Saúde & Bem-estar

Dra. Salete Cabral: odontologia com propósito, sorriso, sono e bem-estar

A trajetória da Dra. Salete Cabral é marcada por propósito, dedicação e desejo de transformar vidas

 

Movida pela vontade de cuidar das pessoas de forma completa, ela encontrou na odontologia a porta de entrada para oferecer mais do que tratamentos dentários, mas também autoestima, qualidade de vida e bem-estar emocional. O empreendedorismo surgiu naturalmente, permitindo que seu trabalho fosse humanizado, inovador e integrativo, unindo técnica, tecnologia e olhar individualizado para cada paciente.

 

Ao longo da carreira, Dra. Salete enfrentou o desafio de conciliar excelência técnica com gestão e posicionamento de mercado. Todos os obstáculos serviram de aprendizado, mostrando que empreender exige conhecimento profissional, visão estratégica, coragem e constância. A cada paciente que retorna mais confiante, dormindo melhor ou sorrindo sem vergonha, ela vê a confirmação de que seu esforço valeu a pena.

 

O que a inspira diariamente são as histórias de transformação que acompanha: pessoas recuperando saúde, autoestima, sono de qualidade e confiança. Seu trabalho não se limita a tratar sintomas; Dra. Salete atua em um processo que vai desde a estética do sorriso até condições relacionadas ao sono, como ronco, apneia e bruxismo, sempre buscando as causas e promovendo saúde global. Cada progresso de um paciente reflete diretamente em sua vida pessoal e profissional, tornando o impacto duradouro.

 

“Entre os momentos mais marcantes da minha trajetória, estão os relatos dos próprios pacientes, que descrevem mudanças significativas em suas vidas após os tratamentos”, revelou.

 

Esses depoimentos reforçam o propósito que guia sua carreira e a motivam a evoluir continuamente. Além do cuidado no atendimento, incorpora a hipnose de relaxamento como recurso terapêutico complementar, proporcionando ao paciente uma experiência mais tranquila e segura na cadeira odontológica.A técnica auxilia na redução da ansiedade, do medo e da tensão muscular, favorecendo conforto emocional, colaboração durante os procedimentos e uma vivência mais positiva do tratamento.

 

Hoje, Dra. Salete Cabral é especialista em odontologia do sorriso e do sono, unindo estética, saúde bucal e abordagem integrativa. Com diagnóstico preciso e tratamentos personalizados, promove saúde, autoestima e bem-estar, transformando cuidados em grandes mudanças na vida de cada paciente.

 

Para acompanhar o trabalho de Dra. Salete, siga o perfil no Instagram: @drasaletecabral, acesse o site www.saletecabral.com.br e LinkedIn: drasaletecabral ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 96408-1563.

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Quando o corpo vira mercado: a ascensão das canetas emagrecedoras

Nos últimos meses, as popularmente chamadas canetas emagrecedoras ganharam espaço na mídia e nas redes sociais, tornando-se símbolo de uma nova forma de relacionamento das pessoas com o próprio corpo.

 

O uso crescente desses medicamentos — especialmente a semaglutida e mais recentemente a tirzepatida — reacendeu discussões sobre a influência do mercado de saúde e beleza na construção de padrões e expectativas sociais. Dados da IQVIA mostram que, entre 2023 e 2025, a procura por esses remédios no Brasil aumentou mais de 200%, revelando que o fenômeno ultrapassa a esfera médica e já atinge a cultura e o comportamento da população.

 

Embora esses medicamentos representem um avanço significativo no manejo da obesidade, é evidente que seu uso já ultrapassa, em muitos casos, o propósito estritamente médico. Em um país onde mais da metade dos cidadãos apresenta excesso de peso, segundo dados recentes do Ministério da Saúde, substâncias que diminuem o apetite acabam sendo vistas como uma espécie de solução rápida para um problema que é profundamente multifatorial. O perigo, nesse cenário, é transformar um recurso terapêutico em um item de consumo comum — influenciado por apelos estéticos, estratégias de marketing e narrativas de mudança imediata.

 

A popularização das chamadas canetas emagrecedoras também escancara desigualdades já conhecidas. Enquanto uma boa parte da população esbarra na falta de acesso a serviços básicos de saúde, outra parcela consegue dispor de parte considerável da renda a tratamentos farmacológicos de preço elevado. O corpo, nesse processo, volta a ser tratado como um bem a ser moldado, corrigido e mantido conforme expectativas sociais. Assim, a ideia de saúde acaba sendo substituída por uma busca incansável pela aparência perfeita, o que cria ilusões, pressões e até uma dependência emocional desses medicamentos.

 

Para pessoas que convivem com obesidade grave, esses novos tratamentos podem representar uma transformação significativa na saúde e no bem‑estar. No entanto, quando estes tratamentos passam a ser utilizados como atalhos para a perda de peso rápida, sem orientação do prescritor ou do farmacêutico, deixam de cumprir seu papel clínico e passam a ser tratados quase como produtos estéticos — que não são e, como tal, devem ser usados somente com acompanhamento.

 

Diante desse cenário moderno e preocupante, é imprescindível ampliar a discussão. A saúde não pode ser reduzida a um número na balança ou à rapidez nas mudanças aparentes do corpo. Uma abordagem mais abrangente, que considere alterações nos hábitos de vida, nas condições alimentares e nas atividades físicas se faz fundamental para a volta da estética consciente.

 

Se o corpo passou a ser encarado como um objeto de consumo, talvez a questão mais urgente seja: como recolocar a saúde no centro da conversa em meio a tantas promessas de resultados imediatos?

 

*Trajano Felipe Barrabas Xavier da Silva é Farmacêutico com graduação em Design de Produ

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Mulher mais influente do momento lidera pesquisa inédita contra tetraplegia

Descoberta da polilaminina coloca a UFRJ no centro da medicina regenerativa e abre caminho para testes clínicos no SUS

 

Após mais de 25 anos de dedicação à pesquisa científica, a Dra. Tatiana Coelho de Sampaio, professora e chefe do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, tornou-se um dos principais nomes da medicina regenerativa no país. À frente de uma equipe multidisciplinar, ela desenvolveu a polilaminina, um biomaterial que vem sendo apontado como promissor no tratamento de lesões na medula espinhal.

 

A substância é um polímero criado a partir da laminina, proteína naturalmente presente no organismo humano, especialmente na placenta. Diferentemente de abordagens exclusivamente paliativas, a polilaminina atua como uma malha regenerativa no local da lesão, estimulando a reconexão de neurônios e protegendo células ainda viáveis após o trauma.

 

A trajetória da pesquisadora começou em 1998, marcada por desafios estruturais comuns à ciência brasileira, como a busca contínua por financiamento. Ao longo de quase três décadas, Tatiana Sampaio consolidou estudos experimentais que avançaram da bancada de laboratório para pesquisas aplicadas. O projeto contou com parcerias institucionais, incluindo o laboratório Cristália, além de apoio da FAPERJ e da CAPES.

 

Os resultados preliminares chamaram atenção da comunidade científica ao indicarem melhora funcional em pacientes submetidos ao tratamento experimental. Um dos casos divulgados é o do bancário Bruno Drummond de Freitas, que sofreu lesão medular após um acidente em 2018. Ele recebeu a aplicação de polilaminina durante cirurgia de descompressão e apresentou recuperação progressiva de movimentos ao longo dos meses seguintes.

 

Em janeiro de 2026, o Ministério da Saúde e a Anvisa anunciaram o início dos estudos clínicos de fase 1 para tratamento de Trauma Raquimedular Agudo no âmbito do SUS. A etapa é considerada fundamental para avaliar segurança e eficácia do método antes de eventual disponibilização em larga escala.

 

Especialistas ressaltam que o tratamento ainda está em fase experimental e que os resultados precisam ser confirmados em estudos mais amplos. Ainda assim, a pesquisa liderada por Tatiana Sampaio representa um avanço relevante no campo da regeneração neural. Reconhecida por colegas como referência em biologia da matriz extracelular, a cientista afirma que sua motivação vai além do reconhecimento acadêmico.

 

O foco, segundo ela, é contribuir para devolver autonomia e qualidade de vida a pacientes que enfrentam limitações severas após lesões medulares.Com a polilaminina em fase de testes clínicos, o Brasil passa a ocupar posição estratégica nas pesquisas globais sobre regeneração da medula espinhal, alimentando expectativas cautelosas e renovando a esperança de milhares de pessoas.

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Por que continuamos engordando numa era de canetas milagrosas?

Vamos falar sobre aquilo que todas nós sabemos, mas ninguém tem coragem de dizer em voz alta?

 

Você já perdeu os mesmos 10 quilos várias vezes. Conhece cada dieta pelo nome. Sabe de cor quantas calorias tem tudo. É praticamente uma nutricionista autodidata. E ainda assim, o peso volta. Sempre volta. Agora chegaram as canetas emagrecedoras. Ozempic, Wegovy, Saxenda, a salvação finalmente. Sua prima emagreceu. Sua colega não para de falar dos resultados.

 

E você pensa: “Dessa vez vai ser diferente.” Mas deixa eu te contar algo: a caneta pode até emagrecer seu corpo. Mas ela não vai mudar a razão pela qual você engordou. Estudos mostram que entre 8 e 20 semanas após parar essas medicações, o peso volta. Um estudo com 800 mulheres descobriu que elas recuperaram dois terços do peso perdido em um ano.

 

A questão é: por que você acha que emagreceu? Você emagreceu porque a caneta bloqueou sua fome. Ponto. Mas o que mudou de verdade dentro de você? Você continua sendo a mesma mulher que abre a geladeira quando está ansiosa. Continua compensando frustração com comida, celebrando conquistas com comida, anestesiando dor com comida.

 

A única diferença é que agora você tem um remédio fazendo o trabalho que deveria ser feito por você. E quando o remédio acaba? Você já sabe o que acontece.

 

O problema não é peso, é emoção 

 

Aquela fome das 23h depois de um dia estressante? Não é fome. É ansiedade procurando alívio. Aquele impulso de comer chocolate quando se sente sozinha? Não é fome. É solidão procurando companhia. Aquela compulsão de devorar tudo quando “já comeu besteira mesmo”? Não é fome. É perfeccionismo quebrado procurando punição.

 

Para você, a comida nunca foi apenas nutrição. É amor que você não recebeu. É raiva que não expressou. É controle quando tudo parece caótico. E sabe qual é a parte mais importante? Isso não é culpa sua. Ninguém te ensinou a sentir raiva sem culpa. Ninguém te ensinou que você pode estar ansiosa e não fazer nada além de respirar e esperar passar.

 

O que te ensinaram foi: “Está triste? Toma um doce que passa.” Comida virou solução para tudo. O problema é que você usa comida para resolver problemas que a comida não resolve. E a caneta emagrecedora também não resolve.

 

“Eu não tenho controle.”

 

“Eu sempre falho.”

 

“Todo mundo consegue, menos eu.”

 

Essas crenças foram construídas em cada dieta abandonada. Em cada promessa de segunda quebrada na quarta. Em cada vez que você não gostou do que viu no espelho. E sabe o problema? Elas se tornam profecias autorrealizáveis.

 

Você acredita que vai falhar, então nem tenta de verdade. E quando o peso volta depois da caneta, essas crenças são reforçadas. “Viu? Eu sabia. Nada funciona comigo.” Mas e se eu te disser que você está apenas usando as ferramentas erradas para resolver o problema certo?

 

Um estudo da Universidade de Copenhague dividiu mulheres em dois grupos: um só usou medicação, outro combinou com exercícios. Um ano depois de parar a medicação? O grupo que só usou medicação recuperou quase todo o peso. O grupo que fez exercícios manteve a maior parte da perda.

 

Mas não é só sobre exercício. É sobre mudança real de estilo de vida. Criação de novos hábitos. Construção de nova identidade. Aquelas mulheres haviam mudado por dentro.

 

A transformação que faz diferença

 

Se você está usando canetas, use com suporte médico. Mas não ache que a química vai resolver o que só a regulação emocional resolve. Comida não é amor. Não é recompensa. Não é punição. Não é solução para problema emocional.

 

Comida é comida. Nutrição. Prazer consciente quando você tem fome de verdade. Quando você internaliza isso de verdade, tudo muda. Sabe a diferença entre mulheres que mantêm o peso e mulheres no efeito sanfona?

 

Não é genética. Não é metabolismo. Não é sorte. É a transformação interna.

 

As mulheres que mantêm o peso fizeram trabalho profundo de:

 

• Reconhecer e processar emoções sem usar comida

 

• Desconstruir crenças limitantes

 

• Desenvolver compaixão própria ao invés de autocrítica

 

• Ressignificar o papel da comida

 

Isso não acontece com injeção semanal. Acontece com trabalho consciente, consistente e, às vezes, doloroso. Segredo: você não precisa ser perfeita. Não precisa nunca mais comer por emoção.

 

Você só precisa ser melhor do que era ontem. Reconhecer quando está comendo por emoção e, ao invés de se punir, perguntar: “O que está acontecendo comigo agora?”

 

O processo não é linear. Você vai ter dias incríveis. E dias em que desaba. Ambos são válidos.

 

A diferença é que agora você está consciente. Não está no piloto automático. Está aprendendo, processando, evoluindo. Você não precisa de mais uma dieta. Você não precisa de mais uma promessa milagrosa. Você precisa de transformação. O problema nunca foi você. Nunca foi falta de força de vontade. Nunca foi preguiça. A caneta pode emagrecer o corpo. Mas só você pode alimentar a alma. E quando você alimenta a alma, o corpo segue.

 

* Emi Moraes é psicoterapeuta, especialista em emagrecimento comportamental e criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora”. Perdeu 40kg e mantém o peso há anos através das técnicas que ensina. Sua missão é ajudar mulheres a se libertarem do ciclo de dietas.

 

Instagram: @euemi_moraes

 

Áudios motivacionais gratuitos: clique aqui!

 

“Programa Além da Balança”: 21 dias de transformação comportamental.

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Como montar um kit de regulação sensorial para foliões neurodivergentes

Música alta, cores intensas, calor e grandes aglomerações: o Carnaval reúne estímulos auditivos, visuais e táteis ao mesmo tempo.

 

Para pessoas neurodivergentes — especialmente dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA) — esse cenário pode aumentar o risco de sobrecarga sensorial e desregulação emocional. Para apoiar famílias e cuidadores, a equipe do Próximo Degrau orienta a montagem de um kit de regulação sensorial, com itens simples que ajudam a tornar a experiência mais segura e confortável.

 

“A inclusão no Carnaval passa por antecipação e suporte sensorial. Pequenos ajustes podem reduzir gatilhos e favorecer a autorregulação, sempre respeitando limites individuais”, explica Ana Maria, Gerente ABA do Próximo Degrau.

 

O que é e para que serve o kit de regulação sensorial

 

O kit de regulação sensorial é um conjunto de recursos pensado para minimizar impactos sensoriais e oferecer alternativas de autorregulação durante eventos de alta estimulação — como blocos e festas de rua.

Itens recomendados para o kit

 

• Abafadores de ruído

 

Diferentemente de fones comuns, modelos com redução de decibéis ajudam a proteger contra hipersensibilidade auditiva sem isolar totalmente do ambiente.

 

Ferramentas de auto regulação (feedback tátil)

 

Objetos como pop-its, spinners e itens com diferentes texturas podem auxiliar na organização sensorial e na redução de ansiedade ao oferecer um estímulo previsível.

 

Óculos de sol com proteção UV

 

Luzes intensas, reflexos e efeitos visuais podem gerar desconforto. Óculos adequados ajudam no conforto visual.

 

Conforto térmico e tátil

 

Hidratação constante, borrifador de água e roupas de tecido natural (como algodão) são aliados importantes. Fantasias com tecidos sintéticos, etiquetas e costuras rígidas podem causar desconforto tátil.

 

A recomendação é que o kit seja apresentado antes do evento, em ambiente controlado, para familiarização. “Quando o recurso já faz parte da rotina, ele tende a ser aceito com mais facilidade no momento da folia”, completa Ana Maria.

 

Identificação e segurança em grandes eventos

Em ambientes lotados, o risco de desencontro aumenta — principalmente para crianças que podem apresentar comportamentos de fuga ou deambulação. Algumas medidas preventivas incluem:

 

Identificação visual imediata

 

Pulseiras com nome e telefone do responsável. Para crianças não verbais, incluir mensagens como “Sou autista” e “Posso não responder a comandos verbais”.

 

Tecnologia assistiva

 

Dispositivos de localização (AirTag/GPS) presos ao calçado ou em bolso interno permitem monitoramento pelo celular.

• Cartões de comunicação
Para quem usa comunicação alternativa, levar uma versão física plastificada com frases curtas: “Estou perdido”, “Quero minha mãe”, “Preciso de silêncio”.

 

Foto do dia

 

Registrar uma foto atual com a roupa do momento antes de entrar no bloco facilita a busca em caso de desencontro.

Carnaval também pode ser de baixo estímulo

 

O Próximo Degrau reforça que a inclusão não significa participação obrigatória em todos os eventos. Para muitas pessoas neurodivergentes, silêncio, previsibilidade e rotina são fatores centrais de bem-estar. Alternativas como Carnavais de baixo estímulo, sessões adaptadas e atividades em casa podem ser opções mais seguras para diversas famílias.

 

“Garantir o direito de escolher onde estar — e como vivenciar o lazer — também é inclusão”, finaliza Ana Maria.

 

Sobre o Próximo Degrau

 

Com sede em Alphaville, o Próximo Degrau é reconhecido por seu trabalho de excelência no atendimento a crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista e outros perfis neurodivergentes. O centro oferece intervenções personalizadas, apoio contínuo às famílias e investe no desenvolvimento técnico e humano dos profissionais que atuam na instituição.

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Quais são os melhores exercícios físicos para cada fase do ciclo menstrual?

Treino de força ou aeróbico? Qual estilo escolher? Especialistas em fitness e saúde feminina explicam a seguir

 

Na internet, há muitas informações sobre como adaptar o treinamento às fases do ciclo menstrual. “Embora algumas afirmações possam ser exageradas, é verdade que as mudanças hormonais podem influenciar o desempenho e como cada mulher se sente ao treinar”, afirma Kelly Sierra, nutricionista especializada em saúde hormonal e nutrição esportiva.

 

Contudo, ela ressalta: “Em mulheres com um ciclo hormonal saudável, não é estritamente necessário modificar o treinamento em todas as fases. Apenas em dias específicos, quando há mais desconfortos, como na fase menstrual ou lútea, pode ser útil ajustar a intensidade ou a carga”.

 

Existem opções de adaptação do treinamento (sempre sob supervisão de um especialista) que podem ser benéficas em casos específicos. Por exemplo, para lidar com sintomas como dor, alterações de humor, cansaço e insônia. A seguir, detalhamos as opções.

 

Conheça seu ciclo: registre sensações físicas e emocionais

 

Como saber em qual fase do ciclo estamos?

 

“Muitas mulheres têm dificuldade em identificar a fase do ciclo menstrual em que estão, pois não conseguem relacionar mudanças físicas e emocionais com as etapas do ciclo”, explica a treinadora Paula Godoy García, graduada em Ciências do Esporte.

 

Ela acrescenta: “O mais simples é observar mudanças no fluxo vaginal, maior sensibilidade nos seios ou alterações de humor. Para mulheres esportistas, pode haver mais indicadores, como sensação de cansaço ou fadiga precoce, especialmente durante a menstruação, devido à perda de sangue e, em algumas mulheres, sinais de anemia causados pela redução de ferro.”

 

Laura Carreño Fernández, treinadora especializada em mulheres, destaca: “A chave para entender seu corpo é aprender a ouvi-lo. Recomendo registrar sensações físicas e emocionais: nível de energia, emoções, resposta física ao treino, tipo de fluxo. Por exemplo, é comum sentir-se mais enérgica após a fase menstrual e menos disposta após a ovulação.”

 

Porém, é importante lembrar que nem todas as mulheres passam pelas mesmas mudanças. “Por isso, é essencial adotar um enfoque individualizado para monitorar a influência do ciclo menstrual no treinamento, sem generalizações, mas compreendendo características gerais de cada fase”, afirma Mario Cañizares, gerente de atividades no David Lloyd Málaga.

 

Fases do ciclo menstrual e os treinos mais indicados

 

• Fase folicular (antes da ovulação)

 

Características: Níveis de estrogênio e testosterona começam baixos, mas aumentam progressivamente, resultando em mais energia e força.
Treino recomendado
Priorize treinamento de força, com aumento gradual de volume e intensidade. Inclua exercícios de alta intensidade (HIIT) e tarefas coordenativas. Nesta fase, a capacidade de recuperação muscular é maior.

 

• Fase ovulatória (liberação do óvulo)

 

Características: Pico de estrogênio e testosterona, proporcionando força e explosividade.
Treino recomendado
Treinamento com pesos e cargas mais altas. Ajuste o volume caso sinta desconfortos, como inchaço ou sensibilidade. Mantenha consistência, mesmo que diminua a intensidade.

 

• Fase lútea (após a ovulação)

 

Características: Progesterona predomina, energia e força ainda elevadas, mas com tendência a redução na segunda metade da fase.
Treino recomendado
Foque em força-resistência e ajuste a intensidade conforme necessário. Inclua treinamento aeróbico (spinning, caminhadas, HIIT). Atividades leves como yoga ou pilates podem ajudar a equilibrar o corpo.

 

• Menstruação

 

Características: Níveis de estrogênio e progesterona são os mais baixos, sintomas variam entre mulheres.
Treino recomendado
Reduza a intensidade, mas mantenha alguma atividade, se sentir-se bem. Exercícios leves (caminhadas, yoga) podem aliviar sintomas como dor abdominal e inchaço. Escute seu corpo: descanse se necessário ou adapte as cargas.

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Após diagnóstico de depressão, casal cria projeto que alia carreira e qualidade de vida

Os mentores Mauro e Fabiana Koch passaram por diagnósticos de depressão e burnout, o que os levou a viver uma experiência de um ano em dez países diferentes, enquanto continuaram trabalhando de forma remota

 

A depressão nem sempre surge depois de uma grande tragédia ou crise. Ela pode aparecer mesmo quando tudo parece estar no lugar — carreira consolidada, rotina saudável e sucesso financeiro. Foi exatamente nesse contexto que Mauro e Fabiana Koch receberam os diagnósticos de depressão e burnout em 2024, o que se transformou no ponto de partida para uma jornada por dez países em busca de saúde mental e reconexão.

 

Com a estrada, vieram aprendizados que já estão se transformando em temas de palestra e também em um canal no YouTube, para documentar não o roteiro, mas os aprendizados da viagem. O casal trabalha com mentoria de carreira e palestras há 17 anos, e sempre teve paixão por viajar e conhecer novas culturas.

 

Depois de muito planejamento, eles partiram em dezembro de 2024, sem saber ao certo quando voltariam. A maior parte dos móveis e pertences em Jaraguá do Sul, cidade onde moravam, foram vendidos, e os clientes da Fique Bem, empresa que tocam juntos, foram avisados de que o atendimento passaria a ser on-line.

 

“Os clientes entenderam e até mesmo as pessoas que compravam nossas coisas sentiam que estavam ajudando o projeto de alguma forma”, explica Fabiana.

 

Mauro conta que a ideia era fazer uma viagem estendida quando chegassem aos 60 anos, mas com a saúde mental em cheque, decidiram antecipar.

 

“Nós sempre tivemos essa vontade de viajar pelo mundo e conhecer lugares novos. Quando viajamos, nós gostamos de utilizar transporte público e conhecer restaurantes que os locais frequentam, justamente para estarmos inseridos na cultura. Com o diagnóstico, vimos que ainda estávamos com condições físicas aos 52 anos e sentimos que era o momento. Os nossos filhos já tinham saído de casa, o que também contribuiu para a decisão”, explica.

 

Cada país teve uma contribuição para a experiência. No Canadá, o casal pegou pela primeira vez temperaturas extremas de até -30ºC, o que os ajudou a curar da estafa e a dormir 10 horas por noite. Eles fizeram o caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, onde levaram 31 dias para andar quase 800 km a pé. Passaram por lugares que sonhavam em visitar, como Grécia e Bali, e também foram para outros locais apenas para visitar amigos, fazendo com que a viagem também fosse pelas pessoas.

 

O casal decidiu que era hora de voltar no final de 2025, após um ano da partida. “O que fizemos não foi turismo, porque a gente foi com esse olhar de aprender, de vivenciar as culturas. O objetivo do canal no YouTube não era ser guia turístico, mas falar do que aprendemos com o caminho efetivamente”, conta Fabiana.

 

Hoje eles seguem tocando a empresa de forma presencial e on-line. “Percebemos cada vez mais que o material tem que nos servir e não nós servirmos ao material, sermos escravos dele. Fazer escolhas conscientes, essa é a grande mensagem que queremos passar para as pessoas”, finaliza Mauro.

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Entre a festa e a saúde: cuidados essenciais no Carnaval 2026

Especialistas do São Cristóvão Saúde ensinam a aproveitar a festa, sem riscos à saúde

 

O Carnaval é marcado por calor intenso, longas horas de festa, consumo de bebidas alcoólicas e mudanças na rotina alimentar. Esse cenário exige atenção especial à saúde, principalmente no que diz respeito ao coração, à hidratação e à alimentação. Especialistas alertam que alguns excessos comuns durante a folia podem trazer riscos sérios ao organismo.

 

Mistura de álcool e energéticos preocupa especialistas

 

O consumo de bebidas alcoólicas e energéticas cresce no Brasil, especialmente em períodos festivos. De acordo com o cardiologista do São Cristóvão Saúde, Dr. Fernando Barreto, a combinação dessas bebidas é especialmente perigosa. O consumo regular de energéticos aumenta a frequência cardíaca e a pressão arterial, elevando o risco de arritmias. Já o álcool em excesso está associado à hipertensão, insuficiência cardíaca e arritmias como a fibrilação atrial. Pequenas quantidades podem ser toleradas em pessoas saudáveis, mas não existe um consumo universalmente seguro”, explica.

 

As bebidas energéticas, ricas em cafeína e estimulantes, podem causar taquicardia, aumento da pressão arterial, ansiedade, irritabilidade, insônia e tremores. Em casos mais graves, há risco de arritmias e convulsões, especialmente em pessoas predispostas. 

Segundo o cardiologista, a associação entre álcool e energéticos é comum em festas e blocos, mas representa um risco adicional. “Os energéticos mascaram a sensação de embriaguez, levando a pessoa a beber além do limite sem perceber os sinais de intoxicação. Isso aumenta significativamente o risco de intoxicações graves e acidentes”, alerta. 

 

Alimentação adequada ajuda a manter energia e evitar a ressaca 

 

Durante o Carnaval, pular refeições ou optar por alimentos pouco nutritivos pode comprometer o bem-estar. A coordenadora de nutrição e dietética do São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, reforça que manter uma alimentação equilibrada é essencial para garantir disposição ao longo da folia.

 

Nosso corpo precisa estar bem alimentado para fornecer energia suficiente durante os dias de festa, afirma. A orientação é evitar longos períodos de jejum e apostar em carboidratos integrais, proteínas e gorduras saudáveis. No café da manhã, combinações como pão, ovo, frutas e café com leite ou iogurte natural ajudam a começar o dia com energia. Já no almoço e no jantar, saladas, legumes e verduras são fundamentais para o aporte de vitaminas e minerais. 

 

O consumo de álcool também impacta diretamente a hidratação. Por isso, Cintya recomenda intercalar bebidas alcoólicas com água. “Recomendo beber 200 ml de água a cada 200 ml de bebida alcoólica, assim mantemos a hidratação e evitamos a embriaguez e a ressaca no dia seguinte”, orienta.

 

Para reduzir os efeitos do álcool, além da água, água de coco e isotônicos ajudam a repor sais minerais. Frutas ricas em água, como melancia, melão, morango e abacaxi, auxiliam na hidratação e na recuperação do organismo. Chás de hortelã ou gengibre e água com limão também favorecem a digestão e aliviam náuseas. “Com ingredientes naturais, todos têm seus benefícios e podem ser escolhidos de acordo com a preferência, explica. 

 

Desidratação: sinais de alerta durante a folia 

 

Com calor, suor excessivo e consumo de álcool, o risco de desidratação aumenta significativamente no Carnaval. Cintya Bassi, explica que a desidratação ocorre quando há baixa disponibilidade de água no organismo e pode trazer consequências graves, por isso, a recomendação é de 35 a 40ml por kg de peso.  

 

Entre os principais sinais estão: sede exagerada, boca e pele seca, olhos fundos, diminuição da sudorese, cansaço, dor de cabeça e tontura. Em casos mais graves, pode haver queda da pressão arterial, perda de consciência, convulsão, coma, falência de órgãos e até morte.

 

A especialista reforça ainda a importância de começar o dia se hidratando. Durante o sono, o organismo consome muita água e já acordamos desidratados. O ideal é ingerir pelo menos 500 ml de água ao acordar, orienta. 

Com atenção à hidratação, alimentação adequada e consumo consciente de bebidas, é possível aproveitar a folia com mais segurança e reduzir os riscos à saúde. 

 

Sobre o Grupo São Cristóvão Saúde 

 

Administrado pela Associação de Beneficência e Filantropia São Cristóvão, o Grupo São Cristóvão Saúde possui 10 Unidades de Negócio, que englobam: Hospital e Maternidade, Plano de Saúde, Centros Ambulatoriais, Centro Cardiológico, Centro Laboratorial (CLAV), Centro Endogástrico (CEGAV), Centro de Atenção Integral à Saúde (CAIS I e II), Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP Dona Cica) e Filantropia.

 

Referência em saúde, na cidade de São Paulo, a Instituição completou 113 anos em dezembro de 2024. O Grupo promove uma grande modernização e expansão em sua estrutura física e tecnológica, investindo em equipamentos, certificações e profissionais qualificados. Atualmente, o complexo hospitalar conta com 309 leitos, além de oito Centros Ambulatoriais, que realizam milhares de consultas, proporcionando qualidade assistencial às mais de 165 mil vidas do Plano de Saúde e 28 mil vidas do Plano Odontológico.  

 

O Grupo São Cristóvão Saúde tem como Presidente/ CEO o Engº Valdir Pereira Ventura, responsável pelas Unidades de Negócio e, desde 2007, atuando à frente das decisões Institucionais.

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A história da terapeuta Emi Moraes: uma jornada de transformação

A história de Emi Moraes mostra que emagrecer vai muito além da balança. Terapeuta e treinadora comportamental, ela encontrou seu propósito no momento mais desafiador da própria vida. Antes disso, seu caminho era outro: formada em Engenharia de Materiais, com mestrado no ITA e início de doutorado na UFRJ, vivia em um universo de lógica e processos, até que a maternidade começou a redirecionar seus passos. O ponto de virada veio após seu segundo aborto.

 

Fragilizada e cansada da luta contra o próprio corpo, Emi iniciou um processo profundo de autoconhecimento e mergulhou em formações terapêuticas, como Terapia Holística, estudos de comportamento humano, inteligência emocional, neurociência aplicada e práticas integrativas. Foi aí que descobriu que o problema nunca foi a comida, mas emoções reprimidas. Ao transformar crenças, padrões automáticos e dores antigas, o corpo respondeu: a compulsão diminuiu, a ansiedade acalmou e ela emagreceu 36kg, mantendo o resultado.

 

Dessa vivência, nasceu o Finalmente Magra, programa criado por Emi para guiar outras mulheres no processo de emagrecer de dentro para fora. Ele integra mentalidade, regulação emocional, estratégias comportamentais e espiritualidade, oferecendo muito mais do que perda de peso: devolve autoestima, liberdade e poder pessoal.

 

Hoje, aos 48 anos, Emi vive sua melhor fase e é referência em emagrecimento emocional. Seu propósito é ajudar mulheres 40+ a conquistarem a mesma libertação que transformou sua vida. Para ela, emagrecer não é o fim: é o reencontro com quem você realmente é.

 

“Quando você se conecta com a alma, o corpo acompanha. Emagrecer é consequência do reencontro consigo mesma”, afirma a terapeuta.

 

Para acompanhar o trabalho de Emi, siga o perfil no Instagram: @euemi_moraes ou entre em contato por e-mail [email protected] e pelo WhatsApp: (21) 99512-2170

Conheça também o podcast “Emagreça de dentro para fora” e acesse a página no Facebook: Emilena Moraes Terapeuta.

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Canetas emagrecedoras: as perguntas que você deve fazer ao médico antes de começar a usar

De indicações reais a riscos pouco falados, um guia para entender quando o tratamento faz sentido, o que ele pode entregar e quais limites existem

 

Nos últimos anos, os novos remédios para obesidade, conhecidos como canetas emagrecedoras, caíram no debate público. Palavras que até pouco tempo causavam estranheza — como Ozempic, Mounjaro, Wegovy, semaglutida e tirzepatida — passaram a fazer parte do vocabulário das pessoas.

 

Os medicamentos são vistos por muitos como um atalho para a perda de peso. Para a medicina, no entanto, as canetas fazem parte do tratamento de uma doença crônica, a obesidade, e exigem avaliação cuidadosa, acompanhamento contínuo e mudanças de estilo de vida para que os benefícios sejam reais e sustentáveis. Antes de iniciar o uso, há perguntas essenciais que precisam ser feitas no consultório.

 

Eu tenho indicação de usar a caneta?

 

De acordo com a bula, as canetas são indicadas para pessoas com IMC a partir de 30 (obesidade) ou acima de 27 quando há comorbidades associadas ao peso, como diabetes tipo 2, hipertensão ou gordura no fígado. Lembrando que o IMC é calculado a partir da divisão do peso pela altura ao quadrado.

Na prática clínica, porém, a avaliação vai além do número da balança. Histórico de ganho de peso, predisposição genética, uso de medicamentos que aumentam o apetite, presença de compulsão alimentar e composição corporal também entram na análise.

 

“Talvez uma pessoa com IMC 26 mas com glicemia de jejum alterada, gordura no fígado e excesso de gordura central possa ter indicação de usar a medicação”, diz a endocrinologista Karen de Marca, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)

 

O que não é indicação: uso para perder três ou quatro quilos, para despachar gordura localizada ou para controlar o peso antes de uma viagem, por exemplo.

 

Quais benefícios posso esperar desses remédios?

 

O principal benefício é a perda de peso, sobretudo por meio de gordura corporal, embora também possa haver perda de massa magra se não houver atividade física adequada. “Além disso, os estudos mostram melhora de parâmetros metabólicos como glicemia, colesterol, pressão arterial e redução da gordura no fígado”, aponta de Marca.

 

Há ainda benefícios indiretos: melhora da disposição para atividade física, da autoestima e, no caso da tirzepatida, redução da gravidade da apneia do sono. A longo prazo, a perda de peso sustentada está associada à diminuição do risco de infarto, AVC, alguns tipos de câncer, artrose e doença renal crônica.

 

“Esses ganhos estão diretamente ligados à normalização do peso e são mais eficazes quando o uso da medicação vem acompanhado de mudanças sustentáveis no estilo de vida, como alimentação equilibrada e atividade física”, afirma o endocrinologista Ramon Marcelino, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

 

Quais efeitos colaterais são comuns no tratamento e quais são sinais de alerta?

 

Os mais frequentes são gastrointestinais, especialmente no início do tratamento. Náusea, refluxo, distensão abdominal, constipação, diarreia e, em alguns casos, vômitos podem ocorrer. Dor de cabeça também se manifesta, muitas vezes associada à desidratação.

 

Os mais frequentes são gastrointestinais, especialmente no início do tratamento. Náusea, refluxo, distensão abdominal, constipação, diarreia e, em alguns casos, vômitos podem ocorrer. Dor de cabeça também se manifesta, muitas vezes associada à desidratação.

 

Esses sintomas costumam diminuir com o tempo e podem ser amenizados com ajustes na alimentação, hidratação adequada e progressão gradual da dose.

 

Entre os sinais de alerta que não são considerados normais e exigem avaliação médica estão: vômitos persistentes ou incontroláveis, dor abdominal contínua, sinais de desidratação (boca seca, redução do volume urinário, tontura), icterícia, dor no peito e alterações de humor importantes.

Fonte: Marie Claire