Saúde & Bem-estar

Cuidare Barra RJ celebra 9 anos de trajetória dedicados ao cuidado de pessoas

No dia 10 de julho, a Cuidare Barra RJ celebrou um marco importante em sua história: nove anos de dedicação ao cuidado humanizado, construindo uma trajetória pautada pela excelência, segurança e compromisso com a qualidade de vida de seus assistidos e de suas famílias

 

Para comemorar a data, as sócias Moema Baptista e Jô Braga se reuniram na Casa DB, em um encontro especial ao lado de Amanda Vilas Boas, idealizadora da Casa DB e da Duplamente Brasil, e da jornalista Daniela Andrade, fundadora da Utilità. O momento foi de celebração, gratidão e reconhecimento por uma caminhada construída com muito propósito e responsabilidade.

 

Ao longo desses nove anos, a Cuidare consolidou sua atuação como referência em assistência domiciliar, oferecendo atendimento personalizado para diferentes perfis de pacientes, sempre com uma equipe qualificada, acompanhamento próximo e um olhar verdadeiramente humano para cada história.

 

Para Moema Baptista, fundadora e diretora técnica da empresa, a data representa a confirmação de um propósito que permanece vivo desde o primeiro dia.

 

“Celebrar esses nove anos é olhar para trás com gratidão e perceber quantas vidas cruzaram o nosso caminho. Cada família que confiou em nosso trabalho fortaleceu ainda mais a nossa missão de cuidar com respeito, dignidade e amor. Seguimos evoluindo, mas sem abrir mão da essência que sempre nos guiou: colocar as pessoas em primeiro lugar.”

 

Já Jô Braga, responsável pela área financeira e administrativa, destaca que o crescimento da empresa é resultado da confiança construída ao longo do tempo.

 

“Cada conquista foi construída com muito comprometimento, ética e dedicação. Temos orgulho da equipe que formamos e da credibilidade que conquistamos junto aos nossos clientes e parceiros. Esses nove anos nos motivam a continuar oferecendo um atendimento cada vez mais seguro, acolhedor e humano.”

 

A comemoração simbolizou não apenas mais um aniversário da empresa, mas também o fortalecimento de uma missão que, há nove anos, transforma cuidado em confiança. Uma história construída diariamente por profissionais comprometidos e por famílias que acreditam no trabalho desenvolvido pela Cuidare Barra RJ.

 

Contatos:

 

Para saber mais sobre os serviços da Cuidare Barra RJ ou solicitar um atendimento, entre em contato pelos telefones (21) 98363-1717 e (21) 96508-8069. Acompanhe também as novidades pelo Instagram @cuidarebarrarj.

Saúde & Bem-estar

O vazio que a comida nunca preenche

Quando foi que você se perdeu de si mesma? Quando se tornou mãe e passou a viver em função de outra pessoa?

 

Quando escolheu a faculdade que agradava seus pais, e não a que fazia seu coração vibrar? Quando se casou e, aos poucos, foi dissolvendo os próprios sonhos nos sonhos da família?

 

A verdade é que, para dar conta da vida, muitas mulheres aprendem a vestir máscaras. Uma para o trabalho. Outra para a família. Outra para os filhos. E, a cada máscara, se afastam um pouco mais de quem realmente são. Até que um dia se olham no espelho e já não reconhecem a mulher que está ali.

 

Eu sei disso porque também me perdi. Houve um momento em que me vi jogada na cama, depois de perder meu segundo bebê. Eu já era mãe, desejava muito viver a maternidade outra vez e não conseguia. E, naquele vazio, uma pergunta me atravessou como uma lâmina: “Se eu não consigo nem ser mãe de novo, então para que eu sirvo? Quem sou eu?”

 

Doeu. Mas foi essa dor que virou a chave. Foi ali que comecei a buscar quem é a Emi de verdade para além dos papéis de mãe, esposa e terapeuta. Foi ali que comecei a me perguntar em que ponto eu havia me deixado para trás.

 

E deixa eu te contar uma coisa que poucas pessoas dizem com clareza: essa desconexão com quem você é tem tudo a ver com o seu peso.

 

Quando você se perde de si mesma, nasce um vazio. E comida nenhuma preenche esse vazio. Você pode comer tentando aliviar, anestesiar, compensar. Ainda assim, ele continua ali. Porque o que falta não é comida. É presença. É reconexão. É você.

 

Muitas vezes, o ganho de peso é parte dessa desconexão. É uma fome emocional que você não sabe nomear. Você abre a geladeira procurando alívio, mas não é comida que está buscando. É a si mesma. É a mulher que ficou para trás no meio de tantas exigências, dores e renúncias.

 

Por isso, dieta nenhuma funciona sozinha. Enquanto você não se reencontra, continua tentando preencher com comida um espaço que só a sua essência pode ocupar.

 

Mas existe uma boa notícia. Quando uma mulher desperta para quem é, além de todos os papéis, ela começa a se preencher de si mesma. Aprende a nutrir a alma, não apenas o corpo. E, pouco a pouco, seus hábitos mudam, porque ela já não precisa mais usar a comida para tapar buracos emocionais.

 

Essa reconexão é uma jornada. Não existe fórmula pronta, porque cada mulher carrega uma história única. Mas existe um caminho: voltar para dentro. Revisitar a menina que você foi. Lembrar do que ela sonhava. Perguntar onde ficou aquele brilho.

 

E, quando você se reencontra, acontece uma libertação profunda: a aprovação dos outros perde força. Porque, quando você sabe quem é, o olhar de fora já não define o seu valor.

 

Esse é o verdadeiro emagrecimento. Não o que aparece primeiro na balança, mas o que começa dentro.

 

Se você sente que se perdeu em algum ponto da sua jornada e está pronta para voltar para si, eu te convido a conhecer o Finalmente Magra. No acompanhamento individual é a minha mão estendida para caminhar ao seu lado nesse resgate, com profundidade, verdade e no seu ritmo.

 

Porque você não precisa de mais uma dieta.

 

Você precisa se reencontrar.

 

E, quando isso acontece, o corpo e a vida inteira finalmente seguem.

 

* Por Emi Moraes, terapeuta especializada em Emagrecimento Comportamental, criadora da metodologia “Emagreça de Dentro pra Fora”. “Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”.

 

WhatsApp: (21) 99512-2170

 

Instagram: @euemi_moraes

 

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Apenas uma a cada cinco mulheres faz reposição hormonal

Cerca de 30 milhões de brasileiras estão hoje no climatério e na menopausa, aproximadamente 7,9% da população feminina, segundo o IBGE

 

Ainda assim, dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) mostram que apenas cerca de 20% das mulheres climatéricas realizam terapia de reposição hormonal, um dos tratamentos indicados para o manejo dos sintomas e a prevenção de complicações associadas à queda hormonal, sempre de forma individualizada. O cenário evidencia um desafio crescente para a saúde pública diante do envelhecimento da população feminina.

 

A menopausa marca o fim da fase reprodutiva e ocorre, em média, aos 48 anos entre as brasileiras, segundo a FEBRASGO. Embora seja uma etapa natural da vida, a redução dos níveis de estrogênio pode provocar sintomas como ondas de calor, alterações do sono, fadiga, redução da libido e oscilações de humor. A longo prazo, a deficiência hormonal está associada a maior risco de doenças cardiovasculares, osteoporose, diabetes tipo 2 e depressão.

 

“Quando observamos que cerca de 30 milhões de brasileiras estão no climatério e na menopausa, mas apenas uma parcela tem acesso ao tratamento adequado, fica evidente que estamos diante de uma questão de saúde pública. A menopausa não deve ser tratada apenas como uma fase natural da vida, mas como um período que exige atenção, acolhimento e políticas estruturadas de cuidado”, destaca Vanessa Costa, nutricionista e fundadora da primeira menotech do Brasil.

 

O tema ganha relevância nas políticas públicas. Em 2025, comissões da Câmara dos Deputados discutiram projetos voltados à atenção à mulher no climatério e na menopausa no SUS  entre eles o PL 5602/19, que cria diretrizes de atenção integral, e o PL 876/25, sobre tratamento hormonal, ambos ainda em tramitação e dependentes de aprovação na Câmara e no Senado.

 

Em âmbito estadual, o Rio Grande do Norte sancionou a Lei nº 12.712/2026, que cria um programa de enfrentamento da depressão de mulheres no climatério e na menopausa. Já o município de Arujá (SP) instituiu, pela Lei nº 3.812/2026, política de conscientização e atenção integral à saúde da mulher nessas fases.

 

Dados: IBGE, FEBRASGO, Reds Research (2026), Câmara dos Deputados, Governo do Rio Grande do Norte e Prefeitura de Arujá (SP).

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Amizade: um dos pilares invisíveis da saúde emocional

Em uma sociedade marcada pela velocidade das informações, pela hiperconectividade digital e pelo crescente isolamento emocional, a amizade permanece como uma das experiências humanas mais valiosas e transformadoras

 

Mais do que companhia, os vínculos de amizade constituem importantes fontes de acolhimento, pertencimento e sustentação psíquica ao longo da vida. Para a psicanalista Araceli Albino, fundadora do NPP – Núcleo Brasileiro de Pesquisas Psicanalíticas e presidente do SINPESP – Sindicato dos Psicanalistas do Estado de São Paulo, a amizade ocupa um lugar de destaque na construção da saúde emocional.

 

“Os seres humanos são constituídos nas relações. Desde os primeiros vínculos da infância, buscamos no outro reconhecimento, escuta e validação. As amizades saudáveis representam uma continuidade desse processo, oferecendo espaços seguros para compartilhar alegrias, angústias, sonhos e desafios”, afirma.

 

Sob a perspectiva da Psicanálise, a amizade não se resume à convivência social. Ela desempenha uma função psíquica relevante ao possibilitar trocas afetivas que fortalecem a autoestima, ampliam a capacidade de enfrentar adversidades e favorecem o desenvolvimento emocional. Os amigos tornam-se testemunhas de nossa trajetória, compartilhando experiências que ajudam a dar significado à própria existência.

 

Não por acaso, pesquisas em diferentes áreas da saúde apontam que pessoas que mantêm laços de amizade consistentes apresentam melhor qualidade de vida, menores índices de estresse e maior sensação de bem-estar. O apoio emocional oferecido por relações genuínas atua como um fator de proteção diante das pressões cotidianas e dos momentos de vulnerabilidade.

 

Araceli Albino destaca que, em um tempo em que muitas conexões são superficiais e mediadas por telas, torna-se ainda mais importante valorizar os relacionamentos construídos com presença, confiança e reciprocidade.

 

“A verdadeira amizade não se mede pela frequência das interações, mas pela qualidade do vínculo. Bons amigos são aqueles que permanecem presentes de forma autêntica, respeitando a individualidade do outro e oferecendo suporte sem julgamentos. São relações que acolhem tanto as conquistas quanto as fragilidades humanas.”

 

Na visão psicanalítica, a amizade também favorece o autoconhecimento. Ao nos relacionarmos com o outro, encontramos diferentes formas de nos enxergarmos, ampliando nossa compreensão sobre desejos, limites e potencialidades. Trata-se de um encontro que promove o crescimento mútuo e fortalece a capacidade de estabelecer vínculos saudáveis.

 

Em tempos de crescente preocupação com a saúde mental, cultivar amizades verdadeiras deixa de ser apenas uma escolha afetiva para se tornar um investimento na própria qualidade de vida. Afinal, se o ser humano se constitui nas relações, são os laços construídos com afeto, respeito e confiança que ajudam a sustentar uma existência mais equilibrada, significativa e emocionalmente saudável.

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Rosângela Haydem transformou experiência pessoal em missão de conscientização sobre Alzheimer

Neurocientista e doutora em Saúde Pública, especialista dedica sua carreira à prevenção da demência e à promoção do envelhecimento saudável por meio da ciência e da mudança de hábitos

 

Uma mudança de vida motivada por um desafio familiar transformou Rosângela Haydem em uma das principais referências brasileiras quando o assunto é prevenção do Alzheimer e saúde cerebral.

 

Neurocientista, doutora em Saúde Pública e especialista em demência, ela atua na divulgação científica e no incentivo a práticas que contribuem para um envelhecimento mais saudável, especialmente entre mulheres com mais de 50 anos.

 

A trajetória de Rosângela começou em uma área completamente diferente. Formada em Direito, com doutorado em Direito Tributário e experiência como professora universitária, ela viu sua vida tomar um novo rumo em 2005, quando sua mãe foi diagnosticada com Alzheimer de início precoce.

 

Determinada a compreender a doença e buscar alternativas que proporcionassem mais qualidade de vida à mãe, decidiu migrar para o campo das neurociências. Desde então, passou a dedicar seus estudos ao funcionamento do cérebro e aos fatores capazes de reduzir o risco do declínio cognitivo.

 

Ciência aplicada à prevenção

 

Atualmente, Rosângela Hayden desenvolve um trabalho voltado à medicina preventiva, à educação em saúde e à conscientização sobre a importância dos hábitos de vida para a preservação da função cerebral. Segundo a especialista, grande parte dos fatores relacionados ao desenvolvimento da demência está ligada ao estilo de vida.

 

Entre as principais recomendações estão a prática regular de exercícios físicos, especialmente atividades cardiovasculares, noites de sono com pelo menos sete horas de duração e uma alimentação rica em compostos antioxidantes, fundamentais para a proteção das células cerebrais.

 

Sua atuação busca traduzir descobertas científicas em orientações práticas, permitindo que mais pessoas adotem medidas preventivas antes do aparecimento dos primeiros sintomas.

 

Música como ferramenta de estímulo cognitivo

 

Além da formação em neurociência, Rosângela também é graduada em Música, atuando como cantora e pianista. Essa combinação permitiu que desenvolvesse um trabalho que une arte e ciência no cuidado com idosos diagnosticados com demência.

 

Por meio da musicoterapia e de atividades musicais, ela observa resultados positivos na ativação de memórias, na melhora da interação social e na redução de alterações comportamentais frequentemente associadas ao Alzheimer.

 

O estímulo musical tem sido utilizado como uma importante ferramenta complementar para promover bem-estar e qualidade de vida aos pacientes.

 

Alimentação e saúde do cérebro

 

Outro eixo importante de sua atuação envolve a relação entre nutrição e função cerebral. Rosângela é autora de publicações que abordam o papel dos alimentos antioxidantes na prevenção do declínio cognitivo e na manutenção da saúde neurológica.

 

Seu trabalho reforça a importância da alimentação equilibrada como parte de uma estratégia integrada de prevenção, ao lado da atividade física, do sono de qualidade e do estímulo cognitivo.

 

Divulgação científica acessível

 

Comprometida em aproximar a ciência da população, Rosângela Hayden também participa de programas de televisão e produz conteúdos para a internet. Entre seus projetos está o quadro “Antes que eu esqueça”, no programa Gabi Você por Aqui, no qual apresenta informações sobre neurociência em linguagem simples, tornando o conhecimento científico mais acessível ao público.

 

Com uma trajetória marcada pela superação e pelo compromisso com a saúde, Rosângela Hayden tornou sua experiência pessoal uma missão de vida: levar informação de qualidade, incentivar a prevenção e mostrar que cuidar do cérebro desde cedo pode fazer diferença na qualidade de vida durante o envelhecimento.

 

Acompanhe a Dra. Rosângela Haydem no Instagram: @rosangelahayden.

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Sintomas da menopausa entram no debate sobre saúde mental no trabalho com a NR-1

Estudo aponta perda superior a 2 bilhões por ano e mostra que 1,9 milhão de brasileiras deixam de trabalhar por sintomas climatéricos

 

A menopausa começa a ganhar espaço na discussão sobre saúde mental, produtividade e permanência das mulheres no mercado de trabalho. A Regulamentadora nº 1 (NR-1), que entrou em vigor na última terça-feira, dia 26, amplia a atenção das empresas aos riscos psicossociais, incluindo sintomas como insônia, ansiedade, irritabilidade, fadiga, névoa mental e ondas de calor passando a exigir um olhar mais atento nas organizações.

 

O estudo do Instituto Esfera de Estudos e Inovação, aponta que os sintomas da menopausa geram perda superior a 2 bilhões de reais por ano à economia brasileira apenas por afastamentos formais. A pesquisa foi conduzida por Clarita Costa Maia, doutora em Direito pela USP e pesquisadora em relações internacionais e regulação, e Fabiane Berta, médica, pesquisadora em climatério na Unifesp e integrante da International Menopause Society.

 

“A menopausa ainda é tratada como algo que a mulher precisa suportar em silêncio, mas os sintomas aparecem no corpo, no humor, no sono, na cognição e também no trabalho. Quando uma mulher não dorme, tem ondas de calor, perde concentração, sente ansiedade ou fadiga extrema, isso afeta sua rotina profissional”, afirma Fabiane Berta.

 

O levantamento estima que 29 milhões de mulheres estejam em fase climatérica ou pós-menopausa no país, com prevalência de sintomas em 87,9% dessa população. Desse total, 63% são economicamente ativas. Outras 33% respondem como principais provedoras da renda familiar, o que amplia o impacto social e econômico do tema.

 

De acordo com o estudo, 1,9 milhão de brasileiras perdem dias de trabalho todos os anos por sintomas climatéricos. A conta considera apenas os afastamentos formais. Não inclui presenteísmo, redução de jornada, pedidos de demissão, aposentadorias precoces e custos médicos indiretos, fatores que podem elevar ainda mais o impacto real.

 

“A lista de manifestações vai além dos calorões. Muitas mulheres relatam dificuldade para dormir, cansaço persistente, irritabilidade, lapsos de memória, dores articulares, queda de libido, ressecamento vaginal, sudorese noturna e sensação de névoa mental. Esses sintomas podem ser confundidos com estresse, burnout, ansiedade ou depressão, o que atrasa o diagnóstico”, conta a médica.

 

Dados técnicos sobre perimenopausa mostram que 70% das mulheres latino-americanas enfrentam sintomas antes dos 45 anos. Uma em cada quatro considera os sintomas menopáusicos completamente debilitantes. Entre as queixas mais frequentes estão dificuldade para dormir, cansaço ou pouca energia, ganho de peso, dores musculares, irritabilidade, ansiedade, ondas de calor e sudorese noturna.

 

“A mulher no climatério não está deixando de ser produtiva, ela atravessa uma fase biológica que exige cuidado. A falta de preparo das empresas e dos sistemas de saúde transforma sintomas tratáveis em afastamento, queda de desempenho e, em muitos casos, saída precoce do mercado de trabalho”, diz a médica, pesquisadora e especialista em menopausa.

Saúde & Bem-estar

Treinar no frio faz gastar mais calorias? Especialista revela mitos e verdades da estação

Personal trainer da Academia Gaviões 24h dá dicas de segurança, hidratação e aquecimento para os dias mais frios do ano e explica o impacto do Transtorno Afetivo Sazonal no corpo

 

No inverno, que começou dia 21 de junho, mudanças no corpo, como o aumento da fome e do sono, começam a surgir, provocando alterações importantes no metabolismo. O desânimo típico dos dias frios tem base científica e está diretamente ligado ao Transtorno Afetivo Sazonal (TAS): a menor exposição solar reduz a produção de serotonina, hormônio do bem-estar, e eleva a de melatonina, hormônio do sono. Esse desequilíbrio desregula o ciclo circadiano, resultando em fadiga, tristeza e tendência ao isolamento.

 

Justamente nesse período, em que manter o corpo em movimento se torna ainda mais vital, a frequência nos treinos costuma cair. A prática regular de exercícios durante essa época do ano fortalece o sistema imunológico, melhora a qualidade do sono e combate o estresse e a ansiedade.

 

Para explicar as principais dúvidas sobre a atividade física no frio, o Prof. Anderson Téu, personal trainer da Academia Gaviões 24h, rede pioneira no funcionamento 24h no Brasil, destaca mitos e verdades. Confira:

 

“No inverno, o corpo gasta mais calorias durante os exercícios”

Verdade!

 

“Em temperaturas mais baixas, o organismo trabalha mais para manter a temperatura corporal estável. Esse processo eleva o gasto energético basal, o que pode potencializar o consumo de calorias durante as atividades físicas”, afirma.

 

“Treinar no frio é perigoso para a saúde”

Mito!

 

“Desde que tomados os cuidados necessários, o treino no frio é totalmente seguro. É fundamental caprichar no aquecimento, principalmente nas extremidades, e manter a hidratação antes, durante e após o exercício”, pontua o professor.

 

“O aquecimento se torna ainda mais importante nesta época do ano”

Verdade!

 

“Com o frio, os músculos e as articulações tendem a ficar mais rígidos. Por isso, dedicar alguns minutos a um bom aquecimento prepara o corpo para o esforço, melhora a mobilidade e reduz significativamente o risco de lesões”, destaca.

 

“No frio sentimos menos sede”

Mito!

 

“Embora a sensação de sede diminua, o corpo continua perdendo líquidos pela transpiração e pela respiração durante a atividade física. A desidratação pode ocorrer mesmo em dias frios, comprometendo o desempenho e a recuperação muscular”, afirma Anderson.

 

“Exercícios ajudam a fortalecer a imunidade”

Verdade!

 

“A prática regular e equilibrada de exercícios está diretamente associada à melhora da resposta imunológica. Somada a hábitos saudáveis, ela ajuda a prevenir doenças comuns do inverno, como gripes e resfriados, além de melhorar a saúde cardiovascular, o fortalecimento muscular e o equilíbrio emocional”, ressalta.

 

Para quem está acostumado ao clima caloroso, treinar no frio pode ser um desafio, exigindo pequenos ajustes na rotina para garantir a eficácia e a segurança dos treinos. Segundo o especialista, escolher os horários mais amenos do dia, ajustar a intensidade do exercício e fazer pausas longas são adaptações que garantem uma prática segura e eficiente.

 

Sobre a Academia Gaviões 24h

 

Com mais de cinco décadas de trajetória, a Academia Gaviões 24h é pioneira no modelo de funcionamento 24 horas no Brasil. Presente no franchising desde 2019, a rede conta com 100 unidades em operação, atende cerca de 380 mil alunos e vem estruturando um modelo de expansão baseado em governança, inteligência de mercado e sustentabilidade financeira.

 

Esse movimento ganha escala com o plano Legacy 2030, que projeta 300 novas unidades até o final de 2026, com foco na expansão em regiões estratégicas do Brasil e no avanço internacional. A marca se posiciona como uma plataforma de investimento no segmento fitness, com operação validada e suporte especializado ao franqueado. As unidades seguem um padrão operacional que integra equipamentos de alta performance, portfólio completo de aulas e uma jornada de atendimento orientada à retenção e à experiência do aluno.

Saúde & Bem-estar

Seu rosto está cansado ou sua rotina está aparecendo na pele?

Estresse, noites mal dormidas e excesso de telas compromete a regeneração da pele e podem acelerar o envelhecimento antes mesmo dos primeiros sinais da idade

 

Dormir pouco deixou de ser exceção para se tornar parte da rotina de milhões de brasileiros. Ao mesmo tempo, passamos cada vez mais horas diante de celulares, computadores e tablets, muitas vezes até poucos minutos antes de dormir. Essa combinação, somada ao estresse constante, vem produzindo efeitos que vão além da saúde física e mental: ela também começa a aparecer no espelho.

 

Nos consultórios, cresce o número de pessoas que procuram atendimento incomodadas com um aspecto permanentemente cansado.
Olheiras mais marcadas, perda de luminosidade, flacidez precoce, linhas de expressão e uma pele sem viço nem sempre estão relacionados apenas ao envelhecimento natural. Muitas vezes, refletem uma rotina marcada por poucas horas de sono, excesso de trabalho, alimentação inadequada e altos níveis de estresse.

 

“A pele é um dos primeiros órgãos a refletir aquilo que acontece dentro do organismo. Quando o corpo passa por períodos prolongados de estresse e privação de sono, ele entra em um estado de inflamação persistente que compromete a regeneração celular e acelera o envelhecimento cutâneo”, explica a médica Telma Giordani, especialista em saúde da pele e medicina estética.

 

Um dos principais responsáveis por esse processo é o cortisol, conhecido como o hormônio do estresse. Em níveis elevados por longos períodos, ele favorece a degradação das fibras de colágeno e elastina, reduz a capacidade de reparação da pele e intensifica processos inflamatórios, contribuindo para a perda de firmeza e elasticidade.

 

Dormir bem também é cuidar da pele

 

Durante o sono, o organismo ativa importantes mecanismos de reparação celular, produção de colágeno e recuperação dos tecidos. Quando esse processo é interrompido de forma repetitiva, a pele perde parte da sua capacidade de regeneração.

 

“Dormir bem não é apenas descansar. É durante o sono que a pele realiza grande parte do seu processo de reparação. Quando esse ciclo é interrompido de forma frequente, ela perde a capacidade de se recuperar adequadamente, e isso começa a aparecer no rosto”, afirma a médica.

 

Estudos recentes também demonstram que o uso de dispositivos eletrônicos antes de dormir está associado à pior qualidade do sono, maior dificuldade para adormecer e menor tempo de descanso. Embora muitas pessoas atribuam esse efeito apenas à luz emitida pelas telas, especialistas explicam que o maior problema está no hábito de permanecer conectado até tarde, mantendo o cérebro em constante estado de alerta.

 

“Não é apenas a tela que preocupa. Muitas vezes, o problema é responder mensagens, trabalhar ou consumir conteúdos altamente estimulantes até o momento de dormir. O cérebro demora mais para desacelerar e isso compromete um período essencial para a recuperação da pele e de todo o organismo”, ressalta Telma.

 

Cosméticos ajudam, mas não fazem milagres

 

Segundo a especialista, um dos maiores equívocos é acreditar que apenas cremes ou procedimentos estéticos conseguem reverter os sinais provocados por uma rotina desequilibrada.

 

“Hoje sabemos que cuidar da pele vai muito além dos cosméticos. Alimentação equilibrada, atividade física, controle do estresse e uma boa rotina de sono são tão importantes quanto qualquer creme ou procedimento. A medicina estética consegue potencializar resultados, mas ela não substitui hábitos saudáveis.”

 

A boa notícia é que pequenas mudanças podem produzir benefícios significativos ao longo do tempo. Dormir entre sete e nove horas por noite, reduzir o uso de telas antes de dormir, manter uma rotina de atividade física, controlar o estresse e investir em uma rotina de cuidados adequada ajudam a preservar não apenas a aparência da pele, mas também sua saúde e capacidade natural de regeneração.

 

“No consultório, muitas vezes tratamos a pele, mas também precisamos conversar sobre rotina, sono e qualidade de vida. O rosto não revela apenas a passagem do tempo; ele também conta a história dos nossos hábitos. Quando cuidamos do organismo como um todo, a pele responde de forma muito mais saudável e duradoura”, conclui a Dra. Telma.

 

Sobre a fonte

 

Dra. Telma Giordani é médica, palestrante e especialista em saúde da pele e medicina estética. Com 17 anos de experiência, atua com foco em tratamentos personalizados que unem ciência, tecnologia e naturalidade.

 

É criadora do Clube da Pele e uma das principais formadoras de opinião do segmento de beleza e bem-estar no país, reunindo mais de 611 mil seguidores no Instagram e mais de 111 mil no TikTok. Em suas redes sociais, compartilha informações sobre skincare, longevidade, autoestima e qualidade de vida. @dratelmagiordani

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Uma manhã de acolhimento, reflexão e fortalecimento da autoestima com Emi Moraes

Quem participou do evento organizado por Emi Moraes no Du Temps Pour Moi, no Recreio dos Bandeirantes, jamais se esquecerá daquela manhã de domingo, dia 5 de julho, e com certeza voltou para casa outra pessoa

 

Mais leve, tranquila, vendo o universo de forma diferente.

Esse foi o sentimento de todos que se permitiram uma pausa, um cuidado. Era dia de jogo da seleção brasileira pela Copa do Mundo, mas ninguém estava preocupado com isso.

 

O convite feito por Emi Moraes foi o resgate para que as pessoas pudessem pausar, respirar e se reconectar consigo mesmas, se desligarem dos papéis que desempenham todos os dias.

 

Foi uma maravilhosa manhã de acolhimento, reflexão e fortalecimento da autoestima, onde todos tiveram a oportunidade de lembrar de quem realmente são antes do que fazem pelos outros.

 

Um encontro que serviu para os participantes recuperarem confiança, olharem para si com mais gentileza e compreenderem que escolher a si mesmo não é egoísmo. É cuidado, amor próprio, necessidade e dignidade.

 

“Um tempo de reconexão com a gente. É difícil falarmos de nós mesmos e só é possível fluir isso quando a gente se conhece”, explica Emi Moraes.

 

A anfitriã do evento é psicoterapeuta e treinadora comportamental e encontrou seu propósito no momento mais desafiador da própria vida. Ela emagreceu 40 kg e hoje ajuda a resgatar a confiança e a autoestima das pessoas.

 

“Quando você se conecta com a alma, o corpo acompanha. Emagrecer é consequência do reencontro consigo mesma”, afirma.

 

Na foto principal, da esquerda para a direita, Dzyane Chagas, Daniela Andrade, Maximino Perez, Josy Guimarães, Ana Paula Santana, Bárbara Urquiaga e Larissa Rodrigues, Sentadas Emi Moraes e Day Xavier, com registro de Isabelle Danelo.

 

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Manhã de acolhimento, reflexão e fortalecimento da autoestima com Emi Moraes

Para acompanhar o trabalho de Emi, siga o perfil no Instagram: @euemi_moraes ou entre em contato por e-mail [email protected] e pelo WhatsApp: (21) 99512-2170

Conheça também o podcast “Emagreça de dentro para fora” e acesse a página no Facebook: Emilena Moraes Terapeuta.

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Tênis na infância: 4 razões para incentivar a prática entre crianças

Especialista da Fast Tennis explica como a modalidade ajuda crianças a desenvolver habilidades físicas, cognitivas e sociais desde cedo

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 80% dos adolescentes e crianças em idade escolar no mundo não praticam o mínimo recomendado de atividade física. Crianças e jovens de 5 a 17 anos precisam de, pelo menos, 60 minutos diários de atividades físicas de intensidade moderada a vigorosa para garantir o desenvolvimento saudável do corpo e da mente. Muito mais que um esporte, o tênis pode ser uma ferramenta fundamental no desenvolvimento físico, social e emocional das crianças.

 

De acordo com Felipe Garcia, professor de educação física e franqueado da Fast Tennis, rede de franquias de quadras de tênis, incentivar os pequenos na prática dessa modalidade ajuda a despertar hábitos saudáveis e habilidades que eles levarão para a vida toda.

 

 

1 – Desenvolvimento físico e motor completo

 

O tênis é um esporte que combina movimentos rápidos, precisão, agilidade e resistência. Essa dinâmica contribui diretamente para o desenvolvimento da coordenação motora, do equilíbrio e do fortalecimento da musculatura e dos ossos, favorecendo o crescimento saudável das crianças. “Além disso, a prática auxilia no controle do peso corporal, por meio de atividades que combinam exercícios cardiovasculares e de força, e ainda incentiva hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada e a hidratação adequada”, pontua.

 

2 – Estímulo ao foco e à disciplina

 

Por exigir tomadas de decisão rápidas durante as partidas, o tênis ajuda a desenvolver a concentração, habilidade que reflete positivamente no desempenho escolar. “A rotina de treinos ensina comprometimento e constância, enquanto o respeito às regras do jogo fortalece a disciplina. Além disso, o autocontrole necessário para lidar com vitórias e derrotas contribui para o desenvolvimento da paciência e da gestão das emoções, aspectos fundamentais nessa fase da vida”, explica.

 

3 – Inteligência emocional para lidar com desafios

 

Ganhar e perder faz parte do esporte, e também da vida. No tênis, as crianças aprendem a encarar vitórias e derrotas de forma saudável, compreendendo que a competição vai além dos resultados. “O esporte ensina sobre resiliência, superação e evolução pessoal. Ao vivenciar diferentes desafios dentro das quadras, os alunos desenvolvem autoestima, aprendem a estabelecer novos objetivos e fortalecem sua capacidade de enfrentar adversidades”, destaca Felipe.

 

4 – Senso de coletividade e socialização

 

Embora seja frequentemente visto como um esporte individual, o tênis também desempenha um papel importante na construção das relações sociais, especialmente por meio das aulas em grupo. “A convivência com outros alunos favorece o desenvolvimento da comunicação, do respeito, da empatia, da confiança mútua e, principalmente, da amizade. Aprender a torcer pelos colegas e celebrar conquistas coletivas fortalece o senso de pertencimento e comunidade”, conclui.