Maternidade

Acordar o bebê para mamar: o que avaliar antes de interromper o sono da criança

  • Especialista em sono infantil e amamentação explica por que a orientação varia conforme a fase do bebê e alerta para excessos que geram insegurança materna

 

Entre as muitas dúvidas que surgem nos primeiros dias de vida do bebê, uma das mais comuns entre as mães é: afinal, é preciso acordar o bebê para mamar durante a madrugada? Segundo a especialista em sono infantil e amamentação Bruna Ramos, criadora do perfil @obebe_chegou, a resposta não é única e depende de fatores como idade, ganho de peso e condições de saúde do bebê.

 

Nos primeiros dias de vida, acordar o recém-nascido para mamar costuma ser uma recomendação frequente nas maternidades. “Em geral, indico acordar o bebê a cada três horas, tanto de dia quanto à noite, para garantir nutrição adequada e evitar quadros como a hipoglicemia”, explica Bruna. Em casos específicos, como prematuridade, baixo peso ao nascer ou alterações glicêmicas, o intervalo pode ser menor, chegando a duas horas, sempre com orientação médica.

 

Esse cuidado, no entanto, tende a ser temporário. “Após a primeira consulta com o pediatra, se o bebê estiver ganhando peso, apresentando sinais claros de boa hidratação (após 6 dias de vida, pelo menos 6 xixis por dia) e com evacuações diárias (para os primeiros 30 de vida), no geral não há necessidade de acordar o bebê para mamar durante a noite”, orienta a especialista.

 

Bruna alerta que um erro comum é manter essa prática por mais tempo do que o necessário. “Muitas mães seguem acordando o bebê por medo de que ele fique sem se alimentar o suficiente, quando, na verdade, poderiam aproveitar esse período para descansar também.” Ela explica que observar os sinais do bebê é fundamental para identificar a fome, especialmente durante a madrugada. Choro, movimentos de sucção, chupar os lábios, colocar as mãos na boca, se remexer muito, procurar o peito ou acordar espontaneamente são alguns indícios de que o bebê pode estar com fome.

 

Durante o dia, porém, o cuidado é outro. “Boas mamadas diurnas ajudam a garantir um aporte adequado de nutrientes e contribuem, inclusive, para um sono noturno melhor”, afirma.

 

A especialista também destaca que não existe um número ideal de mamadas noturnas que sirva para todos os bebês. “Cada bebê tem seu próprio ritmo. Bebês maiores que acordam muitas vezes à noite nem sempre estão com fome; outras causas podem estar envolvidas, como rotina inadequada, ambiente de sono, excesso de estímulos ou pouco gasto de energia durante o dia, que precisam ser ajustados.”

 

Bruna reforça que sempre há exceções, especialmente entre bebês prematuros ou com ganho de peso insuficiente, e que a avaliação individual é essencial. “Por isso, a conversa com o pediatra e a consultora de amamentação é fundamental para avaliar cada caso”.

 

Quando acordar o bebê é necessário, Bruna orienta usar estímulos suaves, como conversar, pegar no colo, tirar um pouco da roupa ou fazer carinho no rosto e nos pés.

 

“No fim das contas, informação de qualidade traz tranquilidade. Entender quando acordar o bebê é necessário — e quando não é — ajuda a reduzir a ansiedade materna e a construir uma rotina mais leve para toda a família”, conclui.

 

Sobre Bruna Ramos

 

Bruna Ramos é especialista em amamentação e certificada em sono infantil com extensão universitária pela Universidade de Brasília. Graduada em Biologia pela UNICAMP, também concluiu doutorado e pós-doutorado em Genética e Biologia Molecular na mesma instituição.

 

Criadora do perfil @obebe_chegou, Bruna alia conhecimento científico à prática educativa e compartilha conteúdos sobre sono infantil e amamentação que já impactaram mais de 200 mil pessoas, entre famílias, educadores e profissionais da saúde. Oferece orientação baseada em evidências para promover noites de sono mais tranquilas, sonecas de qualidade e bem-estar das crianças.

 

Além disso, desenvolve materiais educativos e cursos voltados para pais e cuidadores, sempre com abordagem humanizada, prática e embasada na ciência do desenvolvimento infantil.

 

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Maternidade

A rotina familiar é o primeiro território de aprendizado do bebê

É ali, entre gestos cotidianos, que surgem os estímulos que ajudam no desenvolvimento motor, emocional e social desde os primeiros meses de vid

 

A MAM Baby, especialista em cuidados infantis, reforça que esses momentos acontecem espontaneamente ao longo do ano, em ações simples que fortalecem presença, segurança e vínculo entre adultos e crianças — sempre de acordo com o ritmo e a realidade de cada família.

 

Ao acompanhar de perto o cotidiano das famílias, a marca observa como interações aparentemente pequenas exercem grande impacto no desenvolvimento infantil. Explorar texturas, brincar, segurar objetos ou repetir movimentos são experiências que ampliam a curiosidade do bebê e estimulam suas descobertas. Em fases específicas, como a dentição, estímulos adequados contribuem tanto para aliviar desconfortos quanto para incentivar o processo natural de aprendizagem.

 

“O desenvolvimento do bebê envolve também a evolução de quem o acompanha. Ao valorizar a rotina familiar, reconhecemos que pequenas ações diárias sustentam vínculos e equilíbrio emocional. A adaptação de cada integrante fortalece o ambiente que acolhe o bebê. Por isso, para a MAM, o nascimento de um bebê marca o início de uma nova família” afirma Livia Coelho, gerente de Marketing da MAM Baby.

 

A MAM Baby reforça ainda que acompanhar o desenvolvimento infantil significa acolher diferentes formações familiares e modos de viver o cuidado. A proposta da marca é oferecer soluções que dialoguem com a rotina real, diversa, imperfeita e afetuosa, contribuindo para ambientes mais seguros, presentes e acolhedores para bebês e cuidadores ao longo de todo o ano.

 

Sobre a MAM Baby

 

Fundada em 1976, na Áustria, e com presença em mais de 60 países, a MAM Baby é reconhecida mundialmente por sua dedicação à saúde, segurança, qualidade e design, em puericultura leve. Com um novo posicionamento focado em apoiar ativamente o desenvolvimento emocional e psicológico de mães, pais e cuidadores, a marca reforça que o crescimento do bebê e a evolução da família acontecem lado a lado, da gestação aos primeiros dentes, dos passos iniciais à introdução alimentar e em cada nova descoberta.

 

Para isso, a MAM combina design inovador e cuidado médico comprovado para facilitar o dia a dia e proporcionar o que há de melhor para o desenvolvimento dos bebês, sendo referência global em chupetas, mamadeiras, bicos e bombas extratoras de leite, ao mesmo tempo em que oferece um olhar sensível ao bem-estar de quem cuida.

 

Em 2019, a marca recebeu a Menção Honrosa pela Comissão Europeia do EU Product Safety Awards por definir e exceder as normas de segurança. Em 2023, reafirmou seu compromisso com a sustentabilidade ao utilizar o PP Biocircular (polipropileno biocircular), uma alternativa mais sustentável ao plástico de origem fóssil. A MAM colabora ativamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) das Nações Unidas. Com o olhar voltado para o bem-estar das próximas gerações, a MAM reforça o compromisso de seguir “Juntos a cada nova fase”, caminhando lado a lado com as famílias em seus diferentes momentos.

Maternidade

Bebês por encomenda: o preço da perfeição e o risco de uma sociedade massificada

A empresa Nucleus Genomics chamou atenção em Nova York ao espalhar anúncios no metrô prometendo ajudar pais a terem o melhor bebê possível. A promessa, vendida quase como um produto de prateleira, inclui comparar embriões por mais de duas mil previsões genéticas e escolher características como altura, cor dos olhos, QI e até probabilidade de desenvolver transtornos, como o do espectro autista.O serviço custa cerca de 700 dólares e, apesar de não ser um valor exorbitante, ainda está distante da realidade da maioria da população.

 

O mais preocupante não é o valor, mas o que essa tecnologia anuncia: o nascimento de um mercado de seleção humana. Para além da barreira financeira, reside uma profunda inquietação ética. Historicamente, a concepção da vida é vista como um evento de acaso, complexidade e, para muitos, como um “presente divino” que resulta em seres singulares, portadores de uma ancestralidade irrepetível. Transformar a formação de um filho em uma decisão de consumo, quase um produto de prateleira, desvaloriza essa singularidade e aproxima a vida humana de um item de fast-food.

 

No Brasil, a legislação impede que pais escolham embriões por traços estéticos ou cognitivos, a lei é regida principalmente por normas éticas do Conselho Federal de Medicina (CFM), resolução CFM nº 2.320/2022. O processo de fertilização in vitro é regulamentado para garantir que apenas aspectos de saúde sejam considerados. E ainda bem. Afinal, a lógica de “encomendar” um bebê ao gosto do cliente não é apenas uma questão ética; é um projeto social que pode reforçar padrões estéticos, capacitistas e excludentes.

 

Transformar a concepção de um filho em uma decisão de consumo aproxima a vida humana de um produto de fast-food: basta escolher o pedido e esperar o que sai do outro lado. E o que isso diz sobre nós? Sobre a ideia de imperfeição, diversidade e singularidade? Por que parece tão difícil aceitar que seres humanos são únicos, imprevisíveis e, sobretudo, não moldáveis?

Práticas como as anunciadas pela Nucleus Genomics empurram a sociedade para um perigoso processo de massificação — um mundo em que todos tendem a ser moldados a partir de um ideal de perfeição criado, vendido e controlado pelo mercado.

 

Essa inquietação já foi retratada inúmeras vezes na cultura contemporânea: em Admirável Mundo Novo, onde seres humanos são produzidos em série; em O Doador de Memórias, onde a diferença é apagada; em Feios, que transforma o corpo em objeto de correção; e, claro, em Gattaca – A Experiência Genética, que imagina um futuro distópico em que o valor de uma pessoa é medido pelo seu código genético.

Será a vida imitando a arte, ou é apenas ficção? A sensação é que essas obras, antes tão distantes, estão cada vez mais próximas da realidade. E isso deveria nos fazer refletir profundamente sobre o tipo de sociedade que estamos, consciente ou inconscientemente, construindo.

 

Além disso, trata-se de uma tecnologia elitizada. Por enquanto, somente quem pode pagar tem acesso à promessa do “bebê perfeito”. Assim, as desigualdades sociais se amplificam: alguns terão filhos projetados para o sucesso, enquanto outros continuarão a depender do acaso, ou seja, do próprio valor da diversidade humana.

Maternidade

Prematuridade: riscos e cuidados para mães e bebês

Especialista da Inspirali orienta sobre a condição

 

Segundo o relatório Born Too Soon, da Organização Mundial da Saúde (OMS) e UNICEF, no mundo, a cada 10 nascimentos um ocorre prematuramente, representando 13 milhões de bebês prematuros por ano. Já no Brasil, cerca de 340 mil bebês nascem prematuros todos os anos, representando mais de 12% dos nascimentos e colocando o país entre os dez com maiores índices no mundo, segundo o Ministério da Saúde.

 

Os dados são alarmantes, ainda mais quando se sabe que a prematuridade é a principal causa de mortalidade infantil no país e no mundo, especialmente entre os bebês que nascem antes das 34 semanas de gestação. Para orientar famílias sobre os riscos e cuidados, a Inspirali, ecossistema que atua na gestão de 15 escolas médicas em diversas regiões do Brasil, convida a Dra. Regina Melo Brandão, pediatra e professora da UnP, para responder algumas perguntas. Confira:

 

Com quanto tempo o bebê é considerado prematuro?

São considerados prematuros todos os recém-nascidos que nasceram antes de 37 semanas de idade gestacional.

 

Quais as explicações para um possível nascimento prematuro?

Os motivos para o nascimento de um prematuro são multifatoriais, associados a causas maternas, como infecções urinárias ou cervicais, insuficiência istmocervical, hipertensão, diabetes, descolamento prematuro de placenta, ou gestações múltiplas, baixo volume de líquido amniótico e também uso de álcool ou drogas. Causas fetais incluem malformações.

 

Há como evitar que isso ocorra?

Um pré-natal de qualidade com tratamento de infecções, suplementação adequada, alimentação saudável e evitar álcool e drogas ajudam na prevenção.

 

Há maneiras de saber, durante a gestação, que um bebê nascerá prematuro?

Algumas gestantes necessitam vigilância aumentada pelo risco de prematuridade. Chamamos de gestantes de risco e são as que possuem condições como hipertensão, diabetes, infecções, gestação múltipla, adolescentes ou idade materna avançada.

 

Quais os principais riscos da prematuridade para o bebê?

Bebês prematuros apresentam risco de doenças pulmonares (SDR, BCP), doenças cardíacas (PCA), enterocolite necrosante, retinopatia da prematuridade e hemorragia intraventricular.

 

  1. E quais os riscos para a mãe?
  2. A mãe de um prematuro pode apresentar impactos emocionais, psicológicos e financeiros, principalmente devido à internação prolongada do recém-nascido.

 

  1. Quais os principais cuidados com o bebê prematuro?
  2. Precisamos aumentar os cuidados como prevenção de infecções, evitar aglomerações, aleitamento materno, vacinação, suplementação de vitaminas e acompanhamento pediátrico regular.

 

  1. Os prematuros podem apresentar atrasos ou doenças no futuro?
  2. Sim. Podem ocorrer atraso neuropsicomotor, doenças respiratórias crônicas e alterações visuais.

 

  1. Existe algum cuidado específico para o resto da vida?
  2. Depende das sequelas da prematuridade. O acompanhamento pediátrico contínuo é essencial para monitorar crescimento, desenvolvimento e possíveis complicações crônicas.

 

Maternidade

MAM Baby e a contribuição dos mordedores para uma amamentação confortável

Marca apresenta orientações sobre o uso dos mordedores durante a dentição e destaca como produtos apoiam o bebê no processo de mamar

 

A chegada dos primeiros dentes costuma trazer mudanças para a rotina da amamentação. O bebê sente incômodo nas gengivas, busca aliviar a pressão e pode morder o seio com mais frequência. Esse comportamento é comum, mas muitas famílias têm dúvidas sobre como ajudar o bebê e manter o momento da mamada mais tranquilo.

 

Para orientar sobre essa etapa, a MAM Baby abordou o tema “Mordedores e Amamentação” na “Segundas da Amamentação”, série de conteúdos publicados semanalmente no Instagram da marca. O conteúdo explica como a dentição influencia o comportamento do bebê, quais estímulos ajudam a aliviar o desconforto e de que forma o desenvolvimento oral impacta a pega e o ritmo nas refeições.

 

Durante o nascimento dos dentes, o bebê procura superfícies que ofereçam pressão e texturas para explorar. Esse movimento contribui para fortalecer a musculatura usada na sucção e auxilia no processo de aprender a lidar com as novas sensações na boca. Estímulos adequados também ajudam a reduzir mordidas no seio, que acontecem como reflexo do incômodo nas gengivas.

 

Além dessas orientações, a marca reforça o uso do Mini Cooler & Clip como apoio durante a dentição. O lançamento é indicado a partir dos quatro meses e possui parte interna que pode ser resfriada para aliviar o desconforto nas gengivas. Seu formato leve facilita o manuseio pelo bebê e estimula a coordenação motora, enquanto as texturas favorecem a exploração oral. O clipe permite prender o acessório à roupa ou ao carrinho para evitar quedas e manter o mordedor limpo e sempre por perto.

 

Entre os recursos que podem apoiar essa fase estão os mordedores, utilizados de forma complementar ao cuidado diário. No portfólio de produtos da MAM Baby, o Mordedor Cooler possui uma parte resfriável com água que alcança também os dentes de trás e oferece alívio em áreas onde o desconforto é maior. Suas superfícies com texturas diferentes incentivam o bebê a explorar movimentos de mastigação e sucção, o que apoia o desenvolvimento oral.

Outro item é o Bite & Brush, que estimula a limpeza dos primeiros dentinhos durante a mastigação e realiza massagem suave nas gengivas quando os dentes ainda não apareceram.

 

a MAM combina design inovador e cuidado médico comprovado para facilitar o dia a dia e proporcionar o que há de melhor

 

As cerdas macias e o formato leve facilitam o uso pelo bebê e complementam a rotina de cuidados.

“Sabemos que a dentição é uma fase que pode trazer dúvidas e inseguranças para muitas famílias, especialmente quando o bebê começa a morder durante a amamentação. Nosso objetivo é sempre oferecer informação confiável e produtos desenvolvidos com rigor científico para que cada família se sinta mais segura nessa etapa”, afirma Marcela Issa, diretora de marketing e vendas da MAM Baby.

 

Sobre a MAM Baby

 

Fundada em 1976, na Áustria, e com presença em mais de 60 países, a MAM Baby é reconhecida mundialmente por sua dedicação à saúde, segurança, qualidade e design, em puericultura leve. Com um novo posicionamento focado em apoiar ativamente o desenvolvimento emocional e psicológico de mães, pais e cuidadores, a marca reforça que o crescimento do bebê e a evolução da família acontecem lado a lado, da gestação aos primeiros dentes, dos passos iniciais à introdução alimentar e em cada nova descoberta.

 

Para isso, a MAM combina design inovador e cuidado médico comprovado para facilitar o dia a dia e proporcionar o que há de melhor para o desenvolvimento dos bebês, sendo referência global em chupetas, mamadeiras, bicos e bombas extratoras de leite, ao mesmo tempo em que oferece um olhar sensível ao bem-estar de quem cuida.

 

Em 2019, a marca recebeu a Menção Honrosa pela Comissão Europeia do EU Product Safety Awards por definir e exceder as normas de segurança. Em 2023, reafirmou seu compromisso com a sustentabilidade ao utilizar o PP Biocircular (polipropileno biocircular), uma alternativa mais sustentável ao plástico de origem fóssil. A MAM colabora ativamente com os Objetivos de

 

Desenvolvimento Sustentável (ODSs) das Nações Unidas. Com o olhar voltado para o bem-estar das próximas gerações, a MAM reforça o compromisso de seguir “Juntos a cada nova fase”, caminhando lado a lado com as famílias em seus diferentes momentos.

Maternidade

Planejamento antecipado é essencial para uma viagem de férias tranquila e segura em família

Veja a importância de adaptar a rotina das crianças antes das viagens para tornar o deslocamento agradável

 

Com a chegada do fim de ano e o aumento do tempo livre das crianças durante as férias, muitas famílias começam a planejar viagens para aproveitar o período. A psicopedagoga Paula Furtado destaca que alguns cuidados essenciais podem garantir uma experiência tranquila, segura e inesquecível para todos. De acordo com a profissional, a palavra-chave para evitar estresse e imprevistos é a antecipação.

 

“Viajar com crianças exige prever necessidades básicas, como alimentação, descanso, distração, temperatura e segurança. A escolha de assentos, paradas estratégicas e horários mais tranquilos são essenciais, ou seja, quanto mais elementos forem pensados antes, menor é a chance de contratempos. A criança não se adapta ao adulto correndo; é o adulto que precisa ajustar o ritmo”, afirma.

 

Além disso, Paula reforça que viajar vai muito além do lazer. “As viagens contribuem para o desenvolvimento emocional e social das crianças. Elas ampliam repertório, criam memórias afetivas, fortalecem vínculos e desafiam os pequenos a lidar com novidades e pequenas frustrações. Viajar é uma forma linda de aprendizado: sensorial, emocional e social”, completa.

 

Organizar a rotina

 

Segundo a psicopedagoga, adaptar a rotina antes da viagem para tornar o deslocamento mais tranquilo deve ser uma questão pensada pelos pais e responsáveis com cautela, pois as crianças tendem a ficar mais seguras e calmas quando sabem o que esperar. A previsibilidade funciona como uma importante forma de estabilidade emocional, e também reduz ansiedade e comportamentos de estresse nos dias que antecedem a viagem. Alguns dias antes, é válido:

 

• Ajustar horários de sono

 

• Manter refeições equilibradas

 

• Reduzir estímulos muito intensos à noite

 

• Conversar sobre o que vai acontecer

 

“Preparar a criança com pequenas mudanças na dinâmica diária facilita o processo de adaptação e contribui para um deslocamento mais leve para toda a família”, acrescenta.

 

Viagens longas

 

Paula faz um alerta sobre sinais de estresse ou cansaço que as crianças podem apresentar durante viagens longas, como irritabilidade, choro que surge do nada, dificuldade de permanecer sentada, ranger de dentes ou tensão corporal, recusa alimentar e excesso de energia. Quando essas manifestações aparecem, é o momento ideal para pausar, acolher a criança e reorganizar o ambiente, garantindo mais conforto e segurança para seguir a viagem. “Porém, muitas vezes, esses indícios são sutis e passam despercebidos. Identificar logo no início ajuda a evitar desconforto e crises”, afirma.

 

A especialista também lembra que criança dentro de carro, avião ou ônibus tem repertório limitado. E são os adultos que precisam transmitir calma durante o trajeto. Cantar juntos, contar histórias, observar a paisagem e criar pequenos desafios lúdicos transformam o tempo de deslocamento em experiência e não em “tempo perdido”.

 

“Não existe viagem perfeita, existe a viagem possível. Quando a família prioriza o vínculo em vez da performance, a experiência se torna muito mais rica, segura e afetiva para a criança”, finaliza a profissional.

 

Sobre Paula Furtado

 

Paula é pedagoga, formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com especialização em Psicopedagogia, Neuropsicopedagogia (Facon-SP), Educação Especial, Arte de Contar Histórias e Arteterapia pelo Instituto Sedes Sapientiae e Leitura e Escrita, também pela PUC-SP. A profissional já atuou como assessora pedagógica em escolas públicas e particulares.

 

Autora de mais de 100 livros infantojuvenis e criadora de jogos pedagógicos inovadores, Paula também escreve para revistas especializadas em educação e infância. A especialista em educação exerceu a função de coordenadora e supervisora psicopedagógica em diversas publicações infantis (Contos de fadas, Lendas e Folclore) com Girassol Brasil e MSP Estúdios.

Maternidade

Calor intenso acende alerta para risco de insolação em crianças

Protetor solar não evita o problema e pais devem buscar atendimento médico aos primeiros sinais da condição

 

Com o aumento das temperaturas no verão, pais e responsáveis devem redobrar a atenção com as crianças que passam muito tempo expostas ao sol e ao calor intenso. Embora o protetor solar seja essencial para proteger a pele, ele não impede a ocorrência de insolação, condição potencialmente grave que pode evoluir para desidratação e outras complicações se não for reconhecida e tratada a tempo.

 

“O protetor solar protege a pele dos raios ultravioleta, mas não bloqueia os efeitos nocivos do calor excessivo no organismo. Para um efeito positivo, é necessário ser retocado a cada duas horas. Evitar a exposição direta ao sol das 10h às 16h, horários de maior intensidade e investir em estratégias de proteção física são atitudes fundamentais”, explica o pediatra Dr. Hamilton Robledo, da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

 

Roupas com proteção UV e o uso de chapéus ou bonés ajudam a reduzir a absorção de calor pela pele e diminuem o risco de dor de cabeça, fadiga e outros sintomas associados à insolação. “O boné é crucial contra o sol porque protege o rosto, olhos e couro cabeludo dos raios UV, prevenindo queimaduras, envelhecimento precoce da pele e câncer de pele, além de reduzir o ofuscamento e o cansaço visual”, orienta Robledo.

 

Além disso, buscar sombra, manter a hidratação frequente e evitar atividades intensas sob sol forte são medidas efetivas para proteger as crianças. Sintomas de insolação. Reconhecer os sinais precoces da insolação é essencial para agir rapidamente. Os principais sintomas em crianças incluem:

 

• Dor de cabeça persistente

 

• Fadiga e fraqueza

 

• Respiração e batimentos cardíacos acelerados

 

• Febre alta (acima de 39ºC)

 

• Náuseas e vômitos

 

Em casos mais graves, confusão mental ou perda de consciência

Ao notar esses sinais em crianças que passaram muito tempo expostas ao calor, os pais devem buscar atendimento médico imediatamente.

 

Tratamento e primeiros cuidados

 

A abordagem inicial para quadros leves de insolação deve focar em reduzir a temperatura corporal e reidratar o organismo. Entre as recomendações estão:

 

• Vestir a criança com roupas leves e claras

 

• Levá-la a um ambiente ventilado ou fresco

 

• Oferecer líquidos como água, sucos naturais ou água de coco

 

• Aplicar compressas frias ou borrifar água na pele

 

Se a temperatura não baixar, se a criança não conseguir ingerir líquidos ou apresentar vômitos intensos, confusão ou desmaios, é imprescindível procurar atendimento hospitalar imediatamente.

 

Com o aumento do calor na estação, estar atento aos sinais do corpo e adotar medidas preventivas ajuda a proteger as crianças de episódios de insolação e contribui para que o verão seja aproveitado com mais segurança e bem-estar.

 

Sobre a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

 

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo conta com 3 Unidades de hospital geral (Pompeia, Santana e Ipiranga) que prestam atendimentos em mais de 60 especialidades, cirurgias de alta complexidade em neurologia, cardiologia e cirurgia robótica. As Unidades possuem Centro de Oncologia e de Hematologia habilitada para realizar o Transplantes de Medula Óssea.

 

É a primeira Rede de Hospitais fora do Canadá a obter a Certificação em nível Diamante da Qmentum Internacional. Além do Selo Amigo do Idoso, a Rede tem os serviços laboratoriais certificados pela PALC e ainda a Certificação Internacional da ABHH nos serviços de Hematologia e Transplante de Medula Óssea.

 

SkAs Unidades Pompéia, Santana e Ipiranga prestam atendimentos privados que subsidiam as atividades de várias unidades administradas pela São Camilo no país e que atendem pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). No Brasil desde 1922, a São Camilo, que pertence à Ordem dos Ministros dos Enfermos, foi fundada por Camilo de Lellis e conta, ainda, com centros de educação, colégios e centros universitários.

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Bebês e festas de fim de ano: como garantir segurança, conforto e rotina sem estresse

Especialista em sono infantil Bruna Ramos alerta: como proteger os bebês dos fogos ao excesso de estímulos, durante as celebrações

 

Com a chegada das festas de fim de ano, muitas famílias se preparam para confraternizações, viagens e celebrações. Mas, para quem tem um bebê em casa, o período também traz dúvidas e receios: é seguro ir às festas? Como evitar excesso de estímulos? E, principalmente, como proteger os pequenos dos fogos de artifício, ainda comuns no Réveillon?

 

A especialista em sono infantil Bruna Ramos, criadora do perfil @obebe_chegou, explica que essa é uma das épocas em que os pais mais relatam insegurança, justamente por conta da mudança de rotina e do barulho intenso. “Os fogos ainda fazem parte da nossa cultura, mesmo com campanhas de conscientização e restrições em algumas cidades. Como eles provavelmente vão acontecer, o ideal é saber como proteger o bebê”, orienta.

 

Fogos de artifício: riscos e como proteger os pequenos

 

O barulho dos fogos pode assustar, causar irritação e até prejudicar a audição dos bebês. Por isso, Bruna destaca medidas simples, mas eficazes: ficar longe dos fogos!

 

Distanciamento é a primeira proteção. “Quanto mais longe o bebê estiver, menor o impacto do barulho — e isso vale também para a audição dos adultos”, afirma.

 

Manter janelas e portas fechadas ajuda a abafar o ruído e evita sustos

 

Conter o bebê no colo ou sling é uma ótima opção, pois o contato físico aumenta a sensação de segurança. “Bebês assustam menos quando estão no colo ou aconchegados.”

 

Vale lembrar que para abafar o som é recomendado usar uma fralda dobrada sobre a orelha exposta ou apoiar a cabeça no peito do cuidador. Algodão é proibido, pois pode afundar e lesionar ou ficar preso no ouvido.

 

Outra dica valiosa é utilizar o ruído branco, uma mistura de sons em todas as frequências audíveis com a mesma intensidade, criando um som constante e “chiado” que pode mascarar outros barulhos. Para bebês dormindo, esse ruído branco no ambiente costuma reduzir sustos.

 

Além disso, os pais devem manter a calma. “O bebê regula suas emoções pelo cuidador. Se você se mantém tranquila, ele tende a ficar tranquilo também”, pontua Bruna.

 

Festas de fim de ano: ir ou não ir com o bebê?

 

A dúvida é comum e não existe resposta universal. Segundo a especialista, a decisão deve considerar três fatores principais: rotina, risco de doenças e ambiente social (incluindo palpites).
Bruna reforça que a rotina é importante, mas não deve aprisionar.

 

“Sair da rotina um dia não vai destruir tudo que você conquistou. Na maioria dos casos, no dia seguinte já volta tudo ao normal”, explica.

 

Avaliar o ambiente e as pessoas envolvidas é essencial. Locais abertos, arejados e com menos aglomeração são preferíveis. Também é importante garantir que ninguém esteja doente.
E o bebê pode dormir mais tarde? Pode, desde que a família esteja confortável.

 

Segundo Bruna, dormir um pouco mais tarde em ocasiões especiais não causa prejuízo ao sono do bebê. O importante é retomar a rotina no dia seguinte sem culpa ou estresse.

 

Vale lembrar que palpites e julgamentos vão aparecer e podem deixar a mãe insegura. “O casal precisa alinhar antes como vai reagir e deixar claro que as decisões cabem aos pais”, afirma.

 

“Meu maior conselho para este período é: relaxar e curtir da forma que fizer sentido para a sua família. Festas e férias são momentos de criar memórias, não de cobrança. Depois, tudo volta à rotina normalmente”, reforça.

 

Bruna Ramos desenvolve materiais educativos e cursos voltados para pais e cuidadores

 

Sobre Bruna Ramos:

 

Bruna Ramos é especialista em amamentação e certificada em sono infantil com extensão universitária pela Universidade de Brasília. Graduada em Biologia pela UNICAMP, também concluiu doutorado e pós-doutorado em Genética e Biologia Molecular na mesma instituição.

 

Criadora do perfil @obebe_chegou, Bruna alia conhecimento científico à prática educativa e compartilha conteúdos sobre sono infantil e amamentação que já impactaram mais de 200 mil pessoas, entre famílias, educadores e profissionais da saúde. Oferece orientação baseada em evidências para promover noites de sono mais tranquilas, sonecas de qualidade e bem-estar das crianças.

 

Além disso, desenvolve materiais educativos e cursos voltados para pais e cuidadores, sempre com abordagem humanizada, prática e embasada na ciência do desenvolvimento infantil.

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Quando a fralda da noite deve sair? Especialista alerta: até os 5 anos, o xixi durante o sono é normal

Terapeuta ocupacional Silvia Ueno Leonetti, conhecida como Fada do Cocô, explica por que o desfralde noturno não pode ser apressado e quais cuidados a família deve ter para evitar traumas e condutas equivocadas

 

Quando a fralda da noite deve sair? Especialista alerta: até os 5 anos, o xixi durante o sono é normal As férias, os colegas da escola, a cobrança familiar… são muitos os gatilhos que levam pais a tentarem acelerar o processo do desfralde. Mas, quando o assunto é a fralda noturna, não há jeitinho nem “atalho” que funcione. Segundo a Sociedade Internacional de Continência da Criança (ICCS), até os 5 anos é absolutamente normal que a criança urine durante o sono — mesmo que já esteja desfraldada durante o dia.

 

“O desfralde noturno não depende de treino, e sim de maturidade neurológica e fisiológica. Antes disso, a fralda é inegociável”, afirma a terapeuta ocupacional Silvia Ueno Leonetti, especialista em saúde funcional e referência no tema do desfralde respeitoso.

 

Na tentativa de evitar colchões molhados, muitas famílias adotam estratégias equivocadas, como acordar a criança durante a noite, restringir líquidos antes de dormir ou forçar idas ao banheiro sem necessidade.

 

Silvia alerta que essas práticas não ajudam — e podem até prejudicar. “Quem deve acordar a criança para ir ao banheiro é a própria bexiga. Diminuir líquidos ou forçar um xixi vazio não ensina nada ao organismo. Pelo contrário, só gera estresse e desgaste para a família”, explica.
O que fazer, então?

 

Enquanto o desfralde noturno não acontece naturalmente, Silvia recomenda cuidados práticos:

 

• Garantir boa ingestão de água durante o dia;

 

• Observar se a criança não está segurando o xixi por longos períodos;

 

• Tratar a constipação, já que o acúmulo de fezes pode pressionar a bexiga;

 

• Adaptar o ambiente, com fraldas noturnas maiores, protetores de colchão ou tapetinhos absorventes, caso a fralda não dê conta. Vale lembrar que a fralda não deve ser retirada da criança.

 

“O importante é respeitar o tempo da criança. Tirar a fralda antes da hora é pedir para conviver com escapes, roupas molhadas e frustrações desnecessárias”, destaca Silvia.

 

E se passar dos 5 anos? Se a criança continua urinando na cama após os 5 anos, a situação passa a ser considerada enurese noturna, e deve ser avaliada por um especialista. “A enurese noturna é uma condição comum, e o tratamento é simples, não invasivo e eficaz — o uso do alarme de enurese, com acompanhamento adequado, costuma trazer ótimos resultados”, explica.

 

Esse alarme é um dispositivo colocado na fralda da criança que emite um som ou vibra quando o xixi começa a escapar. Com isso, a criança acorda e, após algumas semanas de uso, passa a acordar antes do xixi começar a vazar ou consegue segurar a noite toda. Para ajudar famílias nesse processo, Silvia desenvolveu o e-book “Minha Amiga Fralda”, disponível em duas versões – com personagem menino e com personagem menina.

 

A obra apresenta, de maneira lúdica e acessível, a importância da fralda como parte natural do desfralde, tanto diurno quanto noturno, ajudando a criança a compreender o seu tempo e a reduzir a ansiedade da família diante dessa fase tão delicada.

 

“A fralda não é inimiga do desfralde. Pelo contrário, ela é uma aliada até que a criança esteja pronta para seguir sozinha.”, conclui.

 

 

“A fralda não é inimiga do desfralde. Pelo contrário, ela é uma aliada até que a criança esteja pronta para seguir sozinha”, diz Silvia Ueno.

 

Serviço:
https://www.instagram.com/afadadococo

Maternidade

Volta ao trabalho e amamentação: como manter o aleitamento mesmo após o fim da licença-maternidade

Especialista em aleitamento materno, Bruna Ramos, explica como planejar o retorno ao trabalho sem interromper a amamentação e sem sobrecarregar mãe e bebê

 

O retorno ao trabalho após a licença-maternidade costuma ser um dos momentos mais desafiadores da jornada materna — especialmente quando o assunto é como conciliar rotina profissional e amamentação. A especialista em aleitamento materno Bruna Ramos, criadora do perfil @obebe_chegou, explica que, com organização e informação, é possível manter o aleitamento mesmo depois da volta ao trabalho.

 

“Que a licença é curta para o período recomendado de amamentação exclusiva, já sabemos. Mas mesmo assim é possível manter essa amamentação se a mãe se programar e montar um estoque de leite materno”, orienta Bruna.

 

De acordo com a especialista, o planejamento deve começar pelo menos um mês antes do retorno. Isso envolve organizar a rotina de ordenhas, escolher quem ficará com o bebê, definir o dispositivo de oferta do leite e ajustar a logística diária.

 

“Aumentar a produção e montar o estoque pode levar tempo, então o ideal é se preparar com antecedência”, recomenda.
Bruna destaca ainda o que não deve ser feito nesse período.

 

A introdução alimentar precoce, por exemplo, não deve acontecer antes dos 6 meses, mesmo com a volta ao trabalho. “A introdução alimentar não é para encher a barriga, e sim para o bebê conhecer os alimentos. Antecipar esse processo pode gerar riscos de engasgo, alergias e obesidade no futuro.”

 

Outro erro comum é acreditar que é preciso desmamar para voltar à rotina profissional. “Não tem que desmamar para voltar ao trabalho. Mudanças vão acontecer, como retirar a livre demanda e organizar os horários, mas é possível continuar amamentando enquanto estiver com o bebê”, explica.

 

Bruna também reforça que a fórmula não é uma obrigatoriedade. “A mãe pode optar por aumentar sua produção de leite e deixar o leite materno ordenhado para ser dado ao bebê na sua ausência. É totalmente possível, desde que haja planejamento.”

 

Sobre o uso de mamadeiras, a especialista alerta que, embora muito comuns, não são a melhor opção. “A mamadeira pode trazer riscos à saúde bucal e respiratória do bebê, além de favorecer o desmame precoce. Copos abertos, copos 360, de bico rígido ou colher dosadora são alternativas mais seguras.”

 

Bruna também chama atenção para os direitos garantidos por lei às lactantes.
“Até os 6 meses do bebê a mãe tem direito a 2 intervalos de 30 minutos para amamentação que podem ser usados nas ordenhas. A conversa com o empregador é o melhor caminho para conseguir ordenhar e manter o aleitamento exclusivo”, explica.

 

Ela lembra que o aleitamento é uma questão de direito, tanto da mãe quanto do bebê.
“O Aleitamento é um direito do bebê pelo ECA e não tem limite de idade. Então Creche e escolas devem sim aceitar leite materno e não, não é mais complicado lidar com leite materno do que com fórmula”, reforça.

 

Com uma abordagem acessível e embasada na ciência, Bruna Ramos ajuda mães a passarem por esse momento de transição com mais confiança, reforçando que a volta ao trabalho não precisa significar o fim da amamentação — e sim uma nova fase de adaptação e vínculo.

 

“Que a licença é curta para o período recomendado de amamentação exclusiva, já sabemos. Mas mesmo assim é possível manter essa amamentação se a mãe se programar e montar um estoque de leite materno”, orienta Bruna Ramos

 

Serviço: https://www.instagram.com/obebe_chegou