Saúde & Bem-estar

Aula gratuita celebra o Dia Internacional do Yoga no Parque do Ilha Pura

Evento ao ar livre acontece no dia 21 de junho e convida participantes de todas as idades e níveis de experiência para uma manhã de conexão, movimento e bem-estar

 

No próximo dia 21 de junho, o Parque do Ilha Pura, na Barra da Tijuca, será palco de uma experiência especial em celebração ao Dia Internacional do Yoga. A partir das 10h, moradores da região e interessados em qualidade de vida poderão participar gratuitamente de uma aula aberta conduzida pela instrutora Clarisse Corrêa, idealizadora do projeto Yoga com Clarisse.

 

A atividade acontece no deck do parque, próximo ao Ballet das Águas, e integra a proposta da Aura Vivências, iniciativa voltada à promoção de experiências de bem-estar, conexão e desenvolvimento pessoal. A data escolhida possui um significado especial. Além da celebração mundial, em 21 de junho, também coincide com a chegada do Solstício de Inverno, período que simboliza renovação, equilíbrio e novos ciclos.

 

A proposta do encontro é proporcionar um momento de pausa na rotina para que os participantes possam se reconectar consigo mesmos por meio da respiração consciente, dos movimentos do corpo e do contato com a natureza.

 

A aula será conduzida por Clarisse Corrêa, praticante de Yoga desde 2004, formada pela Yoganaya International School e certificada internacionalmente pela Yoga Alliance. Instrutora de Vinyasa, Hatha Yoga e Yoga Kids, ela desenvolve aulas que combinam reflexão, força, flexibilidade, concentração, leveza e fluidez.

 

Apaixonada por esportes, natureza e aprendizado contínuo, Clarisse acredita que o Yoga é uma prática acessível a todas as pessoas, independentemente da idade, experiência ou condição física.

Segundo ela, o objetivo do encontro é oferecer uma vivência acolhedora para quem já pratica Yoga e também para quem deseja ter o primeiro contato com a modalidade.

 

“Não importa se você pratica há anos ou nunca participou de uma aula. O convite é para respirar, desacelerar, movimentar o corpo e celebrar a vida em comunidade”, destaca a instrutora.

 

Para participar, basta levar um tapetinho, canga ou toalha, uma garrafa de água e disposição para viver uma manhã de conexão e bem-estar.

 

Evento ao ar livre acontece no dia 21 de junho e convida participantes de todas as idades e níveis de experiência para uma manhã de conexão, movimento e bem-estar No próximo dia 21 de junho, o Parque do Ilha Pura, na Barra da Tijuca, será palco de uma experiência especial em celebração ao Dia Internacional do Yoga. A partir das 10h, moradores da região e interessados em qualidade de vida poderão participar gratuitamente de uma aula aberta conduzida pela instrutora Clarisse Corrêa, idealizadora do projeto Yoga com Clarisse. A atividade acontece no deck do parque, próximo ao Ballet das Águas, e integra a proposta da Aura Vivências, iniciativa voltada à promoção de experiências de bem-estar, conexão e desenvolvimento pessoal.

 

Serviço:

Aura Vivências | Yoga com Clarisse

 

Data: 21 de junho de 2026

 

Horário: 10h

 

Local: Deck do Parque do Ilha Pura (próximo ao Ballet das Águas) – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

 

Participação gratuita

 

Contato: (21) 99944-7225

 

O que levar:

• Tapetinho de Yoga canga ou toalha
• Garrafa de água
• Sorriso no rosto e coração aberto

 

Instagram: @yogacomclarisse

Saúde & Bem-estar

Studio Elos: um novo espaço dedicado ao bem-estar e autocuidado

O cuidado com o corpo e o bem-estar sempre fizeram parte da trajetória profissional de Yanne Hancio e Gisele Oliveira

 

Após anos realizando atendimentos individuais em espaços diferentes, as duas perceberam que era o momento de expandir e criar algo ainda mais completo, acolhedor e conectado com o propósito que compartilham. Assim nasceu o Studio Elos.

 

Inaugurado em maio, o espaço marca um novo capítulo na história das idealizadoras, que decidiram unir experiência, técnica e acolhimento em um ambiente pensado para proporcionar mais do que massagens e tratamentos corporais.

 

O Studio Elos nasce com a proposta de reconectar as pessoas consigo mesmas, desacelerar a rotina e transformar o cuidado em uma verdadeira experiência de bem-estar.

 

“Não se trata de cuidar apenas do corpo, nós queremos proporcionar bem-estar e reconexão.”

 

Mais do que um nome, “Elos” representa conexão. Conexão com o corpo, com o tempo e com a própria essência. Cada atendimento foi pensado para oferecer presença, calma, acolhimento e transformação através do toque terapêutico.

 

O espaço reúne diversos serviços voltados para qualidade de vida e equilíbrio físico e emocional, como drenagem linfática, massagem modeladora, massagem relaxante, termoterapia, reflexologia podal, liberação miofascial, recovery pré e pós-treino, bota de compressão pneumática, escalda pés, massagens com pedras quentes e o exclusivo Combo Nirvana, que une drenagem linfática com massagem modeladora e relaxante com pedras quentes, numa experiência completa.

 

A profissional Cléa Silva, especialista em Barras de Access, também atende no estúdio. A parceria nasceu após um encontro em um evento da Utilità, onde a afinidade de propósitos deu início a essa conexão profissional.

 

Com atendimento personalizado e hora marcada, o Studio Elos se tornou um espaço dedicado ao autocuidado e à reconexão, oferecendo momentos únicos para quem busca desacelerar e cuidar de si de forma integral. A sua jornada de bem-estar começa aqui.

 

Para acompanhar o trabalho do Studio Elos, siga o perfil no Instagram: @studioelosrj, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98291-3532.

Saúde & Bem-estar

UNICEF destaca desafios do uso de inteligência artificial por crianças e adolescentes

A pediatra Dra. Anna Dominguez Bohn orienta pais sobre como acompanhar o uso da IA para preservar sono, alimentação e bem-estar emocional

 

A inteligência artificial (IA) já faz parte do cotidiano de crianças e adolescentes, presente em aplicativos, jogos, assistentes virtuais e plataformas digitais. Diante desse cenário, a UNICEF tem chamado atenção para a necessidade de orientação e acompanhamento no uso dessas tecnologias.

 

Materiais recentes da organização indicam que, embora a IA ofereça oportunidades de aprendizado e acesso à informação, também envolve riscos relevantes, como exposição a conteúdos inadequados, desinformação, compartilhamento indevido de dados pessoais e interações que podem não ser adequadas ao desenvolvimento infantil.

 

Por isso, a recomendação é que pais e educadores participem ativamente do uso dessas ferramentas, promovendo segurança, privacidade e pensamento crítico.

 

A pediatra Dra. Anna Dominguez Bohn reforça que esse cenário exige um novo olhar da parentalidade: “Inteligência artificial é uma realidade que traz muitos desafios para a parentalidade moderna, porque evolui numa rapidez que a maioria das pessoas não consegue acompanhar. Precisamos estar atentos aos nossos filhos, dando ferramentas para que usem essas tecnologias com segurança e responsabilidade”, afirma Dra. Bohn.

 

Segundo a especialista, esse acompanhamento passa por três pilares:

 

1. Letramento digital e em IA

 

“É importante iniciar conversas sobre IA desde cedo, explicando que essas ferramentas seguem instruções e não pensam ou sentem como humanos. Isso ajuda a criança a desenvolver senso crítico.”

 

2. Privacidade e limites claros

 

“Alertar que eles não devem compartilhar dados pessoais com chatbots ou aplicativos. Também é essencial respeitar limites de idade e os responsáveis devem acompanhar o uso de perto.”

 

3. Aprendizado conjunto e uso crítico

 

“Manter uma comunicação aberta permite que pais e filhos aprendam juntos e usem a IA como apoio, e não como substituto do raciocínio.”

 

A especialista também orienta para a importância de os pais observarem sinais comportamentais no dia a dia. Segundo a Dra. Anna Dominguez Bohn, o uso excessivo de telas e a exposição precoce a tecnologias podem impactar diretamente o bem-estar emocional das crianças e adolescentes. “É importante que os pais não ignorem mudanças de humor, alterações na alimentação e no sono. Muitas vezes, esses sinais indicam que algo não está indo bem. Principalmente entre adolescentes, essas mudanças podem estar relacionadas ao uso excessivo de telas ou à forma como estão interagindo com essas ferramentas”, explica.

 

Lista de dicas práticas 
   •   Incentivar a checagem de fatos, já que respostas de IA podem conter erros ou informações imprecisas;
   •   Ajudar crianças e adolescentes a reconhecer quando interromper interações online;
   •   Evitar o compartilhamento de dados pessoais com ferramentas digitais;
   •   Utilizar a IA como apoio ao aprendizado, sem substituir o desenvolvimento de habilidades.

Sobre a especialista: 

Dra. Anna Dominguez Bohn é pediatra formada pela Universidade de São Paulo (USP), com especialização em Terapia Intensiva Pediátrica, Síndrome de Down, Neurociência e Desenvolvimento Infantil. Atualmente integra o corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, onde também ministra cursos de atualização para médicos de diversas especialidades, além de atuar nos hospitais Sírio-Libanês e Vila Nova Star.

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Barriga de estresse não é frescura, é um sinal

O que seu corpo pode estar tentando dizer quando a

gordura insiste em ficar

 

Você faz tudo “certo”.
Tenta comer melhor.
Corta o açúcar.
Promete voltar a se exercitar.
Controla o prato.

 

E, ainda assim, aquela barriga parece não ir embora.
Talvez isso não seja falta de esforço. Talvez seja o seu corpo tentando sobreviver a uma vida que tem exigido demais de você.

 

Quando o corpo vive em estado de alerta contínuo, e muitas mulheres depois dos 40 vivem assim sem perceber, ele funciona como se o mundo fosse uma ameaça permanente. E é exatamente nesse cenário que o cortisol entra em cena.

 

O cortisol não é um vilão. Ele é um hormônio essencial para a vida. Em momentos pontuais, ajuda o corpo a reagir, proteger, atravessar situações difíceis.

 

O problema começa quando o alerta deixa de ser exceção e vira rotina.

 

O estresse crônico muda o apetite, aumenta a busca por alimentos ricos em açúcar e gordura, altera o metabolismo e em muitas mulheres concentra gordura exatamente no abdome. Ou seja: nem sempre a barriga é apenas “descuido”.

 

Às vezes, ela é um sinal de sobrecarga.

E aqui está uma verdade que poucas mulheres escutam com acolhimento: muitas vezes, o problema não é só o que você come. É o que você carrega.

 

É o excesso de responsabilidade, de silêncio, de culpa, de controle.

 

O excesso de dias em que você engole o choro, engole a raiva, engole o cansaço e depois tenta resolver tudo no prato.

 

Depois dos 40, isso pode ficar ainda mais evidente. Com as mudanças hormonais do climatério e da menopausa, o corpo tende a alterar a forma como distribui gordura. Aquilo que antes se acumulava mais em quadris e coxas pode começar a aparecer com mais força no abdômen.

 

E quando essa fase encontra uma mulher exausta, dormindo mal, vivendo no automático e emocionalmente em alerta, o corpo sente.

 

É uma sobreposição silenciosa: a fase em que a vida exige mais coincide com a fase em que o corpo precisa de mais cuidado.

 

Só que quase ninguém pergunta a essa mulher:
“Como você está?”
“Quanto você tem carregado?”
“Quando foi a última vez que você descansou sem culpa?”

 

Por isso, brigar com o corpo usando apenas restrição é como tentar acalmar uma mulher exausta com mais cobrança.

 

Não funciona por muito tempo.

 

Porque o corpo não precisa de mais guerra. Precisa de segurança.

 

Reduzir o impacto do estresse no corpo não começa apenas na academia, nem apenas no prato.

 

Começa quando o sono deixa de ser o resto do dia.

Quando a pausa deixa de parecer culpa.

Quando a respiração volta para o corpo.

Quando a emoção pode ser sentida sem precisar ser engolida.

A barriga de estresse não é drama.
Não é frescura.
Não é falta de vergonha.
É um sinal.

 

E talvez o seu corpo não esteja te sabotando. Talvez ele esteja apenas tentando mostrar que você não pode mais continuar vivendo como se autocuidado fosse algo que fica para depois.

 

Porque a gordura abdominal pode até aparecer no corpo.

 

Mas, muitas vezes, ela começa antes.

 

No peso invisível de uma mulher que se acostumou a carregar tudo sozinha.

 

Seu corpo não precisa ser vencido.

 

Precisa voltar a se sentir seguro com você.

 

Emagrecer vai muito além da balança.

 

* Por Emi Moraes, terapeuta especializada em emagrecimento comportamental. Criadora da metodologia “Emagreça de Dentro pra Fora.”

 

“Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram.”

 

WhatsApp: (21) 99512-2170

 

Instagram: @euemi_moraes

 

Áudios motivacionais gratuitos: clique aqui!

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Alguns sinais de que você pode ter apneia do sono e não sabe

Você acorda cansado mesmo após uma noite inteira de sono? Sente sono durante o dia, dificuldade de concentração ou percebe que seu rendimento caiu?

 

Esses podem ser sinais de apneia do sono. A apneia é uma condição em que a respiração para repetidamente durante o sono, reduzindo a oxigenação do organismo e impactando a saúde e a qualidade de vida.

 

Fique atento aos principais sinais:

✓ Ronco frequente e alto

✓ Sensação de sufocamento durante a noite

✓ Boca seca ao acordar

✓ Sonolência excessiva durante o dia

✓ Dores de cabeça pela manhã

✓ Irritabilidade, ansiedade ou alterações de humor

✓ Falhas de memória e dificuldade de concentração

 

Muitas pessoas convivem com esses sintomas por anos acreditando que são consequência do estresse, da idade ou da rotina corrida.

 

Agora reflita:

 

Você acorda mais cansado do que foi dormir?

Seu parceiro já comentou que você para de respirar durante a noite?

Você depende de café para conseguir passar o dia?

 

Se respondeu “sim” para uma ou mais dessas perguntas, pode ser o momento de investigar seu sono.

 

A apneia não tratada está associada ao aumento do risco de hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes e queda na produtividade.

 

A boa notícia é que existem tratamentos eficazes. O diagnóstico precoce pode transformar sua disposição, sua saúde e sua qualidade de vida.

 

Dormir não deveria ser apenas fechar os olhos. Dormir deveria ser recuperar sua energia para viver melhor.

 

Se você se identificou com esses sinais, não adie sua saúde: procure avaliação especializada o quanto antes e converse sobre a realização de um exame do sono(Biologix).

 

Quanto mais cedo a apneia for diagnosticada, maiores são as chances de iniciar o tratamento adequado, prevenir complicações e recuperar sua energia, bem-estar e qualidade de vida. Agende uma consulta e dê hoje o primeiro passo para voltar a ter noites realmente reparadoras.

 

Para acompanhar o trabalho de Dra. Salete, siga o perfil no Instagram: @drasaletecabral, acesse o site www.saletecabral.com.br e LinkedIn: drasaletecabral ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 96408-1563.

 

* Sou a Dra. Salete Cabral, dentista, hipnoterapeuta e especialista em odontologia do sono. Acredito que a odontologia vai além da estética e do tratamento clínico. Minha missão é cuidar de pessoas em sua totalidade — restaurando sorrisos, protegendo a saúde e devolvendo noites de sono reparador. Com ciência, sensibilidade e propósito, minha atuação integra técnica e humanidade para transformar não apenas bocas, mas vidas inteiras

Saúde & Bem-estar

Violência nas escolas e saúde mental: O que estamos ignorando?

Quando pensamos em violência escolar, a mente vai direto para as manchetes mais chocantes: ataques, tiroteios, tragédias que param o país

 

Mas enquanto focamos nesses eventos extremos (e raros), uma epidemia silenciosa acontece todos os dias, em todas as escolas, afetando a saúde mental de milhões de crianças.

 

Como mãe, tia, madrinha ou simplesmente como cidadã, você provavelmente já se perguntou: “A escola do meu filho é segura?” Mas talvez a pergunta mais importante seja outra: “O que está acontecendo com a saúde mental das crianças dentro das escolas?”

 

A violência escolar vai muito além dos ataques que viram notícia. Ela inclui agressão física, bullying tradicional, cyberbullying, ameaças, vandalismo, porte de armas, e o clima generalizado de insegurança. Não é preciso vivenciar um ataque para ser afetado. O medo, a preocupação e o estresse crônicos já são, por si só, fatores de risco para problemas de saúde mental. A ciência já mapeou os fatores de risco, os sinais de alerta e as intervenções que funcionam. A questão é: estamos prestando atenção?

 

Um estudo publicado no JAMA Network Open mostrou que aproximadamente um terço dos adolescentes relatou sentir-se muito ou extremamente preocupado com tiroteios e violência em sua escola ou em outras escolas. Em 2018, mais da metade dos estudantes americanos relatou preocupação com a possibilidade de um tiroteio em sua escola. Em 2019, 8,7% dos estudantes do ensino médio nos EUA deixaram de ir à escola pelo menos uma vez no mês anterior por preocupações com segurança — mais que o dobro do registrado em 1993.

 

O envolvimento em bullying — seja como vítima, agressor ou ambos — está associado a ansiedade, depressão, dificuldades psicossociais e comportamento autolesivo. Meninas são mais afetadas que meninos nos desfechos de saúde mental. A preocupação com violência escolar está associada a maior risco de sintomas de ansiedade generalizada e transtorno de pânico, e pesquisadores sugerem que essas preocupações podem ser uma das explicações para o aumento dos problemas de saúde mental entre adolescentes nas últimas décadas.

 

Muitos dos jovens envolvidos em violência escolar são, eles mesmos, vítimas de violência em outros contextos. Estudos mostram que transtornos relacionados a trauma (TEPT, transtorno de ajustamento, estresse agudo) na adolescência são fatores de risco para comportamento violento posterior. Violência gera violência — não por “maldade”, mas por mecanismos neurobiológicos e psicológicos que podem ser interrompidos com intervenção adequada.

 

A escola em que seu filho estuda faz diferença mensurável na saúde mental dele, e o clima escolar é o fator mais importante. Ele se refere à qualidade das relações dentro da comunidade escolar, ao senso de pertencimento, à segurança percebida e ao engajamento com a aprendizagem.

 

Um estudo longitudinal britânico demonstrou que melhor clima escolar (avaliado pelos próprios estudantes) foi associado a menor risco de depressão, menos dificuldades socioemocionais e maior bem-estar ao longo do tempo. Outro estudo realizado na Índia mostrou que a intervenção que melhorou o clima escolar reduziu sintomas depressivos, experiências de bullying e perpetração de violência.

 

Já um estudo dinamarquês com mais de 29.000 estudantes evidenciou que 27,5% deles experimentam pelo menos um tipo de desconexão social na escola: falta de apoio de colegas, falta de apoio de professores, baixa coesão de turma, não se sentir parte da comunidade escolar. Cada tipo de desconexão foi associado a mais problemas de saúde mental (depressão, ansiedade, estresse, ideação suicida, autolesão, transtornos alimentares).

 

Os impactos da violência nas escolas não são restritos aos alunos. A maioria das pesquisas foca em estudantes, mas pouco se sabe sobre o impacto em professores, funcionários, famílias e comunidades. Professores também são vítimas de violência escolar e sofrem consequências de saúde mental, mas raramente são incluídos em estudos ou intervenções.

 

O que nós, enquanto adultos responsáveis, podemos fazer?

– Converse regularmente com seus filhos sobre a escola, não apenas sobre notas, mas sobre relacionamentos, clima, segurança percebida

– Esteja atento a sinais de que algo não vai bem: mudanças de comportamento, resistência a ir à escola, sintomas de ansiedade ou depressão

– Conheça a escola: qual é a política anti-bullying? Existem programas de aprendizagem socioemocional? Como é o clima escolar?

– Seja uma presença: o envolvimento dos pais na vida escolar é fator de proteção

 

A violência escolar não é inevitável. Não é “coisa de criança”. Não é problema só da escola. É um problema de saúde pública com soluções conhecidas, que exige atenção, investimento e ação coordenada.

 

Cada criança que vai à escola com medo, que sofre bullying em silêncio, que carrega traumas não tratados, é uma criança cujo potencial está sendo comprometido, e cada escola que investe em clima positivo, em relações de qualidade, em prevenção baseada em evidências, está construindo não apenas estudantes mais saudáveis, mas uma sociedade mais saudável.

 

A pergunta não é apenas ‘a escola do meu filho é segura?’ É também: ‘o que estou fazendo para que todas as escolas sejam lugares onde crianças possam aprender, crescer e florescer sem medo?’

 

* Por Dra. Júlia Xavier, médica em saúde mental da infância, adolescência e adulto.

 

Fonte: Contauma

Saúde & Bem-estar

Pós-parto imediato exige atenção ao corpo para prevenção de disfunções futuras

Especialista alerta que dor, inchaço, alterações musculares e insegurança corporal fazem parte do período logo após o nascimento do bebê e exigem acompanhamento adequado para evitar impactos na qualidade de vida da mulher

 

O pós-parto imediato é um dos períodos de maior transformação no corpo da mulher, e não apenas do ponto de vista emocional. Flacidez, sensação de fraqueza e a preocupação com a diástase (separação dos músculos abdominais) estão entre as principais queixas das mulheres logo após o nascimento do bebê. Mas especialistas alertam que as mudanças vão além da estética: envolvem uma reorganização profunda de todo o corpo, especialmente da dinâmica entre abdômen e pelve.

 

Dor, inchaço, sensação de peso, escapes urinários e insegurança corporal podem surgir nas primeiras semanas e fazem parte desse processo de adaptação. Ainda assim, esses sinais não devem ser ignorados. Estudos indicam que cerca de 50% das mulheres apresentam algum tipo de disfunção no pós-parto, incluindo alterações no assoalho pélvico, no abdômen e na função muscular global.

 

Segundo a fisioterapeuta e doutora em Ginecologia e Obstetrícia Daniella Leiros, da Clínica Videlis, em Ribeirão Preto (SP), é comum que a atenção inicial fique concentrada apenas no abdômen, mas neste momento o corpo precisa ser compreendido de forma integrada. “No pós-parto, a mulher olha primeiro para seu abdômen, mas o que está acontecendo é uma reorganização do corpo todo. Abdômen e pelve funcionam em conjunto, e quando essa integração não é bem acompanhada, podem surgir dores, disfunções e insegurança corporal”, explica.

 

Alterações começam na gestação e seguem após o parto

 

As mudanças no corpo feminino começam ainda durante a gravidez. O crescimento do útero, as alterações hormonais e as adaptações posturais impactam diretamente a musculatura abdominal e pélvica, modificando a forma como essas estruturas funcionam em conjunto.

 

“A gestação já promove estiramento, perda de força e alteração de coordenação muscular. Isso afeta tanto o abdômen quanto a pelve, interferindo na sustentação dos órgãos, no controle das continências e na estabilidade do corpo”, afirma Daniella.

A diástase abdominal, por exemplo, é uma das queixas mais frequentes nesse período e está diretamente relacionada à dinâmica pélvica. Quando não acompanhada, pode contribuir para dor lombar, sensação de fraqueza, alterações posturais e sobrecarga da pelve.

 

Comum não é sinônimo de normal

 

Embora sintomas como desconforto, dor leve ou escapes urinários possam aparecer no início do pós-parto, a persistência desses sinais merece atenção. “Alguns sintomas podem surgir nas primeiras semanas, mas é importante lembrar que comum não é normal. Se há dor, perda urinária, sensação de peso ou limitação na rotina, o corpo está pedindo cuidado”, destaca a especialista.

Entre os principais sinais de alerta estão: perda urinária frequente, dor ao se movimentar ou durante a relação sexual, sensação de peso na pelve, dificuldade para retomar atividades físicas e insegurança com o próprio corpo.

 

Recuperar vai além de fortalecer

 

Daniella ressalta que a recuperação no pós-parto não se resume a fortalecer músculos isoladamente, mas a restabelecer a comunicação entre diferentes partes do corpo. “A gente olha para o todo: abdômen, respiração, postura, movimento. Quando essa integração acontece, a mulher recupera não só a função, mas também a confiança no próprio corpo”, explica.

 

No longo prazo, esse acompanhamento contribui para a retomada segura das atividades, melhora da relação corporal e prevenção de disfunções como incontinência urinária, dor pélvica e desconfortos persistentes.

“No fundo, não é só sobre recuperar o corpo. É sobre devolver autonomia, segurança e bem-estar para essa mulher que acabou de renascer junto com o bebê”, conclui Daniella Leiros.

 

Saúde & Bem-estar

Amamentação sem romantização: os desafios reais do início da jornada materna

Especialista explica as principais dificuldades enfrentadas por mães no início da amamentação e como pequenas soluções podem ajudar nesse processo

 

Apesar de frequentemente associada a um momento natural e instintivo, a amamentação pode ser desafiadora para muitas mulheres, especialmente nos primeiros dias após o parto. Dor, fissuras nos seios, dificuldade na pega do bebê e até o vazamento de leite estão entre as principais queixas relatadas por mães no início dessa jornada.

 

De acordo com especialistas em amamentação, o processo exige adaptação, tanto do corpo da mulher quanto do bebê, e nem sempre acontece de forma imediata ou sem desconfortos. “Existe uma idealização muito forte em torno da amamentação, mas é importante falar sobre a realidade. Muitas mulheres enfrentam dificuldades físicas e emocionais nesse período, e isso precisa ser acolhido”, explica Mariana Kirst, gerente de marketing do Grupo Moas, empresa responsável pela Buba, marca brasileira reconhecida por desenvolver produtos que acompanham as diferentes fases da infância.

 

Entre os desafios mais comuns estão o ingurgitamento mamário (quando as mamas ficam excessivamente cheias e doloridas), a sensibilidade nos mamilos e o desperdício de leite causado por vazamentos involuntários ao longo do dia. Para lidar com essas situações, além de orientação profissional, alguns itens podem contribuir para tornar o processo mais confortável e funcional.

 

Com foco em acompanhar as diferentes fases da maternidade, a Buba desenvolve produtos que unem funcionalidade e conforto, contribuindo para tornar a rotina das mães mais prática e acolhedora, especialmente em momentos desafiadores como o início da amamentação.

 

As conchas coletoras de leite, por exemplo, ajudam a evitar o desperdício ao armazenar o leite que vaza naturalmente entre as mamadas. Já as rosquinhas protetoras auxiliam na proteção dos seios, especialmente em casos de fissuras ou sensibilidade, reduzindo o atrito com roupas e proporcionando mais conforto no dia a dia.

 

Outro aliado importante são as bolsas térmicas para os seios, que podem ser utilizadas tanto para aliviar dores quanto para estimular a descida do leite, dependendo da temperatura aplicada. “São recursos simples, mas que fazem diferença na rotina da mãe, principalmente nesse período de adaptação”, complementa Mariana.

 

Mais do que um ato instintivo, a amamentação é um processo que envolve aprendizado, paciência e, sobretudo, suporte. Trazer esse olhar mais realista contribui para reduzir frustrações e reforça a importância de uma rede de apoio para a mulher no pós-parto.

 

Sobre a Buba

 

Desde 2003 no mercado brasileiro, a Buba é referência em puericultura e produtos para a primeira infância até os 4 anos. Com foco em funcionalidade, segurança e inovação, a marca é uma parceira essencial das famílias, acompanhando momentos especiais do dia a dia: hora do soninho, do banho, da papinha, de cuidar, de passear e de brincar.

 

www.bubababy.com.br

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May Oliver: por uma vida com mais leveza e equilíbrio

A história de May Oliver no empreendedorismo nasceu de um momento de virada. Após seis anos atuando na saúde pública, em 2020 percebeu que ausência de doença não significa saúde

 

Ao adoecer e ver outras pessoas sem respostas para suas dores, decidiu buscar equilíbrio entre corpo e mente e encontrou na massoterapia seu propósito. Seu maior desafio foi transformar a mentalidade de quem busca apenas soluções paliativas.

 

Com o tempo, entendeu que seu trabalho é mostrar novos caminhos aos clientes, promovendo alívio, bem-estar e qualidade de vida. “O que me inspira são os resultados: cada dor cessada, cada movimento recuperado e cada cliente renovado”, afirma.

 

Os encontros com sua mentora Viviane Muri e seu mestre Toshiro Hishinuma foram marcos importantes que elevaram ainda mais a qualidade dos a qualidade dos seus atendimentos. Hoje, May atua como massoterapeuta clínica, ajudando pessoas a viverem com mais leveza e equilíbrio.

 

Para acompanhar o trabalho de May, siga o perfil no Instagram: @espacomayaalmeida, acesse o site: www.espacomayaalmeida.com.br, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 97007-8713.

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Entre a feira e o prato: como o modo de preparo transforma alimento em saúde

Especialista da UNIASSELVI ensina que o uso de técnicas simples e milenares na cozinha ajudam a preservar nutrientes, reduzir desperdício e proteger a saúde

 

Muito além da lista de compras, o segredo de uma alimentação verdadeiramente saudável pode estar no que acontece entre a feira e o prato. De acordo com o Ministério da Saúde, o modo de preparo influencia o valor nutritivo dos alimentos e sua segurança; já levantamento da Universidade Federal de Viçosa (UFV) mostra que a perda não é pequena: em hortaliças, a vitamina C pode cair de forma relevante ao longo do armazenamento e do preparo, com reduções que chegam a mais de 70% em ambiente institucional e comercial. E no preparo doméstico, erros comuns podem causar perda silenciosa de nutrientes essenciais e até a formação de substâncias indesejáveis.

 

Por isso, técnica culinária correta é fundamental para garantir a biodisponibilidade, isto é, a fração de um nutriente que o corpo efetivamente absorve após a ingestão. “Cozinhar bem é uma forma de cuidar da saúde de quem vai comer. Não importa apenas o que você come, mas o que o seu corpo consegue absorver do que você come. E o modo de preparo dos alimentos é um dos fatores mais determinantes nessa equação”, afirma Mônica Lizete Ruschel dos Reis, professora do curso de Gastronomia da UNIASSELVI.

 

O licopeno do tomate, por exemplo, torna-se mais absorvível quando cozido com azeite; o betacaroteno da cenoura é melhor aproveitado quando a cenoura é levemente cozida e consumida com gordura; já a vitamina C pode se perder com o calor. Leguminosas beneficiamse de maceração e cozimento adequados, que reduzem antinutrientes (fitatos, lectinas) e melhoram a absorção de ferro e zinco.

 

Principais erros no preparo de alimentos

 

Temperaturas muito altas por períodos longos degradam vitaminas termossensíveis e, em óleos superaquecidos ou frituras repetidas, podem formar substâncias inflamatórias e tóxicas como acroleína e acrilamidas. Entre os erros mais comuns, a professora aponta o cozimento prolongado. “Em água abundante provoca lixiviação: vitaminas hidrossolúveis, como a C e as do complexo B, dissolvemse no líquido e são descartadas. A solução não é comer tudo cru, mas adotar técnicas como cozinhar no vapor, usar pouca água, aproveitar o caldo e colocar os alimentos apenas quando a água já estiver em ebulição, reduzindo o tempo de exposição ao calor”, alerta.

 

Cortar legumes muito antes do preparo aumenta a oxidação de antioxidantes, e descongelar alimentos à temperatura ambiente por horas eleva risco microbiológico além de comprometer textura e nutrientes. Cascas, talos e águas de cozimento concentram fibras e compostos bioativos que frequentemente são descartados por desconhecimento.

 

Resgate cultural e educação alimentar

 

Mônica Reis, que também é chef, destaca também que a raiz comum desses erros vai além da técnica: é a falta de educação alimentar e culinária. “A perda das habilidades culinárias básicas entre as novas gerações tem sido apontada como fator direto para o aumento de doenças crônicas e para o consumo excessivo de ultraprocessados. Por isso, o resgate de técnicas tradicionais não é apenas uma escolha nutricional, mas um ato civilizatório e de cuidado”.

 

Saber preparar alimentos permite que ingredientes simples e acessíveis se transformem em refeições nutritivas, reduzindo desperdício e fortalecendo o bem-estar coletivo. “Quando perdemos as habilidades culinárias, como vem acontecendo nas últimas décadas com a industrialização da alimentação e o ritmo acelerado da vida moderna, não perdemos apenas uma competência técnica: perdemos um patrimônio cultural imaterial”, observa Reis que lembra também que a educação alimentar verdadeira deve contemplar tanto a escolha consciente dos ingredientes quanto o domínio das técnicas de preparo, resgatando a compreensão de que cozinhar é um ato de cuidado, cultura e identidade.

 

Sobre a UNIASSELVI

 

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, tanto na modalidade presencial quanto a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,2 polos e mais de 16 campi de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.