimento e ideias práticas para lidar com o dia a dia”, finaliza.
Serviço
Bia Tartuce: consultora de RH, psicóloga, mentora de líderes e de carreira
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/anabtj/
Instagram: https://www.instagram.com/biatartuce_/
O resgate de talentos deixados no passado faz diferença agora na carreira
Aquela aula de dança, o caderno de desenhos, a habilidade de organizar todas as brincadeiras da rua. Atividades da infância que faziam o tempo voar podem ser mais do que nostalgia: são a chave para destravar uma carreira com mais propósito e menos procrastinação, sendo a consultora de RH, Bia Tartuce, que também é psicóloga e mentora de carreira e de líderes.
Para muitas mulheres, a jornada profissional é marcada por escolhas que atendem a pressões sociais e expectativas familiares, deixando talentos genuínos para trás. O resultado? Uma sensação de esgotamento e desconexão. Uma pesquisa da consultoria Triad PS revelou que 70% dos brasileiros procrastinam Tartuce traz uma perspectiva sobre isso. “Muitas vezes, procrastinamos porque estamos tentando forçar nossa energia em direções que não fazem sentido para quem realmente somos”, analisa ela.
A psicóloga diz que nossa sociedade criou uma espécie de hierarquia artificial de profissões, o que leva muitas mulheres a abandonarem paixões em favor de carreiras que prometem segurança, mas que não oferecem realização. “Isso impacta diretamente o desenvolvimento e a satisfação profissional”, explica.
Existem situações que evidenciam talentos que ficaram para trás e que podem ser trazidos novamente para ajudarem os profissionais a terem êxito no trabalho, segundo Tartuce. “Atividades que faziam o tempo passar sem perceber, elogios recorrentes que não eram valorizados por parecerem “naturais” demais, coisas que eram feitas “sem querer” porque algo interno impulsionava, atividades que energizavam em vez de cansarem e padrões que se repetiam são características que podem estar sendo deixadas de lado e que devem ser aproveitadas”, afirma a consultora de RH.
O sinal de alerta na saúde mental feminina
Com 472.328 brasileiros afastados do trabalho por questões de saúde mental em 2024, sendo 64% de mulheres, segundo dados do Ministério da Previdência, a desconexão com os próprios talentos se torna um fator de risco. Para elas, que frequentemente enfrentam a jornada dupla e a pressão por perfeição, olhar para dentro não é um luxo, mas uma necessidade.
“Revisitar talentos se traduz em impactos emocionais poderosos. Com autoconhecimento, fortalecemos a autoestima, melhoramos nossa comunicação e desenvolvemos um senso de propósito mais autêntico. É uma virada de chave”, comenta ela.
Serviço
Bia Tartuce: psicóloga, consultora de RH, mentora de líderes e de carreira
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/anabtj/
Instagram: https://www.instagram.com/biatartuce_/
Quando a culpa impulsiona: por que mães estão reescrevendo suas carreiras
Para muitas mulheres, a maternidade traz transformações profundas na forma de enxergar a vida – e a carreira. Entre os diversos fatores que motivam mudanças profissionais após a chegada dos filhos, a culpa materna se destaca, conforme explica a psicóloga de carreira, Fabiana Abath.
“Em termos profissionais, muitas mães se sentem pressionadas a atender às demandas familiares, pois a culpa materna é um sentimento complexo e exacerbado por expectativas sociais que idealizam a maternidade como uma dedicação integral,” comenta Fabiana.
Esse sentimento de culpa influencia silenciosamente as decisões de carreira. “A culpa por não estarem presentes durante os primeiros anos de vida dos filhos leva muitas mães a reavaliarem suas profissões. A pressão para estarem presentes em momentos importantes do desenvolvimento dos filhos cria um conflito com as aspirações profissionais e isso acaba direcionando muitas mulheres para carreiras mais flexíveis ou que oferecem maior controle sobre os horários,” observa Fabiana.
Quando a transição de carreira é a melhor opção
Para muitas mães, o desejo de mudar de carreira se torna mais evidente quando sinais de desconforto e sobrecarga começam a aparecer. Fabiana aponta que o aumento do desejo por flexibilidade, a percepção de que valores e objetivos mudaram após a maternidade e a sensação de que o trabalho atual interfere na qualidade de vida são sinais claros de que a transição de carreira pode ser uma solução viável.
“Se esses sentimentos se tornam persistentes, é o momento de refletir sobre uma mudança que permita uma integração mais equilibrada entre vida pessoal e profissional,” orienta a psicóloga.
Para essas mães, uma nova carreira pode representar uma forma de harmonizar aspirações pessoais e familiares. Como afirma Fabiana Abath, não há um único caminho, mas sim possibilidades adaptáveis que permitem à mãe se reinventar e criar um novo ciclo de realizações – pessoal e profissionalmente. Ela destaca a importância de reconhecer que as decisões de carreira podem – e devem – ser adaptáveis a cada fase da vida familiar e profissional.
“A autoconsciência é essencial para que a mãe identifique o que realmente importa para ela. Isso pode ajudar a libertá-la da pressão de corresponder a expectativas externas sobre o que é ser ‘suficientemente presente’. Criar uma rede de apoio e abrir o diálogo sobre as necessidades pessoais e familiares também ajudam a encontrar novas possibilidades de carreira que respeitem as novas prioridades,” acrescenta Fabiana.Descubra quais competências serão mais valorizadas nos próximos anos e como se preparar para o mercado em transformação. Estratégias práticas para equilibrar rotina, saúde mental e resultados mesmo trabalhando de casa.
Serviço:
Fabiana Abath – Psicóloga e orientadora de carreira
Site: www.fabianaabath.com.br
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/fabianaabath/
Instagram: https://www.instagram.com/fabianaabathpsi/
Mais dignidade na busca por um emprego: como a lei pode te ajudar?
Estar em busca de um emprego, em 2025, não significa apenas enviar currículos e comparecer a entrevistas presenciais. A rotina é exaustiva: atualizar perfis, preencher formulários intermináveis, adaptar palavras-chave para sistemas de inteligência artificial e, ao final, encarar quase sempre o silêncio das empresas. No Brasil, ainda não existe uma lei que obrigue empresas a darem o retorno aos candidatos após uma seleção, mas diferentes legislações e projetos em andamento apontam para mais dignidade nessa jornada, seja proibindo perguntas discriminatórias, exigindo transparência salarial ou protegendo profissionais de todas as idades.
Canadá obriga empresas a darem feedback e Brasil segue outros caminhos
Enquanto no Canadá a província de Ontário aprovou uma lei que obriga empresas a responder candidatos em até 45 dias após entrevistas, medida que entra em vigor em 1º de janeiro de 2026, no Brasil algumas legislações e propostas já começam a oferecer proteção aos candidatos.
Em Belo Horizonte, a Lei 11.812/2025 passou a proibir qualquer discriminação por idade em diversas situações, inclusive em processos seletivos. Isso significa que tanto jovens quanto pessoas idosas têm respaldo legal, caso de sintam rejeitados pelos anos de vida. “Muitos profissionais experientes ou jovens em início de carreira são descartados antes mesmo de mostrarem suas competências. Isso não pode acontecer”, comenta Bia Tartuce, consultora de RH, psicóloga e mentora de carreira e de líderes.
No Congresso Nacional, tramita o Projeto de Lei 1149/2022, que obriga empresas a informarem a faixa salarial nos anúncios de vagas. Bia Tartuce explica que a falta de transparência salarial cria frustração e perda de tempo para candidatos. “Saber o básico, como o quanto a empresa pode oferecer, ajuda a evitar processos seletivos em que a remuneração não corresponde à expectativa mínima do profissional”, explica a consultora.
A Lei federal nº 14.611/2033 garante que mulheres e homens recebam salários iguais quando exercem a mesma função. Para isso, empresas com mais de 100 funcionários precisam adotar práticas que evitem desigualdades, como abrir os números sobre remuneração, criar formas de fiscalização e oferecer canais seguros para denúncias de discriminação.
Neste sentido, um avanço é o PL 2968/2023, que proíbe perguntas discriminatórias sobre filhos, religião ou orientação sexual durante entrevistas de emprego. “Perguntas desse tipo não têm relação com a competência profissional e só reforçam preconceitos. O candidato precisa de segurança para se apresentar sem medo de ser julgado por sua vida pessoal”, avalia Tartuce.
Ainda sobre discriminação, há o PL 321/2019, que busca ampliar as proteções contra práticas discriminatórias tanto na admissão quanto na promoção e permanência no emprego. “Não basta contratar de forma justa, é preciso manter um ambiente sem qualquer discriminação”, diz a consultora de RH.
Para Bia Tartuce, a lei e os projetos sinalizam que o país começa a olhar para o candidato como um sujeito de direitos, não apenas como mais um número no processo. “Ainda não temos obrigação de feedback em processos seletivos, como na província de Ontário, no Canadá, mas as propostas já ajudam a trazer um horizonte de mais tranquilidade para quem procura trabalho”, conclui.
Serviço
Bia Tartuce: psicóloga, consultora de RH, mentora de líderes e de carreira
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/anabtj/
Instagram: https://www.instagram.com/biatartuce_/