Saúde & Bem-estar

A relação entre o bruxismo e a apneia do sono

O bruxismo do sono e a apneia obstrutiva do sono estão cada vez mais relacionados na literatura científica e representam muito mais do que problemas dentários

 

Essas alterações podem impactar diretamente a saúde geral, a qualidade de vida e até aumentar o risco de doenças cardiovasculares. O bruxismo caracteriza-se pelo apertamento ou ranger dos dentes durante o sono, causando desgastes dentários, dores musculares, cefaleias, sensibilidade dentária e alterações na articulação temporomandibular.

 

Já a apneia do sono provoca interrupções repetidas da respiração enquanto a pessoa dorme, reduzindo a oxigenação do organismo e comprometendo o descanso profundo.

 

Muitos pacientes apresentam os dois quadros associados. Em diversos casos, o organismo reage às dificuldades respiratórias da apneia através de microdespertares acompanhados de atividade muscular intensa, favorecendo episódios de bruxismo. O resultado é um ciclo silencioso de desgaste físico e emocional.

 

As consequências vão além da cavidade oral. Ronco, fadiga crônica, sonolência diurna, dificuldade de concentração, irritabilidade, ansiedade, hipertensão arterial, alterações metabólicas e aumento do risco de infarto e AVC podem estar relacionados aos distúrbios do sono não tratados.

 

Nesse contexto, o dentista ocupa posição estratégica na linha de frente da prevenção, diagnóstico precoce e tratamento. Durante exames clínicos de rotina, o profissional consegue identificar sinais importantes, como desgastes dentários, fraturas, marcas na língua, alterações musculares e características anatômicas associadas à apneia do sono.

 

Além do diagnóstico inicial e encaminhamento multidisciplinar quando necessário, o cirurgião-dentista pode atuar diretamente no tratamento com aparelhos intraorais, controle do bruxismo, orientação preventiva e acompanhamento contínuo do paciente.

 

Cuidar do sono é cuidar da saúde como um todo. E muitas vezes, os primeiros sinais desse problema aparecem justamente dentro do consultório odontológico.

 

Para acompanhar o trabalho de Dra. Salete, siga o perfil no Instagram: @drasaletecabral, acesse o site www.saletecabral.com.br e LinkedIn: drasaletecabral ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 96408-1563.

 

Sou a Dra. Salete Cabral, dentista, hipnoterapeuta e especialista em odontologia do sono. Acredito que a odontologia vai além da estética e do tratamento clínico. Minha missão é cuidar de pessoas em sua totalidade — restaurando sorrisos, protegendo a saúde e devolvendo noites de sono reparador. Com ciência, sensibilidade e propósito, minha atuação integra técnica e humanidade para transformar não apenas bocas, mas vidas inteiras.

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Andrea Miranda de Siqueira: quando o cuidado com o outro se transforma em caminho profissional

A trajetória de Andrea Miranda de Siqueira sempre esteve ligada à educação

 

Professora, com atuação em cargos de gestão, construiu sua carreira cuidando de pessoas e processos dentro do ambiente escolar. Em 2020, ano marcado pela pandemia, sua história tomou um novo rumo.

 

Após vivenciar situações de assédio moral em uma escola particular, passou a refletir sobre outros caminhos possíveis — onde pudesse exercer, de forma mais profunda, características que sempre fizeram parte de quem é: acolhimento, escuta, disponibilidade e foco no bem-estar.

 

Foi nesse momento que Andrea decidiu estudar psicologia analítica. Mesmo mantendo sua atuação na escola, iniciou uma transição cuidadosa e consistente, ampliando gradativamente os atendimentos clínicos. Hoje, concilia as duas frentes, com um olhar cada vez mais direcionado ao cuidado com a saúde mental.

 

O maior desafio ao longo dessa jornada tem sido a captação de novos pacientes — um processo que exige constância, visibilidade e confiança.

 

Ainda assim, sua motivação diária vem do desejo genuíno de promover saúde mental, bem-estar e ajudar pessoas a encontrarem equilíbrio entre o mundo interno e as exigências do mundo externo.

 

Seu trabalho acontece a partir da escuta clínica, de intervenções cuidadosas e do respeito ao tempo, aos limites e aos processos de cada paciente. Andrea acredita que, ao criar um espaço seguro, facilita para que o outro se escute, se olhe e se fortaleça para promover mudanças possíveis e necessárias.

 

Os momentos mais marcantes de sua trajetória são aqueles em que percebe que o paciente “virou a chave” — alcançando a autoaceitação, sem julgamento ou medo, e encontrando novas formas de enxergar as situações da vida.

 

Andrea define sua trajetória como desafiadora, porém rica em aprendizados. Hoje, além de educadora e psicopedagoga, atua como terapeuta junguiana, com o objetivo de auxiliar o sujeito a compreender quem realmente é, considerando também as mensagens do inconsciente, como os sonhos. Para ela, empreender no cuidado é, acima de tudo, persistir com propósito, estratégia e paciência.

 

Contatos

Whatsapp: (021) 99172-7111

Instagram: @andreasiqueira.terapia

Saúde & Bem-estar

Maio Vermelho reforça importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer bucal

A cirurgiã-dentista Flávia Rabello de Mattos alerta para os sinais da doença e destaca papel da informação e do acompanhamento odontológico preventivo

 

O mês de maio chama atenção para um tema fundamental de saúde pública: a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer bucal. A campanha Maio Vermelho busca conscientizar a população sobre os sinais da doença, fatores de risco e a importância do acompanhamento odontológico regular como forma de ampliar as chances de cura e preservar a qualidade de vida.

 

O câncer bucal pode atingir diferentes regiões da cavidade oral, como língua, gengiva, lábios, céu da boca, bochechas e assoalho bucal. Entre os principais fatores de risco, estão o tabagismo, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, a exposição solar sem proteção nos lábios, a infecção por HPV, além da má higiene bucal e da ausência de consultas preventivas.

 

Segundo a cirurgiã-dentista Flávia Rabello de Mattos, diretora do Centro de Reabilitação Rabello (CORR), no Rio de Janeiro, a informação é uma das principais ferramentas no combate à doença.

 

“Infelizmente, o câncer bucal ainda é diagnosticado, muitas vezes, em estágios avançados, justamente porque os sinais iniciais podem passar despercebidos. Por isso, campanhas como o Maio Vermelho são fundamentais para conscientizar a população sobre a importância do autoexame e das consultas periódicas ao dentista”, afirma.

 

Os sintomas iniciais costumam ser silenciosos e incluem feridas que não cicatrizam por mais de quinze dias, manchas avermelhadas ou esbranquiçadas, sangramentos, rouquidão persistente, dificuldade para mastigar, engolir ou falar, além de nódulos na região do pescoço. A orientação é procurar avaliação profissional diante de qualquer alteração.

 

A especialista destaca que a prevenção continua sendo o principal caminho para reduzir os riscos da doença. “Cuidar da saúde bucal vai muito além da estética. A boca frequentemente apresenta sinais importantes sobre o estado geral do organismo. Consultas preventivas, abandono do cigarro, redução do consumo alcoólico e hábitos saudáveis são atitudes que podem salvar vidas”, ressalta Flávia.

 

Quando identificado precocemente, o câncer bucal apresenta índices significativamente maiores de sucesso terapêutico. O tratamento pode envolver cirurgia, laserterapia, radioterapia, quimioterapia e acompanhamento multidisciplinar, dependendo do estágio da lesão.

 

Para a cirurgiã-dentista, o Maio Vermelho reforça um alerta importante sobre autocuidado e prevenção. “A odontologia moderna conta hoje com recursos avançados para diagnóstico e acompanhamento preventivo. O mais importante é que as pessoas entendam que pequenas mudanças de hábito e revisões periódicas podem fazer toda a diferença no diagnóstico precoce e no sucesso do tratamento”, conclui.

 

Sobre Flávia Rabello de Mattos

 

Localizada há mais de 30 anos na Tijuca, no Rio de Janeiro, a clínica Centro de Reabilitação Rabello (CORR) é dirigida pela cirurgiã-dentista Flávia Rabello de Mattos e se destaca por oferecer uma abordagem integrada e personalizada em reabilitação oral.

 

Flávia é a primeira doutora em Implantodontia do estado do Rio de Janeiro, pós-doutorada em engenharia dos materiais pelo IME-RJ, além de mestre e doutora em odontologia.

 

Site: draflaviarabellodemattos.com.br

@flaviarabellodemattosoficial

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Por que você recupera o peso sempre? Descubra o motivo

O peso baixou, a roupa entrou melhor, a autoestima deu sinal de vida. Você pensou: “agora vai”.

 

Mas, alguns meses depois, tudo começou a voltar. Primeiro os beliscos. Depois a culpa. Depois o peso. E, junto com ele, aquela sensação amarga de estar falhando de novo. Só que talvez você não esteja falhando. Talvez você esteja tentando resolver, com dieta, uma fome que nunca foi de comida.

 

A ciência já mostra que recuperar peso depois de dietas restritivas é muito mais comum do que se imagina. Isso acontece porque a maioria dos métodos olha apenas para o prato, para as calorias, para o treino, para o número na balança. Mas não olha para a mulher que come.
Não olha para a ansiedade que aparece no fim do dia.

 

Para o cansaço de carregar tudo sozinha.

 

Para a raiva engolida.

 

Para a solidão dentro de uma casa cheia.

 

Para a culpa de querer cuidar de si.

 

Existe uma geração inteira de mulheres que aprendeu a suportar mais do que deveria.

 

Mulheres criadas para cuidar, agradar, dar conta, não incomodar, não desabar.

 

E quando a emoção não encontra espaço para sair, muitas vezes ela encontra caminho pela comida.

 

A comida acalma. Distrai. Premia. Silencia. Dá colo por alguns minutos.
O problema é que, depois, vem a culpa. E a culpa faz a mulher prometer que amanhã será diferente. Amanhã começa a dieta. Amanhã corta tudo. Amanhã fecha a boca. Amanhã vira outra pessoa.

 

Mas amanhã chega e a dor continua lá.

 

Porque o que está vazio não é o estômago.

 

A neurociência chama isso de comer emocional. A psicologia entende como uma forma de regulação ou evitação emocional. Mas muitas mulheres chamam simplesmente de fraqueza.

 

E esse é um dos maiores erros.

 

Não é fraqueza.

 

É uma estratégia que um dia funcionou. Em algum momento, comer foi o jeito possível de aliviar o que você não sabia nomear. O corpo aprendeu esse caminho. E, agora, repete.

 

Mesmo quando você não quer mais.
Por isso, emagrecer de forma duradoura exige mais do que força de vontade. Exige consciência. Exige escuta. Exige mudar a pergunta.

 

Em vez de apenas:

 

“O que eu posso comer?”

 

Talvez seja hora de perguntar: “O que eu estou sentindo quando como?”

 

“Que vazio estou tentando preencher?”

 

“Que parte de mim eu venho deixando para depois?”

 

A dieta pode até mudar o seu peso por um tempo, mas só a mudança interna muda a sua relação com a comida, com o corpo e com você mesma.

 

Porque o verdadeiro emagrecimento não começa quando você declara guerra ao prato. Começa quando você para de tratar seu corpo como inimigo e começa a escutar a mulher que ele vem tentando proteger.

 

* Emi Moraes, terapeuta especialista em emagrecimento Comportamental.
criadora do método “Emagreça de dentro pra fora
“Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”

 

WhatsApp: (21) 99512-2170

 

Instagram: @euemi_moraes

 

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Histórias com animais e monstros ajudam crianças a lidar com medo e ansiedade, indica estudo

Pesquisa com 174 pacientes pediátricos mostra que personagens fantásticos e animais humanizados despertam mais interesse durante sessões de contação de histórias

 

Já se sabe que a contação de histórias apresenta resultados positivos para crianças hospitalizadas, mas será que qualquer história produz o mesmo efeito? De acordo com um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, em parceria com a Associação Viva e Deixe Viver, crianças internadas tendem a preferir histórias protagonizadas por animais humanizados e monstros em vez de personagens humanos.

 

 

Entre os livros mais escolhidos estavam histórias protagonizadas por personagens como ratos, elefantes, macacos e criaturas fantásticas. Já títulos cujas capas apresentavam pessoas, adultos ou crianças, foram pouco selecionados, mesmo quando os protagonistas tinham idade próxima à dos pacientes.

 

Entre os livros mais selecionados nas sessões de contação de histórias aparecem obras como O monstro monstruoso da caverna cavernosa, Macaco DanadoO ratinho, o morango vermelho maduro e o grande urso esfomeado e Monstro Rosa. Em comum, esses títulos apresentam personagens expressivos, envolvidos em situações lúdicas ou bem-humoradas.

 

Já narrativas protagonizadas por personagens humanos, como AladimPinóquio ou Malasaventuras – Safadezas do Malasartes, tiveram menor interesse. Segundo os pesquisadores, a preferência por bichos e monstros pode estar associada ao caráter simbólico e imaginativo dessas figuras, que favorecem identificação, humor e distanciamento das situações reais vividas pelas crianças durante o tratamento.

 

De acordo com Márcia Abreu, pesquisadora da Unicamp, a tendência pode estar relacionada ao papel que narrativas fantásticas desempenham na infância, especialmente em contextos emocionalmente delicados. “Personagens não humanos permitem maior distanciamento da realidade imediata e podem ajudar as crianças a lidar com sentimentos comuns durante a hospitalização, como medo, ansiedade e sensação de isolamento”, afirma a especialista.

 

Para os pesquisadores, animais e monstros presentes em livros infantis costumam apresentar comportamentos humanos, como falar, expressar emoções e enfrentar desafios. Esse recurso facilita a identificação das crianças com as histórias, ao mesmo tempo em que preserva um universo imaginativo.

 

Segundo os especialistas, compreender as escolhas das próprias crianças pode ajudar organizações e profissionais de saúde a selecionar melhor os livros utilizados em atividades de leitura em hospitais, ampliando os benefícios emocionais dessas iniciativas.

 

“As preferências observadas contrastam com as escolhas feitas por adultos no mercado editorial. Enquanto nas sessões hospitalares predominam animais e criaturas fantásticas, rankings de vendas de literatura infantil na última bienal destacam obras com temas sociais ou protagonismo humano, muitas vezes selecionadas por pais, educadores ou escolas”, destaca Márcia.

 

Valdir Cimino, fundador da Viva e Deixe Viver, ressalta a importância do estudo. “A pesquisa tem papel fundamental ao demonstrar, com base em dados, os benefícios da contação de histórias para crianças hospitalizadas. Na primeira fase do estudo, foram medidos os níveis de ocitocina, hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, e de cortisol, relacionado ao estresse, comprovando cientificamente a melhora clínica dos pacientes. Esta segunda fase nos ajuda a identificar as literaturas ideais para potencializar os benefícios promovidos pela leitura”, finaliza.

 

Metodologia – A pesquisa analisou as reações e escolhas de leitura de 174 crianças entre 6 e 10 anos internadas no Hospital de Clínicas da Unicamp, em Campinas, e no Hospital da Criança da Rede D’Or São Luiz, em São Paulo. Durante sessões de cerca de 30 minutos de contação de histórias, os participantes puderam escolher quais livros desejavam ouvir a partir da apresentação das capas e de um breve resumo do enredo.

 

Sobre a Associação Viva e Deixe Viver: Fundada em 1997 pelo paulistano Valdir Cimino, a Associação Viva e Deixe Viver é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) pioneira em diversas frentes e políticas públicas. Por meio da arte de contar histórias, forma cidadãos conscientes da importância do acolhimento e de elevar o bem-estar coletivo, a partir de valores humanos como empatia, ética e afeto.

 

A entidade também é referência em educação e cultura, por meio da promoção de atividades de ensino continuado. Nesse sentido, conta com o canal Viva e Eduque, espaço criado para a difusão cultural, educacional e gestão do bem-estar para toda a sociedade. Hoje, além dos 601 fazedores e contadores de histórias voluntários, que visitam regularmente 89 hospitais espalhados pelo Brasil, a Associação conta com o apoio das empresas UOL, Pfizer, Instituto Helena Florisbal e Instituto PENSI, além da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

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Primeiro Spa Boutique Materno do Brasil terá programação especial no próximo dia 26

O Du Temps Pour Moi, localizado no Recreio dos Bandeirantes, terá uma programação especial no dia próximo dia 26, das 14h às 17h

 

Os destaques dessa data serão práticas de autocuidado focadas em relaxamento, alívio do cansaço e equilíbrio corporal, com presenças confirmadas de especialistas convidadas.

 

Como o primeiro Spa Boutique Materno do Brasil, o espaço oferece um diferencial único: acolhimento especializado para crianças, permitindo que as mães relaxem enquanto seus filhos participam de atividades personalizadas sob supervisão.

 

O que esperar no dia:

 

• Práticas para descompressão e bem-estar

• Um bate-papo sobre como alinhar corpo, mente e imagem

  • • Meditação e respiração guiada com óleos essenciais no tapete de yoga
  • • Massagens de colo, cervical, face e couro cabeludo
  • • Ritual de descanso para as pernas
  • • Aromaterapia
  • • Design de sobrancelhas
  • • Coffee break

 

  • Acolhimento infantil

Enquanto você se cuida, a criança é acolhida em um espaço seguro com monitoramento por câmera opcional.

 

Como participar?

O evento é aberto ao público, mas o agendamento prévio é recomendado para garantir sua vaga.

 

Local

Rua Senador Ruy Carneiro, 180 – Loja A, Recreio dos Bandeirantes.

 

Agendamento

Pode ser feito via direct no @dutempspourmoi.br ou pelo WhatsApp (21) 99603-8866.

 

 

Quem são as especialistas convidadas?

 

@larissarodriguess – Consultora de imagem e posicionamento, ajudando mulheres a fortalecer em sua presença e conquistar em novas oportunidades.

 

@betateixeira_ – Terapeuta de coach, especialista em autoestima feminina e comunicação autêntica.

 

@silviaspinellicg – Personal trainer,  instrutora de meditação, yoga e analista corporal, há 30 anos atuando no desenvolvimento humano.

 

Você gostaria de saber mais detalhes sobre os valores dos pacotes ou sobre como funciona o espaço kids?

 

Entre em contato!

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Os benefícios da Reeducação Postural Global para saúde de adultos e adolescentes

A RPG é um método fisioterapêutico manual, ativo e progressivo, voltado para a avaliação e tratamento das alterações musculoesqueléticas e posturais

 

Seu principal objetivo é reorganizar o alinhamento corporal por meio do alongamento global das cadeias musculares encurtadas, promovendo equilíbrio biomecânico, melhora funcional e redução da dor.

 

O método considera que os músculos trabalham de maneira interdependente, formando “cadeias musculares”. Assim, uma retração muscular em determinada região pode gerar compensações e sintomas em outras partes do corpo. Dessa forma, a RPG busca tratar a causa do problema e não apenas os sintomas apresentados pelo paciente.

 

O tratamento utiliza posturas específicas de alongamento global sustentado, associadas ao controle respiratório e à correção progressiva do alinhamento corporal. O fisioterapeuta conduz microajustes constantes durante a sessão, respeitando os limites do paciente.

 

A RPG é amplamente utilizada no tratamento e prevenção de disfunções musculoesqueléticas. Entre as principais indicações estão:

  • • Lombalgia
  • • Cervicalgia
  • • Hérnia de disco
  • • Escoliose
  • • Hipercifose
  • • Hiperlordose
  • • Alterações posturais
  • • Dores miofasciais
  • • Encurtamentos musculares
  • • Disfunções temporomandibulares
  • • Lesões articulares
  • • Alterações respiratórias
  • • Sequelas neurológicas espásticas.

Agende uma avaliação em casa. Envie uma mensagem pelo Instagram ou Whatsapp.

Tel: (21) 97494-9566

 

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• Tamires Silva Sessa Fisioterapeuta | Gestora do Espaço Fisio Pilates | Sócia Live Home Care.

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Live Home Care: fisioterapia domiciliar humanizada de qualidade

Duas fisioterapeutas, Tamires Sessa e Bruna Cunha, amigas e apaixonadas pelo cuidado ao próximo, fundaram a Live Home Care em 2021 após perceberem a dificuldade de encontrar um serviço de fisioterapia domiciliar sério, humanizado e de qualidade.

 

Com mais de 20 anos de experiência, criaram uma empresa voltada para oferecer atendimento personalizado no conforto de casa, proporcionando mais praticidade, segurança e atenção individualizada aos pacientes.

 

A fisioterapia domiciliar é ideal para idosos, pacientes em recuperação pós-cirúrgica, pessoas com dificuldade de locomoção ou que buscam um cuidado mais próximo e eficiente.

 

A Live Home Care conta com uma equipe especializada para atender todo o Rio de Janeiro, sempre priorizando bem-estar, recuperação funcional, alívio das dores e qualidade de vida.

 

Agende uma avaliação pelo Instagram ou WhatsApp: (21) 97140-9262.

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Autismo em mulheres: diagnóstico costuma chegar apenas na vida adulta

Especialista em psicologia da UNIASSELVI explica como fatores sociais e comportamentais como pressão e adaptação do ambiente no entorno, contribuem para o subdiagnóstico, gerando consequências para vida adulta

 

No Brasil, onde se estima que a população com TEA possa chegar a 2 milhões de pessoas de acordo com último levantamento da Agência IBGE. Esse cenário de subdiagnóstico feminino tem se agravado de forma remanescente. O problema é que fatores sociais e comportamentais, como a pressão para que meninas sejam mais quietas e sociáveis, criam uma cortina de fumaça que esconde os sinais, levando a uma vida inteira de dificuldades não diagnosticadas, como ansiedade e depressão.

 

De acordo com a professora de psicologia da UNIASSELVI, Gabriela Inthurn, a explicação para essa lacuna está na forma como os traços autistas se manifestam socialmente no público feminino. “O grande desafio no diagnóstico feminino é que ele é frequentemente mais sutil e camuflado por um enorme esforço de adaptação social, conhecido como ‘masking’. Muitas mulheres aprendem a imitar comportamentos para se encaixar, o que mascara os traços clássicos do autismo e engana até mesmo avaliadores menos experientes”, pontua a especialista.

 

Esse fenômeno, portanto, é um dos principais responsáveis por uma legião de mulheres que chegam à vida adulta sem respostas. Já o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria, aponta que o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é diagnosticado de três a quatro vezes mais no sexo masculino do que no feminino. Essa disparidade ocorre mesmo que os critérios diagnósticos, ou seja, os sinais observados e os sintomas informados pela pessoa, sejam os mesmos para todos os gêneros, e que o diagnóstico em mulheres tende a ser mais tardio.

 

O peso do “masking”

 

Desde cedo, meninas no espectro aprendem a observar e imitar comportamentos neurotípicos para se encaixarem, tornando-se verdadeiras “atrizes sociais”. Esse processo, muitas vezes inconsciente, envolve um conjunto de estratégias exaustivas: forçar o contato visual mesmo que seja desconfortável, ensaiar conversas mentalmente, suprimir movimentos repetitivos (stims) e imitar expressões faciais de colegas. Embora seja uma tática de sobrevivência para evitar o isolamento e o preconceito, essa performance constante desconecta a mulher de sua identidade autêntica e drena sua energia mental e emocional.

 

“O masking é a tentativa da pessoa autista, especialmente as mulheres, de mascarar os comportamentos autistas. É um conjunto de estratégias que a pessoa utiliza para tentar ocultar ou minimizar comportamentos do transtorno, muitas vezes para evitar julgamentos, e isso pode dificultar o diagnóstico”, pontua Gabriela.

 

Sinais sutis e os impactos na saúde mental

 

Uma das razões para essa dificuldade no diagnóstico está na natureza dos interesses restritos, ou hiperfocos. Enquanto em meninos é comum o foco em temas como dinossauros ou meios de transporte, em meninas, esses interesses podem se voltar para assuntos considerados mais “comuns”, como literatura, artes ou animais, passando despercebidos.

 

O esforço contínuo para se adaptar, somado à falta de um diagnóstico que explique suas dificuldades, tem um custo elevado para a saúde mental. “Um diagnóstico tardio traz prejuízos, independente do gênero, porque em muitos casos a intervenção só acontece após o diagnóstico. A importância da intervenção precoce é sempre comentada na literatura, e quando ela não ocorre pode trazer prejuízo na aprendizagem, nos relacionamentos, na vida profissional do adulto e principalmente na autoestima”, explica a professora.

 

Diagnóstico e seus desafios   

 

O modelo de diagnóstico do autismo foi, por muito tempo, construído a partir de um protótipo masculino. Como consequência, muitos profissionais de saúde não foram treinados para reconhecer as manifestações mais internalizadas ou socialmente camufladas do transtorno em meninas e mulheres. Com isso, os sinais que não se encaixam no estereótipo clássico são frequentemente descartados ou atribuídos a outras condições, como ansiedade, depressão ou transtorno de personalidade, reforçando o ciclo do subdiagnóstico.

 

“Na história do próprio transtorno, os conhecimentos e critérios de diagnóstico estiveram sempre baseados no gênero masculino, que era aquele mais prevalente, levando para que muitos sinais e sintomas sejam ainda baseados no comportamento conhecido como masculino”, afirma a psicóloga.

 

Como buscar ajuda

 

A jornada para o diagnóstico em mulheres adultas geralmente começa com a autoidentificação, muitas vezes impulsionada por relatos e conteúdo em redes sociais. Embora esse movimento de reconhecimento seja um passo inicial importante e validador, a etapa seguinte é crucial: buscar uma avaliação clínica estruturada. O objetivo vai além de confirmar um rótulo; um profissional especializado poderá fazer o diagnóstico diferencial, ou seja, distinguir o TEA de outras condições com sintomas sobrepostos, como TDAH ou transtornos de ansiedade e, principalmente, traçar um plano de suporte terapêutico personalizado.

 

“O diagnóstico de autismo pode ser realizado por um psicólogo ou médico. É recomendado que, ao suspeitar, o adulto ou os pais (no caso de crianças) procurem um profissional da Psicologia para realizar uma avaliação. É importante ressaltar que não existe autodiagnóstico em saúde mental, é preciso que a pessoa passe por uma avaliação de um profissional qualificado”, finaliza a professora.

 

Sobre a UNIASSELVI

 

A UNIASSELVI é uma das maiores instituições de ensino superior do Brasil, com mais de 500 cursos entre Graduação, Pós-Graduação, Técnicos e Profissionalizantes, ofertados nas modalidades presencial, semipresencial e a distância (EAD). Presente em todos os estados brasileiros, conta com mais de 1,3 mil polos e 16 unidades presenciais. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional com nota máxima no Recredenciamento Institucional concedido pelo Ministério da Educação (MEC).

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O “Ano do Sim”: o dia em que dizer “sim” deixou de ser leve e virou necessário

Existe um momento na vida em que você percebe que não está mais dizendo “não” para o mundo. Você está dizendo não para si mesma.

 

E foi exatamente desse lugar que nasceu a vivência “O Ano do Sim”. Ela não surgiu como uma ideia de evento. Ela surgiu como um chamado. Eu e Rose Vieira nos encontramos no mesmo ponto interno: era hora de abrir um campo de cura que não cabia mais só na teoria.

 

Criamos juntas. Sentindo. Escutando. Sendo guiadas.

E o que aconteceu ali… não foi comum.

Não foi um evento. Foi um campo.
Não era sobre assistir. Era sobre se atravessar.

Cacau. Rapé. Apometria. Hipnose. Meditações. Dança.

Mas nenhuma dessas práticas, sozinha, explica.

O que aconteceu foi um encontro com tudo aquilo que estava sendo evitado há anos.

 

E quando isso acontece não existe como sair igual.

A intenção nunca foi “curar”.

Mostrar onde cada pessoa ainda se negava.

Onde repetia padrões.

 

Onde dizia “não” para a própria vida.

Porque o verdadeiro “sim” só nasce quando o “não” é visto e integrado.

O momento em que tudo mudou.

O ponto de virada.

Durante a condução, eu falei de um lugar que não era racional.

Era profundo. Cru. Verdadeiro.

Ali, eu não estava conduzindo.

Eu estava sendo atravessada junto com o grupo.

Na hipnose, acessamos traumas que já estavam no corpo.

E o que veio não foi desespero. Foi liberação.

 

Quando o campo fala, quem conduz também é atravessado

 

Rosi descreve o evento “O Ano do Sim” como uma experiência profunda de transformação e expansão de consciência, que impactou todos os participantes antes, durante e depois do encontro. Ela destaca a liberação emocional, a cura de padrões e a força do trabalho energético vivido no evento.

 

Também ressalta a importância da presença do sagrado masculino, tornando a experiência ainda mais especial, e o impacto das práticas terapêuticas como a apometria e o rapé na reconstrução emocional.

 

Por fim, ela reflete que o encontro trouxe aprendizados essenciais: quem cura também é curado, é fundamental estar em ambientes que fortaleçam a essência, e dizer “sim” para a vida exige reconhecer e sustentar os próprios “nãos”.

 

Quando a resistência é o portal

 

E talvez um dos relatos mais fortes tenha vindo antes mesmo da vivência começar. A participante Camila Paula, 42 anos, compartilhou:

 

“Na semana que antecedeu o retiro, senti medo, ansiedade e até pânico de viajar — o que não é comum pra mim, porque sou tranquila e adoro viajar. Mas permaneci firme e entendi que era algo que eu precisava atravessar para acessar o próximo patamar da minha vida. E foi exatamente isso que aconteceu. O evento me proporcionou vivenciar minha própria medicina em mim — algo que eu já acessava, mas ainda não tinha vivido com profundidade. A cura foi revelada. Meus mentores se fizeram presentes com toda a orientação necessária para o meu crescimento profissional. Saio com amor, gratidão e a certeza de que tudo é exatamente como tem que ser. Os sinais mostram o caminho. Basta acreditar”, disse Camila Paula.

 

A transformação que ninguém esperava

 

Não foi sobre aparência. Foi sobre presença. No início do dia: corpos tensos, olhares cansados, energia retraída.

Ao final: leveza, expansão, olhos brilhando. Mas, acima de tudo: verdade.

Sem máscaras.

Sem performance.

Sem necessidade de se esconder.

 

Então… o que é dizer “sim” para a vida?

Não é sobre aceitar tudo.

Não é sobre positividade.

 

Dizer “sim” para a vida é: parar de fugir do que precisa ser visto
sustentar os próprios “nãos” com maturidade e escolher, conscientemente, viver a própria verdade.

 

Mesmo quando isso exige atravessar desconfortos. Porque, no fim o verdadeiro “sim” não é leve. Ele é honesto. E é isso que liberta.

Quem viveu não volta para o mesmo lugar interno.

 

* Por Emi Moraes – psicoterapeuta especializada em emagrecimento comportamental e criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora”.

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