Categorias
Amor & Sexo (8) Beleza (29) Carreira & negócios (70) Colunistas (17) Comportamento (18) Cultura (8) Festas e eventos (18) Gastronomia (7) Maternidade (27) Moda (21) Saúde & Bem-estar (56) Sem categoria (5)Cuidare Barra RJ: cuidado humanizado com excelência e segurança
A Cuidare Barra RJ é uma empresa especializada no cuidado de pessoas que carrega mais de 8 anos de experiência oferecendo soluções assistenciais com qualidade, segurança e atenção humanizada
Seu principal compromisso é promover bem-estar e qualidade de vida aos assistidos, além de proporcionar tranquilidade às famílias por meio de um atendimento ético e profissional. A empresa atua com cuidadores qualificados para diferentes perfis, incluindo idosos, crianças, adultos, pessoas com deficiência e pacientes em pós operatório.
Compreendendo que cada indivíduo possui necessidades específicas, a Cuidare desenvolve planos de cuidado personalizados, respeitando as particularidades de cada situação e garantindo um atendimento individualizado.
Seus serviços podem ser realizados em diversos ambientes, como residências, hospitais, instituições de longa permanência e casas de repouso. A atuação dos cuidadores vai além das necessidades básicas, incluindo apoio na higiene, alimentação, mobilidade, prevenção de quedas, estímulo cognitivo e emocional, além de acompanhamento contínuo.
Um dos grandes diferenciais da Cuidare está na supervisão ativa da equipe, com monitoramento constante, alinhamento com as famílias e ajustes rápidos sempre que necessário. Os profissionais passam por um rigoroso processo de seleção, possuem formação técnica, principalmente na área de enfermagem, e participam de treinamentos contínuos para garantir excelência no atendimento.
A empresa também oferece suporte emergencial, acompanhamento hospitalar, plantões pontuais e comunicação constante com a família, por meio de atualizações frequentes e canais diretos de contato. Sua estrutura operacional permite rápida implementação de equipes, cobertura de faltas e gestão completa dos serviços prestados.
A diretoria é composta por Moema Baptista, fundadora, diretora técnica e de recursos humanos, e Jô Braga, responsável pela área financeira e administrativa. Juntas, as duas conduzem a empresa com foco em ética, responsabilidade e compromisso.
“Mais do que oferecer um serviço, a Cuidare Barra RJ acredita que cuidar é promover dignidade, acolhimento e respeito em cada etapa da vida.”
Para acompanhar as novidades da Cuidare Barra RJ, siga o perfil no Instagram: @cuidarebarrarj ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98363-1717 e (21) 96508-8069.
Efeito sanfona: o que te impede de emagrecer não é a comida
Cerca de 27,9 milhões de mulheres brasileiras vivem presas no ciclo do efeito sanfona. E a verdade é desconfortável: o problema nunca foi a comida
Você conhece essa história. Segunda-feira, você acorda decidida: “Agora vai.”
Joga fora tudo o que considera proibido, compra comida fit, baixa aplicativo de calorias, promete que dessa vez será diferente.
Nas primeiras semanas, a balança responde.
Você se sente forte. No controle. Orgulhosa.
Até que a vida acontece. Uma discussão. Um comentário atravessado. Um dia exaustivo. Filhos brigando. Contas apertadas. Ansiedade acumulada.
E, de repente, à noite, você está comendo sem nem perceber direito, depois tomada pela culpa e pela mesma pergunta de sempre:
“O que há de errado comigo?”
A resposta é simples: não há nada de errado com você.
O problema nunca foi falta de força de vontade. O problema foi o método que te ensinaram a seguir.
A verdade que ninguém te contou
95% das dietas falham no longo prazo. Se você tentou, perdeu peso e depois recuperou, isso não te torna fraca. Te torna humana usando um método que não funciona para a maioria.
Mulheres entre 35 e 55 anos, muitas vezes, já tentaram dezenas de estratégias ao longo da vida. Dietas, restrições, remédios, treinos intensos, promessas milagrosas. E, a cada nova tentativa frustrada, cresce também a sensação de incapacidade.
Mas vamos ser honestas: uma mulher que acorda cedo, trabalha, cuida da casa, dos filhos, da família, das demandas emocionais de todo mundo e ainda tenta dar conta de si mesma não é sem força de vontade.
Na verdade, ela já está sendo forte até demais.
O que falta não é disciplina.
O que falta é aprender a lidar com a dor, a pressão, a exaustão e o vazio sem transformar a comida em alívio.
O que realmente está acontecendo
Em muitos casos, a comida não é o problema. Ela é a resposta que seu cérebro aprendeu a dar para o que você sente.
Pense nas últimas vezes em que você comeu sem fome física. O que estava por trás daquilo?
Uma briga. Uma frustração. Cansaço. Solidão. Sensação de rejeição. Sobrecarga. Ou aquele sentimento de estar cuidando de todo mundo e se abandonando novamente?
É aqui que mora a verdade: muitas vezes, você não está com fome.
Você está tentando aliviar algo que não soube como sentir.
A comida vira recompensa, anestesia, companhia, consolo.
E quanto mais isso se repete, mais automático esse caminho se torna.Seu cérebro aprende: emocionei → vou comer → alivio por alguns minutos.
Isso não é fraqueza. É um padrão emocional e neurológico sendo repetido.
O caminho de volta para casa
O emagrecimento duradouro não começa no prato. Começa na forma como você se relaciona com suas emoções.
Quando você aprende a se regular emocionalmente, a comida deixa de ocupar esse lugar de anestesia. E, como consequência, o corpo também começa a responder.
Não é: “vou emagrecer para então me sentir bem.” Muito pelo contrário.
Você começa a cuidar do que está ferido por dentro, e o emagrecimento acontece quase que de forma natural.
Foi isso que transformou a minha história e é isso que vejo transformar a vida de tantas mulheres.
Porque a resposta nunca esteve só na dieta.
Nunca esteve só na balança.
Nunca esteve apenas no que você come.
Muitas vezes, a raiz estava na dor que você tentava calar em silêncio.
Acredito que o desafio do emagrecimento não está na falta de força de vontade, mas na forma como ele foi, por muito tempo, conduzido. Modelos baseados em restrição, controle excessivo e culpa tendem a ignorar fatores essenciais como a saúde mental, a relação com as emoções e a construção de hábitos sustentáveis.
Defendo uma abordagem que integra mudança de mentalidade, regulação emocional e estratégias possíveis de serem mantidas no cotidiano. Isso inclui aprender a lidar com emoções sem recorrer à comida como única forma de alívio, além de desenvolver padrões comportamentais mais consistentes e saudáveis ao longo do tempo.
A transformação, nesse contexto, não é apenas física. Ela envolve uma reconexão com a própria identidade, valores e propósito. Quando esse processo é respeitado, o emagrecimento deixa de ser um esforço constante e passa a ser uma consequência natural de mudanças mais profundas e duradouras.
A epidemia que ninguém está tratando direito
Mais de 60% dos brasileiros estão acima do peso. São 27,9 milhões de mulheres lutando sozinhas, se culpando, se odiando, acreditando que o problema são elas. E não são.
O problema é que continuamos vendendo dietas para um problema emocional. Contando calorias quando deveríamos estar aprendendo a regular as emoções. Tratando sintomas quando deveríamos estar tratando causas.
Enquanto isso, mulheres incríveis como você, continuam presas no ciclo, gastando milhares de reais, perdendo anos de vida, carregando culpa que não é sua. Chega.
Você merece liberdade. Merece paz. Merece olhar no espelho e se reconhecer com amor. Merece comer sem culpa. Merece viver sem guerra com seu próprio corpo.
E tudo isso é possível. Mas só quando você finalmente entende:
Você não está com fome. Você está sentindo.
Feridas emocionais não mudam com restrição. Elas se transformam com cuidado, compreensão e compaixão.
Quando você finalmente se permite transformar de dentro pra fora, o corpo que você sempre quis deixa de ser uma batalha e passa a ser consequência natural do amor próprio.
* Por Emi Moraes, psicoterapeuta especialista em emagrecimento comportamental, criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora”.
“Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”
WhatsApp: (21) 99512-2170
Instagram: @euemi_moraes
Áudios motivacionais gratuitos: https://chat.whatsapp.com/Jebjn8o174m8eUDN6uNBdX?mode=gi_t
Excelência é uma escolha diária e inegociável
Neste final de semana, participei de uma imersão intensiva de 30 horas em Hipnose Clínica e Programação Neurolinguística (PNL), aprofundando estratégias que transcendem a técnica e alcançam aquilo que, de fato, transforma resultados: a mente humana.
Na minha prática, a odontologia nunca foi apenas sobre dentes. É sobre pessoas. Sobre compreender o que não é dito, acolher emoções e transformar experiências que, por muito tempo, foram marcadas pelo medo ou pela insegurança.
Integrar a hipnose clínica ao meu atendimento é oferecer mais do que um procedimento — é proporcionar uma vivência diferenciada, onde ciência, sofisticação e sensibilidade se encontram para entregar conforto, confiança e resultados superiores.
Cada atualização, cada imersão, reforça o meu posicionamento: não entregar o básico, mas o excepcional. Porque pacientes não buscam apenas tratamento. Eles buscam segurança, confiança e excelência.
E é exatamente isso que escolho entregar — todos os dias.

* Sou a Dra. Salete Cabral, dentista, hipnoterapeuta e especialista em odontologia do sono. Acredito que a odontologia vai além da estética e do tratamento clínico. Minha missão é cuidar de pessoas em sua totalidade — restaurando sorrisos, protegendo a saúde e devolvendo noites de sono reparador.
Com ciência, sensibilidade e propósito, minha atuação integra técnica e humanidade para transformar não apenas bocas, mas vidas inteiras.
Para conhecer mais sobre a minha jornada, só seguir o perfil do Instagram: @drasaletecabral
O seu pré-treino pode ser o motivo pelo qual sua noite de sono está prejudicada
Na verdade, é o ingrediente desta categoria alimentar o responsável por ser prejudicial à sua rotina de sono
Muitas pessoas usam suplementos pré-treino para impulsionar seus esforços na academia. Mas novas pesquisas sugerem que usar pré-treino regularmente pode, sem querer, ir contra seus objetivos de vida saudável. O estudo, que foi publicado na revista Sleep Epidemiology, encontrou uma ligação entre pessoas que usam pré-treino regularmente e a obtenção de quantidades significativamente menores de sono a cada noite.
Você provavelmente já sabe disso, mas dormir sete horas ou mais por noite dá suporte a uma ampla gama de aspectos da saúde, incluindo fortalecer seu sistema imunológico, manter seu humor estável e reduzir seu risco de condições crônicas como diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. Então, o que essas descobertas significam se você é fã de pré-treino e está tentando ser o mais saudável possível?
O estudo não apresenta um cenário positivo para o sono e os suplementos pré-treino
Para o estudo, pesquisadores analisaram dados de mais de 900 pessoas que participaram de um estudo de saúde canadense. Os participantes foram questionados sobre o uso de pré-treino nos últimos 12 meses, junto com quantas horas de sono por noite eles tiveram, em média, nas duas semanas anteriores.
Depois de analisar os dados, os pesquisadores descobriram que pessoas que disseram usar pré-treino eram “significativamente” mais propensas a relatar que dormiram, em média, cinco horas ou menos por noite nas duas semanas anteriores, em comparação com aquelas que disseram não usar pré-treino.
“Este estudo documenta que o uso de suplementos pré-treino está associado a menor duração do sono”, escreveram os pesquisadores no estudo.
Por que o pré-treino pode ser ruim para o sono?
É importante ressaltar que o estudo não provou que o pré-treino fez as pessoas dormirem menos. Em vez disso, os pesquisadores encontraram uma ligação entre pessoas que disseram usar pré-treino e dormir menos à noite.
Ainda assim, especialistas dizem que há alguns pontos a considerar que sugerem que o pré-treino pode não ser ótimo para a saúde do sono.
Um dos principais é que o pré-treino geralmente contém cafeína. (Existem suplementos pré-treino sem cafeína por aí, mas eles não são tão populares quanto os que contêm cafeína).
Um estudo de 2023 descobriu que o pré-treino tem uma média de 217 miligramas de cafeína por porção, o que é equivalente ao que você obteria ao consumir cerca de duas xícaras de café. Esse estudo sugeriu que pessoas que usam pré-treino o façam pelo menos 13,2 horas antes de dormir para reduzir o risco de atrapalhar o sono.
Fonte: Glamour
Por que as arritmias cardíacas podem aumentar depois da menopausa e como se proteger delas
Queda hormonal altera o equilíbrio elétrico do coração, aumenta a chance de fibrilação atrial e exige atenção a sintomas, hábitos de vida e acompanhamento médico
A menopausa marca uma mudança importante na saúde cardiovascular das mulheres. A queda dos hormônios sexuais, especialmente do estrogênio, altera o funcionamento de diferentes sistemas do organismo e favorece o surgimento de problemas cardíacos, incluindo as arritmias.
Em condições normais, o órgão bate de forma sincronizada, cerca de 100 mil vezes por dia, seguindo o chamado ritmo sinusal. As arritmias são uma alteração nesse padrão, quando os batimentos podem se tornar mais rápidos, mais lentos ou irregulares.
Entre elas, a mais comum é a fibrilação atrial, na qual os impulsos elétricos do coração ficam desorganizados, fazendo com que o órgão bata de maneira irregular. Esse quadro pode favorecer a formação de coágulos no interior do coração, que eventualmente podem migrar para o cérebro e provocar um acidente vascular cerebral (AVC). De acordo com dados de 2020 divulgados pela American Heart Association, 1 em cada 4 mulheres pode desenvolver fibrilação atrial após o fim da vida reprodutiva.
Parte dessa mudança está ligada à queda hormonal característica dessa fase. Durante o período reprodutiva, o organismo feminino conta com um efeito protetor dos hormônios sexuais sobre o sistema cardiovascular. Com a menopausa, essa proteção diminui.
“A menopausa está associada a uma disfunção no sistema nervoso autonômico, responsável por regular funções automáticas do corpo, como frequência cardíaca e pressão arterial”, afirma a cardiologista Thais Aguiar do Nascimento, coordenadora de Cardiopatia na Mulher da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac).
A redução hormonal pode provocar maior ativação do sistema adrenérgico, ligado à adrenalina, e interferir na estabilidade elétrica das células cardíacas, bagunçando o tum-tum-tum.
Implantes dentários: especialista esclarece mitos e verdades sobre o procedimento
A cirurgiã-dentista Flávia Rabello de Mattos explica que o procedimento é seguro, tem alta durabilidade e pode ser indicado para diferentes perfis de pacientes
Os implantes dentários estão entre os procedimentos mais modernos e eficazes da odontologia para a reposição de dentes perdidos. Apesar de cada vez mais comuns, ainda existem dúvidas e crenças populares que geram insegurança em muitos pacientes, desde quem pode realizar o tratamento até a durabilidade dos implantes.
Segundo a cirurgiã-dentista e doutora em implantodontia Flávia Rabello de Mattos, grande parte dessas dúvidas está relacionada à falta de informação sobre o procedimento e seus avanços tecnológicos. “Hoje, os implantes dentários são amplamente estudados e apresentam altos índices de sucesso.
Quando bem planejados e executados, eles devolvem não apenas a função mastigatória, mas também a estética e a confiança do paciente”, explica.
Quem pode fazer implantes dentários
De forma geral, o tratamento pode ser indicado para adultos que perderam um ou mais dentes e apresentam condições adequadas de saúde bucal e óssea. Antes da cirurgia, o dentista realiza exames clínicos e de imagem para avaliar fatores como quantidade de osso disponível, saúde da gengiva e histórico médico do paciente.
“Pacientes com doenças sistêmicas controladas, como diabetes ou hipertensão, também podem realizar implantes, desde que o procedimento seja acompanhado com planejamento e avaliação profissional”, ressalta a dentista.
Riscos reais x crenças populares
Entre os mitos mais comuns, está a ideia de que o implante é um procedimento extremamente doloroso ou arriscado. Na prática, a cirurgia é realizada com anestesia local e costuma ser bem tolerada pelos pacientes.
“O desconforto costuma ser semelhante ao de outros procedimentos odontológicos cirúrgicos e é controlado com medicação e acompanhamento profissional. O mais importante é seguir corretamente as orientações do dentista no período de recuperação”, afirma.
Outro equívoco frequente é acreditar que o implante pode ser rejeitado pelo organismo. Na realidade, os implantes são fabricados com titânio, material biocompatível que se integra ao osso por meio de um processo chamado osseointegração, amplamente estudado na odontologia.
Longevidade dos implantes
Quando bem cuidados, os implantes dentários podem durar muitos anos e, em muitos casos, décadas. A longevidade depende de fatores como higiene bucal adequada, visitas regulares ao dentista e hábitos de saúde do paciente.
“Os implantes são projetados para serem soluções duradouras. Com acompanhamento profissional e cuidados básicos de higiene, muitos pacientes mantêm seus implantes funcionando perfeitamente por muitos anos”, destaca a especialista.
Com os avanços da implantodontia e das técnicas de diagnóstico por imagem, o procedimento se tornou cada vez mais previsível e seguro, ajudando pacientes a recuperar a mastigação, a estética do sorriso e a qualidade de vida.
Siga: @flaviarabellodemattos.
Massoterapia: alívio e prevenção com responsabilidade
A massoterapia é uma das práticas terapêuticas mais procuradas por quem busca alívio da dor, bem-estar físico e emocional, além de ser uma excelente aliada na prevenção de diversas disfunções musculares e articulares
Porém, como qualquer recurso terapêutico, ela exige cuidado, conhecimento técnico e responsabilidade, principalmente quando há condições de saúde pré-existentes envolvidas. Com anos de experiência na área e especialização em massagem para dor, percebo diariamente o quanto a massoterapia pode ser transformadora quando aplicada de forma consciente e individualizada.
O toque terapêutico certo pode proporcionar relaxamento profundo, melhora na circulação, liberação de tensões musculares e até apoio complementar em tratamentos médicos.
Mas atenção: massagem não é indicada para todos os casos.
Embora seus benefícios sejam amplos, há situações em que a massagem pode ser contraindicada ou até mesmo representar riscos. Entre elas, destacam-se:
• Trombose venosa profunda: A manipulação pode deslocar um coágulo e causar complicações graves.
• Febre ou infecções ativas: O aumento da circulação pode espalhar o agente infeccioso pelo corpo.
• Doenças cardíacas graves ou descompensadas: Algumas manobras podem sobrecarregar o sistema cardiovascular.
• Câncer em tratamento: É necessário liberação médica, pois dependendo do caso, a massagem pode ser contraindicada ou precisa de ajustes específicos.
• Fraturas ou lesões recentes: O local deve ser evitado até liberação médica.
• Gestantes de alto risco: É essencial que haja acompanhamento profissional e, se possível, liberação do obstetra.
A importância da avaliação prévia
Um dos pilares do meu trabalho é realizar uma avaliação cuidadosa antes de qualquer atendimento. Isso inclui uma conversa detalhada sobre o histórico de saúde do cliente, uso de medicamentos, hábitos de vida e, quando necessário, a solicitação de acompanhamento médico. A massagem deve ser uma aliada da saúde, nunca um risco.
Massoterapia com responsabilidade gera resultados duradouros
Ao respeitar os limites do corpo e as condições clínicas de cada pessoa, a massagem se torna uma ferramenta poderosa não apenas no alívio da dor, mas também na prevenção de desequilíbrios físicos e emocionais. Cuidar com consciência é, acima de tudo, uma forma de respeito e amor ao próximo.
Se você está em dúvida se pode ou não receber massagem, eu sou Maya Almeida e estou aqui para te ajudar. Seu corpo merece ser cuidado com atenção, segurança e carinho.
Reserve seu momento de cuidado e venha fazer uma avaliação personalizada. Agende seu atendimento no WhatsApp: (21) 97007-8713
Instagram: @espacomayaalmeida
Cristiane Andrade: mais de 20 anos de experiência em planos de saúde e odontológicos
Reinventar-se foi o primeiro passo de Cristiane Andrade rumo ao empreendedorismo
Bacharel em direito desde 1988, atuou por mais de dez anos na advocacia até perceber que precisava de um novo fôlego. Há cerca de 25 anos, conheceu o segmento de planos de saúde e encontrou a oportunidade de transformar sua trajetória.
Começou do zero, enfrentando o desafio de construir credibilidade em um mercado onde confiança é essencial.
“Quando a vida pede mudança,a coragem responde. Recomecei do zero, construí confiança passo a passo e transformei conhecimento em cuidado — porque proteger a saúde é também proteger histórias, famílias e futuros.”
Especialista em consultoria e venda de planos de saúde e odontológicos, atua nos segmentos individual, familiar, empresarial e por adesão, sempre com atendimento personalizado, ética e foco na proteção da saúde física e financeira de seus clientes. Quer escolher seu plano com segurança e orientação especializada? Fale com Cristiane Andrade.
Para conhecer mais sobre o trabalho de Cristiane Andrade, siga o perfil no Instagram: @crisandradecontemsaude ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99116-9021 | (21) 97364-8772.
Dra. Monique Gonçalves: ciência, beleza e autocuidado em foco
Farmacêutica esteta, especialista em rejuvenescimento e emagrecimento, a doutora é apaixonada por promover bem-estar, autoestima e
cuidado com a pele
Sua trajetória começou na adolescência, quando enfrentou problemas com acne e descobriu a importância do autocuidado. Foi nesse período que surgiram seus primeiros produtos de skincare, despertando uma paixão pelo cuidado consigo mesma e pelo impacto positivo que isso poderia gerar no outro.
Hoje, Dra. Monique une tecnologia, ciência e inovação para oferecer soluções práticas e eficazes. Entre seus produtos, destacam-se as suplementações orais, como o Boom de Colágeno, elogiado pelo sabor e praticidade, e as cápsulas de fotoproteção oral, que potencializam a ação do protetor solar tópico, reduzindo manchas e promovendo uniformidade ao tom da pele.
Cada fórmula é personalizada, pensando no que realmente faz diferença no resultado de cada paciente
Na estética avançada, sua atuação vai do rosto ao corpo, incluindo bioestimuladores de colágeno, preenchimento facial e labial, toxina botulínica, fios de PDO, peelings, microagulhamento, skinbooster, tratamento de acne e melasma, aplicação de enzimas para gordura localizada, preenchimento de glúteos e tratamentos para flacidez, celulite e estrias.
“Para mim, cuidar da pele é um ato de amor próprio”, acreta.
Monique acredita que pequenas rotinas de skincare fazem grande diferença na saúde, beleza e confiança de cada pessoa. Sua missão é transformar vidas através do cuidado, oferecendo resultados reais, personalizados e com todo o carinho que cada paciente merece.
Para acompanhar o trabalho de Dra. Monique Gonçalves, siga o perfil no Instagram: @dramoniquegoncalves, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 97261-5977.
Endereço: Av. das Américas, 17.150, bl. 1, sala 315 A5 Offices – Recreio dos Bandeirantes.
Retirada de prótese de silicone cresce entre mulheres que colocaram implante aos 20 anos
Duas décadas depois do boom do silicone no Brasil, parte das pacientes busca naturalidade, leveza e uma nova relação com o próprio corpo
Nos anos 2000, colocar prótese de silicone era quase um rito de passagem para muitas jovens brasileiras. O Brasil se consolidava como um dos países que mais realizavam cirurgias plásticas no mundo, e o aumento de mama liderava os rankings.
Dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) mostram que o Brasil segue entre os três países com maior número de cirurgias mamárias realizadas anualmente. Ao mesmo tempo, cresce globalmente o número de procedimentos de retirada de implantes mamários — movimento que reflete não apenas questões médicas, mas também mudanças culturais e comportamentais.
Vinte anos depois daquele primeiro implante, muitas dessas mulheres estão com 40, 45 anos — e fazendo uma nova escolha. A cirurgiã plástica Dra. Pamela Massuia observa essa transformação no perfil das pacientes.
“Não é arrependimento. É maturidade. A mulher que colocou prótese aos 20 está em outro momento de vida aos 40. O corpo mudou, a rotina mudou, a percepção sobre si mesma também.”
Uma mudança que vai além da estética
Segundo a ISAPS, os procedimentos mamários continuam entre os mais realizados no mundo, mas há um crescimento consistente nas cirurgias de remoção ou troca de implantes. Especialistas associam o fenômeno a três fatores principais:
– Busca por naturalidade
– Mudança no padrão estético
– Informação ampliada sobre acompanhamento de próteses
Se no início dos anos 2000 o volume acentuado era símbolo de feminilidade e status estético, hoje a palavra-chave é proporção.
“A tendência atual é equilíbrio. Muitas pacientes relatam que não se identificam mais com o volume que escolheram aos 20 anos. Elas querem leveza, conforto, naturalidade”, explica Pamela.
O que leva uma mulher a retirar a prótese?
As motivações são variadas — e nem sempre clínicas. Entre os relatos mais comuns no consultório estão:
– Desconforto físico com mamas volumosas
– Mudanças após gravidez e amamentação
– Alteração no estilo pessoal
– Prática esportiva
– Sensação de peso
– Busca por estética mais discreta
Em alguns casos, há também questões médicas, como contratura capsular (endurecimento da cápsula ao redor da prótese) ou ruptura do implante. É importante esclarecer que próteses modernas não têm um “prazo de validade obrigatório”, mas exigem acompanhamento periódico com exames de imagem, especialmente após 10 anos de colocação.
“A retirada não é uma regra automática. Cada caso precisa ser avaliado com exame físico e exames de imagem. O que orientamos é acompanhamento regular e decisão consciente”, reforça a médica.
Mini-case: quando o corpo já não representa quem você é
Fernanda (nome fictício), 43 anos, colocou prótese aos 22. Na época, trabalhava com eventos e buscava um padrão estético mais volumoso. Duas décadas depois, após duas gestações e mudança de carreira, decidiu retirar. “Eu sentia que aquele corpo não conversava mais comigo. Não era sobre dor, era sobre identidade”, relata.
Segundo Pamela, esse tipo de relato é cada vez mais comum. “A cirurgia plástica acompanha fases da vida. A paciente amadurece, passa pela maternidade, pelo mercado de trabalho, por mudanças pessoais. É natural que a percepção corporal também evolua.”
A cirurgia de retirada é simples?
A remoção da prótese pode variar de complexidade dependendo do caso. Em algumas situações, realiza-se apenas a retirada do implante. Em outras, é indicada a remoção da cápsula (capsulectomia) ou associação com mastopexia (levantamento das mamas) para reposicionar o tecido mamário.
Em determinados casos, pode-se utilizar gordura da própria paciente para manter contorno e proporção.“Não é apenas retirar o implante. É entender como aquela mama ficará depois. O planejamento cirúrgico é fundamental para preservar harmonia e autoestima”, explica Pamela. Como qualquer cirurgia, há riscos inerentes ao procedimento, como sangramento, infecção e alterações cicatriciais. Por isso, a avaliação individual é indispensável.
Informação, não tendência
Apesar de ganhar visibilidade nas redes sociais, especialistas alertam que a retirada de prótese não deve ser encarada como moda. O acompanhamento adequado e o diálogo com o cirurgião são decisivos.
“Nem toda paciente precisa retirar o implante. Nem toda paciente que retira precisa colocar outro. O mais importante é que a decisão seja baseada em informação, exame e expectativa realista”, conclui a cirurgiã.
Mais do que seguir tendências, o movimento reflete uma geração que amadureceu — e que hoje entende que estética também é escolha consciente.