Moda

A saia rodada é a nova favorita para tirar o look do básico

Com movimento e leveza, a saia rodada retorna ao street style como peça-chave para produções nada óbvias.

 

A saia rodada garante espaço no guarda-roupa contemporâneo por um motivo simples: ela transforma qualquer visual sem exigir esforço. A modelagem volumosa cria um impacto instantâneo e adiciona elegância, funcionando até quando combinada com peças básicas. É possível encontrá-la em diferentes versões (da longa à míni), e tal variedade, permite que ela transite entre propostas minimalistas, urbanas e fashionistas. Abaixo, trazemos inspirações que provam sua versatilidade.

 

Preto em movimento

 

Na versão mídi e preta, a saia rodada pode ser integrada a diferentes tipos de produções. Para um look profissional, uma boa opção é combiná-la com uma regata de gola alta e um salto de bico fino.

 

Branco com estrutura

 

A saia rodada também garante o look profissional ao lado de um colete de alfaiataria e sandálias de tiras. A combinação de cores claras traz leveza e serve como uma base neutra e versátil, que aceita acessórios de diferentes tonalidades. Aqui, o ponto de cor ficou para bolsa vermelha.

 

Mimi com atitude

 

A saia rodada curtinha também pode render produções sofisticadas. Para isso, experimente usá-la em conjunto com blazers ou jaquetas de cortes retos, confeccionados em tecidos típicos da alfaiataria. A mistura resulta em uma leitura moderna e fashionista. Pode apostar!

 

Xadrez urbano 

 

Aqui, a saia rodada aparece em um styling urbano e colorido. A camisa xadrez amarela adiciona vida à equação, e a tonalidade reaparece em outros pontos do visual, como nos pés e na bolsa. O contraste fica por conta do suéter azul, amarrado na cintura.

 

Casual fresh

 

A saia rodada longa e leve é perfeita para a temporada de verão. Para um mood casual e urbano, vale repetir a combinação acima e finalizar a peça com uma regata listrada e tênis confortáveis.

 

Fonte: Elle

Moda

Azul glacial: a cor tendência que está conquistando as fashionistas

A cartela fria ganha maturidade e consolida seu lugar entre os looks mais interessantes da estação

 

Durante muito tempo, os azuis claros ocuparam um território específico na moda: o do romantismo, da delicadeza previsível ou da estética juvenil. Mas esse cenário mudou — prova disso é a ascensão do azul glacial no street style. Ao adicionar uma nuance gélida ao tom pastel, a cor tendência se estabelece como uma alternativa menos doce e mais estratégica, complementando neutros clássicos com uma dose de frescor, livre de excessos. É um azul que dialoga com linhas retas, superfícies acetinadas, transparências sutis e volumes bem definidos.

 

Textura em evidência

O azul glacial ganha destaque no cardigã de textura felpuda. O truque aqui é a sobreposição: a base listrada quebra a uniformidade da cor, enquanto o suéter marinho sobre os ombros cria um contraste tonal dentro da mesma paleta.

 

Alfaiataria suave

O azul glacial ajuda a trazer leveza a peças com corte de alfaiataria, especialmente quando o material é fluido e a modelagem levemente ampla — o resultado ajuda a romper com a imponência formal do terno.

 

Azul + marrom

Uma das combinações mais interessantes da temporada, a dupla azul glacial + marrom escuro é a pedida perfeita para quem quer adicionar um toque de cor ao look sem abrir mão da praticidade dos neutros.

 

Peça-chave

Aqui, os acessórios pretos trazem sobriedade para o tom delicado. O detalhe do laço no pescoço adiciona um volume estratégico, mantendo a sofisticação do visual.

 

Paleta atualizada

No look, o azul glacial e o amarelo manteiga formam um match preciso, que tem tudo a ver com looks diurnos.

 

Dinamismo gráfico

O azul glacial funciona como base para o conjunto de estampa geométrica, criando um contraste entre a nuance pastel e o grafismo em P&B.

Fonte; Marie Claire

Moda

Colete é tendência em 2026: por que apostar na peça agora

Versátil e atualizado, o colete se firma como peça-chave de 2026 — do tricô à alfaiataria, com novas possibilidades de styling

 

O colete acaba de ganhar um novo fôlego na moda. Em 2026, a ideia de um item rígido, preso ao imaginário formal, abre espaço para o entendimento da peça como uma camada estratégica, que entra no look para dar acabamento, desenhar o tronco e criar contraste com bases mais frescas — especialmente durante a primavera e o verão. O ponto é que o colete atual não depende do conjunto completo para funcionar. Seja como top ou como terceira peça, ele aparece para complementar a produção de forma fácil e eficiente.

 

Composição fresh

O colete de tricô é uma alternativa interessante para quem quer usar bermuda de um jeito mais sofisticado, compondo um look que funciona até no escritório.

Conjunto que funciona

O colete de botões prova que também funciona como top, complementando a saia de linho com uma elegância descomplicada.

Texturas opostas

O tricô fechado traz aconchego visual, enquanto a saia de couro injeta atitude. Juntos, criam um look equilibrado, moderno e fácil de adaptar tanto ao dia quanto à noite.

Twist contemporâneo

A camisa traz estrutura, enquanto o colete de tricô suaviza o look e cria contraste de texturas. Já a saia xadrez atualiza a referência colegial, resultando em uma produção superatual.

Jogo de cores

A combinação aposta no jogo de cores inesperado para renovar a alfaiataria. O cinza, neutro e urbano, ganha força ao lado do verde vibrante: um jeito fácil de tornar o look menos óbvio.

Apelo funcional

O colete utilitário, com bolsos e apelo funcional, contrasta com o volume e a delicadeza da saia balonê. O resultado é um look que equilibra força e leveza sem esforço.

Silhueta destacada

O detalhe que transforma tudo é o cinto marcando a silhueta. Ao sobrepor o colete clássico, o look ganha proporção e intenção, enquanto a saia plissada garante o movimento.

Moda

O que Emily em Paris revela sobre o desejo contemporâneo de moda, luxo e identidade

O retorno de Emily em Paris marca um novo capítulo na relação entre moda, narrativa e comportamento. Na quinta temporada, a mudança de cenário acompanha um amadurecimento evidente da personagem principal.

 

Após anos em Paris, Emily amplia sua vivência europeia e passa a circular por cidades italianas, como Veneza e Roma, movimento que se reflete diretamente no figurino. A moda segue ousada e expressiva, mas agora com uma leitura mais refinada, onde silhuetas, tecidos e cores dialogam com referências clássicas do cinema e da moda europeia.

 

A estética da nova temporada revela um equilíbrio entre presença visual e sofisticação. Alfaiataria bem construída, tecidos imponentes e escolhas cromáticas mais conscientes aparecem como sinais de uma moda que evolui junto com a personagem. As produções continuam marcantes, mas ganham camadas de elegância atemporal, reforçando o valor do vestir como linguagem cultural.

 

Referências ao cinema italiano dos anos 1950, ao preto e branco clássico, as estampas e padronagens clássicas como os póas, se unem ao estilo que remete a ícones femininos como Sophia Loren e Claudia Cardinale, surgindo de forma sutil na construção dos looks. Há também ecos da estética francesa de Saint-Germain-des-Prés, onde moda, arte e comportamento sempre caminharam juntos. Essa combinação cria uma narrativa visual que conecta passado e presente, tradição e modernidade, traduzindo um luxo menos literal e mais simbólico.

 

O sucesso da série reforça um movimento já perceptível no consumo de moda: cresce o interesse por peças que comunicam identidade. O luxo é menos silencioso ao se aproximar dos excessos visuais, bem calculados, criando diálogos com emoção, personalidade e história. Tecidos, cores e modelagens deixam de ser escolhas puramente estéticas e passam a acompanhar diferentes momentos da rotina, equilibrando impacto visual e conforto. Essa leitura dos movimentos culturais globais é essencial para marcas que interpretam a moda como reflexo do comportamento contemporâneo.

 

Para Ana Paula Aguiar, diretora criativa da Deep, o interesse crescente por referências como as usadas na séries, evidencia o papel da moda como expressão individual.

 

“Quando a moda se conecta à narrativa e ao comportamento, ela deixa de ser apenas estética e passa a fazer parte da forma como as pessoas se posicionam no mundo. O vestir ganha intenção, identidade e significado, e é isso que buscamos traduzir em cada coleção”, afirma.

 

Ao sair da tela e ganhar as ruas, a moda apresentada na série se transforma em referência cotidiana. O que antes era figurino passa a inspirar escolhas reais, influenciando o modo como as pessoas combinam cores, tecidos e silhuetas no dia a dia.

 

No estilo do dia a dia, a moda urbana, das ruas, dos cafés e ambientes de trabalho, todos se tornam espaços de expressão, onde o desejo por consumir moda se conecta à vontade de comunicar o que não precisa ser dito. Assim, a moda além do espetáculo se consolida como parte ativa da vida real.

Moda

A elegância cotidiana como construção de estilo

A construção do estilo a partir de gestos simples que unem conforto, consciência e autenticidade

 

No cotidiano contemporâneo, marcado pela circulação constante de imagens, referências e micro estéticas, o estilo deixou de ser um gesto restrito a ocasiões formais e passou a integrar decisões práticas do dia a dia. A estetização da vida, presente nas escolhas de vestir, nos rituais pessoais e na forma como cada indivíduo se apresenta ao mundo, tornou-se parte da construção identitária. Nesse cenário, a elegância ganha novos contornos: não é mais um ponto de chegada, mas um modo de habitar a rotina com intenção, coerência e consciência.

 

A maneira como as pessoas combinam peças, equilibram conforto e presença e traduzem personalidade em pequenas escolhas revela uma busca por expressividade, e também por bem-estar e funcionalidade. A roupa, que antes respondia a códigos mais rígidos, assume o papel de mediadora entre quem somos e como queremos ser percebidos. A elegância cotidiana emerge, então, como resultado de hábitos: selecionar com cuidado, repetir com liberdade, adaptar ao contexto e preservar uma relação mais duradoura com o vestuário.

 

Esse movimento reflete uma percepção mais ampla de estilo, resultando em menos dependência de tendências rápidas e mais associação ao repertório individual. A construção de uma assinatura pessoal passa por olhar para o guarda-roupa como parte da vida prática e da dimensão simbólica, onde escolhas conscientes expressam pertencimento e autonomia. Assim, vestir-se torna-se uma prática que equilibra funcionalidade, estética e comportamento.

 

Entre as marcas regionais, a Deep aplica moda e identidade, destacando a importância de cultivar relações consistentes com as próprias peças. Segundo Ana Paula Aguiar, diretora da marca, “a elegância do dia a dia nasce quando entendemos que vestir é um gesto de presença. Não se trata de acúmulo, mas de escolhas que fazem sentido para quem somos e para o ritmo da vida. Esse olhar atento cria um estilo que acompanha a mulher em diferentes momentos, com autenticidade e naturalidade”, destaca.

Moda

Além do look: qual cor de lingerie usar no Ano Novo?

Com a chegada das festas de fim de ano, é hora de pensar nos looks para celebrar o Réveillon e renovar as energias para o ano que começa. Além da roupa escolhida para a virada, um detalhe que faz toda a diferença é a cor da lingerie. Para muitas brasileiras, a tradição vai além da moda e carrega significados ligados a desejos e intenções para o novo ciclo que se inicia dia 1º de janeiro.

 

Entre as cores mais procuradas para atrair prosperidade está o amarelo, que simboliza dinheiro e sucesso. A tonalidade é ideal para quem deseja começar o ano com mais segurança financeira e novas oportunidades.

 

• Sutiã com Base e Bojo com Laço Marisa – R$ 29,99

 

• Calcinha Caleçon Renda Marisa – R$ 9,99

 

O branco, clássico do Réveillon, representa paz, harmonia e recomeço. A cor é perfeita para quem quer deixar para trás o que não faz mais sentido e iniciar o novo ano com leveza e boas energias.

 

• Sutiã de Renda Push Up Marisa – R$ 29,99

 

• Calcinha String Fio Dental Renda Marisa – R$ 15,99

 

Já o rosa está diretamente ligado ao amor e ao afeto. Apostar em lingeries nessa cor é uma forma de atrair relações mais verdadeiras, fortalecer laços e, também, cultivar o amor-próprio em 2026.

 

• Sutiã de Renda com Base Marisa – R$ 29,99

 

• Calcinha Biquíni Renda – R$ 15,99

 

Para quem deseja uma virada cheia de intensidade, o vermelho é a escolha certa. A cor simboliza paixão, desejo e energia para o novo ano.

 

• Sutiã Tomara que Caia Renda – R$ 29,99

 

• Calcinha Tanga Renda – R$ 15,99

 

Todas as peças estão disponíveis nas lojas físicas e no e-commerce da marca.

 

Clique aqui para visualizar todas as imagens em alta resolução!

 

Sobre a Marisa

 

Muito além de ser uma das maiores redes de moda feminina do Brasil, somos uma Companhia em transformação, com o propósito claro de vestir sonhos e fortalecer conquistas. Nosso compromisso é com a mulher brasileira da classe C — protagonista da nossa história — e com sua família, oferecendo moda acessível, atual e com significado.

 

Desde 1948, quando Bernardo Goldfarb iniciou essa trajetória, seguimos evoluindo com ousadia, simplicidade e atitude de dona. Hoje, reafirmamos nossa missão: estar próxima e íntima da mulher, dando acesso à moda com custo-benefício, como e onde ela quiser.

 

Nosso foco estratégico coloca a mulher no centro de tudo o que fazemos. Isso se reflete em um sortimento mais aderente aos seus desejos, em um visual merchandising mais acolhedor e em soluções que vão além da moda — como produtos financeiros que ampliam o acesso ao crédito e iniciativas voltadas ao seu bem-estar e à sua saúde.

 

Com um portfólio que atende também o público masculino e infantil, queremos ser a primeira opção de moda para a mulher brasileira de classe C e sua família. Investimos continuamente em tecnologia e inovação, com serviços como “Clique e Retire” e “Ship from Store”, que tornam a experiência de compra mais ágil, integrada e conveniente.

 

Nossos valores — mulher no centro, acolhimento, integração, respeito, simplicidade e atitude de dona — são os pilares que sustentam cada decisão, cada coleção, cada interação. Estamos construindo, com consistência e paixão, uma marca que representa, acolhe e empodera. Uma marca que entende que a moda é ferramenta de expressão, de autoestima e de conquista.