Moda

Doze tendências do inverno 2026 para ficar de olho

Alfaiataria sensual, tricôs vintage, texturas dramáticas e novas silhuetas estão entre as tendências que desenham o inverno 2026

 

Depois de quase um mês de desfiles entre Nova York, Londres, Milão e Paris, a temporada de inverno 2026 chega ao fim com algumas direções claras para os próximos meses. Nas passarelas, a moda se move entre contrastes. De um lado, silhuetas alongadas, alfaiataria sensual e referências históricas. De outro, texturas exuberantes, camadas inesperadas e um romantismo folk que mistura renda, babados e transparências. No meio do caminho, o corpo volta pra jogo, enquanto efeitos desgastados e superfícies felpudas mostram que a roupa perfeita já não é mais prioridade. A seguir, reunimos as 12 principais tendências da temporada:

 

Cintura peplum

 

Nesta temporada, várias coleções apostam na cintura império, aquela posicionada logo abaixo do busto, junto de volumes na região do quadril, como basque ou peplum. O efeito traz uma leve referência a trajes históricos, mas sempre misturada com peças bem atuais. Pense nesse tipo de construção aparecendo com jeans, alfaiataria relaxada ou outras bases do guarda-roupa contemporâneo.

 

Alfaiataria sexy, moderna e feminina

 

Blazers estruturados, ternos impecáveis e conjuntos de corte preciso ganham uma leitura mais sensual e atual, seja pelo decote profundo, pelo uso direto sobre a pele ou pela mistura com saias fluidas e vestidos leves. Há um perfume clássico, mas também uma feminilidade afiada que aparece nas proporções alongadas e na valorização do corpo de forma mais livre e contemporânea.

 

Superfícies felpudas

 

Textura virou espetáculo no inverno 2026. Casacos inteiros cobertos por lã, pelúcias volumosas ou materiais que lembram teddy coats trazem uma dimensão tátil forte às coleções. Elas também arrematam detalhes como punhos e golas, mas vão além: a pelagem domina a roupa inteira e constrói volumes generosos, como mostram propostas de marcas como Chloé, Marni e Simone Rocha.

 

Camadas mil

 

Se antes o styling buscava simplificar, agora a ideia parece ser oposta. As novas coleções exploram o jogo de camadas como um exercício de composição: vestidos sobre saias, casacos empilhados, tricôs que deixam outras golas e barras escaparem por baixo. Em muitos looks, cada peça revela um fragmento da anterior, criando combinações ricas em textura, cor e proporção.

 

Romantismo folk

 

Vestidos longos de renda, transparências delicadas e camadas de babados trazem uma estética boêmia e etérea. Tecidos leves deixam o corpo aparecer por baixo, enquanto mangas amplas, golas altas e saias fluidas criam movimento. Em vez de parecer fantasioso demais, esse repertório ganha um ar atual quando combinado a botas pesadas, óculos escuros ou acessórios mais urbanos.

 

Referências históricas

 

Labels como Fendi e Saint Laurent recorrem ao passado em busca de repertório. Uniformes militares, macacões utilitários e jaquetas de aviador servem de referência para casacos com ombros estruturados, bolsos amplos e cinturas marcadas. Em contraste, vestidos de renda, slip dresses e transparências acenam às lingeries usadas em outras décadas.

 

Silueta alongada

 

Outra direção forte da temporada aposta em silhuetas alongadas, especialmente em vestidos e conjuntos de comprimento mídi que criam uma linha contínua do ombro até a barra. Quando o look vem em versão monocromática, esse efeito fica ainda mais evidente. Entram também casacos longos que quase cobrem o corpo inteiro, mas com corte enxuto e proporções mais contidas, reforçando a ideia de verticalidade.

 

Corpo em evidência

 

O corpo virou protagonista de novo. Entre a obsessão por wellness e as mudanças visuais trazidas pela popularização das canetas emagrecedoras, a silhueta passou a aparecer com muito mais destaque. Nas passarelas, isso se traduz em roupas que acompanham o corpo de perto: vestidos colados, tecidos tipo segunda pele e uma enxurrada de referências à lingerie. Não é exatamente sobre sensualidade clássica, é mais sobre mostrar o corpo como ele é, sem tanta mediação da roupa.

 

Tricôs com cara vintage

 

O tricô também passa por um revival com clima retrô. Cardigãs bordados, pontos grossos, flores aplicadas e suéteres com textura artesanal remetem a peças que poderiam ter saído direto de um brechó ou do armário da avó. Nas coleções da Chloé e Marni, por exemplo, há versões delicadas, com bordados florais e acabamentos manuais. Já na Diesel, ele é arrematado por cores vibrantes e estampas exageradas, num conceito mais irreverente.

 

Efeitos amassados e desgastados

 

No inverno 2026, a ideia de roupa impecável perde força. Nos desfiles de casas como Prada, Diesel, Jil Sander e Miu Miu, aparecem peças com cara de já vividas: tecidos levemente amassados, superfícies gastas, barras desalinhadas e couros que parecem ter sido usados por anos.

 

Glamour Film Noir

 

As silhuetas mais enxutas da temporada podem até parecer minimalistas à primeira vista, mas a ideia é outra. Em vez do quiet luxury, o clima que domina muitas coleções puxa para um glamour cinematográfico inspirado no universo do film noir dos anos 1940. Entram em cena maquiagem dramática, trench coats e casacos longos, muitas vezes de couro ou com brilho vinílico, quase sempre em tons escuros.

 

Golas-moldura

 

Elas deixam de ser detalhe e viram escultura na roupa. São infladas, dobradas ou superaltas, subindo até o queixo e criando volumes que emolduram o rosto e mudam a silhueta. Em muitos looks, especialmente em casacos e jaquetas estruturadas, elas funcionam como o ponto focal do styling.

 

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Moda

Por que a moda está interessada em sapatos ‘esquisitos’?

Do revival da Tabi aos saltos de cogumelos da Chanel, o sapato excêntrico deixou de ser exceção, consolidando-se como ferramenta de experimentação e exercício de identidade

 

Se existe um campo onde a moda historicamente testa seus limites formais, esse espaço é o dos sapatos. Diferentemente da roupa, que negocia com códigos sociais, função prática e legibilidade imediata, o calçado aceita o exagero com menos concessões. É uma peça que permite distorcer proporções e deslocar o eixo do corpo, tensionando a ideia de beleza sem necessariamente comprometer a harmonia da silhueta.

 

Não é coincidência que alguns dos momentos mais disruptivos da história recente tenham acontecido nos pés — pense nos “cascos de cabra” de Thierry Mugler na década de 1980, na Armadillo de Alexander McQueen (que virou ícone dos looks de Lady Gaga nos anos 2010) ou na Tabi, apresentada por Martin Margiela no fim dos anos 1980. Em todos esses casos, o sapato opera como uma intervenção quase arquitetônica na figura humana.

 

O interesse por sapatos que parecem estranhos não é algo novo, mas ganha fôlego como resposta a uma saturação do visual clean que dominou as últimas temporadas. Em vez de seguir a engrenagem acelerada das microtendências, algumas fashionistas têm preferido apostar em modelos que vão na contramação do mainstream, com desenho excêntrico e autoral.

 

Em sua era na Loewe, Jonathan Anderson deu força a esse movimento com os sapatos cobertos por bexigas e os saltos em forma de ovo, esmalte ou flores, apresentados entre 2022 e 2023. A ideia é aproximar o calçado de um objeto de design ou de uma peça exposta em uma galeria de arte.

 

Já em 2026, a coleção de estreia de Matthieu Blazy na alta-costura da Chanel deu destaque aos saltos em forma de cogumelo, que não surgiram como mero efeito cenográfico. Há uma intenção clara de recolocar o sapato no centro da narrativa da maison, retomando o legado do modelo bicolor criado por Gabrielle Chanel no fim dos anos 1950 e expandindo essa tradição para um território mais imaginativo.

 

O elemento “estranho” funciona como um artifício não óbvio, capaz de reintroduzir fricção em uma moda que vinha flertando com a homogeneização. É nesse contexto que os modelos a seguir ganham força, apontando para um desejo de adicionar mais humor, ironia e imaginação ao repertório visual.

 

Tabi

Inspirada nas meias japonesas do século XV, a Tabi foi popularizada no cenário fashion pela Maison Martin Margiela em 1989. Conhecida pela divisão entre os dedos, que altera a anatomia tradicional do calçado, o modelo desloca o eixo clássico da elegância ocidental e dialoga com um minimalismo de formas mais complexas.

Five fingers

Os modelos com cinco dedos separados e solado de borracha surgiram como equipamento para esportes de aventura nos anos 2000, popularizados pela marca italiana Vibram. Agora, retornam sob uma leitura que combina o imaginário tecnológico do início do milênio à obsessão contemporânea por alta performance.

 

Madeira ergonômica

Lançada nos anos 1950, a sandália Pescura, da marca Scholl, logo conquistou as consumidoras graças à sola de madeira com formato ergonômico. Depois de colaborações recentes com marcas como Melissa e Balenciaga, o modelo volta ao radar, trazendo novas versões de suas fivelas metálicas evidentes, madeira exposta e construção assumida como parte do desenho.

 

Salto vitoriano

As botas com amarração frontal, bico alongado e salto inspirado no período vitoriano reaparecem em 2026 como parte de um movimento mais amplo de revisitação histórica. Com cano médio ou alto, o modelo recupera referências que já haviam sido exploradas por grifes como Dior e Vivienne Westwood em diferentes momentos. Hoje, surgem alinhados a uma estética que combina rigor e romantismo, expressando uma teatralidade mais comedida.

 

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Moda

A Paris Fashion Week de inverno acontece até o próximo dia 10

  1. Evento está sendo considerado um sucesso absoluto e reunirá um total de 68 desfiles e 31 apresentações em showroom

 

A Chloé, marca famosa por oferecer elegância sem esforço, com peças leves, femininas e confortáveis, é uma das principais atrações do Paris Fashion Week. A diretora criativa Chemena Kamali escreveu que o inverno 2026 da Chloé é sobre como as roupas podem conter emoções e carregar memórias. Segundo ela, é uma reflexão sobre humanidade, empatia e devoção.Vamos por partes, porque elas são muitas.

 

Na das memórias, temos alguns desdobramentos. O mais evidente são as interpretações de peças ou looks completos que a estilista encontrou nos arquivos da marca. Em sua maioria, da época em que Karl Lagerfeld respondia como diretor de criação (entre meados de 1960 até o início dos anos 1980). Outro ponto de vista mais subjetivo tem a ver com a maneira como o que vestimos é marcado pelo tempo.

 

Uns amassadinhos aqui e ali, a forma do nosso corpo, uns desgastes em determinadas áreas e as lembranças que ficam registradas nas nossas mentes. Tem ainda um viés social e cultural nessa história: o papel que as roupas desempenham em tradições e rituais populares, como festas ou celebrações folclóricas. Chemena se inspirou em um tanto deles, sobretudo os de regiões europeias.

 

Tratando-se de Chloé, uma grife conhecida pelo estilo boêmio das décadas de 1960 e 1970, rolam muitas referências ao movimento hippie, com todas suas associações com liberdade, natureza e espírito comunitário. E isso traz algumas novidades para o repertório da estilista.

 

Há uma abordagem mais natural e menos glamourizada de modo geral – embora a tentativa pareça improvável ou forçada em alguns momentos.

momentos. Além dos vestidos de seda em camadas, dos jeans de cintura alta, das blusas com babados, das capas e dos blazers e jaquetas de proporções infladas, entram em cena uma série de tricôs, camisas xadrez e itens com pegada campestre. Claro, nada é exatamente simples. Pelo contrário.

 

Devido ao mote da coleção, há uma valorização de processos manuais e, por consequência, humanos. Praticamente todas as peças têm alguma decoração: babados, plissados, bordados, aplicações, acessórios de metal, estampas e por aí vai. Alguns deles, como aquela espécie de cobertura ou capa nos ombros de alguns casacos, são removíveis. Outros são tão pequenos que só podem ser vistos bem de perto (ou com um bom zoom). Todos são feitos artesanalmente.

 

É muito bem-vinda a intenção de introduzir novos elementos ou direcionar a marca para outros caminhos. Só não vale perder o senso de realidade, nem da pessoa que pode vestir aquele look. Em alguns casos, o espírito livre e a devoção às manualidades parecem sobrecarregados. E assim, a leveza e espontaneidade essencial à garota Chloé parece perdida em meio a folclores.

 

Fonte: Elle

Moda

Retorno das ombreiras: tendência dos anos 1980 em 2026

Detalhe dos anos oitenta que conquistoutodas as peças da temporada

 

Na década de 1980, as ombreiras se tornaram um statement. Eram a pedra angular do power dressing, uma estética que buscava transmitir autoridade por meio das roupas. Com a ajuda de designers como Thierry Mugler, Claude Montana e Giorgio Armani, os ombros se alargaram e as mulheres conquistaram o escritório vestidas com ternos que transmitiam estilo e confiança.

 

Em 2025, o revival dos anos 1980 continua a ditar o ritmo da moda, mas as ombreiras deixaram de ser um símbolo exclusivo do poder executivo e dos ternos de negócios. Elas agora são encontradas em todos os tipos de peças e contextos, transformando-se em um recurso de estilo tão versátil que funciona tanto no escritório quanto em um jantar ou evento noturno. Além do clássico blazer, elas se tornaram um detalhe capaz de atualizar tudo, desde peças básicas até as mais sofisticadas.

 

As passarelas confirmam seu retorno: marcas como Saint Laurent, Stella McCartney e Ángel Schlesser reviveram as ombreiras XXL, reinterpretando a silhueta dos anos 1980 com um toque fresco e contemporâneo. Podemos não encontrar essas proporções extremas no dia a dia, mas encontramos versões adaptadas em diversas peças e presentes em praticamente todas as marcas, prontas para conquistar nossos guarda-roupas.

 

Camisetas

As ombreiras se infiltraram até nas camisetas mais básicas, transformando-as em verdadeiras peças de destaque. O que antes era uma peça básica e discreta do guarda-roupa agora está sendo reinventado com estilo: ombreiras estruturadas que adicionam força à silhueta e um ar sofisticado que pode elevar qualquer visual em segundos. Em tons neutros, elas se tornam a peça versátil perfeita, podendo se adaptar tanto a um look urbano com jeans quanto a um estilo mais elegante com calças de alfaiataria ou saia midi.

 

Body ou blusas

As ombreiras também encontram seu lugar ideal em bodies, uma peça que estiliza e se adapta ao corpo naturalmente. Ao destacar a cintura e enfatizar os ombros, elas criam um contraste equilibrado que transforma até as peças mais simples em uma declaração de elegância total. No caso das blusas, ombros estruturados servem como um contraponto perfeito à delicadeza de tecidos fluidos como seda ou chiffon. O resultado é uma silhueta poderosa, feminina e sofisticada, capaz de brilhar tanto em um look de escritório quanto em um jantar especial.

 

Casacos

Casacos e gabardinas com ombreiras largas criam silhuetas esculturais mesmo nos dias mais frios. Aqui, as ombreiras encontram um lugar para brilhar por muito tempo, transformando essas peças em companheiras infalíveis de inverno. Quanto mais volume elas têm, mais envolventes se tornam: elas não apenas fornecem calor, mas também transformam a figura em uma verdadeira escultura em movimento. Em versões maxi, elas adicionam drama e sofisticação, tornando-se uma armadura elegante contra o frio.

 

Blazer

Blazeres são o território natural das ombreiras, a peça onde melhor se integram e são mais estilosas. Em sua versão clássica, sobreposta a um terno sob medida, transmitem autoridade e elegância sem esforço, perfeitas para um dia de trabalho. Transformadas em um vestido blazer, com cintura marcada, tornam-se a opção mais sedutora e poderosa para a noite. Essa combinação de blazer e ombreiras é, e continuará sendo, uma fórmula vencedora: um ícone atemporal que merece um lugar permanente em qualquer guarda-roupa.

 

Jaquetas de couro e jeans

As ombreiras também estão dominando as jaquetas mais icônicas, elevando clássicos que pareciam impossíveis de reinventar. Nesta temporada, o jeans retorna com força, consolidando-se como uma das maiores tendências do street style. A jaqueta jeans, peça atemporal do guarda-roupa, encontra nas ombreiras uma nova aliada para modernizar sua silhueta: ombros definidos que afinam e adicionam presença.

No caso das jaquetas de couro, as ombreiras reforçam ainda mais seu espírito rebelde e desafiador. Com aquela vibe rocker e sofisticada, elas redefinem a estética biker, dando-lhe um toque arquitetônico (e muito poderoso).

Fonte: Glamour

Moda

Unhas de poá são a tendência de manicure perfeita para o verão

Pegando emprestada a estampa mais marcante da estação, esse design fará toda a diferença no seu visual para a estação mais quente do ano

 

As tendências de verão costumam ser leves, divertidas e descomplicadas — e, felizmente, as unhas de poá cumprem todos esses requisitos. Inspiradas na tendência de moda mais quente do verão, as unhas de poá são divertidas e estilosas na mesma medida. Vimos celebridades como Kaia Gerber e Kylie Jenner usando vestidos e capris com poás, então era apenas questão de tempo até que a trend chegasse também às nossas unhas.

 

E agora que as unhas com poás apareceram, não há mais como parar. Dua Lipa, Sabrina Carpenter e Hailey Bieber (que já usou duas vezes!) são apenas algumas das muitas estrelas que foram flagradas com manicures de poá neste verão. Se você gosta de um visual retrô e vintage na nail art, os poás são perfeitos para você. A melhor parte? Existem inúmeras formas de usá-los: em unhas curtas ou longas no formato amêndoa, com poás preto e branco ou multicoloridos, em todas as unhas ou apenas em algumas como destaque.

 

A seguir, tudo o que você precisa saber sobre a tendência das unhas de poá, incluindo como criar o visual em casa e muitas imagens inspiradoras para salvar e mostrar à sua nail artist na próxima ida ao salão. Além disso, reunimos dicas e truques diretamente de Evelyn Lim, educadora-chefe do estúdio Paintbox da MiniLuxe, em Nova York.

 

O que são unhas de poá?

De glass nails e milk bath nails a soap nails e jelly gloss nails, existem muitas tendências de manicure para acompanhar. Embora a maioria delas esteja mais minimalista ultimamente, a popularidade surpreendente (e muito bem-vinda) das unhas de poá traz exatamente o toque de nail art que estávamos desejando. Elas surgem na esteira da enorme tendência de moda dos poás, com vestidos, capris, biquínis e muito mais dominando o verão. Amamos quando beleza e moda se encontram.

Unhas de poá são, como o próprio nome indica, exatamente isso. A manicure apresenta uma base de qualquer cor (ou até uma base de francesinha), com poás aplicados por cima. A beleza está na versatilidade: eles podem ser alinhados ou distribuídos de forma aleatória, multicoloridos ou de uma única cor, do mesmo tamanho ou em tamanhos variados — e as possibilidades são infinitas. Você pode estilizar como quiser, mas Lim destaca algumas combinações favoritas: “preto e branco, vermelho cereja e branco, coral e pink vibrante, ou azul-marinho com verde honeydew”, conta.

Por que as unhas de poá são tão populares?

Além de os poás serem a estampa do momento na moda, por que essa tendência de manicure ganhou tanta força tão rápido neste verão? “Acho que os poás se tornaram populares porque trazem um ar mod à manicure clássica”, explica Lim. Eles remetem aos anos 1960, entregando uma energia divertida e sofisticada ao mesmo tempo — algo que todas nós podemos aproveitar um pouco.

Como criar unhas de poá?

As unhas de poá só ficam melhores. Nosso detalhe favorito? Elas são incrivelmente fáceis de fazer, seja você uma profissional ou alguém que faz as unhas em casa. Até iniciantes conseguem entrar nessa. “Os poás são amigáveis para quem está começando, mas você pode elevar o nível aperfeiçoando o posicionamento de cada bolinha”, diz Lim. Se você não se sentir confortável criando sua própria nail art, também pode optar por unhas postiças (press-on).

Para criar o visual, tudo o que você precisa é de uma ferramenta própria para pontilhar unhas. Depois de aplicar a cor de base desejada, “mergulhe a ferramenta no esmalte e pressione levemente sobre a unha”, orienta Lim. “Repita o processo para garantir poás do mesmo tamanho.” Se quiser poás de tamanhos diferentes, use ferramentas de tamanhos variados.

Não tem a ferramenta? Sem problema. “Se você não tiver um pontilhador, experimente a ponta de um grampo de cabelo ou de uma caneta esferográfica”, recomenda Lim. Funciona perfeitamente em situações de emergência! Você também pode criar poás em 3D, aplicando strass redondos ou pérolas nas unhas para uma versão ainda mais criativa da tendência.

Moda

O que há por trás do retorno do naked dress usado pelas famosas?

Impulsionadas pela autoaceitação, celebridades apostam cada vez mais na transparência, até mesmo para bater de frente com a sociedade patriarcal em que vivemos

 

Atenção, fashionista! Se depender das celebridades, o naked dress está de volta, mas vamos combinar, que ele nunca saiu de moda. Só nos últimos meses, quatro celebridades cruzaram os tapetes vermelhos mundo afora mostrando a peça que customa ganhar forças em momentos mais conservadores quando os assuntos são os corpos e liberdade feminina.

 

Dakota Johnson apostou em um vestido transparente com renda preta exibindo a lingerie no mesmo tom, assinado pela Gucci. Mais cedo, no mesmo dia, Margot Robbie, que retornou às promoções do filme após nascimento do primeiro filho, escolheu um vestido em tom rosado bordado com pedrarias da Giorgio Armani para divulgar “A Grande Viagem de Sua Vida”.

 

A canadense Tate McRae e a artista sueca Zara Larsson cruzaram o tapete vermelho do Video Music Awards (VMA) com vestidos exibindo a silhueta. A primeira com um vestilo longo estilo lingerie de Ludovic de Saint Sernin e a segunda com um mini vestido com bordados florais de Sorcha O’Raghallaigh.

 

Naked dress: a transparência como símbolo de autoaceitação no red carpet

 

Dua Lipa, Rihanna, Jane Birkin, Madonna, Kendall Jenner, Sabrina Sato, entre outras celebridades, já concentraram os flashes dos fotógrafos ao cruzarem os red carpets das premiações e eventos mundo afora evidenciando os seios a partir dos looks escolhidos. A tendência do naked dress não é novidade, mas segue cada vez mais em alta com a emancipação e autoaceitação do corpo feminino alavancadas por movimentos feministas — aqui, podemos citar a famosa frase “meu corpo, minhas regras” — em contrapartida à censura das redes sociais, que derrubam imagens e vídeos com os mamilos das mulheres à mostra, e das ideias mais conservadoras, tradicionais e ultrapassadas da sociedade ainda patriarcal.

 

“O avanço do feminismo inspira e sustenta esse movimento do corpo mais à mostra. Ao mesmo tempo, mostrar tem a ver com autoestima, liberdade de escolha, praticar o belo e, para completar, servir de inspiração de moda. O feminismo está cuidando de outras pautas dentro da luta pela equidade. Essa força e essa evolução constante nos fazem sentir potentes para escolher: um dia estar de alfaiataria oversized, no outro, de transparência. Não é diretamente relacionado, mas influencia, sim”, diz Manu Carvalho, especialista em moda e comportamento.

 

Um dos vestidos com transparência mais comentados é o que Marilyn Monroe escolheu para cantar “Happy Birthday, Mr. President” para John F. Kennedy, em 1962. A mesma peça causou burburinho nas redes sociais ao ser usada novamente por Kim Kardashian durante o Met Gala, em 2022. Jane Birkin, que morreu em julho deste ano, ainda é dona de uma das imagens mais compartilhadas pelos fashionistas: a da première do filme Slogan, em que aparece de mãos dadas com Serge Gainsbourg usando um minivestido preto transparente, sem sutiã.

 

“O corpo feminino sempre foi o protagonista quando falamos na evolução da moda e da própria mulher. Só lembrar o destaque para os ombros e decotes nos seios dos séculos 15 ao 18. Se formos mais longe, chegamos em Cleópatra e Maria Antonieta, com vários acessórios em lugares estratégicos. Desde os anos1920, quando passamos a ver tornozelos e, nas décadas seguintes, com a Revolução Industrial, a criação do prêt-à-porter e a massificação das peças, o corpo da mulher ganhou cada vez mais holofote. Eu diria que a força do corpo feminino como protagonista do século passado começa em 1920, estourando no fim dos anos 1940 para a década de1950, devido às pinups. Uma década depois, veio a revolução com a minissaia e, nos anos 1970, vieram as transparências”, analisa Manu, que também trabalha como stylist de famosas.

 

Nos anos 1990, Jean Paul Gaultier retornou com a transparência na moda. É ele, inclusive, o responsável pelo look que Madonna usou e ficou conhecido como “topless filantrópico”. Em setembro de 1992, a rainha do pop fechou o desfile do estilista francês que aconteceu em Los Angeles, nos Estados Unidos. Para arrecadar mais fundos em prol da Fundação Americana de Pesquisa da AIDS (amfAR), a artista abriu o blazer risca–de-giz que usava, deixando os seios à mostra e os convidados chocados com a atitude.

 

“Imagino que cause mais desejo do que estranhamento. O estranhamento deve vir quando o desejo soar estranho, o que pode ser pessoal e também coletivo”, detalha.

 

Trinta anos depois, o naked dress ganhou ainda mais fôlego nas mãos do próprio Gaultier, que esgotou uma criação que remete à forma da silhueta feminina, principalmente com ênfase nos seios, após três anos com roupas mais básicas por conta das restrições em torno da Covid-19.

 

“A tendência do sexy se estabeleceu depois do ‘ciclo pijama’, devido aos moletons, tricôs e utilitários que usamos na pandemia.”

Se o corpo feminino esteve quase sempre no holofote da história e do comportamento da moda, por que quando as mulheres apostam nas transparências, seja com mamilos à mostra ou com tecidos mais leves por cima do corpo, elas viralizam nas redes sociais sob escrutínio do público?

 

“As plataformas digitais tendem a potencializar tudo devido ao alcance e ao poder de multiplicação. Quando o corpo da mulher está à mostra, a sociedade patriarcal ainda o vê como um produto, o contrário do que acontece com o corpo dos homens”, finaliza.

Fonte: Glamour

Moda

Do místico ao medieval: por que a moda está resgatando o passado para encarar o presente?

Entre rendas vitorianas, armaduras medievais e símbolos místicos, a temporada atual transforma referências históricas em contemporânea — e faz do vestir uma forma de encarar tempos instáveis

 

Há uma razão para o imaginário medieval reaparecer com tanta insistência: ele concentra símbolos e metáforas visuais que têm força até hoje. Em um momento atravessado por instabilidade, a moda recorre a imagens de proteção — armaduras, metais, malhas que evocam escudos — e de devoção e mistério — véus, capuzes, cruzes, rosários. Esses signos levam a uma dramatização da silhueta, que ganha ainda golas altas, mangas amplas, amarrações e saias volumosas.

 

Não se trata de reconstituir uma época, mas de acionar um repertório estético capaz de condensar ideias de poder, corpo, controle e fantasia em uma única imagem. As referências percorrem a Idade Média (entre os séculos V e XV) até o período vitoriano (1837-1901), marcando a transição de um ideal místico para o urbano.

 

Nas passarelas, esse retorno ganhou densidade no inverno 2025, quando a ideia de armaduras, brocados, veludos e volumes estruturados apareceu com força no circuito internacional e invadiu também o estilo das ruas. Mesmo sem a palavra “medieval” declarada como tema central, as coleções trouxeram peças que evocavam couraças, tecidos densos, capuzes e uma ênfase em superfícies que pareciam proteger o corpo.

 

Paralelamente, o vocabulário saltou das passarelas e ganhou tração na cultura pop. O que antes era recurso de desfile passou a aparecer em premiações, pré-estreias e tapetes vermelhos, filtrado pelo olhar de celebridades e stylists que transformam referências históricas em imagens virais.

 

A cantora Chappell Roan, por exemplo, ajudou a trazer o medieval para o centro da pauta recente ao eleger o hennin, aquele chapéu cônico, para um look de red carpet — um gesto que vai além do teatral, e mostra um desejo de subverter os códigos de vestimenta atuais.

Na mesma órbita, Charli XCX reforça a ideia de romance dramático com um vestido volumoso, coberto por tule dourado e babados em um look que evoca a estética barroca para a première do filme O Morro dos Ventos Uivantes.

 

Lady Gaga entra por outro caminho: o da iconografia religiosa como ferramenta de construção de imagem. Em vez do gótico genérico, o que aparece é um catolicismo com toque pop — pense em cruzes, ferragens e uma sensualidade que alterna cobertura e revelação — tudo isso com acabamento de alta-costura e a ajuda de peças de arquivo.

 

Quando Rosalía encosta no mesmo imaginário — véu, branco quase sacro, referências de santidade e êxtase — em sua nova era com o álbum Lux, ela explicita algo importante: o místico hoje não diz respeito apenas a uma estética sombria, é também brilho, pureza, devoção e performance.

 

Também na divulgação de O Morro dos Ventos Uivantes, a protagonista da adaptação, Margot Robbie, tem aparecido com uma série de produções com referências medievais e tempero contemporâneo, como os looks com corset assinados por Dilara Fındıkoglu e os itens John Galliano vintage — escolhas certeiras do stylist Andrew Mukamal.

 

No fundo, o que costura tudo isso é uma mudança de humor: depois de anos em que a ideia de discrição virou sinônimo de elegância, a moda voltou a permitir ornamento, teatralidade e símbolos. O medieval e o vitoriano entregam isso de forma instantânea – e ainda carregam o atrativo de parecerem deslocados do tempo, o que dá a essas referências um tipo de autoridade estética difícil de obter com códigos puramente contemporâneos.

Moda

Guia de estilo: como usar shorts esportivos fora da academia?

Shorts de ginástica têm mais opções do que uma blusa e tênis e aqui contamos como usá-los

 

Talvez seja porque estéticas como tenniscore e blokecore tenham surgido como novos pilares no guarda-roupa de garotas estilosas. Talvez seja uma consequência direta da praticidade se tornar o fio condutor na maneira como as pessoas se vestem em geral, mas shorts esportivos nunca foram tão estilosos quanto em 2025. E sim, sabemos que há um grupo de garotas que, ao ler a manchete desta matéria, disse: “Isso nunca vai acontecer”, mas tememos que mudanças de opinião sejam a única constante em nossas vidas.

 

Se há algumas semanas a Mango nos fez pensar em usar shorts esportivos com salto, como Paris Hilton fazia nos anos 2000, a análise das imagens de street style deixou claro que não foi só a marca catalã que se propôs a descontextualizar os shorts Adidas, Nike e Lululemon que normalmente usamos na academia ou para praticar esportes. Sejam os shorts de basquete mais clássicos, que vão até o joelho, ou os de futebol, esses shorts não servem apenas para ficar em casa, fazer compras ou usá-los como “devem”. Eles também são ótimos para curtir terraços com as melhores amigas, ir a um brunch ou até mesmo jantar fora. Então, por que não se deixar seduzir por uma opção tão confortável, descolada e estilosa?

 

O guia prático para usar shorts esportivos:

 

Nível básico: um look total
É comum ver esses shorts combinados com camisetas, moletons e jaquetas leves, e embora seja verdade que a combinação deles possa ser mais esportiva, não há dúvida de que usar a teoria errada do calçado resultará em um look street style. Sejam sandálias de salto, como vimos nas ruas de Copenhague, mocassins ou sapatilhas, o resultado é garantido: um look arrasador.

Nível básico: monocromático
Basta escolher a camiseta ou camisa mais simples do seu guarda-roupa, que seja próxima da cor do short escolhido, e pronto. É um daqueles looks em que você não precisa pensar muito, mas que funciona, principalmente se você adicionar um toque moderno, como uma estampa ou pulseiras largas.

Nível intermediário: seu melhor amigo, um blazer
Vamos ser sinceros, uma das combinações mais fashion é escolher seu básico favorito e usar um blazer por cima para um look mais clássico, mas a verdade é que também funciona para um pouco mais de experimentação. Por exemplo, em Copenhague, vimos esses shorts combinados com blusas leves e soltas, e as Havaianas da moda, mas as garotas de Oslo têm uma ideia muito mais sensual; elas os usam com um top de biquíni preto e botas de salto altíssimo. Ambos com um toque muito pessoal, ambos com muito estilo.

Nível de especialista: os opostos se atraem
Falamos sobre essa tendência no início da primavera. Nas passarelas, vimos o ressurgimento de texturas misturadas, cores vibrantes e estéticas contrastantes em um único look, e o verão deixou claro que esse “truque” fashion não vai a lugar nenhum. Na verdade, ele só se intensificou. E não apenas porque é uma maneira superfácil de descontextualizar nossas peças favoritas e dar a elas muito mais vida, mas porque é o empurrãozinho perfeito para se libertar das expectativas sociais e definir sua própria estética.

Moda

Por que as camisetas com escrita estão de volta à moda?

Com o adiamento dos desfiles das escolas de samba, havia a expectativa de que o Carnaval de rua também fosse remarcado

 

As camisetas com mensagem têm um lugar especial em nosso coração, já que a moda é uma das formas mais poderosas de comunicação não verbal. O que você usa, pode expressar seu gênero, gosto e até estado de espírito. Uma camiseta branca perfeita diz muito de nós, quando se trata de uma mensagem.

 

Nos anos 2000, as camisetas com mensagens se transformaram em um básico imprescindível no armário de qualquer garota, com Paris Hilton. As mensagens, sempre com humor e ironia, que adornam as roupas revelam nossa imagem própria, gostos e preferências, com frases como

“Eu amo sapatos, bolsas e meninos”, “Rainha do Universo” ou “Pare de ser tão desesperado”.

 

Paris até levou uma camiseta chamada “Team Jolie”, deixando claro o apoio a Angelina no famoso triângulo amoroso entre Brad Pitt, Angelina Jolie e Jennifer Aniston.

 

Anos depois, mais precisamente em 2017, as camisetas com mensagem representaram um renascimento, mas desta vez em um tom mais político que humorístico. A responsável pela girada foi a diretora criativa da Dior, Maria Grazia Chiuri, que apresentou uma camiseta branca com letras pretas: “We should all be feminists” (Todos deveríamos ser feministas).

 

A frase, que é o título do livro de Chimamanda Ngozi Adichie, explora o que significa ser mulher hoje em dia e por que o feminismo é essencial para todos. A camiseta viralizou, mas também se converteu em símbolo de debate e reflexão, abandonando o movimento feminista na indústria da moda.

 

Dior abriu o caminho, e outras marcas não demoraram para seguir o exemplo, lançando camisetas com declarações que antes pareciam muito ousadas. Christian Siriano apresentou sua versão com “People are people”, defendendo a diversidade, enquanto Creatures of Comfort lançou uma mensagem com a mensagem “Somos todos seres humanos”, em oposição à parede fronteiriça com o México. Zadig & Voltaire, em apoio ao feminismo, introduziu “Girls can do Anything”, e Mango se uniu ao movimento com sua camiseta que dizia “Sim, eu sou feminista”.

 

Trazendo as camisetas para os dias atuais, Hailey Bieber, por exemplo, usou uma camiseta com a mensagem “Nepo Baby” em 2023, uma abreviatura de nepotismo baby, um termo que a modelo decidiu levar com o orgulho combinando-o com sapatos sem salto. Victoria Beckham entrou na brincadeira e, e em 2024, lançou uma camiseta que dizia “Meu pai tinha um Rolls Royce”, brincando com as próprias declarações sobre sua origem na série Beckham (Netflix). A camiseta de Jonathan W. Anderson, com a mensagem “I told ya” (Eu te disse), inspirada no estilo old money de John F. Kennedy Jr, e usada por Zendaya.

 

Não há dúvidas de que as camisetas com mensagens se tornaram peça essencial na produção do look do dia, se transformando algumas vezes na protagonista do visual. E o melhor: pode ser usada em qualquer estação do ano.

Moda

Dicas de looks e acessórios para arrasar no Carnaval

O Carnaval é o momento perfeito para ousar, brincar com a moda e expressar a própria personalidade sem regras. Seja nos bloquinhos de rua, festas ou desfiles, o importante é unir estilo, conforto e criatividade. Cores vibrantes e muito brilho são sempre protagonistas. Tons neon, paetês, metalizados e tecidos holográficos dão vida ao look e combinam com a energia da folia.

 

Para quem prefere algo mais básico, uma boa aposta é montar uma base neutra e caprichar nos acessórios. Falando neles, os acessórios são o coração do look carnavalesco. Óculos coloridos ou com formatos diferentes, tiaras temáticas, glitter facial, strass e maquiagem artística transformam qualquer produção simples em algo impactante. Bolsas pequenas, pochetes e shoulder bags são ideais para manter o visual estiloso sem perder a praticidade.

 

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Andrea Caminha é integrante da Associação Internacional de Consultoria de Imagem e idealizadora do Projeto Vozes e Conexões Femininas

Nos pés, o conforto manda. Tênis, sandálias rasteiras ou botas de cano curto são escolhas certeiras para aguentar horas de dança. Se quiser elevar o visual, vale apostar em modelos com brilho, cores chamativas ou detalhes divertidos. Outro ponto importante é pensar em looks frescos e leves. Croppeds, tops, shorts, saias e bodies são peças-chave. Além de estilosas, permitem liberdade de movimento — essencial para curtir sem preocupação.

 

No Carnaval, a moda é liberdade. Misture estilos, experimente combinações diferentes e, acima de tudo, escolha um look que faça você se sentir confiante e confortável. Afinal, a melhor tendência da folia é se divertir sendo quem você é.

 

* Sou Andréa Caminha, mulher 50+, mãe de um homem de 30 anos, formada em Pedagogia e Direito. Empreendedora à frente da loja virtual Andréa Caminha Modas, atuo como consultora e estrategista de imagem e branding.

 

Sou membra da AICI (Associação Internacional de Consultoria de Imagem) e idealizadora do Projeto Vozes e Conexões Femininas, que conecta e inspira mulheres por meio do autoconhecimento, da autoestima e do fortalecimento de vínculos.

 

Atendo com horário agendado na Clínica Ellis, Av. das Américas,
1155, sala 608 – Barra Space
Center, Barra da Tijuca.

 

Acompanhe minha trajetória e inspire-se com esse movimento transformador:
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