Saúde & Bem-estar

A verdadeira origem do mau hálito e por que balas e enxaguantes não vão te salvar

Você já sentiu aquela insegurança de falar de perto com alguém com medo do próprio hálito, mesmo após escovar os dentes e usar enxaguante? 

 

O mau hálito (halitose) é um dos maiores tabus sociais. Ele mina a autoconfiança no trabalho, atrapalha os relacionamentos afetivos e gera um medo constante de falar de perto com as pessoas. E a maior armadilha é acreditar no senso comum de que “o problema vem do estômago” ou que basta usar um enxaguante forte e mascar uma bala de menta.

A realidade nua e crua é que em mais de 90% dos casos, o mau hálito tem origem exclusivamente na boca. A verdadeira causa do odor desagradável são as bactérias bucais acumuladas na língua (a chamada saburra lingual) que se alimentam de restos de comida e de células mortas.

Quando essas bactérias digerem essa sujeira, elas liberam gases à base de enxofre, que têm um odor muito forte e desagradável. Embora a saburra lingual seja um fator frequente, os problemas e infecções na gengiva também são grandes responsáveis pelo mau hálito que nunca vai embora.

 

Quando a gengivite evolui para a periodontite, criam-se pequenos “espaços” entre a gengiva e o dente que a escova e o fio dental comuns jamais conseguem alcançar. Esses espaços viram verdadeiros quartéis-generais para bactérias que decompõem resíduos e liberam gases de odor extremamente forte.

 

Usar chicletes, balas ou enxaguantes apenas esconde o problema por alguns minutos, mas eles não eliminam a causa. O tratamento definitivo da halitose crônica exige o diagnóstico clínico preciso para rastrear a origem real do odor e a descontaminação profissional dessas bolsas ocultas, restaurando o equilíbrio das bactérias da boca.

 

Se você sofre com mau hálito, faça uma avaliação com o Periodontista. Você merece a liberdade de conversar, sorrir e se aproximar das pessoas sem nenhuma ponta de insegurança.

 

* Dra. Bárbara Galdeano é cirurgiã-dentista com mais de 20 anos de experiência clínica. Fundadora da Galdeano Odontologia & Saúde, é idealizadora do Programa ECOA, um modelo de atenção odontológica focado na prevenção, acolhimento e educação do paciente.

 

Reconhecida por sua atuação ética, humanizada e atualizada com as inovações da odontologia digital, acredita que a saúde bucal é parte essencial da saúde geral e deve ser promovida com proximidade, escuta e propósito.

 

Para conhecer você pode ligar para o Whatsapp: (21) 98135-0401

Acessar o Instagram: https://www.instagram.com/galdeanoodontologia ou o site www.galdeanoodontologia.com.br

 

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Mecanismos de defesa: o que acontece dentro de você quando uma emoção se torna difícil de suportar?

Talvez você reconheça alguns desses exemplos no seu cotidiano: negar algo que está acontecendo; racionalizar afetos; projetar em outra pessoa um conflito que, na verdade, começou em outro lugar; lembrar de um evento marcante e não se conectar com a emoção.

 

Esses são alguns mecanismos de defesa que habitualmente recorremos em momentos difíceis. E nesses casos, o conflito central não começou necessariamente na situação atual. Há algo mais além e profundo presentes.

 

De maneira simples, podemos entender os mecanismos de defesa como formas de proteção psíquica. Quando uma experiência é dolorosa ou difícil demais de ser sustentada, a mente – mais precisamente o inconsciente – recorre à esses mecanismos para reduzir o desconforto causado à consciência e preservar um certo equilíbrio psíquico.

 

Os conteúdos e eventos difíceis de suportar são redirecionados para o inconsciente, porém permanecem nos atravessando diariamente. A questão surge quando essas defesas se tornam rígidas e repetitivas – os mesmos conflitos insistem em reaparecer, ainda que em novos lugares e relações.

 

Quando você evita o conflito ou um sentimento desconfortável, o inconsciente encontrará uma forma de fazê-lo presente. Ressalto aqui que, os mecanismos de defesa possuem sua função psíquica e não trabalhamos para eliminá-los, mas sim para investigar o que há por de trás. Porém, entrar em contato com situações de intensa carga afetiva gera medo e angústia.

 

É justamente nesse momento que o terapia faz diferença. Você terá um espaço seguro e uma profissional te acompanhando para, aos poucos, entrar em contato com a própria história e compreender do porque você está se defendendo.

 

Aqui não há pressa, há escuta profunda e repeito ao seu tempo. Dar o primeiro passo pode não ser fácil, mas com acompanhamento qualificado eu estarei sustentando esse caminho com você.

 

Para conhecer melhor o meu trabalho e acessar publicações basta visitar o site pilarpsicologa.com.

 

Mais informações e agendamentos pelo telefone (21) 98521-7447 ou pelo instagram @pilar.psi.
Psicóloga Pilar Caliari | CRP 05/67534

 

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Saúde & Bem-estar

Esclerose múltipla: reconhecer os primeiros sinais pode mudar uma vida

No Dia Nacional de Conscientização sobre a doença (30), neurologista alerta para sintomas que muitas vezes são confundidos com cansaço ou problemas passageiros

 

Uma pessoa jovem começa a enxergar embaçado de repente. Outra sente formigamento ou dormência em uma parte do corpo. Há quem perceba uma fraqueza em um braço ou uma perna, dificuldade para caminhar, perda de equilíbrio ou um cansaço muito forte que não melhora mesmo depois de descansar.

 

Para muitas famílias, esses sinais podem parecer passageiros. É justamente aí que está um dos desafios da esclerose múltipla (EM): nem sempre os primeiros sintomas são facilmente reconhecidos.

 

A doença é neurológica, crônica e autoimune. Em palavras simples, é uma situação em que o próprio sistema de defesa do organismo passa a atacar estruturas do sistema nervoso, podendo prejudicar a comunicação entre o cérebro e as diferentes partes do corpo. No Brasil, estima-se que cerca de 40 mil pessoas convivam com a doença.

 

Para a neurologista Dra. Carla Renata Aparecida Vieira Stella, especialista em neurologia e com atuação na área de neuroimunologia, informação é uma das principais ferramentas para que a doença seja identificada mais cedo. “É importante que a família não ignore mudanças que aparecem de forma diferente do habitual, principalmente quando são sintomas neurológicos. Procurar atendimento médico é o primeiro passo para entender o que está acontecendo”, orienta a especialista.

 

Formigamento, visão embaçada e dificuldade para andar merecem atenção

 

Os sinais da esclerose múltipla podem variar bastante de uma pessoa para outra. Entre eles estão alterações na visão, dormência ou formigamento, fraqueza muscular, dificuldade de equilíbrio e coordenação, fadiga intensa e alterações cognitivas ou emocionais.

 

Um ponto importante é que ter um desses sintomas não significa necessariamente ter esclerose múltipla. Muitas outras doenças podem provocar manifestações semelhantes. Por isso, a recomendação não é tentar descobrir o diagnóstico sozinho, mas procurar atendimento de saúde.

 

“Não é preciso saber o nome da doença para procurar ajuda. Se alguma coisa mudou no corpo e essa mudança não parece normal, converse com um profissional de saúde”, reforça Dra. Carla.

 

O primeiro caminho pode ser o serviço público de saúde

 

Para famílias que não têm condições de pagar uma consulta particular, a orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) ou outro serviço público de saúde disponível em sua cidade. A partir da avaliação inicial, o paciente pode ser encaminhado para atendimento especializado quando houver necessidade.

 

O diagnóstico e o acompanhamento precoces são importantes porque existem tratamentos capazes de controlar a atividade da doença e reduzir o risco de novos episódios, sempre de acordo com a avaliação médica individual. O Ministério da Saúde destaca justamente a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado.

 

Ciência e cuidado caminham juntos

 

A Dra. Carla Stella tem participação em estudos científicos relacionados às doenças neurológicas e à neuroimunologia. Em 2016, foi coautora de estudo publicado internacionalmente que analisou casos de dengue em pessoas com esclerose múltipla em tratamento com medicamentos específicos.

 

Mais recentemente, participou de estudo publicado em 2023 sobre um caso de esclerose múltipla progressiva com início na infância, desenvolvido por pesquisadores ligados à Divisão de Neuroimunologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

 

Na ACESA Capuava, o olhar para o paciente vai além da doença

 

A médica também tem uma atuação próxima da comunidade. A Dra. Carla Stella é Diretora Clínica da ACESA Capuava, organização que desenvolve atendimento multidisciplinar e ações voltadas às pessoas com deficiência e suas famílias.

 

“Quando falamos de uma doença crônica, não estamos falando apenas de um diagnóstico. Estamos falando de uma pessoa, de uma família e de uma rotina que pode mudar. O cuidador precisa olhar para todos esses aspectos”, destaca a neurologista.

 

Um alerta para as famílias

 

Neste “Agosto Laranja”, mês dedicado à conscientização sobre a esclerose múltipla, a principal mensagem é simples: não ignore os sinais. Se alguém da família apresentar uma alteração neurológica que não tinha antes, como perda de visão, dormência, formigamento, fraqueza, dificuldade para caminhar ou problemas de equilíbrio, procure uma unidade de saúde.

 

Não é preciso ter dinheiro para começar a investigar. É possível procurar o serviço público de saúde e pedir orientação. Reconhecer um sinal, procurar ajuda e chegar ao diagnóstico pode ser o primeiro passo para que uma pessoa tenha acesso ao tratamento e possa seguir sua vida com mais qualidade.

 

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Clareamento íntimo: entenda o que causa o escurecimento da região e quais tratamentos funcionam

Especialista esclarece que fatores hormonais, atrito e depilação podem ser agravantes, mas laser e peelings químicos vêm como solução

 

Você já reparou que a pele da região íntima costuma ser mais escura do que o restante do corpo? Para muitas mulheres, essa diferença de tonalidade desperta dúvidas e, em alguns casos, até insegurança. Embora seja um processo natural e bastante comum, o escurecimento da vulva e da virilha pode se intensificar ao longo da vida por diferentes fatores, levando um número crescente de pacientes a buscar tratamentos para uniformizar a pigmentação da pele.

 

Conhecido como clareamento íntimo, o procedimento reúne diferentes técnicas voltadas para reduzir o excesso de pigmentação da região genital externa e devolver maior uniformidade ao tom da pele. A ginecologista e especialista em cirurgia íntima, Dra. Mariana Macedo, explica que, antes de pensar em qualquer intervenção estética, é fundamental compreender que a pigmentação da região íntima varia naturalmente entre as mulheres.

 

“Existe uma expectativa, muitas vezes criada por padrões estéticos irreais, de que a vulva tenha a mesma coloração do restante do corpo. Na prática, essa região possui uma concentração diferente de melanina, e isso faz parte da anatomia feminina. Nem toda mulher que apresenta uma pele mais escura na região íntima precisa ou deve realizar um clareamento”, esclarece.

 

Apesar de ser um fenômeno fisiológico, alguns fatores favorecem o aumento dessa pigmentação ao longo dos anos. Alterações hormonais durante a puberdade, gestação e menopausa, o envelhecimento natural da pele, o atrito constante entre as coxas, roupas muito apertadas e métodos de depilação que provocam irritação repetitiva figuram entre as principais causas.

 

Segundo a especialista, o próprio mecanismo de defesa da pele explica esse processo. “Sempre que há uma inflamação ou agressão repetida, o organismo responde produzindo mais melanina para proteger aquele tecido. É por isso que procedimentos depilatórios frequentes, foliculites e o atrito constante podem deixar a região progressivamente mais escura”, explica.

 

Antes de definir qualquer tratamento, a paciente deve passar por uma avaliação médica. De acordo com a Dra. Mariana, identificar a causa é determinante para o sucesso do tratamento. “Quando entendemos o motivo do escurecimento, conseguimos escolher o método mais adequado e reduzir as chances de que a pigmentação volte a aparecer”, pontua.

 

Entre as técnicas mais utilizadas atualmente estão os lasers, que atuam fragmentando os depósitos de melanina e estimulando a renovação celular, favorecendo uma coloração mais homogênea ao longo das sessões. Outra alternativa são os peelings químicos, realizados com ácidos específicos em concentrações controladas, que promovem uma renovação superficial da pele e ajudam a reduzir gradualmente a pigmentação.

 

Além desses métodos, tecnologias regenerativas têm sido incorporadas aos protocolos por estimularem a produção de colágeno e melhorarem a qualidade da pele da região íntima. Esses recursos aumentam a hidratação, favorecem a elasticidade dos tecidos e potencializam os resultados estéticos quando associados a outras técnicas.

 

A escolha do procedimento, no entanto, depende de fatores como o fototipo da paciente, a intensidade da pigmentação, a sensibilidade da pele e o histórico clínico. “Não existe um protocolo único. Mulheres com peles mais escuras, por exemplo, exigem parâmetros específicos para evitar novas manchas. O tratamento precisa ser individualizado para oferecer segurança e resultados naturais”, ressalta a ginecologista.

 

Os cuidados também começam antes da primeira sessão. A especialista orienta evitar qualquer processo inflamatório na região, suspender métodos depilatórios agressivos quando indicado e informar ao médico sobre medicamentos em uso ou doenças pré-existentes. Após o procedimento, seguir corretamente as recomendações é essencial para uma boa recuperação, incluindo hidratação local, redução do atrito e, em alguns casos, abstinência temporária de relações sexuais.

 

A médica também chama atenção para o crescimento de receitas caseiras e produtos vendidos pela internet que prometem clareamento rápido da região íntima. Segundo ela, além de não apresentarem eficácia comprovada, essas alternativas podem representar riscos importantes.

 

“Há muitas mulheres que utilizaram misturas com bicarbonato, limão, água oxigenada e outros produtos inadequados. A região íntima possui uma pele extremamente delicada, e essas substâncias podem causar queimaduras, alergias, cicatrizes e até um escurecimento ainda maior após a inflamação”, alerta.

 

Sobre a Dra. Mariana Macedo

 

Dra. Mariana Macedo é médica ginecologista, especialista em Cirurgia Íntima e Ginecologia Regenerativa, com atuação voltada ao cuidado integral da saúde feminina. Sua abordagem combina excelência médica, atendimento humanizado e as mais modernas tecnologias para oferecer tratamentos seguros, naturais e personalizados. Atende nos estados de São Paulo e da Paraíba, dedicando-se a promover saúde, bem-estar e autoestima.

 

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Quando a emoção vira um enigma: o que é alexitimia

Dificuldade para identificar e comunicar emoções pode ser confundida com frieza, aparecer primeiro como sintoma físico e coexistir com autismo

 

Há pessoas que percebem o coração acelerar, o estômago embrulhar, os músculos ficarem tensos ou surge uma vontade repentina de se afastar, mas não conseguem dizer exatamente o que estão sentindo. Sabem que alguma coisa mudou, mas não identificam se é ansiedade, tristeza, raiva, frustração ou cansaço.

 

Esse desencontro entre o que acontece no corpo e a capacidade de compreender e colocar em palavras a própria experiência emocional pode estar relacionado à alexitimia, uma característica do funcionamento emocional que envolve dificuldades para identificar, diferenciar e expressar sentimentos.

 

A alexitimia pode fazer parte de diferentes formas de funcionamento da personalidade e estar relacionada a diversos fatores ao longo da história de uma pessoa. Ela também pode aparecer associada a diferentes condições psicológicas e do neurodesenvolvimento. Isso significa que não existe uma única explicação para sua presença.

 

“A alexitimia não quer dizer que a pessoa não sinta. Muitas vezes, ela sente, mas não consegue reconhecer com clareza o que acontece internamente ou encontrar palavras para comunicar isso”, explica a psicóloga e neuropsicóloga Luanda Rosa, @psicologaluanda, especialista em avaliação neuropsicológica de adultos e em autismo na adolescência e na vida adulta.

 

O corpo dá o primeiro sinal

Uma reação emocional costuma produzir mudanças físicas: os batimentos aceleram, a respiração se altera, o corpo fica em alerta e a musculatura pode se contrair. O desafio, para algumas pessoas, está em relacionar essas alterações ao que aconteceu e reconhecer o significado da experiência.

 

É como se o corpo enviasse uma mensagem, mas faltasse uma forma clara de traduzi-la.

 

“É como receber sinais internos sem um sistema de tradução. A pessoa percebe que algo mudou, mas não identifica a mensagem emocional por trás daquela mudança”, afirma Luanda.

 

Esse processo também envolve a interocepção, capacidade de perceber o que acontece dentro do próprio corpo. Fome, sede, cansaço, temperatura, dor, batimentos cardíacos e sensações associadas às emoções fazem parte desse sistema

 

Quando essa leitura é confusa ou pouco acessível, a pessoa pode demorar para perceber que está cansada, ansiosa, irritada ou emocionalmente sobrecarregada.

 

Quando o comportamento parece frieza

A dificuldade de expressar emoções pode afetar relacionamentos. Alguém pode se importar profundamente com o parceiro, perceber o sofrimento de um familiar ou sentir carinho por um amigo, mas não saber como demonstrar isso.

 

O silêncio pode ser interpretado como desinteresse. Uma resposta objetiva pode parecer rejeição. A ausência de palavras de conforto pode ser confundida com falta de empatia.

 

“Sentir, reconhecer, expressar e comunicar são etapas diferentes. Uma pessoa pode ter dificuldade em uma delas e preservar as outras”, explica a neuropsicóloga.

 

Com o tempo, os desencontros podem afetar a autoestima. A pessoa passa a acreditar que é fria, distante ou incapaz de manter vínculos, quando, na realidade, pode enfrentar uma dificuldade específica no processamento e na comunicação emocional.

 

Quando o sofrimento aparece no corpo

A alexitimia pode dificultar o reconhecimento de ansiedade, tristeza e esgotamento. Algumas pessoas seguem trabalhando, estudando e cuidando da família até atingir o limite. Só depois percebem que estavam sobrecarregadas.

 

O sofrimento pode vir acompanhado de dor de cabeça, insônia, tensão muscular, alterações gastrointestinais ou uma sensação persistente de mal-estar. Esses sintomas não devem ser automaticamente atribuídos às emoções: queixas físicas precisam ser investigadas clinicamente.

 

A atenção está na combinação de sinais. Quando o desconforto aparece repetidamente em situações de estresse e a pessoa não consegue identificar o que está vivendo, pode ser útil investigar também sua forma de perceber e regular emoções.

 

“A pessoa pode procurar ajuda dizendo que tem um problema físico, quando também existe dificuldade para perceber que está triste, ansiosa ou sobrecarregada. Uma investigação responsável precisa considerar as duas dimensões”, afirma Luanda.

 

A relação com o autismo

A alexitimia aparece com maior frequência em pessoas autistas, mas não é sinônimo de autismo e não está presente em todos os indivíduos no espectro. Ela também pode ocorrer em outros contextos, como depressão, ansiedade, traumas e transtornos alimentares

 

No autismo, dificuldades para reconhecer emoções podem ocorrer junto a diferenças no processamento sensorial e na interocepção. Ruídos, luzes, cheiros, mudanças de rotina e interações sociais podem provocar sobrecarga antes que a pessoa consiga compreender o motivo do desconforto.

 

“Alguns pacientes só percebem que estavam no limite quando já precisam se isolar, interromper uma atividade ou lidar com uma crise. O corpo vinha dando sinais, mas esses sinais não foram interpretados a tempo”, explica a especialista.

 

Quando investigar

É comum que uma pessoa reconheça alguns desses padrões e tente encontrar sozinha uma explicação. Mas identificar características de alexitimia não revela, por si só, sua origem.

 

A dificuldade pode estar relacionada a diferentes aspectos da história de vida, do funcionamento psicológico e do perfil neurocognitivo. Por isso, a avaliação precisa considerar o conjunto de informações e não apenas um comportamento isolado.

 

A avaliação neuropsicológica permite olhar para a pessoa de maneira mais ampla, considerando sua história de desenvolvimento, funcionamento cognitivo, aspectos emocionais e comportamentais e a forma como tudo isso aparece no cotidiano.

 

“Mais importante do que simplesmente identificar uma característica é compreender como ela se manifesta naquela pessoa, quais impactos provoca e quais outros aspectos do funcionamento podem estar relacionados a ela”, explica Luanda.

 

A investigação também pode ajudar a diferenciar alexitimia de outras situações que produzem dificuldades semelhantes, como ansiedade, depressão, trauma, TDAH ou características do espectro autista.

 

Uma dificuldade, não uma identidade

A alexitimia não define o caráter de uma pessoa, não indica incapacidade de amar e não permite concluir que alguém seja indiferente. Também não deve ser usada para justificar a ausência de comunicação ou de responsabilidade em uma relação.

 

Seu reconhecimento pode, entretanto, reduzir julgamentos e favorecer formas mais adequadas de comunicação. Em vez de interpretar automaticamente o silêncio como desinteresse, familiares e parceiros podem compreender que existe uma dificuldade específica de perceber e expressar a experiência emocional.

 

“Compreender a alexitimia não elimina a responsabilidade de construir relações mais cuidadosas. Mas permite trocar o julgamento por estratégias e buscar formas de expressão mais acessíveis para cada pessoa”, conclui Luanda.

 

Sobre a especialista:

 

Luanda Rosa Queiroz é psicóloga e neuropsicóloga (CRP 06/106954), especialista em autismo na adolescência e na vida adulta. Atua há 15 anos com avaliação neuropsicológica de adultos, é coautora do livro Protagonismo Feminino e consultora em inclusão de pessoas autistas para empresas. Também participa de podcasts, palestras e eventos sobre autismo na vida adulta e neurodiversidade.

 

@psicologaluanda

 

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Saúde & Bem-estar

Pilar Caliari: a escuta que acolhe e ajuda a ressignificar histórias

O primeiro contato de Pilar Caliari com a Psicologia aconteceu muito antes da faculdade

 

Foi como paciente, ao iniciar seu próprio processo de análise, que descobriu a força da escuta qualificada e percebeu como aquele espaço poderia abrir caminhos para novos entendimentos sobre a vida.

 

A experiência despertou o desejo de seguir a mesma profissão e, em 2017, ingressou no curso de Psicologia da PUC-Rio. Durante os cinco anos de graduação, construiu uma formação sólida por meio de projetos de iniciação científica sobre adoção e parentalidade, oficinas de memória e cognição, atendimento a pessoas com transtornos mentais e transtornos adictivos, participação em projetos sociais e prática clínica.

 

Foi também nesse período que encontrou na psicanálise a abordagem com a qual mais se identificou, inspirada pela própria trajetória e pela forma singular de compreender o sofrimento humano.

 

Após a conclusão do curso, Pilar iniciou os atendimentos clínicos, inicialmente no formato on-line, e deu continuidade à formação por meio de cursos de extensão na PUC-Rio, no Fórum do Campo Lacaniano e da pós-graduação em Fundamentos da Psicanálise pelo Instituto ESPE.

 

Hoje, realiza atendimentos presenciais em seu consultório que fica no Recreio dos Bandeirantes e também on-line para crianças, adolescentes e adultos, mantendo o compromisso permanente com o aprimoramento profissional.

 

“Para mim, a psicanálise oferece um espaço de escuta em que cada pessoa pode revisitar sua história, compreender melhor seus conflitos e estabelecer novas formas de se relacionar consigo mesma e com o mundo.”

 

Segundo Pilar, ao falar, o paciente também se escuta, permitindo que novos significados surjam ao longo do processo terapêutico. Com centenas de atendimentos realizados, ela conduz seu trabalho pautada pela ética, pelo respeito à singularidade e pelo cuidado com cada história que acolhe.

 

Para acompanhar o trabalho de Pilar ou iniciar um acompanhamento psicológico com ela, siga o perfil no

Instagram: @pilar.psi, acesse o site: www.pilarpsicologa.com, ou entre em contato pelo número: (21) 98521-7447. Av. das Américas, 18.000 – One Offices Recreio dos Bandeirantes.

 

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Saúde & Bem-estar

Por que existe tanta diferença nos preços de uma drenagem linfática?

Formação, qualificação, produtos, estrutura e atualização profissional estão entre os fatores que podem influenciar o valor do procedimento

 

Quem pesquisa por drenagem linfática provavelmente já percebeu que os valores cobrados pelo procedimento podem variar bastante entre profissionais e clínicas. Mas o que explica essa diferença?

 

Segundo a Dra. Eliziane Calvi, especialista com formação nas áreas de fisioterapia e estética, o preço não deve ser analisado isoladamente. A formação e a qualificação do profissional estão entre os primeiros aspectos que devem ser observados.

 

Graduação, especializações e cursos complementares representam investimentos em conhecimento e capacitação e podem influenciar a composição do valor de um atendimento. Outro ponto está relacionado aos produtos utilizados. A qualidade dos produtos e materiais empregados durante o procedimento pode variar e também contribuir para a diferença de preços entre os serviços.

 

A utilização de recursos tecnológicos, quando adequada à proposta do atendimento, também pode representar um diferencial. Equipamentos exigem investimento, manutenção e profissionais capacitados para sua utilização.

 

A atualização profissional é outro fator importante. Participação em cursos, treinamentos, palestras e congressos representa uma busca contínua por conhecimento e aperfeiçoamento.

 

Além disso, a própria estrutura da clínica pode interferir no valor. Ambiente, higiene, organização, conforto, equipamentos e qualidade do atendimento fazem parte da experiência oferecida ao cliente.

 

Com trajetória acadêmica e profissional nas áreas de fisioterapia e estética, Eliziane Calvi também possui experiência em produção científica e educação na área, contribuindo para a discussão sobre a importância da qualificação profissional.

 

Por isso, diante de diferentes preços, a recomendação é não comparar apenas valores. É importante observar quem realiza o procedimento, qual é sua formação, quais qualificações possui, que produtos e recursos utiliza e qual estrutura oferece.

 

No fim, a escolha deve considerar o conjunto do serviço e a relação entre qualificação, qualidade, estrutura e experiência oferecida, e não somente o menor preço.

 

“Preste atenção no que está sendo oferecido para você antes fechar um tratamento”, orienta Dra. Eliziane Calvi.

 

Serviço

 

Instagram Dra. Eliziane Calvi: @dra.elizianecalvi

 

WhatsApp: 11-97677-2367.

 

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Saúde & Bem-estar

Tendências no ‘skincare’: especialista explica como separar promessas de marketing da ciência real

Especialista em estética e imagem pessoal da UNIASSELVI traduz os jargões da indústria cosmética, alerta para os riscos de produtos inadequados e indica os ingredientes que realmente valem o investimento

 

Nas prateleiras e nas redes sociais, os consumidores são expostos diariamente a um bombardeio de tendências e promessas que vão desde a “penetração nas camadas mais profundas da pele” a resultados milagrosos. Para ajudar o público a fazer escolhas seguras e eficazes, Izadora Figueredo, professora do curso de Estética e Imagem Pessoal da UNIASSELVI, faz uma análise crítica sobre os reais efeitos dos ativos e jargões utilizados pela publicidade do setor.

 

Segundo Izadora, a mudança de estação tem impacto direto no comportamento do consumidor e na própria fisiologia da pele. “No inverno, por exemplo, tendemos a escolher ativos que promovam uma sensação de maciez e conforto contra a exposição ao frio. Isso implica o uso de produtos mais cremosos e espalháveis. No entanto, é preciso cautela, pois o uso de um produto inadequado ao seu tipo de pele pode gerar efeitos adversos, como excesso de oleosidade, ressecamento extremo e até reações alérgicas”, explica.

 

A professora alerta que o consumidor deve desenvolver um olhar atento para as chamadas “bandeiras vermelhas” do mercado. “Produtos que prometem resultados rápidos, sem comprovação de eficácia, devem ser observados com receio. Quando um rótulo alega penetrar em camadas profundas, na verdade ele age apenas na epiderme. É improvável que um cosmético comum possua capacidade de absorção profunda”, ressalta.

 

O mesmo cuidado vale para o selo ‘dermatologicamente testado’ que, segundo a especialista, apenas garante que o produto passou por testes de segurança em humanos, mas não anula o risco de reações individuais.

 

Outro ponto fundamental para o sucesso do tratamento é a ordem de aplicação dos produtos. A regra geral recomendada pela docente é iniciar pelas texturas mais fluidas e leves, como os séruns, e finalizar com os produtos de barreira e deposição, como os hidratantes densos e o protetor solar. Para quem possui um orçamento limitado, Izadora sugere focar em três passos essenciais de regeneração:

 

“O investimento certeiro deve ser em Vitamina C pela manhã, fotoproteção diária e hidratação com Vitamina B5 (Pantenol).”

 

Fato ou Fake do Skincare

 

Com a velocidade das tendências de beleza na internet, muitas informações imprecisas e até perigosas acabam viralizando. A professora da UNIASSELVI esclarece os cinco principais mitos que dominaram as redes sociais recentemente:

 

  • “Se arde, é porque está fazendo efeito.”

FAKE. A ardência e a pinicação severa não são sinônimos de eficácia, mas sim sinais claros de que a barreira cutânea está irritada ou lesionada. Um skincare eficiente e seguro não deve causar dor ou desconforto.

  • “Crianças e adolescentes precisam de rotinas com retinol e ácidos fortes.”

FAKE. O uso precoce de ativos voltados para o rejuvenescimento (anti-aging) em peles jovens e saudáveis pode provocar queimaduras químicas e sensibilidade crônica. Nessa faixa etária, o cuidado deve se limitar à limpeza suave, hidratação básica e proteção solar.

  • “O Sunscreen Contouring (contorno com protetor solar) é uma técnica segura.”

FAKE. A prática de aplicar protetor solar apenas em áreas específicas para deixar o restante do rosto bronzear naturalmente é altamente prejudicial. Dermatologistas alertam que a exposição parcial e desprotegida acelera o envelhecimento precoce e eleva o risco de câncer de pele. O protetor solar deve ser aplicado uniformemente.

  • “Misturar vários ativos diferentes acelera o resultado.”

FAKE. A sobreposição desordenada de ingredientes potentes (como misturar ácidos AHA/BHA e Vitamina C na mesma aplicação) causa inflamação e o temido “efeito rebote” — que resulta em mais acne e oleosidade. A tendência atual é o Skinimalismo: rotinas simplificadas que respeitam a integridade natural do microbioma cutâneo.

  • “Receitas caseiras ou produtos 100% naturais são sempre melhores.”

FAKE. Ingredientes naturais de cozinha (como limão, bicarbonato ou óleos essenciais puros) não passam por processos de estabilização laboratorial. Quando aplicados na pele e expostos ao sol, podem causar manchas severas, alergias e queimaduras graves. Fórmulas testadas e regulamentadas oferecem a segurança necessária para a saúde da pele.

 

Sobre a UNIASSELVI

 

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,2 polos e mais de 16 campi de ensino presencial.

 

É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

 

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Saúde & Bem-estar

Natália Snitram transforma fitness e lifestyle em conteúdo nas redes sociais

Criadora de conteúdo do Rio de Janeiro reúne mais de 23 mil seguidores e compartilha rotina de treinos, bem-estar, beleza e momentos do cotidiano

 

O universo fitness ganhou cada vez mais espaço nas redes sociais, e a criadora de conteúdo Natália Snitram, do Rio de Janeiro, vem construindo sua presença digital a partir de uma combinação entre atividade física, lifestyle, beleza e cotidiano.

 

À frente do perfil @nataliasnitram, Natália já reúne mais de 23,5 mil seguidores no Instagram, onde se apresenta como criadora de conteúdo digital e destaca os segmentos “Fitness | Lifestyle”. A página reúne publicações relacionadas à rotina de treinos, exercícios em academia, cuidados com o corpo e registros de diferentes momentos de sua vida.

 

Mais do que mostrar os resultados de uma rotina fitness, Natália utiliza as redes para apresentar diferentes aspectos do seu estilo de vida. Entre os conteúdos publicados estão vídeos de treinamento, registros na academia, produções voltadas à beleza e ao visual, além de viagens, praia, lazer e situações do dia a dia.

 

A diversidade de conteúdos ajuda a aproximar a criadora de diferentes públicos e mostra como o segmento fitness passou a ocupar um espaço que vai além da atividade física. Nas redes sociais, treino, alimentação, estética, moda, viagens e comportamento passaram a fazer parte de uma mesma narrativa de lifestyle.

 

Com uma comunicação predominantemente visual e conteúdos voltados para o universo feminino, Natália vem ampliando sua presença no ambiente digital e fortalecendo sua identidade como criadora de conteúdo.

 

Na própria apresentação do perfil, a frase “Eu não procuro, eu atraio” traduz parte do posicionamento que acompanha sua presença nas redes. Para o mercado de influência digital, a construção de uma identidade própria e a capacidade de estabelecer conexão com os seguidores são elementos importantes para transformar audiência em relacionamento e oportunidades profissionais.

 

A trajetória de Natália nas redes mostra, assim, como o conteúdo fitness pode ser apresentado de maneira integrada a outros interesses e experiências. Entre treinos, momentos de lazer, beleza e lifestyle, ela constrói uma imagem digital que tem no universo fitness um de seus principais pilares.

 

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Saúde & Bem-estar

Nutricionista Flávia Cyfer lança livro sobre alimentação estratégica para mulheres 40+

Nutricionista funcional e especialista em saúde feminina, Flávia Cyfer reúne ciência, prática clínica e estratégias de alimentação em obra dedicada ao climatério e à menopausa

 

A saúde da mulher depois dos 40 anos ganhou um novo olhar com o lançamento de “Alimentação Estratégica para a Mulher 40+: um guia prático para eliminar sintomas, modular hormônios e promover beleza e saúde no climatério e na menopausa”, da nutricionista funcional Flávia Cyfer.

 

O lançamento aconteceu no dia 5 de agosto de 2026, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, no Rio de Janeiro, reunindo leitoras e convidados em torno de um tema que faz parte da trajetória profissional da autora: compreender as transformações do corpo feminino e oferecer caminhos mais estratégicos para essa fase da vida.

 

Publicado pela HarperCollins Brasil, o livro apresenta a proposta de transformar conhecimento científico e experiência clínica em orientações práticas. A obra aborda questões frequentes entre mulheres 40+, como alterações hormonais, ganho de gordura abdominal, cansaço, insônia, mudanças de humor, queda da libido, falhas de memória e ondas de calor.

 

Mais do que falar sobre alimentação, Flávia propõe uma mudança na maneira como a mulher compreende o próprio corpo durante o climatério e a menopausa. A chamada Alimentação Estratégica 40+ reúne conceitos desenvolvidos a partir de sua experiência profissional e busca contribuir para saúde, qualidade de vida, beleza e longevidade.

 

Uma trajetória dedicada à mulher 40+

 

A história de Flávia Cyfer com a saúde feminina foi construída ao longo de anos de estudos e atendimento clínico. Nutricionista funcional e palestrante, ela atua na área clínica desde 2007, atendendo mulheres presencialmente, em sua clínica no Rio de Janeiro, e também de forma online.

 

Ao longo dessa trajetória, o contato diário com mulheres no climatério e na menopausa fez com que Flávia direcionasse cada vez mais sua atuação para as necessidades específicas dessa fase.

 

Foi dessa experiência que nasceu o desejo de levar o conhecimento para além do consultório. Em vez de restringir as orientações ao atendimento individual, a nutricionista estruturou um método que pudesse ser aplicado por mulheres em diferentes lugares, com estratégias voltadas ao equilíbrio do organismo e à melhoria da qualidade de vida.

 

Assim surgiu o método Poderosas na Menopausa®, posteriormente apresentado também como Programa Poderosas®. A proposta está estruturada em seis pilares: alimentação estratégicaequilíbrio hormonal, suplementação, exercício físico, rotina e autoconhecimento. Segundo informações divulgadas pela própria Flávia, o programa já alcançou milhares de alunas em dezenas de países.

 

A construção desse trabalho consolidou sua atuação como especialista em nutrição e saúde da mulher 40+, levando informação para além das consultas e alcançando um público cada vez maior por meio de palestras, cursos e conteúdos digitais.

 

Do consultório para as páginas de um livro

 

O lançamento representa mais um passo nessa trajetória. A publicação reúne parte desse conhecimento em um material que pretende aproximar a mulher de informações sobre o próprio corpo e ajudá-la a compreender que as mudanças depois dos 40 não devem ser simplesmente naturalizadas ou ignoradas.

 

Com orientações, estratégias e receitas práticas, Flávia transforma sua experiência profissional em um guia direcionado a mulheres que desejam atravessar o climatério e a menopausa com mais informação, autonomia e qualidade de vida.

 

A obra chega em um momento em que a conversa sobre envelhecimento feminino, longevidade e saúde da mulher ganha cada vez mais espaço. Para Flávia Cyfer, cuidar da mulher 40+ significa olhar para essa fase não como um período de perdas, mas como uma etapa que pode ser vivida com conhecimento, vitalidade e novas possibilidades.