Comportamento

Uber lança opção para passageiras viajarem com motoristas mulheres no Rio de Janeiro

Ferramenta faz parte da expansão do recurso “Uber Mulher”, que começou a ser liberado em várias capitais brasileiras

 

Usuárias do aplicativo da Uber no Rio de Janeiro passam a contar, a partir de agora, com a possibilidade de solicitar viagens com motoristas mulheres. A novidade integra a expansão do recurso chamado “Uber Mulher”, que começou a ser disponibilizado gradualmente em capitais do país como São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Fortaleza.

 

A ferramenta já vinha sendo testada em sete municípios brasileiros e agora passa por um processo de ampliação para grandes centros urbanos. O objetivo, segundo a empresa, é oferecer mais conforto e sensação de segurança às passageiras, permitindo que priorizem corridas conduzidas por mulheres.

 

Dentro do aplicativo, o recurso poderá ser utilizado de três formas diferentes. Uma delas é o Reserve Uber Mulher, que possibilita agendar a corrida com pelo menos 30 minutos de antecedência, garantindo que a viagem seja realizada por uma motorista.

 

Outra alternativa é ativar a opção “Preferência das Mulheres” nas configurações do perfil. Com a função ligada, o aplicativo passa a priorizar motoristas mulheres nas solicitações da categoria UberX. Contudo, a empresa destaca que essa preferência não garante que a corrida seja necessariamente realizada por uma mulher, já que a disponibilidade depende da quantidade de motoristas ativas na região.

 

Caso o tempo de espera seja elevado, o sistema pode direcionar automaticamente a viagem para o motorista mais próximo. A terceira modalidade é a opção “Uber Mulher” exibida diretamente na tela inicial do aplicativo. Nela, a usuária pode solicitar uma corrida imediata com motorista mulher.

 

Se não houver condutoras disponíveis rapidamente, o aplicativo pergunta se a passageira prefere continuar aguardando ou aceitar um motorista próximo. A funcionalidade também poderá ser utilizada por contas do Uber Teens, modalidade destinada a adolescentes entre 12 e 17 anos.

 

Nesse caso, os responsáveis podem acompanhar a viagem em tempo real e contam com recursos de segurança ativados automaticamente. De acordo com a Uber, a expansão do Uber Mulher faz parte de uma estratégia mais ampla voltada ao enfrentamento da violência contra mulheres, com iniciativas que incluem parcerias com organizações especializadas, campanhas educativas e conteúdos de orientação para motoristas e usuários.

 

A empresa também informa que vem buscando ampliar a participação feminina na plataforma desde 2019, quando lançou a modalidade U-Elas, que permite que motoristas mulheres escolham aceitar apenas corridas solicitadas por passageiras.

Comportamento

Namoro qualificado ou união estável? Entenda a diferença

 

Além da existência da afetividade, a mesma se concretiza com a mútua assistência em que o casal seja referência de família no meio social.

 

A principal diferença, no entanto, é que o namoro não é conceituado pela lei, não existe sequer uma legislação que determine normas. É informal e livre, que não gera direitos familiares ou patrimoniais.

 

As responsabilidades são menores, e não há, em princípio, qualquer consequência jurídica na esfera civil. Por sua vez, as uniões estáveis são entidades familiares equiparáveis ao casamento.

 

Esses relacionados estão sujeitos ao regime jurídico do Direito de Família, previsto na legislação civil, e implicam em diversas consequências jurídicas, tanto patrimoniais quanto pessoais.

 

Quer saber mais sobre o assunto e precisa de assistência jurídica? Envie uma mensagem (@maramendes_advogada_) ou ligue para o telefone (21) 98372-7981.

* Artigo da advogada Mara Mendes, especialista em Direito civil, cidadania, trabalhista,  previdenciário, consumidor, família e divórcio. Integrante da Comissão de diversidade religiosa e neurociência da @oabbarrarj.
Comportamento

Beijo com tremidinha: conheça o gloss erótico de jambu

Ingrediente típico da culinária amazônica, o jambu ganhou espaço em lubrificantes íntimos e agora chega aos glosses labiais prometendo mais salivação e sensação de “quero mais” no beijo na boca

 

O jambu não faz maravilhas só em drinks e num delicioso tacacá. A dormência e o formigamento da planta passou a ser usada no sexo e na masturbação há algum tempo. Por ser considerado um “vibrador natural”, é comum encontrar lubrificantes íntimos e géis excitantes com a planta amazônica na composição. A novidade agora é poder sentir essa explosão toda já no beijo. Nós te apresentamos o gloss de jambu.

 

Batom e gloss com extrato de jambu não são bem novidade, mas a proposta é buscada pelo pump que aumenta os lábios. A mudança está no apelo erótico adotado pelas marcas de produtos íntimos, que passaram a lançar glosses de jambu para aumentar a sensibilidade do beijo na boca, movimento ainda pouco explorado.

 

Já são dois produtos disponíveis no Brasil. O Jambuze, da Good Vibres, foi lançado no fim de 2025 como gloss multifuncional para levar na nécessaire e quebrar com a ideia de que produtos eróticos precisam ficar “escondidos”. O efeito começa quase imediatamente e é liberado aos poucos durante o beijo.

 

“Queríamos sair do óbvio e trazer essa provocação sensorial. Além disso, o estímulo do jambu muda, o que cria uma experiência diferente a cada uso”, explica Clara Bochner, assistente de produtos da marca.

 

Lançado no Carnaval passado, o Siricutico, da Dona Coelha, transfere a vibração para a boca da outra pessoa assim que o beijo começa. A marca escolheu o Carnaval para mostrar ao que veio: somar no clima de flerte e pegação da folia.

 

“Nossa ideia é incentivar que as pessoas se beijem mais, e o Siricutico serve para dar um gás no beijo na boca e em outras áreas erógenas”, explica a CEO do sex shop, Natali Gutierrez.

 

Qual é a proposta do gloss de jambu?

 

Os glosses de jambu têm a proposta de dar um quê a mais no beijo e deixá-lo mais divertido. A vibração dos lábios é transferida para a outra boca ou parte do corpo que estiver beijando — sim, até na área íntima. Na prática, isso também significa um beijo mais molhado — já que o jambu estimula a salivação — e lábios mais sensíveis.

 

A dormência acontece por conta do alto teor da substância química espilantol que, ao entrar em contato com a saliva e a mucosa, estimula as terminações nervosas e aumenta a microcirculação de onde for aplicado.

 

O jambu é típico do Pará e, por isso, muito presente na culinária local — em pratos como tacacá, tucupi e arroz paraense, além da cachacinha de jambu. Ou seja: dá para dizer que a erva além de um tesouro nacional, virou uma arma secreta perfeita para apimentar o momento a dois (ou mais).

 

Há estudos recentes que apontam para uma tendência de declínio no beijo na boca, por motivos que vão de falta de tempo, desinteresse por causa da rotina ou mesmo pela diminuição de convivência em ambientes sociais e de relações íntimas.

 

Outro chamariz são a praticidade e o preço: produtos líquidos tendem a ter melhor custo-benefício por serem duráveis e terem preços mais acessíveis. É possível encontrar opções interessantes e seguras que custam entre R$ 50 e R$ 100. Ou seja, é perfeito para quem não consegue gastar muito dinheiro com vibradores e outros sex toys, mas tem curiosidade em experimentar novas sensações.

 

Fonte; Marie Claire

Comportamento

Por trás do balcão: como mulheres que trabalham em bares se defendem do assédio

Elas são constantemente vítimas de assédio por parte de clientes e de colegas de trabalho. Uma de suas principais ferramentas para lidar com as importunações sexuais é a denúncia. Conheça aqui algumas histórias

 

“Fui ajudar uma amiga em um bar. Precisei ir até o estoque e, lá, sozinha, fui coagida. Um cara me agarrou e me beijou à força. Fiquei imóvel, sem saber o que fazer. Quando ele me soltou, falou que sempre quis sair comigo. Respondi que estava ali só para trabalhar e que ele estava entendendo as coisas errado.”

 

Essa é só uma da várias histórias que Stephanie Marink, mixologista e uma das sócias do Espaço 13, localizado no Bexiga, região central de São Paulo, guarda na memória sobre casos de assédio sexual pelos quais já passou em sua experiência de trabalhar em bares.”Tinha 18 anos quando isso aconteceu. Não tinha noção dessas coisas e de que poderia ter denunciado. Não estávamos no auge das discussões para que eu soubesse que isso poderia ser feito. Hoje, com 33 anos, seria diferente”, ela diz.

 

Os números confirmam que as experiências de Stephanie são uma realidade para muitas outras mulheres. Uma pesquisa realizada apenas na cidade de São Paulo pela Rede Nossa São Paulo e publicada em março de 2021 mostrou que 7% das mulheres ainda veem os bares e as casas noturnas como lugares de risco para serem assediadas, só perdendo para o transporte público (52%) e as ruas (20%).

 

Stephanie não apenas sofreu casos de assédio sexual, como também já presenciou e até evitou que mulheres que frequentam seu balcão passassem por algo do gênero. Como uma vez em que colocou um cliente para fora do seu bar.

 

“O cara estava sentado na minha frente e disse que precisaria de um favor. Falei ‘claro, como posso te ajudar?’. Ele respondeu que me daria 50 reais para que eu aumentasse as doses de bebida alcoólica no copo de uma menina para que ela ficasse mais louca e saísse com ele. Na hora, educadamente, respondi ‘quero que você se retire agora do meu bar’. E depois, quando vi a menina indo ao banheiro, fui atrás dela para avisar o que tinha acontecido e para que ela tomasse cuidado”, relata.

 

“Ele foi embora, mas não sem antes ficar me enfrentando, chamando pelo dono do bar. Respondi que eu era a dona e queria que ele saísse imediatamente. Quer dizer, por eu ser mulher e estar servindo não posso ser a proprietária do bar? Isso acontece direto.”

 

A conquista do balcão de bares pelas mulheres não é algo recente. A primeira a se destacar por seus coquetéis foi a inglesa Ada Coleman, ou Coley, que, no início do século XX e com apenas 24 anos, comandou o bar do icônico Savoy Hotel, em Londres, por duas décadas.

 

Mesmo com grandes destaques, ainda hoje, os bares e a noite estão relacionados a um trabalho masculino e, consequentemente, a um pensamento muito machista. Não há números que mostram quantas barmaids comandam balcões pelo país. No entanto, o que é possível afirmar é que o setor de bares e restaurantes tem, em sua maioria, mulheres na operação.

 

De acordo com dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e da Confederação Nacional do Comércio (CNC), estima-se que existam 5,5 milhões de trabalhadores no setor de bares e restaurantes e, destes, 55% seja representado por mulheres.

 

Mesmo com a presença feminina dominante na operação, esses espaços ainda são muito hostis para elas, seja por seus corpos como objetos de desejo, seja também pelo questionamento de suas competências, uma vez que sempre é preciso lidar com uma cobrança redobrada de seus trabalhos.

 

Essa combinação explosiva faz com que elas sejam a linha de frente de muitas experiências que, por vezes, desejavam ficar esquecidas. Ganhadora de prêmios nacionais e internacionais na coquetelaria, Stephanie tem que constantemente reforçar sua posição. “No primeiro campeonato do qual participei, tive que escutar de um cara ‘só ganhou porque é mulher’.”

Cantadas e mais cantadas

 

Comentários desagradáveis são uma constante na vida dessas profissionais. “Escuto direto “nossa, você está muito sexy hoje”. Esses dias, um cliente já conhecido do bar falou “você poderia fazer Xvídeos para tirar uma grana e ficar pelada fazendo gim tônica”. Respondi que não concordava que, pelo fato de ser mulher, deveria fazer isso. Como a gente deve agir? Somos habituadas a ficarmos quietas e em uma posição tão oprimida que é difícil saber o que falar. Acabamos convivendo com essas situações porque, muitas vezes, não se tem escolha”, diz a mixologista.

 

A importunação com cantadas e propostas inconvenientes também é constante na vida da barmaid Alessa Maga. Atualmente morando em Lisboa, a carioca de 46 anos já perdeu as contas de quantas vezes ouviu comentários desse tipo. Como tática, ela diz que assume um comportamento mais sério para se proteger. “Sou muito simpática e, aqui em Portugal especialmente, muitos já confundiram achando que estava dando mole. Por isso fico mais fechada”, diz.

 

Mesmo assim, as lembranças incômodas de assédio são inúmeras. “Estava levando os drinks para a mesa de um grupo de homens. Percebi os olhares, cochichos e conversas sobre mim. Depois um deles veio pedir o telefone com a desculpa de que ‘quem sabe eu poderia fazer drinks para ele’. Fiquei desconfortável, falei que não daria o número e sai.”

Outra situação em que Alessa se sentiu incomodada foi quando um homem a esperou do lado de fora do bar para abordá-la na hora em que ela saísse. “Foi muito ruim. Tive que falar que ele estava se exaltando, que não queria ficar com ele e que não estava entendendo porque me esperava ali.”

 

A falta de apoio dos chefes e locais onde trabalham a deixam com medo de denunciar. “Às vezes, a gente tem que fingir que não ouviu. Não pode falar na frente do cliente senão perdemos o emprego”, diz.

“O medo é sempre nosso”

 

Para Carolina Oda, consultora em hospitalidade e bebidas e comunicadora, esse é um dos pontos mais difíceis de se lidar: o medo. “Nosso mercado é muito pequeno e ainda masculino, todo mundo se conhece. Quem vai comprar uma briga e denunciar um cara que, às vezes, é um dos grandes da área? No final, eles se protegem e a gente briga porque somos nós, mulheres, que sempre precisamos achar um caminho para saber como lidar com esse problema. O medo é sempre nosso.”

 

Ainda hoje Carolina sente o trauma de um caso de assédio sexual pelo qual passou em uma sessão de massagem em um salão de beleza paulistano. Mesmo com um boletim de ocorrência, seu agressor não foi punido. “A impunidade é um gatilho muito forte para mim. Sinto exatamente a mesma sensação no corpo de quando fui fazer o B.O. Meu peito fica manchado, os dedos formigam, sinto taquicardia”, diz. Mesmo assim, a consultora reforça a importância de todas as mulheres denunciarem. “É a única possibilidade de fazermos algo para mudar essas situações.”

 

Ela relembra um caso do começo da carreira, quando era garçonete em um bar de cervejas. “Virei para pegar uma bebida para um cliente e ele falou “isso, vai lá pegar uma cerveja para mim” e deu um tapa na lateral das minhas nádegas. Eu era muito inexperiente naquela época”, conta.

 

Isso, no entanto, não acontece apenas com clientes, mas também com colegas de profissão. “Um deles, famoso que já se posicionou contra assédios, passou a mão nas minhas nádegas duas vezes. Quando eu vi ele falando uma vez que era contra isso, tive o mesmo gatilho no meu corpo porque nada acontece com essas pessoas. Ele se posiciona como santo e faz outra coisa.”

 

Em mais um caso do qual Carol se recorda, foi contratada como consultora de um bar em São Paulo e começou a receber mensagens com segundas intenções. “Esse cara que me contratou estava fazendo um curso de fotografia e, certa vez, era uma hora da manhã, ficou me mandando mensagem dizendo para eu ir na casa dele, que queria fazer foto minha.

 

E ainda completou ‘e vem de fio dental que eu consegui ver, naquela reunião, que você estava usando’. Como ele não conseguiu o que queria, fala mal de mim no mercado. Isso acontece muito em consultoria: contratam o meu trabalho, mas acham que podem sair comigo porque a relação fica mais próxima.”

 

Reforçando o coro dessas profissionais está a barmaid Luisa Saito, de 24 anos, que trabalha no bar Nu I Cru, na Barra Funda, zona oeste da capital paulistana. “Para nossa infelicidade, essa é uma área dominada por homens que não entendem o que é ser mulher em um mundo machista. Aprendi a lidar a minha vida toda com isso. Quando algo acontece, sou bem seca, corto na hora e até bato boca ou tiro onda com os caras, dependendo da situação.”

 

Ela se lembra de uma vez, quando começou a trabalhar na coquetelaria, que tinha receio de ser a única mulher no bar. “Nessa época, teve uma situação com um cliente que ficou falando com as atendentes, passando a mão nas costas, na cintura, e nenhuma de nós se sentia à vontade para se defender ou avisar algum dos sócios, pensando que não ia adiantar de nada.”

 

Hoje, isso seria diferente. “Meu lugar de conforto é com o balcão entre eu e o cliente. Pode falar desaforo que a gente rebate, mas não chega perto e muito menos encoste em mim. Se for para trabalhar num bar em que o dono prefira que eu aceite desaforo, principalmente de homem machista, esse não é um lugar onde quero estar. É sobre priorizar a mim e a minha saúde mental. Se tiver que achar outro lugar para trabalhar, a gente corre atrás!”, finaliza.

 

Fonte: Marie Claire

Comportamento

Encontrar quem combina com você continua sendo um desafio para os solteiros

Levantamento revela que afinidade ainda é a prioridade na hora de escolher alguém para se relacionar

 

A maioria das pessoas concorda que é mais fácil criar um vínculo com alguém que compartilha os mesmos hobbies e preferências culturais – e isso não é só uma questão de opinião, mas um fato provado em números. Segundo uma pesquisa recente do aplicativo de relacionamentos Inner Circle, que levou em consideração 2.395 ouvintes, 45% das pessoas consideram que os interesses em comum costumam ser o ponto de partida para criar uma conexão verdadeira com outra pessoa.

 

Quando questionados sobre os fatores que mais pesam na hora de se conectar, o alinhamento de valores e visão de mundo lidera, citado por 57,8% dos participantes. Na sequência, aparecem estilo de vida parecido (56%), interesses em comum (50,1%) e objetivos semelhantes, como ter filhos ou morar fora do país de origem (42,9%). Ao contrário do que muitos imaginam, fatores como aparência física (26,2%), localização geográfica (23,6%) e condição socioeconômica (19,9%) ficaram bem atrás na lista.

 

Mesmo assim, transformar essa prioridade em realidade não é tão simples. Apenas 39% dos entrevistados disseram que conseguem encontrar com frequência pessoas que compartilham seus interesses e valores, enquanto 44% afirmaram que isso acontece só de vez em quando e 15% raramente ou nunca. “Não é uma questão de falta de autoconhecimento. As pessoas sabem o que ajuda na hora de se aproximar e criar um vínculo. O problema é que, no dia a dia, os caminhos para chegar até essas pessoas ainda são limitados”, comenta Ramone Gigliotti, gerente de Marketing do aplicativo no Brasil.

 

Círculos: comunidades de afinidade dentro e fora do app

 

Para mudar esse cenário, o Inner Circle lançou os Círculos, comunidades dentro do app que reúnem solteiros com interesses, rotinas e estilos de vida semelhantes, da corrida aos festivais, da leitura ao samba de domingo. Esses grupos já existiam fora das telas, mas agora têm mais chances de se cruzar no lugar certo e na hora certa. Ao entrar em um Círculo, o membro passa a visualizar perfis que vivem o mundo de forma parecida e pode participar de eventos presenciais organizados especialmente para aquela comunidade. Um exemplo é o Meet & Drink do Condado Faria Lima, pensado para quem frequenta o bairro do Itaim, em São Paulo, um happy hour com chopp gelado, samba e conversas animadas.

 

Entre os primeiros grupos disponíveis, estão o Run in Love (corrida), Clube da Cultura, Crossfitters, Expatriados, Clube da Altinha, Samba & Cerveja e Pais de Pet. Existem Círculos abertos e privados, em que é preciso um código de acesso para entrar, e, a depender do grupo, eles estão disponíveis tanto nacionalmente quanto em algumas cidades selecionadas.

 

Blended connections: o melhor dos dois mundos

 

Apostar nessa abordagem phygital, que combina a força do offline com a praticidade do online, também se baseia em dados. Embora 53% dos participantes digam preferir fazer conexões em ambientes físicos, como festas e eventos, uma parcela significativa (34%) afirma ter interesse em criar novas conexões por meio de grupos com afinidades (online ou offline) ou por aplicativos e plataformas digitais de relacionamento.

 

“Existe uma discussão sobre a suposta ‘exaustão’ com apps de relacionamento, mas, na nossa visão, essa é uma simplificação da realidade. Assim como o trabalho, o ensino e o consumo de entretenimento se tornaram híbridos, criar conexões também está passando por essa transformação. Não se trata de offline versus online, mas de promover uma experiência contínua, o que temos chamado de blended connections”, analisa Ramone.

 

Sobre a pesquisa

 

O levantamento é parte de um estudo conduzido pelo Inner Circle para compreender de forma mais profunda como as pessoas constroem conexões e quais fatores mais influenciam o início de um relacionamento. A pesquisa teve abordagem quantitativa e foi realizada por meio de formulário online entre julho e agosto de 2025, reunindo 2.395 respondentes de todas as regiões do Brasil.

Comportamento

Mulheres na estrada: dez dicas para quem deseja viajar sozinha

Saiba como escapar de micos no caminho e aproveitar ao máximo sua viagem solo com os conselhos e descobertas de viajantes experientes

 

Conhecer novos lugares, culturas e pessoas são alguns dos grandes prazeres proporcionados pelas viagens. Mas não é sempre que a gente vai encontrar companhia para encarar todas as aventuras possíveis. Ou, talvez, você prefira viajar sozinha – fazer a programação que quiser, ter a liberdade de mudar de ideia a hora que bem entender e conectar-se consigo mesma são experiências que valem a pena ser vividas.

 

Para diversas mulheres, no entanto, a viagem solo pode ser um sonho que vem acompanhado de um certo medo. Dúvidas sobre o destino, a hospedagem e, principalmente, a segurança costumam surgir. Mas não há nada que um bom planejamento e alguns cuidados não possam solucionar.

 

“Minha primeira viagem foi instigada muito pelas redes sociais e essa vontade de conhecer o mundo e de entender que eu sou capaz de fazer isso sozinha, apesar do medo, que é inerente”, conta a advogada Tiffany Sousa, de 23 anos.  Tiffany planejava encontrar a sua família em Buenos Aires, mas, antes, fez uma passagem solo pelo Uruguai.

 

“Desde criança eu desejava conhecer novas culturas e diferentes lugares. Quando passei a ter minha independência financeira, vi que poderia acessar aqueles locais. Em alguns casos, eu chamava as pessoas e ninguém estava disponível ou queria marcar para depois. Mas eu acompanhava muito conteúdo de mulheres que viajavam sozinhas e pensei: ‘Por que não?’”

 

Para inspirar você também a fazer sua viagem solo, convidamos as criadoras de conteúdo Iriane Veloso (@amarmarianomar), Sylvia Barreto (@viajaresimples), Tiffany Sousa (@vaitiffany) e Ariane Marques (@deusaari) para compartilhar as melhores dicas para mulheres que querem pôr o pé na estrada.

 

1 – Explore a cidade

Ao viajar desacompanhada você pode conhecer diferentes pessoas, mas a premissa é que você vai realizar grande parte das atividades sozinha. Por isso, começar a sair sem ninguém um período antes da viagem ajuda você a se habituar com essa configuração. Você pode ir ao cinema, conhecer um restaurante novo, ir a exposições, ao parque ou até a festas, para entender como age nos lugares sozinha, o que a incomoda ou agrada. Construir uma boa relação com a própria companhia é fundamental para curtir o período solo.

 

2 – Entenda qual é a sua praia (ou campo ou cidade)

No momento de planejar o roteiro e entender quanto tempo você deseja passar em cada lugar, é importante entender qual o seu estilo de viagem e o que é inegociável para você. Vale questionar se você prefere lugares mais conectados com a natureza ou cidades com diferentes programações. Outro ponto é compreender as suas prioridades como viajante. Se você deseja economizar em hospedagem e conhecer novas pessoas, hostels podem ser uma boa opção.

 

3 – Comece com viagens curtas

A primeira aventura solo pode causar diversos anseios e, por isso, começar com viagens curtas pode ajudar a ganhar confiança. Uma ida à praia, a alguma cidade histórica ou um destino de turismo ecológico são algumas das opções. Por estar mais perto dos locais que você conhece e da sua rede de apoio, você pode se sentir mais segura para dar os primeiros passos. Outro ponto importante é reservar hospedagem perto de regiões centrais e movimentadas ou próxima dos locais que você deseja conhecer.

 

4 – Procure relatos de outras viajantes

No momento de escolher o destino da sua viagem, além das informações de guias turísticos e reportagens, pesquise depoimentos de outras viajantes que já foram para aquele lugar. Nas redes sociais, é possível encontrar dicas de passeios e hospedagem, além de dados sobre a cultura local e o quanto aquele destino é recomendável para mulheres que viajam desacompanhadas. No mundo ideal, uma mulher deveria poder explorar sozinha qualquer canto que quisesse, mas é preciso ter precaução e colocar a segurança em primeiro lugar.

 

5 – Faça um planejamento financeiro e tenha uma reserva de emergência

Viajar pode parecer fora da realidade ou muito caro para diversas pessoas, mas estabelecer prioridades no orçamento pode ajudar a transformar esse sonho em realidade. Além da passagem e da hospedagem, o planejamento precisa prever outros gastos, como o transporte e a alimentação no local, e também estabelecer como o pagamento será feito, se vai ser à vista ou parcelado o cartão de crédito. Outra dica importante é ter uma reserva de emergência. Esse cuidado é útil em diversas situações.

 

6 – Monte uma bagagem funcional

Evitar o excesso de bagagem vai facilitar muito seus deslocamentos. Opte por peças versáteis, que podem ser utilizadas de diferentes maneiras. Carregue sempre um cadeado para trancar as suas coisas, principalmente se você for se hospedar em hostels. Lembre-se de levar itens básicos de primeiro-socorros e remédios para dores gerais, como dor de cabeça e enjoo. Além disso, vale usar pochetes ou doleiras para guardar documentos, cartões e dinheiro.

 

7. Compartilhe seu roteiro com pessoas de confiança

Pode ser um familiar, o cônjuge ou uma amiga – ou, melhor ainda, todas as opções. O importante é ter pessoas de confiança para compartilhar as informações do seu roteiro e se assegurar de que elas estarão te acompanhando durante o período da viagem.

 

8 – Conecte-se com outras viajantes solo

Viajar sozinha é também uma maneira de fazer novas amizades. E aí vale o bom senso: não dá para ir se abrindo logo com todo mundo nem desconfiar de todos a sua volta. No geral, evite falar que você está viajando sozinha e, se sentir algum tipo de movimentação estranha, se retire ou peça ajuda. Locais como hostels e passeios em grupo podem ser boas opções para conhecer novas pessoas, já que você encontrará outros viajantes solo com interesses em comum. Além disso, ao pesquisar sobre o destino, você pode entrar em contato com outros viajantes e tirar dúvidas sobre o local que você deseja visitar e, assim, começar novas conexões.

 

9 – Atenção com bebidas alcoólicas

Sozinha e longe de casa: definitivamente essa não é a melhor hora para meter o pé na jaca. Não use nada que vai alterar sua consciência. Se você tiver acostumada a tomar uma taça de vinho, por exemplo, tudo bem, mas evite beber muito. Quando você está com a consciência alterada – não precisa nem estar bêbada – não percebe algumas coisas. E é importante se manter ligada. Opte por bebidas lacradas e que você mesma abriu e não aceite bebidas, alcoólicas ou não, nem alimentos de estranhos ou recém-conhecidos.

 

10 – Aproveite a liberdade

A viagem solo é sobre liberdade. Esse é o momento em que você pode escolher seu destino, programação, horários, alimentação e se quer ou não permanecer sozinha durante esse período. Você consegue, enfim, se conectar com o seu desejo, seja ele acordar mais cedo para caminhar na praia ou passar o dia inteiro em museus. E essa autonomia é um grande aprendizado. Descoberta, por sinal, é a palavra que resume muito dessa experiência.

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Saiba quais são as opções de aposentadoria para as mulheres

Os brasileiros que estão prestes a se aposentar podem se deparar com novas regras do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), já vigentes em 2024. Desde 2019, com a reforma da Previdência aprovada, todos os anos mudanças graduais são implementadas para ter acesso ao benefício. As mulheres possuem algumas opções de aposentadoria. Veja as principais regras:

 

• Por idade (minino 58 anos)

 

• A mulher precisa ter 62 anos e pelo menos 15 anos de contribuição

 

• Por tempo de contribuição

 

Existem quatro 4 possibilidades:

 

– Pontos progressivos (90 pontos para 30 anos de contribuição)

 

– Idade mínima progressiva (30 anos de contribuição e 58 anos de idade)

 

– Pedágio de 50% (só vale para quem em 13/11/2019 tinha pelo menos 28 anos de contribuição)

 

– Pedágio de 100% (57 anos de idade e 30 anos de contribuição)

 

• A aposentadoria especial contempla aquelas expostas a ruídos ou substâncias químicas. Os requisitos variam de acordo com o risco.

 

Quer saber mais sobre o assunto? Precisa de assistência jurídica? Envie uma mensagem ou ligue para (21) 98372-7981.

 

Artigo da advogada Mara Mendes, especialista em Direito civil, cidadania, trabalhista,  previdenciário, consumidor, família e divórcio. Integrante das comissões da Diversidade Religiosa e Neurociência da OAB Barra da Tijuca.

 

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Linguagens do amor: entenda quais são e como elas podem melhorar seu relacionamento

Tudo mudou quando aprendi sobre o conceito de linguagens do amor. Confira aqui qual das cinco é a sua!

 

Brigar com meu marido é uma das coisas que menos gosto de fazer. Pode não parecer uma surpresa, mas, com meu temperamento um pouco explosivo, as brigas nem sempre me incomodaram tanto. Na verdade, em relacionamentos anteriores, eu até gostava de uma boa discussão como forma de aliviar tensões, expor diferenças e, inevitavelmente, fazer as pazes depois. Mas agora é diferente.

 

Não porque estou mais ocupada ou mais frágil, ou porque não gosto do que meu parceiro diz durante as brigas (embora geralmente não goste mesmo), mas porque – mesmo depois de uma década – ainda não dominamos a arte de esfriar a cabeça.

 

Nossas brigas, embora raras, aumentam a ponto de eu inevitavelmente sair de cena para evitar que um de nós diga algo que vá se arrepender. Infelizmente, somos teimosos demais para dar o primeiro passo de reconciliação. Esses momentos de “ombros frios” podem durar horas e, não tenho dúvidas, dias, se minha insistência em não ir para a cama brigados não fosse um pouco mais forte que minha teimosia.

 

Eu fico remoendo, esperando que ele faça o primeiro movimento – venha pedir desculpas, me abrace ou até ria da nossa situação absurda para quebrar a tensão. Ele, por outro lado, agradece pelo momento de calmaria, acreditando ingenuamente que isso vai nos ajudar a esfriar a cabeça, e pega o controle do PS5. Vou te dizer: se eu já não estava furiosa, a trilha sonora do FIFA com certeza garante isso.

 

O que são as linguagens do amor?

 

Enquanto eu inicialmente achava que essas longas e dolorosas tardes eram causadas pela minha teimosia inabalável e pela recusa dele de pedir desculpas ou baixar a guarda, ao descobrir o conceito de “Linguagens do Amor”, conseguimos entender e justificar facilmente nossos comportamentos opostos.

 

“O conceito de linguagens do amor foi criado por Gary Chapman”, explica a coach de saúde emocional e autora best-seller Roxie Nafousi. “Ele definiu 5 linguagens do amor que representam diferentes formas de expressarmos e recebermos amor. Todos temos uma ou duas linguagens predominantes. Descobrir qual é a sua e a do seu parceiro ajuda a entender melhor as necessidades de cada um e a comunicar o amor de forma mais eficaz.”

 

Meu marido e eu somos praticamente idênticos em gostos, interesses, senso de humor e planos para o futuro, mas sempre soubemos que somos opostos em termos de comportamento emocional.

 

Eu penso e analiso demais tudo, enquanto ele é irritantemente relaxado. Chego à estação de trem com pelo menos uma hora de antecedência, enquanto ele pula no trem no último segundo e torce para conseguir comprar a passagem a bordo. Eu remo algo que disse semanas atrás, enquanto ele provavelmente nem ouviu na época.

 

Não é surpresa, portanto, que nossos desejos e necessidades no relacionamento sejam diferentes. Isso sempre foi óbvio, mas eu nunca havia entendido que a forma como gosto de ser amada não é necessariamente a mesma que ele prefere, e, portanto, o amor que quero receber não é, necessariamente, o melhor tipo de amor para dar, e vice-versa.

 

Aprender e compreender isso não apenas fortaleceu nosso relacionamento nos bons momentos, mas também facilitou as reconciliações após as brigas, já que sabemos o que significa mais para cada um. Eu gosto de “desculpas” e abraços, enquanto ele prefere gestos práticos (geralmente que eu faça o jantar ou tire o lixo) ou algo mais tangível.

“Por exemplo”, explica Roxie, “se você sabe que a linguagem do amor do seu parceiro é tempo de qualidade e a sua são palavras de afirmação, você pode garantir que dedica tempo diariamente para dar a ele atenção total e pedir, em troca, que ele faça um esforço extra para expressar verbalmente seu amor e apreciação.”

 

As cinco linguagens do amor e como atender às necessidades de quem é diferente de você

1. Palavras de afirmação

Pessoas cuja linguagem do amor são palavras de afirmação valorizam expressões verbais ou escritas de amor e apreciação. Elas tendem a demonstrar afeto através de palavras e se sentem amadas quando recebem o mesmo em troca.

  • • Gostam de: cartas de amor, ouvir “eu te amo”, receber elogios, mensagens frequentes.
  • • Não gostam de: mensagens implícitas transmitidas por olhares ou toque, má comunicação, falta de validação verbal.

 

2. Toque físico

Para quem tem o toque físico como linguagem do amor, o afeto físico é a principal forma de se sentir amado. Abraços, beijos e carícias são poderosos conectores emocionais para essas pessoas.

  • • Gostam de: abraçar, segurar as mãos, sentar perto, beijar.
  • • Não gostam de: ausência de toque, ficar muito tempo sem contato físico, parceiros que não gostam de demonstrações públicas de afeto.

 

3. Atos de serviço

Pessoas cuja linguagem do amor são atos de serviço valorizam gestos úteis e demonstrações de cuidado. Elas tendem a expressar amor ajudando os outros e apreciam quando isso é retribuído.

  • • Gostam de: ajuda com tarefas domésticas, refeições preparadas, encher o tanque do carro.
  • • Não gostam de: parceiros que precisam ser lembrados de fazer as coisas, promessas não cumpridas.

 

4. Tempo de qualidade

Para quem tem o tempo de qualidade como linguagem do amor, estar presente e dedicar atenção total é mais importante do que palavras ou presentes.

  • • Gostam de: contato visual, conversas significativas, atenção total.
  • • Não gostam de: distrações com o celular, planos cancelados, pessoas distraídas.

 

5. Receber presentes

Quem tem essa linguagem do amor vê os presentes como símbolos significativos de amor, apreciando o gesto e o esforço por trás deles.

  • • Gostam de: celebrar datas especiais, pequenos presentes atenciosos.
  • • Não gostam de: aniversários esquecidos, falta de gestos simbólicos.

 

Por fim, cada pessoa é única, e todos temos necessidades diferentes em nossos relacionamentos. “Trate os outros como gostaria de ser tratado” é uma boa regra para evitar ser cruel ou negligente, mas, em relacionamentos – românticos ou não –, pode ser mais eficaz tratar as pessoas como elas querem ser tratadas.

 

Fonte: Glamour

Comportamento

Trapaça sentimental: transgressão considerada crime no Brasil

Apesar da gravidade, a transgressão  é enquadrada no crime de estelionato (Art. 171 do Código Penal), pois não há tipificação específica ainda, mas o aproveitamento da relação afetiva para obter vantagem ilícita é uma forma de fraude que configura o delito.

 

A prática gera direito a indenização por danos morais e materiais, além de poder levar à punição criminal, com a vítima podendo denunciar para buscar justiça. 

Como se caracteriza o crime
• Simulação de relacionamento: a pessoa cria um relacionamento amoroso para obter vantagem financeira.
• Vulnerabilidade da vítima: o criminoso se aproveita da vulnerabilidade emocional da vítima para manipular seus sentimentos.
• Obtenção de vantagem ilícita: o objetivo é obter bens ou dinheiro, causando prejuízo à vítima.
• Meio fraudulento: o relacionamento afetivo é usado como um meio fraudulento para enganar a vítima.
Consequências jurídicas
• Esfera criminal: a conduta pode ser tipificada como estelionato, com penas de 1 a 5 anos de reclusão e multa, conforme o
artigo 171 do Código Penal.
• Esfera civil: a vítima pode processar o estelionatário na esfera civil para obter indenização por danos morais e materiais, incluindo despesas extras geradas pelo relacionamento.
Como agir em caso de crime de estelionato sentimental
• Reúna provas: guarde todas as conversas, comprovantes de depósito e outros materiais que demonstrem a fraude.
• Procure um advogado: busque assistência jurídica para orientá-lo a reaver os bens e buscar a indenização cabível.
• Faça a denúncia: não tenha vergonha de denunciar o crime à polícia ou ao Ministério Público para que o infrator seja punido.

 

Se você precisa de ajuda envie uma mensagem ou me chame no WhatsApp (021) 98372-7981. Para mais detalhes sobre o meu trabalho clique aqui! 

 

Siga: @maramendes_advogada_

 

* Dra. Mara Mendes, advogada especialista em Direito civil, cidadania, trabalhista,  previdenciário,  consumidor, família e divórcio.

Comportamento

Iniciou o ano conhecendo alguém? Saiba quais cuidados ter antes de assumir cedo demais

Especialista em relacionamentos Henri Fesa alerta sobre decisões impulsivas no início do ano e explica por que acelerar vínculos pode gerar frustrações emocionais

 

O início do ano costuma trazer uma sensação coletiva de recomeço. Metas, promessas pessoais e o desejo de viver algo novo fazem com que muitas pessoas se abram emocionalmente com mais facilidade, inclusive para novos relacionamentos.

 

Não é raro que, logo nos primeiros meses do ano, alguém conheça uma pessoa especial e já sinta vontade de assumir algo sério. Mas será que esse impulso é sempre saudável? Qual o momento ideal?

 

O começo do ano, de acordo com o médium especialista em relacionamentos Henri Fesa, pode gerar uma falsa sensação de urgência emocional. “Existe uma expectativa inconsciente de que tudo precisa dar certo agora, como se o relacionamento fosse parte de um checklist do ano novo. Isso faz com que muitas pessoas pulem etapas importantes do vínculo”, explica.

 

Assumir cedo demais pode esconder riscos emocionais. Quando o envolvimento acontece de forma acelerada, o casal ainda não teve tempo suficiente para lidar com frustrações, diferenças de valores, limites pessoais e até conflitos cotidianos. “No início, tudo é novidade. A tendência é mostrar apenas o melhor lado e ignorar sinais que merecem atenção”, pontua Henri.

 

Outro ponto de alerta é confundir intensidade com profundidade. Conversas longas, muita troca emocional e planos rápidos não significam, necessariamente, que existe maturidade relacional. “Conexão emocional não se constrói apenas com frequência de contato, mas com constância, coerência e atitudes ao longo do tempo”, reforça o especialista.

 

Henri também destaca a importância do autoconhecimento nesse momento. Antes de assumir um compromisso, é essencial compreender se o desejo de se relacionar vem de um lugar de escolha ou de carência.

 

“Quando a pessoa entra em um relacionamento para preencher vazios emocionais ou para não começar o ano sozinha, a tendência é criar dependência afetiva”, alerta.

 

Por fim, o especialista orienta que não existe um tempo ‘certo’ universal para assumir um relacionamento, mas sim o tempo emocional de cada vínculo. “Ir com calma não significa desinteresse, mas respeito pela construção da relação. Relacionamentos saudáveis não precisam de pressa, precisam de consciência”, conclui Henri Fesa.

 

Sobre o Henri Fesa

O Médium Henri Fesa auxilia pessoas com problemas espirituais, principalmente, no campo amoroso. Especialista em relacionamentos, possui mais de 30 anos de experiência, criando soluções efetivas com um trabalho de qualidade e sem enrolação. A Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa recebe pessoas de todas as religiões e, dentro da crença de cada um, realiza os Trabalhos, atuando com segurança e seriedade, sem a utilização de magias de baixa vibração. Saiba mais aqui!