Saúde & Bem-estar

Alguns sinais de que você pode ter apneia do sono e não sabe

Você acorda cansado mesmo após uma noite inteira de sono? Sente sono durante o dia, dificuldade de concentração ou percebe que seu rendimento caiu?

 

Esses podem ser sinais de apneia do sono. A apneia é uma condição em que a respiração para repetidamente durante o sono, reduzindo a oxigenação do organismo e impactando a saúde e a qualidade de vida.

 

Fique atento aos principais sinais:

✓ Ronco frequente e alto

✓ Sensação de sufocamento durante a noite

✓ Boca seca ao acordar

✓ Sonolência excessiva durante o dia

✓ Dores de cabeça pela manhã

✓ Irritabilidade, ansiedade ou alterações de humor

✓ Falhas de memória e dificuldade de concentração

 

Muitas pessoas convivem com esses sintomas por anos acreditando que são consequência do estresse, da idade ou da rotina corrida.

 

Agora reflita:

 

Você acorda mais cansado do que foi dormir?

Seu parceiro já comentou que você para de respirar durante a noite?

Você depende de café para conseguir passar o dia?

 

Se respondeu “sim” para uma ou mais dessas perguntas, pode ser o momento de investigar seu sono.

 

A apneia não tratada está associada ao aumento do risco de hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes e queda na produtividade.

 

A boa notícia é que existem tratamentos eficazes. O diagnóstico precoce pode transformar sua disposição, sua saúde e sua qualidade de vida.

 

Dormir não deveria ser apenas fechar os olhos. Dormir deveria ser recuperar sua energia para viver melhor.

 

Se você se identificou com esses sinais, não adie sua saúde: procure avaliação especializada o quanto antes e converse sobre a realização de um exame do sono(Biologix).

 

Quanto mais cedo a apneia for diagnosticada, maiores são as chances de iniciar o tratamento adequado, prevenir complicações e recuperar sua energia, bem-estar e qualidade de vida. Agende uma consulta e dê hoje o primeiro passo para voltar a ter noites realmente reparadoras.

 

Para acompanhar o trabalho de Dra. Salete, siga o perfil no Instagram: @drasaletecabral, acesse o site www.saletecabral.com.br e LinkedIn: drasaletecabral ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 96408-1563.

 

* Sou a Dra. Salete Cabral, dentista, hipnoterapeuta e especialista em odontologia do sono. Acredito que a odontologia vai além da estética e do tratamento clínico. Minha missão é cuidar de pessoas em sua totalidade — restaurando sorrisos, protegendo a saúde e devolvendo noites de sono reparador. Com ciência, sensibilidade e propósito, minha atuação integra técnica e humanidade para transformar não apenas bocas, mas vidas inteiras

Saúde & Bem-estar

Violência nas escolas e saúde mental: O que estamos ignorando?

Quando pensamos em violência escolar, a mente vai direto para as manchetes mais chocantes: ataques, tiroteios, tragédias que param o país

 

Mas enquanto focamos nesses eventos extremos (e raros), uma epidemia silenciosa acontece todos os dias, em todas as escolas, afetando a saúde mental de milhões de crianças.

 

Como mãe, tia, madrinha ou simplesmente como cidadã, você provavelmente já se perguntou: “A escola do meu filho é segura?” Mas talvez a pergunta mais importante seja outra: “O que está acontecendo com a saúde mental das crianças dentro das escolas?”

 

A violência escolar vai muito além dos ataques que viram notícia. Ela inclui agressão física, bullying tradicional, cyberbullying, ameaças, vandalismo, porte de armas, e o clima generalizado de insegurança. Não é preciso vivenciar um ataque para ser afetado. O medo, a preocupação e o estresse crônicos já são, por si só, fatores de risco para problemas de saúde mental. A ciência já mapeou os fatores de risco, os sinais de alerta e as intervenções que funcionam. A questão é: estamos prestando atenção?

 

Um estudo publicado no JAMA Network Open mostrou que aproximadamente um terço dos adolescentes relatou sentir-se muito ou extremamente preocupado com tiroteios e violência em sua escola ou em outras escolas. Em 2018, mais da metade dos estudantes americanos relatou preocupação com a possibilidade de um tiroteio em sua escola. Em 2019, 8,7% dos estudantes do ensino médio nos EUA deixaram de ir à escola pelo menos uma vez no mês anterior por preocupações com segurança — mais que o dobro do registrado em 1993.

 

O envolvimento em bullying — seja como vítima, agressor ou ambos — está associado a ansiedade, depressão, dificuldades psicossociais e comportamento autolesivo. Meninas são mais afetadas que meninos nos desfechos de saúde mental. A preocupação com violência escolar está associada a maior risco de sintomas de ansiedade generalizada e transtorno de pânico, e pesquisadores sugerem que essas preocupações podem ser uma das explicações para o aumento dos problemas de saúde mental entre adolescentes nas últimas décadas.

 

Muitos dos jovens envolvidos em violência escolar são, eles mesmos, vítimas de violência em outros contextos. Estudos mostram que transtornos relacionados a trauma (TEPT, transtorno de ajustamento, estresse agudo) na adolescência são fatores de risco para comportamento violento posterior. Violência gera violência — não por “maldade”, mas por mecanismos neurobiológicos e psicológicos que podem ser interrompidos com intervenção adequada.

 

A escola em que seu filho estuda faz diferença mensurável na saúde mental dele, e o clima escolar é o fator mais importante. Ele se refere à qualidade das relações dentro da comunidade escolar, ao senso de pertencimento, à segurança percebida e ao engajamento com a aprendizagem.

 

Um estudo longitudinal britânico demonstrou que melhor clima escolar (avaliado pelos próprios estudantes) foi associado a menor risco de depressão, menos dificuldades socioemocionais e maior bem-estar ao longo do tempo. Outro estudo realizado na Índia mostrou que a intervenção que melhorou o clima escolar reduziu sintomas depressivos, experiências de bullying e perpetração de violência.

 

Já um estudo dinamarquês com mais de 29.000 estudantes evidenciou que 27,5% deles experimentam pelo menos um tipo de desconexão social na escola: falta de apoio de colegas, falta de apoio de professores, baixa coesão de turma, não se sentir parte da comunidade escolar. Cada tipo de desconexão foi associado a mais problemas de saúde mental (depressão, ansiedade, estresse, ideação suicida, autolesão, transtornos alimentares).

 

Os impactos da violência nas escolas não são restritos aos alunos. A maioria das pesquisas foca em estudantes, mas pouco se sabe sobre o impacto em professores, funcionários, famílias e comunidades. Professores também são vítimas de violência escolar e sofrem consequências de saúde mental, mas raramente são incluídos em estudos ou intervenções.

 

O que nós, enquanto adultos responsáveis, podemos fazer?

– Converse regularmente com seus filhos sobre a escola, não apenas sobre notas, mas sobre relacionamentos, clima, segurança percebida

– Esteja atento a sinais de que algo não vai bem: mudanças de comportamento, resistência a ir à escola, sintomas de ansiedade ou depressão

– Conheça a escola: qual é a política anti-bullying? Existem programas de aprendizagem socioemocional? Como é o clima escolar?

– Seja uma presença: o envolvimento dos pais na vida escolar é fator de proteção

 

A violência escolar não é inevitável. Não é “coisa de criança”. Não é problema só da escola. É um problema de saúde pública com soluções conhecidas, que exige atenção, investimento e ação coordenada.

 

Cada criança que vai à escola com medo, que sofre bullying em silêncio, que carrega traumas não tratados, é uma criança cujo potencial está sendo comprometido, e cada escola que investe em clima positivo, em relações de qualidade, em prevenção baseada em evidências, está construindo não apenas estudantes mais saudáveis, mas uma sociedade mais saudável.

 

A pergunta não é apenas ‘a escola do meu filho é segura?’ É também: ‘o que estou fazendo para que todas as escolas sejam lugares onde crianças possam aprender, crescer e florescer sem medo?’

 

* Por Dra. Júlia Xavier, médica em saúde mental da infância, adolescência e adulto.

 

Fonte: Contauma

Saúde & Bem-estar

Pós-parto imediato exige atenção ao corpo para prevenção de disfunções futuras

Especialista alerta que dor, inchaço, alterações musculares e insegurança corporal fazem parte do período logo após o nascimento do bebê e exigem acompanhamento adequado para evitar impactos na qualidade de vida da mulher

 

O pós-parto imediato é um dos períodos de maior transformação no corpo da mulher, e não apenas do ponto de vista emocional. Flacidez, sensação de fraqueza e a preocupação com a diástase (separação dos músculos abdominais) estão entre as principais queixas das mulheres logo após o nascimento do bebê. Mas especialistas alertam que as mudanças vão além da estética: envolvem uma reorganização profunda de todo o corpo, especialmente da dinâmica entre abdômen e pelve.

 

Dor, inchaço, sensação de peso, escapes urinários e insegurança corporal podem surgir nas primeiras semanas e fazem parte desse processo de adaptação. Ainda assim, esses sinais não devem ser ignorados. Estudos indicam que cerca de 50% das mulheres apresentam algum tipo de disfunção no pós-parto, incluindo alterações no assoalho pélvico, no abdômen e na função muscular global.

 

Segundo a fisioterapeuta e doutora em Ginecologia e Obstetrícia Daniella Leiros, da Clínica Videlis, em Ribeirão Preto (SP), é comum que a atenção inicial fique concentrada apenas no abdômen, mas neste momento o corpo precisa ser compreendido de forma integrada. “No pós-parto, a mulher olha primeiro para seu abdômen, mas o que está acontecendo é uma reorganização do corpo todo. Abdômen e pelve funcionam em conjunto, e quando essa integração não é bem acompanhada, podem surgir dores, disfunções e insegurança corporal”, explica.

 

Alterações começam na gestação e seguem após o parto

 

As mudanças no corpo feminino começam ainda durante a gravidez. O crescimento do útero, as alterações hormonais e as adaptações posturais impactam diretamente a musculatura abdominal e pélvica, modificando a forma como essas estruturas funcionam em conjunto.

 

“A gestação já promove estiramento, perda de força e alteração de coordenação muscular. Isso afeta tanto o abdômen quanto a pelve, interferindo na sustentação dos órgãos, no controle das continências e na estabilidade do corpo”, afirma Daniella.

A diástase abdominal, por exemplo, é uma das queixas mais frequentes nesse período e está diretamente relacionada à dinâmica pélvica. Quando não acompanhada, pode contribuir para dor lombar, sensação de fraqueza, alterações posturais e sobrecarga da pelve.

 

Comum não é sinônimo de normal

 

Embora sintomas como desconforto, dor leve ou escapes urinários possam aparecer no início do pós-parto, a persistência desses sinais merece atenção. “Alguns sintomas podem surgir nas primeiras semanas, mas é importante lembrar que comum não é normal. Se há dor, perda urinária, sensação de peso ou limitação na rotina, o corpo está pedindo cuidado”, destaca a especialista.

Entre os principais sinais de alerta estão: perda urinária frequente, dor ao se movimentar ou durante a relação sexual, sensação de peso na pelve, dificuldade para retomar atividades físicas e insegurança com o próprio corpo.

 

Recuperar vai além de fortalecer

 

Daniella ressalta que a recuperação no pós-parto não se resume a fortalecer músculos isoladamente, mas a restabelecer a comunicação entre diferentes partes do corpo. “A gente olha para o todo: abdômen, respiração, postura, movimento. Quando essa integração acontece, a mulher recupera não só a função, mas também a confiança no próprio corpo”, explica.

 

No longo prazo, esse acompanhamento contribui para a retomada segura das atividades, melhora da relação corporal e prevenção de disfunções como incontinência urinária, dor pélvica e desconfortos persistentes.

“No fundo, não é só sobre recuperar o corpo. É sobre devolver autonomia, segurança e bem-estar para essa mulher que acabou de renascer junto com o bebê”, conclui Daniella Leiros.

 

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Amamentação sem romantização: os desafios reais do início da jornada materna

Especialista explica as principais dificuldades enfrentadas por mães no início da amamentação e como pequenas soluções podem ajudar nesse processo

 

Apesar de frequentemente associada a um momento natural e instintivo, a amamentação pode ser desafiadora para muitas mulheres, especialmente nos primeiros dias após o parto. Dor, fissuras nos seios, dificuldade na pega do bebê e até o vazamento de leite estão entre as principais queixas relatadas por mães no início dessa jornada.

 

De acordo com especialistas em amamentação, o processo exige adaptação, tanto do corpo da mulher quanto do bebê, e nem sempre acontece de forma imediata ou sem desconfortos. “Existe uma idealização muito forte em torno da amamentação, mas é importante falar sobre a realidade. Muitas mulheres enfrentam dificuldades físicas e emocionais nesse período, e isso precisa ser acolhido”, explica Mariana Kirst, gerente de marketing do Grupo Moas, empresa responsável pela Buba, marca brasileira reconhecida por desenvolver produtos que acompanham as diferentes fases da infância.

 

Entre os desafios mais comuns estão o ingurgitamento mamário (quando as mamas ficam excessivamente cheias e doloridas), a sensibilidade nos mamilos e o desperdício de leite causado por vazamentos involuntários ao longo do dia. Para lidar com essas situações, além de orientação profissional, alguns itens podem contribuir para tornar o processo mais confortável e funcional.

 

Com foco em acompanhar as diferentes fases da maternidade, a Buba desenvolve produtos que unem funcionalidade e conforto, contribuindo para tornar a rotina das mães mais prática e acolhedora, especialmente em momentos desafiadores como o início da amamentação.

 

As conchas coletoras de leite, por exemplo, ajudam a evitar o desperdício ao armazenar o leite que vaza naturalmente entre as mamadas. Já as rosquinhas protetoras auxiliam na proteção dos seios, especialmente em casos de fissuras ou sensibilidade, reduzindo o atrito com roupas e proporcionando mais conforto no dia a dia.

 

Outro aliado importante são as bolsas térmicas para os seios, que podem ser utilizadas tanto para aliviar dores quanto para estimular a descida do leite, dependendo da temperatura aplicada. “São recursos simples, mas que fazem diferença na rotina da mãe, principalmente nesse período de adaptação”, complementa Mariana.

 

Mais do que um ato instintivo, a amamentação é um processo que envolve aprendizado, paciência e, sobretudo, suporte. Trazer esse olhar mais realista contribui para reduzir frustrações e reforça a importância de uma rede de apoio para a mulher no pós-parto.

 

Sobre a Buba

 

Desde 2003 no mercado brasileiro, a Buba é referência em puericultura e produtos para a primeira infância até os 4 anos. Com foco em funcionalidade, segurança e inovação, a marca é uma parceira essencial das famílias, acompanhando momentos especiais do dia a dia: hora do soninho, do banho, da papinha, de cuidar, de passear e de brincar.

 

www.bubababy.com.br

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May Oliver: por uma vida com mais leveza e equilíbrio

A história de May Oliver no empreendedorismo nasceu de um momento de virada. Após seis anos atuando na saúde pública, em 2020 percebeu que ausência de doença não significa saúde

 

Ao adoecer e ver outras pessoas sem respostas para suas dores, decidiu buscar equilíbrio entre corpo e mente e encontrou na massoterapia seu propósito. Seu maior desafio foi transformar a mentalidade de quem busca apenas soluções paliativas.

 

Com o tempo, entendeu que seu trabalho é mostrar novos caminhos aos clientes, promovendo alívio, bem-estar e qualidade de vida. “O que me inspira são os resultados: cada dor cessada, cada movimento recuperado e cada cliente renovado”, afirma.

 

Os encontros com sua mentora Viviane Muri e seu mestre Toshiro Hishinuma foram marcos importantes que elevaram ainda mais a qualidade dos a qualidade dos seus atendimentos. Hoje, May atua como massoterapeuta clínica, ajudando pessoas a viverem com mais leveza e equilíbrio.

 

Para acompanhar o trabalho de May, siga o perfil no Instagram: @espacomayaalmeida, acesse o site: www.espacomayaalmeida.com.br, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 97007-8713.

Saúde & Bem-estar

Entre a feira e o prato: como o modo de preparo transforma alimento em saúde

Especialista da UNIASSELVI ensina que o uso de técnicas simples e milenares na cozinha ajudam a preservar nutrientes, reduzir desperdício e proteger a saúde

 

Muito além da lista de compras, o segredo de uma alimentação verdadeiramente saudável pode estar no que acontece entre a feira e o prato. De acordo com o Ministério da Saúde, o modo de preparo influencia o valor nutritivo dos alimentos e sua segurança; já levantamento da Universidade Federal de Viçosa (UFV) mostra que a perda não é pequena: em hortaliças, a vitamina C pode cair de forma relevante ao longo do armazenamento e do preparo, com reduções que chegam a mais de 70% em ambiente institucional e comercial. E no preparo doméstico, erros comuns podem causar perda silenciosa de nutrientes essenciais e até a formação de substâncias indesejáveis.

 

Por isso, técnica culinária correta é fundamental para garantir a biodisponibilidade, isto é, a fração de um nutriente que o corpo efetivamente absorve após a ingestão. “Cozinhar bem é uma forma de cuidar da saúde de quem vai comer. Não importa apenas o que você come, mas o que o seu corpo consegue absorver do que você come. E o modo de preparo dos alimentos é um dos fatores mais determinantes nessa equação”, afirma Mônica Lizete Ruschel dos Reis, professora do curso de Gastronomia da UNIASSELVI.

 

O licopeno do tomate, por exemplo, torna-se mais absorvível quando cozido com azeite; o betacaroteno da cenoura é melhor aproveitado quando a cenoura é levemente cozida e consumida com gordura; já a vitamina C pode se perder com o calor. Leguminosas beneficiamse de maceração e cozimento adequados, que reduzem antinutrientes (fitatos, lectinas) e melhoram a absorção de ferro e zinco.

 

Principais erros no preparo de alimentos

 

Temperaturas muito altas por períodos longos degradam vitaminas termossensíveis e, em óleos superaquecidos ou frituras repetidas, podem formar substâncias inflamatórias e tóxicas como acroleína e acrilamidas. Entre os erros mais comuns, a professora aponta o cozimento prolongado. “Em água abundante provoca lixiviação: vitaminas hidrossolúveis, como a C e as do complexo B, dissolvemse no líquido e são descartadas. A solução não é comer tudo cru, mas adotar técnicas como cozinhar no vapor, usar pouca água, aproveitar o caldo e colocar os alimentos apenas quando a água já estiver em ebulição, reduzindo o tempo de exposição ao calor”, alerta.

 

Cortar legumes muito antes do preparo aumenta a oxidação de antioxidantes, e descongelar alimentos à temperatura ambiente por horas eleva risco microbiológico além de comprometer textura e nutrientes. Cascas, talos e águas de cozimento concentram fibras e compostos bioativos que frequentemente são descartados por desconhecimento.

 

Resgate cultural e educação alimentar

 

Mônica Reis, que também é chef, destaca também que a raiz comum desses erros vai além da técnica: é a falta de educação alimentar e culinária. “A perda das habilidades culinárias básicas entre as novas gerações tem sido apontada como fator direto para o aumento de doenças crônicas e para o consumo excessivo de ultraprocessados. Por isso, o resgate de técnicas tradicionais não é apenas uma escolha nutricional, mas um ato civilizatório e de cuidado”.

 

Saber preparar alimentos permite que ingredientes simples e acessíveis se transformem em refeições nutritivas, reduzindo desperdício e fortalecendo o bem-estar coletivo. “Quando perdemos as habilidades culinárias, como vem acontecendo nas últimas décadas com a industrialização da alimentação e o ritmo acelerado da vida moderna, não perdemos apenas uma competência técnica: perdemos um patrimônio cultural imaterial”, observa Reis que lembra também que a educação alimentar verdadeira deve contemplar tanto a escolha consciente dos ingredientes quanto o domínio das técnicas de preparo, resgatando a compreensão de que cozinhar é um ato de cuidado, cultura e identidade.

 

Sobre a UNIASSELVI

 

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, tanto na modalidade presencial quanto a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,2 polos e mais de 16 campi de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

 

Saúde & Bem-estar

A relação entre o bruxismo e a apneia do sono

O bruxismo do sono e a apneia obstrutiva do sono estão cada vez mais relacionados na literatura científica e representam muito mais do que problemas dentários

 

Essas alterações podem impactar diretamente a saúde geral, a qualidade de vida e até aumentar o risco de doenças cardiovasculares. O bruxismo caracteriza-se pelo apertamento ou ranger dos dentes durante o sono, causando desgastes dentários, dores musculares, cefaleias, sensibilidade dentária e alterações na articulação temporomandibular.

 

Já a apneia do sono provoca interrupções repetidas da respiração enquanto a pessoa dorme, reduzindo a oxigenação do organismo e comprometendo o descanso profundo.

 

Muitos pacientes apresentam os dois quadros associados. Em diversos casos, o organismo reage às dificuldades respiratórias da apneia através de microdespertares acompanhados de atividade muscular intensa, favorecendo episódios de bruxismo. O resultado é um ciclo silencioso de desgaste físico e emocional.

 

As consequências vão além da cavidade oral. Ronco, fadiga crônica, sonolência diurna, dificuldade de concentração, irritabilidade, ansiedade, hipertensão arterial, alterações metabólicas e aumento do risco de infarto e AVC podem estar relacionados aos distúrbios do sono não tratados.

 

Nesse contexto, o dentista ocupa posição estratégica na linha de frente da prevenção, diagnóstico precoce e tratamento. Durante exames clínicos de rotina, o profissional consegue identificar sinais importantes, como desgastes dentários, fraturas, marcas na língua, alterações musculares e características anatômicas associadas à apneia do sono.

 

Além do diagnóstico inicial e encaminhamento multidisciplinar quando necessário, o cirurgião-dentista pode atuar diretamente no tratamento com aparelhos intraorais, controle do bruxismo, orientação preventiva e acompanhamento contínuo do paciente.

 

Cuidar do sono é cuidar da saúde como um todo. E muitas vezes, os primeiros sinais desse problema aparecem justamente dentro do consultório odontológico.

 

Para acompanhar o trabalho de Dra. Salete, siga o perfil no Instagram: @drasaletecabral, acesse o site www.saletecabral.com.br e LinkedIn: drasaletecabral ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 96408-1563.

 

Sou a Dra. Salete Cabral, dentista, hipnoterapeuta e especialista em odontologia do sono. Acredito que a odontologia vai além da estética e do tratamento clínico. Minha missão é cuidar de pessoas em sua totalidade — restaurando sorrisos, protegendo a saúde e devolvendo noites de sono reparador. Com ciência, sensibilidade e propósito, minha atuação integra técnica e humanidade para transformar não apenas bocas, mas vidas inteiras.

Saúde & Bem-estar

Andrea Miranda de Siqueira: quando o cuidado com o outro se transforma em caminho profissional

A trajetória de Andrea Miranda de Siqueira sempre esteve ligada à educação

 

Professora, com atuação em cargos de gestão, construiu sua carreira cuidando de pessoas e processos dentro do ambiente escolar. Em 2020, ano marcado pela pandemia, sua história tomou um novo rumo.

 

Após vivenciar situações de assédio moral em uma escola particular, passou a refletir sobre outros caminhos possíveis — onde pudesse exercer, de forma mais profunda, características que sempre fizeram parte de quem é: acolhimento, escuta, disponibilidade e foco no bem-estar.

 

Foi nesse momento que Andrea decidiu estudar psicologia analítica. Mesmo mantendo sua atuação na escola, iniciou uma transição cuidadosa e consistente, ampliando gradativamente os atendimentos clínicos. Hoje, concilia as duas frentes, com um olhar cada vez mais direcionado ao cuidado com a saúde mental.

 

O maior desafio ao longo dessa jornada tem sido a captação de novos pacientes — um processo que exige constância, visibilidade e confiança.

 

Ainda assim, sua motivação diária vem do desejo genuíno de promover saúde mental, bem-estar e ajudar pessoas a encontrarem equilíbrio entre o mundo interno e as exigências do mundo externo.

 

Seu trabalho acontece a partir da escuta clínica, de intervenções cuidadosas e do respeito ao tempo, aos limites e aos processos de cada paciente. Andrea acredita que, ao criar um espaço seguro, facilita para que o outro se escute, se olhe e se fortaleça para promover mudanças possíveis e necessárias.

 

Os momentos mais marcantes de sua trajetória são aqueles em que percebe que o paciente “virou a chave” — alcançando a autoaceitação, sem julgamento ou medo, e encontrando novas formas de enxergar as situações da vida.

 

Andrea define sua trajetória como desafiadora, porém rica em aprendizados. Hoje, além de educadora e psicopedagoga, atua como terapeuta junguiana, com o objetivo de auxiliar o sujeito a compreender quem realmente é, considerando também as mensagens do inconsciente, como os sonhos. Para ela, empreender no cuidado é, acima de tudo, persistir com propósito, estratégia e paciência.

 

Contatos

Whatsapp: (021) 99172-7111

Instagram: @andreasiqueira.terapia

Saúde & Bem-estar

Maio Vermelho reforça importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer bucal

A cirurgiã-dentista Flávia Rabello de Mattos alerta para os sinais da doença e destaca papel da informação e do acompanhamento odontológico preventivo

 

O mês de maio chama atenção para um tema fundamental de saúde pública: a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer bucal. A campanha Maio Vermelho busca conscientizar a população sobre os sinais da doença, fatores de risco e a importância do acompanhamento odontológico regular como forma de ampliar as chances de cura e preservar a qualidade de vida.

 

O câncer bucal pode atingir diferentes regiões da cavidade oral, como língua, gengiva, lábios, céu da boca, bochechas e assoalho bucal. Entre os principais fatores de risco, estão o tabagismo, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, a exposição solar sem proteção nos lábios, a infecção por HPV, além da má higiene bucal e da ausência de consultas preventivas.

 

Segundo a cirurgiã-dentista Flávia Rabello de Mattos, diretora do Centro de Reabilitação Rabello (CORR), no Rio de Janeiro, a informação é uma das principais ferramentas no combate à doença.

 

“Infelizmente, o câncer bucal ainda é diagnosticado, muitas vezes, em estágios avançados, justamente porque os sinais iniciais podem passar despercebidos. Por isso, campanhas como o Maio Vermelho são fundamentais para conscientizar a população sobre a importância do autoexame e das consultas periódicas ao dentista”, afirma.

 

Os sintomas iniciais costumam ser silenciosos e incluem feridas que não cicatrizam por mais de quinze dias, manchas avermelhadas ou esbranquiçadas, sangramentos, rouquidão persistente, dificuldade para mastigar, engolir ou falar, além de nódulos na região do pescoço. A orientação é procurar avaliação profissional diante de qualquer alteração.

 

A especialista destaca que a prevenção continua sendo o principal caminho para reduzir os riscos da doença. “Cuidar da saúde bucal vai muito além da estética. A boca frequentemente apresenta sinais importantes sobre o estado geral do organismo. Consultas preventivas, abandono do cigarro, redução do consumo alcoólico e hábitos saudáveis são atitudes que podem salvar vidas”, ressalta Flávia.

 

Quando identificado precocemente, o câncer bucal apresenta índices significativamente maiores de sucesso terapêutico. O tratamento pode envolver cirurgia, laserterapia, radioterapia, quimioterapia e acompanhamento multidisciplinar, dependendo do estágio da lesão.

 

Para a cirurgiã-dentista, o Maio Vermelho reforça um alerta importante sobre autocuidado e prevenção. “A odontologia moderna conta hoje com recursos avançados para diagnóstico e acompanhamento preventivo. O mais importante é que as pessoas entendam que pequenas mudanças de hábito e revisões periódicas podem fazer toda a diferença no diagnóstico precoce e no sucesso do tratamento”, conclui.

 

Sobre Flávia Rabello de Mattos

 

Localizada há mais de 30 anos na Tijuca, no Rio de Janeiro, a clínica Centro de Reabilitação Rabello (CORR) é dirigida pela cirurgiã-dentista Flávia Rabello de Mattos e se destaca por oferecer uma abordagem integrada e personalizada em reabilitação oral.

 

Flávia é a primeira doutora em Implantodontia do estado do Rio de Janeiro, pós-doutorada em engenharia dos materiais pelo IME-RJ, além de mestre e doutora em odontologia.

 

Site: draflaviarabellodemattos.com.br

@flaviarabellodemattosoficial

Saúde & Bem-estar

Por que você recupera o peso sempre? Descubra o motivo

O peso baixou, a roupa entrou melhor, a autoestima deu sinal de vida. Você pensou: “agora vai”.

 

Mas, alguns meses depois, tudo começou a voltar. Primeiro os beliscos. Depois a culpa. Depois o peso. E, junto com ele, aquela sensação amarga de estar falhando de novo. Só que talvez você não esteja falhando. Talvez você esteja tentando resolver, com dieta, uma fome que nunca foi de comida.

 

A ciência já mostra que recuperar peso depois de dietas restritivas é muito mais comum do que se imagina. Isso acontece porque a maioria dos métodos olha apenas para o prato, para as calorias, para o treino, para o número na balança. Mas não olha para a mulher que come.
Não olha para a ansiedade que aparece no fim do dia.

 

Para o cansaço de carregar tudo sozinha.

 

Para a raiva engolida.

 

Para a solidão dentro de uma casa cheia.

 

Para a culpa de querer cuidar de si.

 

Existe uma geração inteira de mulheres que aprendeu a suportar mais do que deveria.

 

Mulheres criadas para cuidar, agradar, dar conta, não incomodar, não desabar.

 

E quando a emoção não encontra espaço para sair, muitas vezes ela encontra caminho pela comida.

 

A comida acalma. Distrai. Premia. Silencia. Dá colo por alguns minutos.
O problema é que, depois, vem a culpa. E a culpa faz a mulher prometer que amanhã será diferente. Amanhã começa a dieta. Amanhã corta tudo. Amanhã fecha a boca. Amanhã vira outra pessoa.

 

Mas amanhã chega e a dor continua lá.

 

Porque o que está vazio não é o estômago.

 

A neurociência chama isso de comer emocional. A psicologia entende como uma forma de regulação ou evitação emocional. Mas muitas mulheres chamam simplesmente de fraqueza.

 

E esse é um dos maiores erros.

 

Não é fraqueza.

 

É uma estratégia que um dia funcionou. Em algum momento, comer foi o jeito possível de aliviar o que você não sabia nomear. O corpo aprendeu esse caminho. E, agora, repete.

 

Mesmo quando você não quer mais.
Por isso, emagrecer de forma duradoura exige mais do que força de vontade. Exige consciência. Exige escuta. Exige mudar a pergunta.

 

Em vez de apenas:

 

“O que eu posso comer?”

 

Talvez seja hora de perguntar: “O que eu estou sentindo quando como?”

 

“Que vazio estou tentando preencher?”

 

“Que parte de mim eu venho deixando para depois?”

 

A dieta pode até mudar o seu peso por um tempo, mas só a mudança interna muda a sua relação com a comida, com o corpo e com você mesma.

 

Porque o verdadeiro emagrecimento não começa quando você declara guerra ao prato. Começa quando você para de tratar seu corpo como inimigo e começa a escutar a mulher que ele vem tentando proteger.

 

* Emi Moraes, terapeuta especialista em emagrecimento Comportamental.
criadora do método “Emagreça de dentro pra fora
“Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”

 

WhatsApp: (21) 99512-2170

 

Instagram: @euemi_moraes

 

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